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CBO 2002 Família 2626 R$ 2.956 na admissão +34 postos em 12 meses 60 atividades

CBO 2626-20 — Musicólogo

O código 2626-20 identifica a ocupação musicólogo na CBO 2002, dentro da família 2626 — Músicos compositores, arranjadores, regentes e musicólogos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um musicólogo

Compõem e arranjam obras musicais, regem e dirigem grupos vocais, instrumentais ou eventos musicais. Estudam, pesquisam e ensinam música. Editoram partituras, elaboram textos e prestam consultoria na área musical.

Descrição oficial da família 2626 — Músicos compositores, arranjadores, regentes e musicólogos, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham com música popular e erudita em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. É comum atuarem concomitantemente no ensino. A grande maioria dos profissionais trabalha por conta própria, exceção feita aos poucos empregados registrados, vinculados a corpos musicais estáveis, em geral, estaduais ou municipais. O trabalho se desenvolve individualmente e em equipes, geralmente em horários irregulares, com deslocamentos constantes para exercê-lo. Em algumas atividades, podem trabalhar sob condições especiais como, por exemplo, em posições desconfortáveis por longo tempo, em ambientes confinados (poço da orquestra no teatro), sob ruído intenso.

Recursos de trabalho

Computador; Equipamentos eletrônicos; Instrumentos musicais acústicos tradicionais e não; Partituras; Sintetizador; Softwares e hardwares musicais e de áudio.

Quanto ganha um musicólogo

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.61310% ganham atéR$ 2.956medianaR$ 4.52310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.670

Entrada × quem já está

R$ 2.956 ao ser admitido · R$ 3.670 para quem tem vínculo ativo +24,2%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de musicólogo foi de R$ 2.956 — metade das 21 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.613 e os 10% de maior, acima de R$ 4.523.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.670, ou seja, 24,2% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 38 meses.

Considerando a jornada média de 29.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 34,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.956
Por ano (12 salários)R$ 35.472
Por semanaR$ 680
Por hora (29.8h/sem)R$ 34,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.969100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 3.66966,2%
  • Mulheres — R$ 3.67533,8%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

62

Desligamentos

28

Saldo

+34

Rotatividade

7,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: ago/25 (+19) saldo negativo · pior: dez/25 (-5)

Em 12 meses houve 62 admissões e 28 desligamentos de musicólogo, o que significa que o mercado formal abriu 34 postos de trabalho no período, com rotatividade de 7,5% sobre o estoque de vínculos.

Como são os contratos

  • Jornada parcial4,8%
  • Pessoa com deficiência3,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • 1 a 4 empregados3,2%
  • 5 a 9 empregados3,2%
  • 10 a 19 empregados14,5%
  • 20 a 49 empregados9,7%
  • 50 a 99 empregados9,7%
  • 100 a 249 empregados27,4%
  • 250 a 499 empregados22,6%
  • 1.000 ou mais empregados9,7%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata musicólogo

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Serviços de assistência social sem alojamento 8800600 · 37,1% das admissões 23 2% 1
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 16,1% das admissões 10 2% 1
Produção musical 9001902 · 8,1% das admissões 5 2% 2
Ensino fundamental 8513900 · 8,1% das admissões 5 1% 2
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 8599699 · 6,5% das admissões 4 2% 2
Educação infantil - préescola 8512100 · 4,8% das admissões 3 1% 2
Atividades de apoio à gestão de saúde 8660700 · 3,2% das admissões 2 2% 1
Administração pública em geral 8411600 · 3,2% das admissões 2 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como musicólogo

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 375 vínculos

Idade mediana

40 anos

Tempo de casa

38 meses

No setor público

50,7%

Em empresa do Simples

8,5%

Sexo

  • Homem65,9%
  • Mulher34,1%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada31,9h/sem
  • Pessoas com deficiência3,2%
  • Jornada parcial4,3%
  • Em entidade sem fins lucrativos34,4%

Sobre os 375 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda47,5%
  • Branca43,2%
  • Preta8,2%
  • Amarela1,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo97,1%
  • Mestrado2,7%
  • Doutorado0,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio completo22,6%
  • Superior incompleto6,5%
  • Superior completo61,3%
  • Pós-graduação8,1%
  • Mestrado1,6%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados1,3%
  • 5 a 9 empregados0,5%
  • 10 a 19 empregados8%
  • 20 a 49 empregados16,3%
  • 50 a 99 empregados8%
  • 100 a 249 empregados13,9%
  • 250 a 499 empregados6,9%
  • 500 a 999 empregados13,1%
  • 1.000 ou mais empregados32%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

As ocupações da família requerem formação específica na área, seja ela formal (conservatórios, ensino superior, etc) ou informal (estudo com profissionais de renome, por exemplo). O exercício pleno das atividades requer experiência superior a cinco anos.

