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CBO 2002 Família 5242 R$ 1.981 na admissão +25 postos em 12 meses 62 atividades

CBO 5242-05 — Feirante

O código 5242-05 identifica a ocupação feirante na CBO 2002, dentro da família 5242 — Vendedores em bancas, quiosques e barracas. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um feirante

Vendem mercadorias nas vias públicas, em pontos fixos, sob permissão governamental; compram e preparam mercadorias para venda; organizam o local de trabalho, dispondo as mercadorias em feiras livres, bancas, quiosques e barracas, para atender os compradores que procuram esse tipo de mercado. Comunicam-se, apregoando a qualidade e o preço do produto.

Descrição oficial da família 5242 — Vendedores em bancas, quiosques e barracas, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam no comércio varejista como autônomos, trabalhando por conta própria, de forma individual ou em equipe. Trabalham em bancas, quiosques e barracas. Algumas das atividades são executadas a céu aberto ou em veículos; os horários de trabalho podem ser diurnos e noturnos. Podem permanecer em pé durante longos períodos, trabalhar sob pressão e expostos a ruído intenso, altas temperaturas e poluição do ar, levando à situação de estresse.

Recursos de trabalho

Balança; Barraca; Carrinho de lanche; Embalagens diversas; Fita adesiva; Fitilho; Fogão portátil; Gêneros alimentícios; Tela; Utensílios de cozinha.

Quanto ganha um feirante

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.60610% ganham atéR$ 1.981medianaR$ 2.36610% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 1.929

Entrada × quem já está

R$ 1.981 ao ser admitido · R$ 1.929 para quem tem vínculo ativo -2,6%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de feirante foi de R$ 1.981 — metade das 669 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.606 e os 10% de maior, acima de R$ 2.366.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 1.929, ou seja, 2,6% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 36 meses.

Considerando a jornada média de 43.5 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.981
Por ano (12 salários)R$ 23.772
Por semanaR$ 456
Por hora (43.5h/sem)R$ 10,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.00162,5%
  • Mulheres — R$ 1.91937,5%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 1.98062,6%
  • Mulheres — R$ 1.88137,4%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte1.657
  • Sudeste2.041
  • Sul2.056

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (3 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 442 -4 R$ 2.066
PA 101 +29 R$ 1.648
PR 53 -5 R$ 2.053

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

694

Desligamentos

669

Saldo

+25

Rotatividade

32,6%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: ago/25 (+24) saldo negativo · pior: jan/26 (-19)

Em 12 meses houve 694 admissões e 669 desligamentos de feirante, o que significa que o mercado formal abriu 25 postos de trabalho no período, com rotatividade de 32,6% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 32,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 55,3% por dispensa sem justa causa, além de 8,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador32,4%
  • Dispensa sem justa causa55,3%
  • Fim de contrato8,1%

Sobre 669 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente1%
  • Pessoa com deficiência0,1%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro13,8%
  • 1 a 4 empregados25,9%
  • 5 a 9 empregados16,7%
  • 10 a 19 empregados14%
  • 20 a 49 empregados10,4%
  • 50 a 99 empregados12,5%
  • 100 a 249 empregados3%
  • 250 a 499 empregados2,6%
  • 1.000 ou mais empregados1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata feirante

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos alimentícios não especificados anteriormente 4729699 · 17% das admissões 118 43.8h R$ 1.929 R$ 2.079 R$ 2.165 2% 2
Serviços ambulantes de alimentação 5612100 · 16,7% das admissões 116 44h R$ 1.838 R$ 1.990 R$ 2.143 3% 2
Comércio varejista de hortifrutigranjeiros 4724500 · 16,6% das admissões 115 44.1h R$ 1.861 R$ 2.040 R$ 2.194 3% 2
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 8299799 · 13,3% das admissões 92 44h R$ 1.564 R$ 1.659 R$ 1.753 2% 2
Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares 5611203 · 5,6% das admissões 39 44h R$ 1.909 3% 2
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - supermercados 4711302 · 4,5% das admissões 31 43.8h R$ 2.026 3% 2
Peixaria 4722902 · 2,4% das admissões 17 44h R$ 2.100 2% 3
Fabricação de águas envasadas 1121600 · 2% das admissões 14 44h R$ 2.172 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como feirante

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.051 vínculos

Idade mediana

36 anos

Tempo de casa

36 meses

No setor público

3,3%

Em empresa do Simples

86,7%

Sexo

  • Mulher37,3%
  • Homem62,7%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,1h/sem
  • Pessoas com deficiência0,3%
  • Jornada parcial0,2%
  • Contrato intermitente0,2%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,6%

Sobre os 2.051 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca51%
  • Parda41%
  • Preta5,2%
  • Amarela2,6%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,4%
  • Até o 5º ano incompleto2,4%
  • 5º ano completo2,2%
  • 6º ao 9º ano4,3%
  • Fundamental completo14,3%
  • Médio incompleto8,8%
  • Médio completo64,6%
  • Superior incompleto1%
  • Superior completo2,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,7%
  • Até 5º ano incompleto1,2%
  • 5º ano completo1%
  • 6º a 9º ano3,5%
  • Fundamental completo7,6%
  • Médio incompleto12,2%
  • Médio completo71,5%
  • Superior incompleto1,6%
  • Superior completo0,7%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados42,4%
  • 5 a 9 empregados19,8%
  • 10 a 19 empregados12%
  • 20 a 49 empregados4,9%
  • 50 a 99 empregados12,3%
  • 100 a 249 empregados5,2%
  • 250 a 499 empregados0,2%
  • 500 a 999 empregados0,4%
  • 1.000 ou mais empregados2,8%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: comércio e reparação de veículos

Informalidade no setor

33,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

24,1%

Rendimento formal × informal

R$ 3.373 × R$ 1.988

No setor de comércio e reparação de veículos — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 33,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações, requer-se quarta série do ensino fundamental do feirante e ensino fundamental do jornaleiro. A escolaridade do vendedor permissionário é heterogênea. O feirante desempenha plenamente suas atividades após cinco anos de experiência, o jornaleiro, de um a dois anos, o vendedor permissionário após mais de cinco anos. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 5242.

