NCM Buscador
CBO 2002 Família 4151 R$ 1.904 na admissão +57 postos em 12 meses 43 atividades

CBO 4151-15 — Codificador de dados

O código 4151-15 identifica a ocupação codificador de dados na CBO 2002, dentro da família 4151 — Auxiliares de serviços de documentação, informação e pesquisa. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um codificador de dados

Organizam documentos e informações. Orientam usuários e os auxiliam na recuperação de dados e informações. Disponibilizam fonte de dados para usuários. Providenciam aquisição de material e incorporam material ao acervo. Arquivam documentos, classificando-os segundo critérios apropriados para armazená-los e conservá-los. Prestam serviço de comutação, alimentam base de dados e elaboram estatísticas. Executam tarefas relacionadas com a elaboração e manutenção de arquivos, podendo, ainda, operar equipamentos reprográficos, recuperar e preservar as informações por meio digital, magnético ou papel.

Descrição oficial da família 4151 — Auxiliares de serviços de documentação, informação e pesquisa, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham nas mais variadas atividades econômicas onde haja documentos, fitas, vídeos e outros objetos de acervo documental. Predominantemente atuam em bibliotecas e centros de documentação nas áreas de ensino e pesquisa, saúde, serviços sociais, redes de rádio e televisão, bancos, empresas de processamento de dados, em instituições públicas, privadas e ONG. Organizam-se em equipes e podem atuar em mutirão, sem horário fixo. Em algumas atividades, podem atuar à distância (codificador de dados). Trabalham em ambiente fechado, em diferentes horários - diurno, noturno, em rodízio de turno e em horários irregulares. Podem permanecer por longos períodos em posições desconfortáveis. Em algumas atividades estão sujeitos à poeira e a materiais tóxicos.

Recursos de trabalho

Aparelho de magnetização e desmagnetização; Carrinho para deslocar material; Computador e recursos de informática; Leitora de códigos de barras; Máquina fotocopiadora; Material de consumo e para restaurar acervos; Scanner; Tabelas de alfabetação; Tabelas de normas técnicas; Telefone e fax.

Quanto ganha um codificador de dados

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.58110% ganham atéR$ 1.904medianaR$ 3.62710% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.052

Entrada × quem já está

R$ 1.904 ao ser admitido · R$ 2.052 para quem tem vínculo ativo +7,8%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de codificador de dados foi de R$ 1.904 — metade das 658 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.581 e os 10% de maior, acima de R$ 3.627.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.052, ou seja, 7,8% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 28 meses.

Considerando a jornada média de 42.1 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.904
Por ano (12 salários)R$ 22.848
Por semanaR$ 438
Por hora (42.1h/sem)R$ 10,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.99551,7%
  • Mulheres — R$ 1.81248,3%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.33448,1%
  • Mulheres — R$ 1.99051,9%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste1.637
  • Sudeste1.970
  • Sul1.957

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (5 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 200 +5 R$ 2.039
RJ 153 +41 R$ 1.888
MG 75 +19 R$ 1.977
CE 66 +13 R$ 1.616
RS 64 +7 R$ 1.554

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

689

Desligamentos

632

Saldo

+57

Rotatividade

26,9%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jul/26 (+42) saldo negativo · pior: fev/26 (-25)

Em 12 meses houve 689 admissões e 632 desligamentos de codificador de dados, o que significa que o mercado formal abriu 57 postos de trabalho no período, com rotatividade de 26,9% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 38,8% foram a pedido do próprio trabalhador e 45,9% por dispensa sem justa causa, além de 7,3% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador38,8%
  • Dispensa sem justa causa45,9%
  • Fim de contrato7,3%

Sobre 632 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial0,4%
  • Contrato intermitente1,6%
  • Pessoa com deficiência4,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro3,5%
  • 1 a 4 empregados3,6%
  • 5 a 9 empregados6,5%
  • 10 a 19 empregados6,1%
  • 20 a 49 empregados6,7%
  • 50 a 99 empregados6,2%
  • 100 a 249 empregados14,9%
  • 250 a 499 empregados14,2%
  • 500 a 999 empregados8,7%
  • 1.000 ou mais empregados29,5%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata codificador de dados

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Construção de edifícios 4120400 · 12,9% das admissões 89 44h R$ 1.659 R$ 1.814 R$ 1.864 3% 3
Consultoria em tecnologia da informação 6204000 · 11,8% das admissões 81 40.9h R$ 1.567 R$ 1.629 R$ 1.686 2% 2
Outras atividades de prestação de serviços de informação não especificadas anteriormente 6399200 · 11,8% das admissões 81 43.5h R$ 1.939 R$ 1.999 R$ 2.058 3%
Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, municipal 4921301 · 7,1% das admissões 49 43.8h R$ 1.617 R$ 1.666 R$ 1.731 3% 3
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis 6202300 · 5,8% das admissões 40 40.2h R$ 1.487 2% 2
Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo não especificados anteriormente 8219999 · 3,5% das admissões 24 42h R$ 1.804 3% 2
Tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet 6311900 · 3,2% das admissões 22 42.8h R$ 2.088 2%
Atividades de teleatendimento 8220200 · 3% das admissões 21 44h R$ 2.137 3% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como codificador de dados

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.349 vínculos

Idade mediana

34 anos

Tempo de casa

28 meses

No setor público

9%

Em empresa do Simples

8,2%

Sexo

  • Homem47,5%
  • Mulher52,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada40,3h/sem
  • Pessoas com deficiência4,5%
  • Jornada parcial2,8%
  • Contrato intermitente0,3%
  • Em entidade sem fins lucrativos6,5%

