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CBO 2002 Família 5173 R$ 1.896 na admissão +66 postos em 12 meses 38 atividades

CBO 5173-25 — Vigia portuário

O código 5173-25 identifica a ocupação vigia portuário na CBO 2002, dentro da família 5173 — Vigilantes e guardas de segurança. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um vigia portuário

Vigiam dependências e áreas públicas e privadas com a finalidade de prevenir, controlar e combater delitos como porte ilícito de armas e munições e outras irregularidades; zelam pela segurança das pessoas, do patrimônio e pelo cumprimento das Leis e regulamentos; recepcionam e controlam a movimentação de pessoas em áreas de acesso livre e restrito; fiscalizam pessoas, cargas e patrimônio; escoltam pessoas e mercadorias. Controlam objetos e cargas; vigiam parques e reservas florestais, combatendo inclusive focos de incêndio; vigiam presos. Comunicam-se via rádio ou telefone e prestam informações ao público e aos órgãos competentes.

Descrição oficial da família 5173 — Vigilantes e guardas de segurança, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

São, em geral, assalariados, com carteira assinada, que atuam em estabelecimentos diversos de defesa e segurança e de transporte terrestre, aéreo ou aquaviário. Podem trabalhar em equipe ou individualmente, com supervisão permanente, em horários diurnos, noturnos, em rodízio de turnos ou escala. Trabalham em grandes alturas, confinados ou em locais subterrâneos. Estão sujeitos a risco de morte e trabalham sob pressão constante, expostos a ruídos, radiação, material tóxico, poeira, fumaça e baixas temperaturas.

Recursos de trabalho

Algemas; Aparelho telefônico, radiotransmissor ht; Bastão tonfa de defesa; Calculadora; Detector de Metais - Pórtico e Bastão Eletrônico; Equipamento de proteção individual; Equipamento de Raio X; Revólver, pistola; Uniforme; Veículo, viatura, jipe 4x4.

Notas oficiais da CBO — inclui a base legal da profissão

Vigilantes: Lei nº 7.102, de 20/06/1983 - dispõe sobre a segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de vigilância e de transportes de valores e dá outras providências. Decreto nº 89.056, de 24/11/1983 - regulamenta a Lei nº 7.102, de 20.06.1983. Decreto nº 1.592, de 10/08/1995 - altera dispositivos do Decreto nº 89.056, de 24/11/1983, que regulamenta a Lei nº 7.102/83.

Quanto ganha um vigia portuário

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.67110% ganham atéR$ 1.896medianaR$ 2.13510% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.959

Entrada × quem já está

R$ 1.896 ao ser admitido · R$ 2.959 para quem tem vínculo ativo +56,1%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de vigia portuário foi de R$ 1.896 — metade das 157 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.671 e os 10% de maior, acima de R$ 2.135.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.959, ou seja, 56,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 228 meses.

Considerando a jornada média de 42.1 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.896
Por ano (12 salários)R$ 22.752
Por semanaR$ 436
Por hora (42.1h/sem)R$ 10,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.893100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.96494%
  • Mulheres — R$ 2.3886%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste2.065
  • Centro-Oeste1.867

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

201

Desligamentos

135

Saldo

+66

Rotatividade

11,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jul/26 (+14) saldo negativo · pior: ago/25 (-12)

Em 12 meses houve 201 admissões e 135 desligamentos de vigia portuário, o que significa que o mercado formal abriu 66 postos de trabalho no período, com rotatividade de 11,5% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 20,7% foram a pedido do próprio trabalhador e 60,7% por dispensa sem justa causa, além de 11,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador20,7%
  • Dispensa sem justa causa60,7%
  • Fim de contrato11,1%

Sobre 135 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro12,9%
  • 1 a 4 empregados2%
  • 5 a 9 empregados1%
  • 10 a 19 empregados10,4%
  • 20 a 49 empregados15,4%
  • 50 a 99 empregados50,7%
  • 100 a 249 empregados5%
  • 250 a 499 empregados0,5%
  • 500 a 999 empregados1%
  • 1.000 ou mais empregados1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata vigia portuário

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de vigilância e segurança privada 8011101 · 42,8% das admissões 86 44h R$ 1.830 R$ 1.876 R$ 1.944 3% 3
Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto condomínios prediais 8111700 · 17,9% das admissões 36 44h R$ 1.912 3% 2
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 10% das admissões 20 3% 1
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 8299799 · 6,5% das admissões 13 44h R$ 2.032 2% 2
Atividades do operador portuário 5231102 · 3% das admissões 6 3% 3
Condomínios prediais 8112500 · 2,5% das admissões 5 2% 2
Agências de viagens 7911200 · 2,5% das admissões 5 1% 1
Fabricação de amidos e féculas de vegetais 1065101 · 1,5% das admissões 3 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como vigia portuário

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.174 vínculos

Idade mediana

53 anos

Tempo de casa

228 meses

No setor público

19,6%

Em empresa do Simples

7,7%

Sexo

  • Homem95,3%
  • Mulher4,7%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada20,9h/sem
  • Pessoas com deficiência0,4%
  • Jornada parcial0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos50,7%

