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CBO 2002 Família 2618 R$ 2.038 na admissão +13 postos em 12 meses 90 atividades

CBO 2618-10 — Fotógrafo publicitário

O código 2618-10 identifica a ocupação fotógrafo publicitário na CBO 2002, dentro da família 2618 — Fotógrafos profissionais. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um fotógrafo publicitário

Criam imagens fotográficas de acontecimentos, pessoas, paisagens, objetos e outros temas, em branco e preto ou coloridas, utilizando câmeras fixas (de película ou digitais) e diversos acessórios. Escolhem tema ou assunto da fotografia ou atendem a demandas de clientes ou empregadores, segundo objetivos artísticos, jornalísticos, comerciais, industriais, científicos, etc. Podem revelar e retocar negativos de filmes, tirar, ampliar e retocar cópias, criar efeitos gráficos em imagens obtidas por processos digitais e reproduzi-las sobre papel ou outro suporte. Podem dirigir estúdio fotográfico ou loja de material de fotografia.

Descrição oficial da família 2618 — Fotógrafos profissionais, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham em diversas áreas, principalmente, na imprensa em geral, na publicidade, propaganda e marketing, no comércio de mercadorias, em diversos ramos dos serviços. Podem também ser encontrados no ensino e na área de pesquisa e desenvolvimento. Na sua maioria são autônomos, empregadores e, em menor medida, empregados. Podem atender o público diretamente ou não e desenvolvem suas atividades sozinhos ou em equipe, geralmente em horários irregulares. Em algumas atividades, alguns profissionais podem trabalhar sob condições especiais, como permanecer em posições desconfortáveis por longos períodos e estar expostos a materiais tóxicos e a altas temperaturas. CONSULTE 2611 - Profissionais do jornalismo.

Recursos de trabalho

Câmeras fotográficas para grande formato; Câmeras fotográficas para médio formato; Câmeras fotográficas para pequeno formato; Computador com scanner e modem; Filmes à cor, várias sensibilidades e velocidades; Filmes p&b várias sensibilidades e velocidades; Filtros diversos; Flashes compatíveis com equipamento de estúdio; Flashes compatíveis com equipamento portátil; Objetivas diversas.

Quanto ganha um fotógrafo publicitário

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.66310% ganham atéR$ 2.038medianaR$ 7.51910% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.600

Entrada × quem já está

R$ 2.038 ao ser admitido · R$ 2.600 para quem tem vínculo ativo +27,6%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de fotógrafo publicitário foi de R$ 2.038 — metade das 135 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.663 e os 10% de maior, acima de R$ 7.519.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.600, ou seja, 27,6% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 21 meses.

Considerando a jornada média de 42.6 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.038
Por ano (12 salários)R$ 24.456
Por semanaR$ 469
Por hora (42.6h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.04554,1%
  • Mulheres — R$ 2.03245,9%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 3.01359,4%
  • Mulheres — R$ 2.35040,6%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste2.167
  • Sul2.033

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 55 +6 R$ 2.158
PR 46 +15 R$ 2.027

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

144

Desligamentos

131

Saldo

+13

Rotatividade

59,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: nov/25 (+13) saldo negativo · pior: dez/25 (-14)

Em 12 meses houve 144 admissões e 131 desligamentos de fotógrafo publicitário, o que significa que o mercado formal abriu 13 postos de trabalho no período, com rotatividade de 59,5% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 29% foram a pedido do próprio trabalhador e 52,7% por dispensa sem justa causa, além de 17,6% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador29%
  • Dispensa sem justa causa52,7%
  • Fim de contrato17,6%

Sobre 131 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial0,7%
  • Contrato intermitente1,4%
  • Pessoa com deficiência0,7%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro36,1%
  • 1 a 4 empregados20,1%
  • 5 a 9 empregados6,9%
  • 10 a 19 empregados9%
  • 20 a 49 empregados12,5%
  • 50 a 99 empregados2,8%
  • 100 a 249 empregados3,5%
  • 250 a 499 empregados1,4%
  • 500 a 999 empregados2,8%
  • 1.000 ou mais empregados4,9%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata fotógrafo publicitário