Sobre os 2.349 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca57,2%
  • Parda35,2%
  • Preta6,6%
  • Amarela0,7%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto0,4%
  • 5º ano completo0,6%
  • 6º ao 9º ano1%
  • Fundamental completo2,2%
  • Médio incompleto2,8%
  • Médio completo59,3%
  • Superior incompleto9,2%
  • Superior completo23,2%
  • Mestrado1,1%
  • Doutorado0,2%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,3%
  • 5º ano completo0,3%
  • 6º a 9º ano0,1%
  • Fundamental completo0,6%
  • Médio incompleto1,6%
  • Médio completo57,6%
  • Superior incompleto18,7%
  • Superior completo17,7%
  • Pós-graduação1,9%
  • Mestrado0,9%
  • Doutorado0,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados3%
  • 5 a 9 empregados2,9%
  • 10 a 19 empregados4,1%
  • 20 a 49 empregados7,9%
  • 50 a 99 empregados10,9%
  • 100 a 249 empregados6,6%
  • 250 a 499 empregados18,7%
  • 500 a 999 empregados9,7%
  • 1.000 ou mais empregados36,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: construção

Informalidade no setor

64,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

47,7%

Rendimento formal × informal

R$ 3.960 × R$ 2.195

No setor de construção — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 64,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício dessas ocupações requer escolaridade de nível médio e curso básico profissionalizante de até duzentas horas. O pleno desempenho das atividades ocorre após um a dois anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 4151.

Qual especialização paga mais na família 4151

Todas as ocupações de auxiliares de serviços de documentação, informação e pesquisa, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
4151-20 Fitotecário R$ 2.404 R$ 2.213 227
4151-25 Kardexista R$ 1.732 R$ 2.113 158
4151-15 Codificador de dados (esta página) R$ 1.904 R$ 2.052 2.349
4151-05 Arquivista de documentos R$ 1.803 R$ 1.849 10.675
4151-30 Operador de máquina copiadora (exceto operador de gráfica rápida) R$ 1.806 R$ 1.817 5.965

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 4151-15.

B Recuperar dados e informações (8)
  • Pesquisar dados
  • Preparar dados
  • Verificar veracidade dos dados
  • Rastrear normas técnicas
  • Elaborar lista de classificação
  • Enumerar itens para classificação
  • Codificar itens do questionário
  • Consistir dados
C Disponibilizar fonte de dados para usuários (3)
  • Elaborar instrumentos de pesquisa
  • Guardar material nas estantes
  • Disponibilizar documentos em formato digital
E Incorporar material ao acervo (6)
  • Registrar a entrada do material
  • Controlar a qualidade do material
  • Fazer preparo físico do material
  • Preparar material para digitação
  • Auxiliar a catalogação do material
  • Colocar número de chamada no material
F Organizar o acervo (4)
  • Classificar documentos
  • Registrar documentos
  • Montar arquivos nas formas eletrônica e papel
  • Arquivar documentos nas formas eletrônica e papel
G Preservar acervo (2)
  • Controlar embalagem e armazenamento de material
  • Controlar parâmetros ambientais para preservação
I Alimentar base de dados (4)
  • Atualizar base de dados do acervo
  • Introduzir novas informações em banco de dados
  • Cadastrar clientes e usuários
  • Atualizar cadastro de clientes e usuários
J Elaborar estatísticas (6)
  • Coletar dados
  • Revisar coleta de dados
  • Acrescentar dados à planilha pré-existente
  • Organizar dados estatísticos
  • Elaborar relatórios
  • Fornecer resultados para análise do acervo
Z Demonstrar competências pessoais (10)
  • Demonstrar solicitude
  • Demonstrar controle emocional
  • Demonstrar criatividade
  • Demonstrar cordialidade
  • Demonstrar capacidade de organização
  • Demonstrar paciência
  • Demonstrar capacidade de localização
  • Demonstrar atenção ao detalhe
  • Comunicar-se
  • Demonstrar agilidade

Perguntas frequentes

Quanto ganha um codificador de dados?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.904 por mês, considerando as 658 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.581 (10% menores) a R$ 3.627 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.052 (RAIS 2024), 7.8% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando codificador de dados?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 689 admissões contra 632 desligamentos, saldo de +57 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata codificador de dados?

A atividade econômica que mais contratou foi Construção de edifícios (CNAE 4120400), com 12,9% das admissões e mediana de R$ 1.814. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de codificador de dados?

4151-15 (família 4151 — Auxiliares de serviços de documentação, informação e pesquisa). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser codificador de dados?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 4151: O exercício dessas ocupações requer escolaridade de nível médio e curso básico profissionalizante de até duzentas horas. O pleno desempenho das atividades ocorre após um a dois anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (construção), 64,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 4151-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 4151-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 4151-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4120400), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (13 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 4151:

  • Biblioteca Municipal Bento Munhoz da Rocha Neto (Maringá-pr)
  • Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Viçosa (Ufv)
  • Drogaria Fontes
  • Instituto de Geociências da USP
  • Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN)
  • Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo S.A. (IPT)
  • Museu da Imagem e do Som (Mis)
  • Research International Brasil Consultoria e Análise de Mercado Ltda.
  • Secretaria Municipal de Cultura de Maringá
  • TV Globo Ltda.
  • Universidade Estadual de Maringá (Uem)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
Voltar ao topo