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CBO 2002 Família 3142 R$ 3.309 na admissão +80 postos em 12 meses 44 atividades

CBO 3142-10 — Técnico mecânico na manutenção de ferramentas

O código 3142-10 identifica a ocupação técnico mecânico na manutenção de ferramentas na CBO 2002, dentro da família 3142 — Técnicos mecânicos (ferramentas). É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um técnico mecânico na manutenção de ferramentas

Pesquisam o mercado, desenvolvem e realizam manutenção de ferramentas e dispositivos para fabricação mecânica. Providenciam recursos técnicos para a fabricação do produto final para o qual foram desenvolvidas as ferramentas. Planejam a manutenção preventiva e corretiva de equipamentos e ferramentas, bem como propõem melhoria contínua de processos de fabricação, segundo critérios de qualidade e segurança no trabalho. Podem prestar assistência técnica.

Descrição oficial da família 3142 — Técnicos mecânicos (ferramentas), publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em empresas de fabricação de máquinas, equipamentos e produtos metalúrgicos, nas áreas de desenvolvimento, fabricação e manutenção de ferramentas e dispositivos de fabricação mecânica. São empregados assalariados, com carteira assinada e normalmente trabalham em rodízio de turnos e em grupos de trabalho (times), sob supervisão ocasional. Algumas das atividades exercidas por esses técnicos os expõem a ruídos e ao estresse.

Recursos de trabalho

Cad/cam; Calibradores; Durômetro; Máquina tridimensional; Máquinas-ferramenta; Microcomputadores e softwares; Micro-hight/cadilac; Micrômetro; Paquímetro; Projetor de perfil.

Notas oficiais da CBO — inclui a base legal da profissão

Norma regulamentadora: Lei nº 5.524, de 5 de novembro de 1968 - dispõe sobre o exercício da profissão de técnico industrial de nível médio.

Quanto ganha um técnico mecânico na manutenção de ferramentas

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.70210% ganham atéR$ 3.309medianaR$ 6.01910% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 5.397

Entrada × quem já está

R$ 3.309 ao ser admitido · R$ 5.397 para quem tem vínculo ativo +63,1%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de técnico mecânico na manutenção de ferramentas foi de R$ 3.309 — metade das 995 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.702 e os 10% de maior, acima de R$ 6.019.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 5.397, ou seja, 63,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 53 meses.

Considerando a jornada média de 43.6 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 18,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 3.309
Por ano (12 salários)R$ 39.708
Por semanaR$ 762
Por hora (43.6h/sem)R$ 18,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 3.47593,5%
  • Mulheres — R$ 2.9886,5%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 5.48293,8%
  • Mulheres — R$ 4.2886,2%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste2.743
  • Sudeste3.225
  • Sul3.646
  • Centro-Oeste2.530

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (7 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 242 +23 R$ 3.538
BA 179 +54 R$ 2.748
MG 133 +18 R$ 1.742
SC 126 -34 R$ 3.654
RJ 111 +23 R$ 4.250
PR 49 -2 R$ 2.543
MT 44 +11 R$ 1.700

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

1.041

Desligamentos

961

Saldo

+80

Rotatividade

27,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+44) saldo negativo · pior: mai/26 (-55)

Em 12 meses houve 1.041 admissões e 961 desligamentos de técnico mecânico na manutenção de ferramentas, o que significa que o mercado formal abriu 80 postos de trabalho no período, com rotatividade de 27,5% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 30,9% foram a pedido do próprio trabalhador e 51,1% por dispensa sem justa causa, além de 15% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador30,9%
  • Dispensa sem justa causa51,1%
  • Fim de contrato15%

Sobre 961 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente6,1%
  • Pessoa com deficiência0,2%
  • Jovem aprendiz0,4%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro3,2%
  • 1 a 4 empregados13,7%
  • 5 a 9 empregados7,1%
  • 10 a 19 empregados6%
  • 20 a 49 empregados6,7%
  • 50 a 99 empregados14,6%
  • 100 a 249 empregados20,7%
  • 250 a 499 empregados8,1%
  • 500 a 999 empregados5,7%
  • 1.000 ou mais empregados14,3%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata técnico mecânico na manutenção de ferramentas

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 8599699 · 9,2% das admissões 96 40h R$ 2.696 R$ 2.950 R$ 3.840 2% 2
Obras de montagem industrial 4292802 · 9% das admissões 94 44h R$ 3.626 R$ 3.652 R$ 3.677 3% 4
Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação 6209100 · 6,6% das admissões 69 44.9h R$ 1.737 R$ 1.774 R$ 1.824 2% 2
Serviços de reboque de veículos 5229002 · 3,7% das admissões 38 44h R$ 1.544 3% 3
Produção de semi acabados de aço 2421100 · 3,7% das admissões 38 44h R$ 7.259 1% 4
Serviços de engenharia 7112000 · 3,4% das admissões 35 43.7h R$ 3.500 3% 1
Locação de outros meios de transporte não especificados anteriormente, sem condutor 7719599 · 2,8% das admissões 29 3% 1
Fabricação de álcool 1931400 · 2,8% das admissões 29 43.7h R$ 1.629 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como técnico mecânico na manutenção de ferramentas