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Laboratórios fotográficos 7420003 · 24,3% das admissões 35 44h R$ 2.032 2% 2
Comércio varejista especializado de eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo 4753900 · 9% das admissões 13 44h R$ 2.120 2%
Atividades de produção de fotografias, exceto aérea e submarina 7420001 · 6,3% das admissões 9 2% 2
Produção de filmes para publicidade 5911102 · 4,9% das admissões 7 3% 2
Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas 8230001 · 4,2% das admissões 6 3% 2
Bancos múltiplos, com carteira comercial 6422100 · 4,2% das admissões 6 3% 1
Comércio varejista de calçados 4782201 · 2,8% das admissões 4 2% 1
Agências de publicidade 7311400 · 2,8% das admissões 4 1% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como fotógrafo publicitário

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 220 vínculos

Idade mediana

29 anos

Tempo de casa

21 meses

No setor público

5,5%

Em empresa do Simples

47,7%

Sexo

  • Homem60%
  • Mulher40%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada41,7h/sem
  • Jornada parcial0,5%
  • Contrato intermitente1,4%
  • Em entidade sem fins lucrativos3,6%

Sobre os 220 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca64,8%
  • Parda26,8%
  • Preta5,6%
  • Amarela2,3%
  • Indígena0,5%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo100%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio incompleto4,2%
  • Médio completo66,7%
  • Superior incompleto11,8%
  • Superior completo16,7%
  • Pós-graduação0,7%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados15%
  • 5 a 9 empregados17,7%
  • 10 a 19 empregados15%
  • 20 a 49 empregados11,8%
  • 50 a 99 empregados6,4%
  • 100 a 249 empregados10,9%
  • 250 a 499 empregados8,2%
  • 500 a 999 empregados6,4%
  • 1.000 ou mais empregados8,6%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

O aprendizado das ocupações da família pode se dar na prática e também por intermédio do ensino superior completo na área, conforme a ocupação em questão. O pleno desempenho das atividades ocorre, no mínimo, após três anos de experiência.

Texto oficial do MTE para a família 2618.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Fotografia 0,39× 4.597 606 86,4% 0%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 606 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 13 postos líquidos em 12 meses — cerca de 46,6 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

Qual especialização paga mais na família 2618

Todas as ocupações de fotógrafos profissionais, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2618-20 Repórter fotográfico R$ 3.488 R$ 5.673 420
2618-10 Fotógrafo publicitário (esta página) R$ 2.038 R$ 2.600 220
2618-05 Fotógrafo R$ 1.722 R$ 2.215 3.015
2618-15 Fotógrafo retratista R$ 1.919 R$ 1.988 378

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2618-10.