Texto oficial do MTE para a família 2626.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Música 1,12× 5.722 784 22% 66,4%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 784 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 34 postos líquidos em 12 meses — cerca de 23,1 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

Qual especialização paga mais na família 2626

Todas as ocupações de músicos compositores, arranjadores, regentes e musicólogos, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2626-05 Compositor R$ 11.813 388
2626-20 Musicólogo (esta página) R$ 2.956 R$ 3.670 375
2626-15 Músico regente R$ 3.003 R$ 2.870 2.167
2626-10 Músico arranjador R$ 2.525 R$ 2.659 1.008

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2626-20.

D Realizar direção musical (3)
  • Elaborar projetos musicais
  • Pesquisar e selecionar repertório para o evento
  • Supervisionar a produção musical
E Estudar música (8)
  • Aperfeiçoar-se através da audição de obras musicais
  • Estudar instrumentos musicais
  • Estudar novos recursos tecnológicos
  • Estudar repertório
  • Acompanhar novas propostas estéticas no campo musical
  • Aperfeiçoar-se através de novas bibliografias
  • Aperfeiçoar-se através da leitura de partituras
  • Participar de eventos culturais e congressos
F Pesquisar na área musical (7)
  • Desenvolver pesquisas na área musical para subsidiar obras e eventos não musicais
  • Desenvolver pesquisas em musicologia
  • Desenvolver pesquisas em práticas interpretativas
  • Pesquisar gêneros e estilos musicais
  • Elaborar projetos de pesquisa
  • Registrar a tradição musical oral
  • Restaurar partituras
G Ensinar música (8)
  • Ensinar disciplinas avançadas de teoria musical
  • Dar instrução musical teórica e prática para grupos amadores
  • Dar treinamentos específicos para estudantes e profissionais da música
  • Dar treinamentos específicos para profissionais de outras áreas
  • Ensinar música utilizando meios de comunicação de massa e outros veículos eletrônicos, digitais.
  • Orientar projetos de pesquisa em música
  • Criar material pedagógico
  • Desenvolver material pedagógico
H Prestar consultoria musical (12)
  • Realizar perícia técnica na área musical
  • Elaborar verbetes para dicionário
  • Participar de juri
  • Assessorar os programas de meios de comunicação de massa
  • Participar de bancas acadêmicas
  • Prestar consultoria em edições musicais
  • Prestar consultoria na elaboração de ferramentas digitais para a área musical
  • Prestar consultoria para obras e eventos não musicais
  • Definir criérios para seleção de premiação de músicos
  • Definir critérios de seleção para premiação de obras musicais
  • Participar de comissões de seleção de músicos
  • Participar de comissões de seleção de obras musicais
I Elaborar textos sobre música (7)
  • Redigir notas de programa
  • Redigir encartes de cd, dvd, vídeo e similares
  • Elaborar resenhas e artigos de livros
  • Elaborar pareceres
  • Elaborar críticas
  • Redigir roteiros
  • Elaborar comunicações para congressos
J Editorar música (7)
  • Editorar partituras musicais
  • Realizar revisão de partituras
  • Copiar partituras musicais
  • Elaborar edições críticas
  • Elaborar edições práticas
  • Revisar trabalho de copistas
  • Definir o padrão de editoração da obra musical
Z Demonstrar competências pessoais (8)
  • Supervisionar o trabalho de assistentes e estagiários
  • Dominar conhecimentos de técnicas de regência adequadas a diferentes grupos (vocais, instrumentais)
  • Propor soluções musicais a demandas específicas
  • Demonstrar capacidade de administrar
  • Conhecer outras línguas
  • Demonstrar capacidade de liderança
  • Trabalhar em equipe
  • Manter-se tecnicamente atualizado em sua especialidade

Sinônimos oficiais (2)

Historiador em músicaPesquisador em música

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2626-20 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um musicólogo?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.956 por mês, considerando as 21 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.613 (10% menores) a R$ 4.523 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.670 (RAIS 2024), 24.2% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando musicólogo?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 62 admissões contra 28 desligamentos, saldo de +34 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata musicólogo?

A atividade econômica que mais contratou foi Serviços de assistência social sem alojamento (CNAE 8800600), com 37,1% das admissões. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de musicólogo?

2626-20 (família 2626 — Músicos compositores, arranjadores, regentes e musicólogos). A CBO reconhece também os títulos: Historiador em música, Pesquisador em música — todos usam o mesmo código 2626-20. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser musicólogo?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2626: As ocupações da família requerem formação específica na área, seja ela formal (conservatórios, ensino superior, etc) ou informal (estudo com profissionais de renome, por exemplo). O exercício pleno das atividades requer experiência superior a cinco anos. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Música, com 1,12 candidatos por vaga no presencial.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2626-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2626-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2626-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8800600), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (10 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2626:

  • Akron Ltda. ME.
  • Conservatório de Tatuí
  • Instituto de Artes da Unesp
  • Prefeitura do Município de Sp Teatro Municipal
  • Unesp/rtc/faam
  • Uniara - Universidade de Araraquara/Educativa
  • Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
  • Universidade Livre de Música
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação de Desenvolvimento da Unicamp - Funcamp
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