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 3.489 vínculos

Idade mediana

39 anos

Tempo de casa

53 meses

No setor público

9,3%

Em empresa do Simples

13,9%

Sexo

  • Homem93,9%
  • Mulher6,1%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,6h/sem
  • Pessoas com deficiência1,7%
  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente0,7%
  • Em entidade sem fins lucrativos4,2%

Sobre os 3.489 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca49,8%
  • Parda38,8%
  • Preta10,5%
  • Amarela0,8%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto0,2%
  • 5º ano completo0,3%
  • 6º ao 9º ano1,3%
  • Fundamental completo11,7%
  • Médio incompleto2,4%
  • Médio completo58,3%
  • Superior incompleto5,4%
  • Superior completo20,1%
  • Mestrado0,2%
  • Doutorado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto0,2%
  • 5º ano completo0,2%
  • 6º a 9º ano1,4%
  • Fundamental completo2,5%
  • Médio incompleto2,3%
  • Médio completo75,8%
  • Superior incompleto4,9%
  • Superior completo11,6%
  • Pós-graduação0,6%
  • Mestrado0,2%
  • Doutorado0,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados4,8%
  • 5 a 9 empregados4,7%
  • 10 a 19 empregados5,9%
  • 20 a 49 empregados6,5%
  • 50 a 99 empregados7,3%
  • 100 a 249 empregados12,2%
  • 250 a 499 empregados20,3%
  • 500 a 999 empregados10,2%
  • 1.000 ou mais empregados28,3%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de técnico mecânico na manutenção de ferramentas

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

16,1

CAT no período

50

Idade média no acidente

39 anos

Foram 50 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo técnico mecânico na manutenção de ferramentas nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 16,1 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 84% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 16% de trajeto (no deslocamento) e 0% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Típico84%
  • Trajeto16%

Parte do corpo atingida

  • Dedo24%
  • Mão (exceto punho ou dedos)18%
  • Braço (entre o punho e o ombro)8%
  • Face, partes múltiplas (qualquer combinação das partes acima)6%
  • Punho6%

Natureza da lesão

  • Lesão imediata24%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)24%
  • Queimadura química (lesão de tecido provocada pela ação corrosiva de produto químico, suas emanações, etc.)8%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)8%
  • Queimadura ou escaldadura - efeito de temperatura elevada ou efeito do contato com substância quente (inclui queimadura por eletricidade, mas não inclui choque elétrico; não inclui queimadura por substância química, efeito de radiação, queimadura de sol, incapacidade sistêmica como intermação, queimadura por atrito, etc.)8%

Agente causador

  • Metal - inclui liga12%
  • Ferramenta, máquina, equipamento, veículo, NIC6%
  • Motocicleta, motoneta6%
  • Substância química, NIC6%
  • Serra - máquina4%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61 — Ferimento do punho e da mão 3 6% 3.531
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 3 6% 3.531
T23 — Queimadura e corrosão do punho e da mão 3 6% 263
S01.1 — Ferimento da pálpebra e da região periocular 2 4% 69
T30.0 — Queimadura, parte do corpo não especificada, grau não especificado 2 4% 639
S51.9 — Ferimento do antebraço, parte não especificado 2 4% 163

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente) tem RAT 2% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 16,1 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o acesso ao trabalho nessas ocupações requer-se curso técnico em mecânica. É desejável que o técnico tenha cursado também qualificação profissional básica, com carga horária superior a quatrocentas horas/aula. O desempenho profissional pleno geralmente ocorre após três a quatro anos de experiência em construção e manutenção de ferramentas.

Texto oficial do MTE para a família 3142.

Qual especialização paga mais na família 3142

Todas as ocupações de técnicos mecânicos (ferramentas), ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
3142-05 Técnico mecânico na fabricação de ferramentas R$ 4.381 R$ 6.642 2.199
3142-10 Técnico mecânico na manutenção de ferramentas (esta página) R$ 3.309 R$ 5.397 3.489

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3142-10.