A Criar a imagem fotográfica (14)
  • Conceituar o trabalho fotográfico
  • Interpretar desejos e aspirações do cliente
  • Eleger o tema
  • Interpretar o objeto a ser fotografado
  • Experimentar produtos e técnicas fotográficas
  • Precisar perspectivas e pontos de vista
  • Conceber cenas para fotografar
  • Definir o suporte material da imagem fotográfica
  • Compor a imagem
  • Modular a luz
  • Enquadrar a imagem
  • Criar ambiente que expresse a emoção desejada
  • Decidir o momento do ato fotográfico
  • Registrar a imagem sobre película ou meio magnético
B Finalizar o produto (5)
  • Revelar filmes
  • Editar imagem
  • Ampliar fotos
  • Digitalizar imagem
  • Tratar imagem digitalizada ou convencional: brilho, contraste, definição e corte
C Operar equipamentos específicos (6)
  • Escolher equipamentos em função de intenções, área de atuação e circunstâncias
  • Operar câmera fotográfica e acessórios
  • Calibrar os equipamentos
  • Monitorar equipamentos de medição
  • Operar equipamentos de iluminação
  • Operar programas de tratamento de imagens
D Documentar a imagem (4)
  • Produzir documentação referente à imagem
  • Documentar a autoria da imagem fotográfica
  • Arquivar os documentos fotográficos
  • Catalogar documentos fotográficos
E Planejar o trabalho fotográfico (6)
  • Estimar custos
  • Negociar preços
  • Estabelecer cronograma de trabalho
  • Vistoriar infraestrutura do local
  • Providenciar equipamentos de apoio para a produção e transmissão de imagem
  • Providenciar credenciamento
F Pesquisar temas, procedimentos e materiais fotográficos (11)
  • Assessorar o desenvolvimento de novas linguagens e produtos
  • Testar equipamentos e acessórios
  • Testar novos materiais de acabamento
  • Levantar informações sobre o tema
  • Estudar fontes e referências fotográficas
  • Pesquisar tendências, estilo, materiais
  • Estudar culturas e costumes locais/regionais
  • Estudar condições geográficas e climáticas
  • Procurar espaços ou locações para fotografar
  • Elencar modelos
  • Estudar a legislação referente à proteção ao direito autoral e ao uso da imagem
G Gerenciar aspectos comerciais da atividade fotográfica (9)
  • Definir áreas e formas de atuação no mercado de trabalho
  • Elaborar procedimentos para relação com o cliente
  • Gerenciar o tempo
  • Calcular a relação custo/benefício no trabalho
  • Orçar o trabalho fotográfico
  • Controlar fluxo de caixa, pagamentos e recebimentos
  • Remunerar equipe de trabalho
  • Providenciar manutenção de equipamentos e instalações
  • Controlar estoque de material fotográfico
H Coordenar equipe de trabalho fotográfico (7)
  • Discutir a pauta/briefing
  • Dirigir a produção de imagem
  • Selecionar pessoal
  • Trocar informações com equipe
  • Formar novos quadros
  • Escalonar tarefas
  • Avaliar resultados
Y Divulgar a linguagem fotográfica (13)
  • Apresentar o produto fotográfico final ao destinatário
  • Ensinar o cliente a entender a imagem
  • Interagir com o fotografado
  • Entrevistar clientes
  • Apresentar portfólio
  • Preparar material auto-promocional
  • Publicar livros e catálogos
  • Montar exposições
  • Divulgar seu trabalho na web
  • Ministrar cursos de formação profissional
  • Participar de associações profissionais
  • Proferir palestras
  • Organizar encontros e congressos
Z Demonstrar competências pessoais (15)
  • Dominar linguagem fotográfica
  • Dominar técnicas de sua especialização
  • Demonstrar criatividade
  • Seguir projeto profissional traçado
  • Dominar o idioma
  • Compreensão de outros idiomas
  • Manter-se atualizado
  • Lidar com imprevistos
  • Assumir riscos calculados
  • Desenvolver capacidade de síntese
  • Desenvolver perspicácia
  • Cultivar persistência
  • Superar limitações econômicas
  • Demonstrar pontualidade
  • Delegar funções

Perguntas frequentes

Quanto ganha um fotógrafo publicitário?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.038 por mês, considerando as 135 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.663 (10% menores) a R$ 7.519 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.600 (RAIS 2024), 27.6% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando fotógrafo publicitário?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 144 admissões contra 131 desligamentos, saldo de +13 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata fotógrafo publicitário?

A atividade econômica que mais contratou foi Laboratórios fotográficos (CNAE 7420003), com 24,3% das admissões e mediana de R$ 2.032. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de fotógrafo publicitário?

2618-10 (família 2618 — Fotógrafos profissionais). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser fotógrafo publicitário?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2618: O aprendizado das ocupações da família pode se dar na prática e também por intermédio do ensino superior completo na área, conforme a ocupação em questão. O pleno desempenho das atividades ocorre, no mínimo, após três anos de experiência. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Fotografia, com 0,39 candidatos por vaga no presencial.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2618-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2618-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2618-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7420003), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (15 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2618:

  • Amaral Est. de Fot e Cria. Comércio e Serv Ltda.
  • Arfoc - R. J - Assoc. Repórteres Fotogr. e Cinemat.
  • Carlos Foto Expres
  • Coperphoto Fotojornalismo e Divulgação Ltda.
  • Correio Braziliense
  • Documentary
  • Folha de Londrina/ Folha do Paraná
  • Foto América Laboratório Fotos Ltda.
  • Foto Video Foca
  • Instituto Biológico
  • Pedro Ribeiro Fotografias
  • Porta Retrato S/C Ltda.
  • Tokcolor-laboratório Photo Cinetográfico Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação de Desenvolvimento da Unicamp - Funcamp
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