Sobre os 1.174 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda51,1%
  • Branca39,2%
  • Preta6,4%
  • Amarela3,2%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,5%
  • Até o 5º ano incompleto3%
  • 5º ano completo2,8%
  • 6º ao 9º ano4,8%
  • Fundamental completo15,5%
  • Médio incompleto6,2%
  • Médio completo52,4%
  • Superior incompleto1,8%
  • Superior completo12,9%
  • Doutorado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto0,5%
  • 5º ano completo1%
  • 6º a 9º ano1,5%
  • Fundamental completo4%
  • Médio incompleto1%
  • Médio completo91%
  • Superior completo1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,6%
  • 5 a 9 empregados3,2%
  • 10 a 19 empregados3,8%
  • 20 a 49 empregados7%
  • 50 a 99 empregados6,7%
  • 100 a 249 empregados11,1%
  • 250 a 499 empregados12,6%
  • 500 a 999 empregados21,1%
  • 1.000 ou mais empregados31,9%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício das ocupações requer ensino médio completo, exceto agente de proteção de aeroporto e vigilante, que têm como requisito o ensino fundamental. Todas as ocupações requerem formação profissionalizante básica de duzentas a quatrocentas horas. Os vigilantes passam por treinamento obrigatório em escolas especializadas em segurança, onde aprendem a utilizar armas de fogo. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 5173.

Qual especialização paga mais na família 5173

Todas as ocupações de vigilantes e guardas de segurança, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
5173-10 Agente de segurança R$ 2.098 R$ 5.035 50.819
5173-20 Vigia florestal R$ 1.948 R$ 3.627 3.027
5173-25 Vigia portuário (esta página) R$ 1.896 R$ 2.959 1.174
5173-30 Vigilante R$ 2.130 R$ 2.688 672.968
5173-05 Vigilante de proteção de aeroporto R$ 2.156 R$ 2.605 1.043

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5173-25.

A Zelar pela segurança das pessoas e do patrimônio (10)
  • Controlar o acesso de pessoas em áreas restritas
  • Rondar as dependências do local de trabalho
  • Verificar o uso do epi
  • Exigir que as pessoas não fumem em locais proibidos
  • Apartar brigas
  • Providenciar socorros médicos
  • Solicitar reparos
  • Prevenir incêndios
  • Combater incêndios
  • Prestar primeiros socorros
B Fiscalizar pessoas, cargas e patrimônio (3)
  • Revistar recintos
  • Realizar varreduras
  • Inspecionar a integridade das cargas
C Recepcionar pessoas (9)
  • Identificar pessoas
  • Consultar a pessoa a ser visitada
  • Analisar o comportamento de pessoas
  • Abordar pessoas
  • Encaminhar pessoas
  • Acompanhar o visitante
  • Controlar a movimentação interna das pessoas
  • Recepcionar autoridades
  • Requisitar transporte
D Controlar objetos, cargas e veículos (3)
  • Verificar a documentação da carga
  • Apreender objetos ilícitos e irregulares
  • Acompanhar a entrega da carga dentro do local de trabalho
Y Comunicar-se (7)
  • Relatar ocorrências
  • Interagir com órgão oficiais
  • Prestar informações ao público
  • Comunicar ocorrências navais e contra o meio-ambiente
  • Solicitar a presença de autoridade competente
  • Comunicar ocorrências de cargas irregulares
  • Informar visitantes sobre normas de segurança
Z Demonstrar competências pessoais (6)
  • Demonstrar atenção
  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar autocontrole
  • Demonstrar pró-atividade
  • Demonstrar iniciativa
  • Demonstrar capacidade de contornar situações adversas

Perguntas frequentes

Quanto ganha um vigia portuário?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.896 por mês, considerando as 157 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.671 (10% menores) a R$ 2.135 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.959 (RAIS 2024), 56.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando vigia portuário?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 201 admissões contra 135 desligamentos, saldo de +66 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata vigia portuário?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de vigilância e segurança privada (CNAE 8011101), com 42,8% das admissões e mediana de R$ 1.876. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de vigia portuário?

5173-25 (família 5173 — Vigilantes e guardas de segurança). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser vigia portuário?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 5173: O exercício das ocupações requer ensino médio completo, exceto agente de proteção de aeroporto e vigilante, que têm como requisito o ensino fundamental. Todas as ocupações requerem formação profissionalizante básica de duzentas a quatrocentas horas. Os vigilantes passam por treinamento obrigatório em escolas especializadas em segurança, onde aprendem a utilizar armas de fogo. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 5173-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 5173-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5173-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8011101), o RAT é 3%.

A profissão de vigia portuário é regulamentada?

As notas oficiais da CBO para a família 5173 registram: Vigilantes: Lei nº 7.102, de 20/06/1983 - dispõe sobre a segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de vigilância e de transportes de valores e dá outras providências. Decreto nº 89.056, de 24/11/1983 - regulamenta a Lei nº 7.102, de 20.06.1983. Decreto nº 1.592, de 10/08/1995 - altera dispositivos do Decreto nº 89.056, de 24/11/1983, que regulamenta a Lei nº 7.102/83.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (6 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 5173:

  • Companhia Docas do Espírito Santo
  • Companhia Docas do Estado de São Paulo
  • Companhia Docas do Estado do Rio De Janeiro
  • Sindicato dos Portuários do Estado do Rio De Janeiro
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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