B Desenvolver produto final (4)
  • Pesquisar novas tecnologias para melhoria do produto
  • Definir normas e métodos a serem seguidos
  • Definir especificações da matéria-prima
  • Planejar o processo produtivo
C Desenvolver processo de produção do produto final (5)
  • Definir máquinas, equipamentos e ferramentas
  • Definir parâmetros de controle dimensional
  • Definir parâmetros de fluido de corte
  • Estabelecer procedimentos para manuseio e transporte de ferramentas
  • Aplicar ferramentas da qualidade total
D Providenciar recursos técnicos para o processo de produção do produto final (1)
  • Dar suporte técnico na elaboração de projetos de ferramentas e dispositivos
E Planejar manutenção preventiva e corretiva de equipamentos e ferramentas (5)
  • Elaborar cronograma de manutenção
  • Elaborar lista de verificação (checklist) da manutenção de equipamentos e ferramentas
  • Identificar pontos críticos para reposição de peças
  • Emitir pareceres técnicos para controle de custos de manutenção
  • Propor alterações no projeto de máquinas e ferramentas
F Propor ações de melhoria contínua de processo e de produto (2)
  • Pesquisar novas tecnologias para aprimoramento de processos
  • Fazer estudo para redução de custos indústriais
G Prestar assistência técnica (2)
  • Dar suporte técnico a clientes e visitantes
  • Propor alterações no produto final
H Trabalhar em conformidade com as normas de segurança (6)
  • Utilizar equipamentos de proteção individual (epi) e coletiva (epc)
  • Participar de ações para prevenção de acidentes
  • Identificar situações de risco
  • Propor soluções para eliminar situações de risco
  • Orientar clientes sobre riscos na utilização do produto
  • Trabalhar integradamente com o departamento de segurança da empresa
Z Demonstrar competências pessoais (19)
  • Agir com empatia
  • Zelar pelo patrimônio da empresa
  • Demonstrar organização no trabalho
  • Agir com paciência
  • Demonstrar espírito inovador
  • Enfrentar situações de risco
  • Buscar autodesenvolvimento
  • Atuar com eficácia
  • Mudar postura individual
  • Trabalhar em equipe
  • Gerenciar recursos
  • Resolver problemas
  • Tomar decisões
  • Incentivar subordinados
  • Preservar o meio ambiente
  • Liderar de acordo com a situação
  • Demonstrar capacidade de visualização
  • Demonstrar raciocínio indutivo
  • Demonstrar capacidade de compreensão escrita

Sinônimos oficiais (3)

Especialista em ferramentas (técnico mecânico na manutenção de ferramentas)Planejador de processos (manutenção de ferramentas)Técnico em desenvolvimento de processos (manutenção de ferramentas)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 3142-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico mecânico na manutenção de ferramentas?

A mediana do salário de admissão é R$ 3.309 por mês, considerando as 995 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.702 (10% menores) a R$ 6.019 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 5.397 (RAIS 2024), 63.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando técnico mecânico na manutenção de ferramentas?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 1.041 admissões contra 961 desligamentos, saldo de +80 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata técnico mecânico na manutenção de ferramentas?

A atividade econômica que mais contratou foi Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente (CNAE 8599699), com 9,2% das admissões e mediana de R$ 2.950. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de técnico mecânico na manutenção de ferramentas?

3142-10 (família 3142 — Técnicos mecânicos (ferramentas)). A CBO reconhece também os títulos: Especialista em ferramentas (técnico mecânico na manutenção de ferramentas), Planejador de processos (manutenção de ferramentas), Técnico em desenvolvimento de processos (manutenção de ferramentas) — todos usam o mesmo código 3142-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser técnico mecânico na manutenção de ferramentas?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3142: Para o acesso ao trabalho nessas ocupações requer-se curso técnico em mecânica. É desejável que o técnico tenha cursado também qualificação profissional básica, com carga horária superior a quatrocentas horas/aula. O desempenho profissional pleno geralmente ocorre após três a quatro anos de experiência em construção e manutenção de ferramentas.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de técnico mecânico na manutenção de ferramentas?

A taxa é de 16,1 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (24% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61 — ferimento do punho e da mão. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 3142-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 3142-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3142-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8599699), o RAT é 2%.

A profissão de técnico mecânico na manutenção de ferramentas é regulamentada?

As notas oficiais da CBO para a família 3142 registram: Norma regulamentadora: Lei nº 5.524, de 5 de novembro de 1968 - dispõe sobre o exercício da profissão de técnico industrial de nível médio.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (13 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3142:

  • Bosal-Gerobras Ltda.
  • Braita Equipamentos Industriais Ltda.
  • Brassinter S.A. Indústria e Comércio
  • Ferramentas Gedore do Brasil S.A.
  • Forjas Taurus S.A.
  • Indústria e Comércio Twill S.A.
  • Iscar do Brasil
  • Sandvik do Brasil S.A.
  • Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
  • GLOSSÁRIO
  • Try-out: teste ou prova de um método, processo ou peça em uma máquina para verificar se funciona adequadamente.
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