Qual especialização paga mais na família 5242

Todas as ocupações de vendedores em bancas, quiosques e barracas, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
5242-15 Vendedor permissionário R$ 1.803 R$ 2.074 1.922
5242-05 Feirante (esta página) R$ 1.981 R$ 1.929 2.051
5242-10 Jornaleiro (em banca de jornal) R$ 1.811 R$ 1.601 567

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5242-05.

A Administrar o negócio (15)
  • Obter matrícula e licença na prefeitura
  • Obter autorização para uso do espaço público
  • Pagar taxas e emolumentos
  • Providenciar escrituração contábil
  • Contratar funcionários
  • Treinar funcionários
  • Pagar funcionários
  • Preservar a estrutura física e o padrão das bancas ou barracas
  • Controlar o caixa
  • Controlar o fluxo de caixa
  • Controlar estoques
  • Terceirizar serviços
  • Providenciar a manutenção de máquinas e equipamentos
  • Providenciar a troca de equipamentos ou máquinas
  • Cumprir a legislação vigente
B Comprar mercadorias (6)
  • Negociar com fornecedores preços, condições de pagamentos, prazos de entrega, etc.
  • Selecionar as mercadorias
  • Receber mercadorias
  • Conferir mercadorias recebidas ou devolvidas para troca
  • Transportar mercadorias
  • Armazenar mercadorias
C Organizar o local de trabalho (8)
  • Armar bancas ou barracas
  • Expor as mercadorias
  • Marcar preços nas mercadorias
  • Zelar pela organização das mercadorias
  • Recolher encalhes ou sobras
  • Desmontar bancas ou barracas
  • Guardar barracas
  • Zelar pela limpeza do espaço público
D Preparar produtos para venda (3)
  • Fracionar mercadorias para venda
  • Preparar alimentos
  • Embalar mercadorias
E Vender mercadorias e serviços (4)
  • Demonstrar as mercadorias
  • Sugerir opções de preços e de mercadorias
  • Cobrar dos clientes
  • Emitir nota ou cupom fiscal
F Promover a venda de mercadorias (5)
  • Oferecer brindes
  • Oferecer mercadorias para provar
  • Oferecer maior quantidade pelo mesmo preço
  • Colocar faixas e cartazes promocionais
  • Atrair clientes com brincadeiras faladas
G Comunicar-se (4)
  • Colher informações sobre as mercadorias
  • Requisitar mercadorias
  • Dialogar com os clientes
  • Descrever as qualidades das mercadorias
Y Trabalhar com segurança (5)
  • Usar botas, luvas, aventais, gorros, óculos, máscaras
  • Higienizar os utensílios de cozinha
  • Descartar alimentos impróprios para consumo
  • Utilizar embalagens descartáveis
  • Higienizar-se
Z Demonstrar competências pessoais (12)
  • Adaptar-se aos horários e condições de trabalho
  • Trabalhar com ética
  • Manter laços de amizade com clientes e colegas de trabalho
  • Respeitar os clientes e a comunidade local
  • Demonstrar persuasão
  • Demonstrar cordialidade
  • Transmitir confiança
  • Usar uniforme
  • Operar computador, fax e copiadora
  • Demonstrar coordenação motora fina
  • Cultivar criatividade
  • Participar de entidades representativas da categoria

Sinônimos oficiais (1)

Auxiliar de feirante

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 5242-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um feirante?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.981 por mês, considerando as 669 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.606 (10% menores) a R$ 2.366 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 1.929 (RAIS 2024), 2.6% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando feirante?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 694 admissões contra 669 desligamentos, saldo de +25 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata feirante?

A atividade econômica que mais contratou foi Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos alimentícios não especificados anteriormente (CNAE 4729699), com 17% das admissões e mediana de R$ 2.079. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de feirante?

5242-05 (família 5242 — Vendedores em bancas, quiosques e barracas). A CBO reconhece também os títulos: Auxiliar de feirante — todos usam o mesmo código 5242-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser feirante?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 5242: Para o exercício dessas ocupações, requer-se quarta série do ensino fundamental do feirante e ensino fundamental do jornaleiro. A escolaridade do vendedor permissionário é heterogênea. O feirante desempenha plenamente suas atividades após cinco anos de experiência, o jornaleiro, de um a dois anos, o vendedor permissionário após mais de cinco anos. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (comércio e reparação de veículos), 33,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 5242-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 5242-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5242-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4729699), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (9 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 5242:

  • Amaro de Jesus
  • Banca Nélio
  • Barraca em Ponto Fixo
  • Bento Ferreira ME.
  • Cícera Almeida de Lima
  • Gildásio Marques Volarim ME.
  • Sindicato dos Permissionários
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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