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CBO 2002 Família 2341 R$ 7.413 na admissão +22 postos em 12 meses 129 atividades

CBO 2341-20 — Professor de computação (no ensino superior)

O código 2341-20 identifica a ocupação professor de computação (no ensino superior) na CBO 2002, dentro da família 2341 — Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 14 seções

O que faz um professor de computação (no ensino superior)

Lecionam matemática, estatística e computação, realizam pesquisas, produzem trabalhos acadêmicos em sua área de competência; orientam alunos, planejam e implementam cursos e disciplinas, avaliam desempenho do aluno, de programas e instituições. Coordenam atividades acadêmicas e científicas. Podem prestar assessoria nas áreas técnica e científica e colaborar em atividades institucionais.

Descrição oficial da família 2341 — Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham nas áreas da estatística, da computação, da matemática pura e aplicada e da pesquisa operacional, lecionando em faculdades e universidades públicas ou privadas, como estatutários ou assalariados com carteira assinada. Atuam, geralmente, de forma individual e em algumas atividades podem estar sujeitos ao estresse. CONSULTE 2031 - Pesquisadores das ciências naturais e exatas. ESTA FAMÍLIA NÃO COMPREENDE 2031 - Pesquisadores das ciências naturais e exatas.

Recursos de trabalho

Artigos e revistas; Computador; Datashow; Giz e quadro; Livros; Papel, lapis, caneta; Software; Transparência.

Notas oficiais da CBO

No mercado de trabalho é comum ocorrerem casos de profissionais que exercem, concomitantemente, funções de professor universitário e pesquisador. Para codificá-los, considerar a atividade principal.

Quanto ganha um professor de computação (no ensino superior)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.03810% ganham até R$ 7.413mediana R$ 17.70610% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 5.122

Entrada × quem já está

R$ 7.413 ao ser admitido · R$ 5.122 para quem tem vínculo ativo -30,9%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de professor de computação (no ensino superior) foi de R$ 7.413 — metade das 105 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.038 e os 10% de maior, acima de R$ 17.706.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 5.122, ou seja, 30,9% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 82 meses.

Considerando a jornada média de 19.4 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 54,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 7.413
Por ano (12 salários)R$ 88.956
Por semanaR$ 1.706
Por hora (19.4h/sem)R$ 54,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 7.425 76,2%
  • Mulheres — R$ 5.638 23,8%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 5.227 73,5%
  • Mulheres — R$ 4.842 26,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste 1.650
  • Sudeste 9.483

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

430

Desligamentos

408

Saldo

+22

Rotatividade

15,1%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+101) saldo negativo · pior: dez/25 (-94)

Em 12 meses houve 430 admissões e 408 desligamentos de professor de computação (no ensino superior), o que significa que o mercado formal abriu 22 postos de trabalho no período, com rotatividade de 15,1% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 34,8% foram a pedido do próprio trabalhador e 40,4% por dispensa sem justa causa, além de 22,5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 34,8%
  • Dispensa sem justa causa 40,4%
  • Fim de contrato 22,5%

Sobre 408 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial 3,5%
  • Contrato intermitente 6,5%
  • Pessoa com deficiência 0,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 2%
  • 1 a 4 empregados 2,6%
  • 5 a 9 empregados 2,6%
  • 10 a 19 empregados 6,1%
  • 20 a 49 empregados 15,5%
  • 50 a 99 empregados 12,9%
  • 100 a 249 empregados 17%
  • 250 a 499 empregados 15,8%
  • 500 a 999 empregados 9,9%
  • 1.000 ou mais empregados 15,5%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata professor de computação (no ensino superior)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Educação superior - graduação e pós graduação 8532500 · 28,4% das admissões 122 43h — R$ 10.558 — 1% 2
Educação superior - graduação 8531700 · 24,7% das admissões 106 44.6h — R$ 15.075 — 1% 2
Atividades de apoio à educação, exceto caixas escolares 8550302 · 11,4% das admissões 49 — — — — 2% 2
Ensino fundamental 8513900 · 10,5% das admissões 45 43.6h — R$ 5.608 — 1% 2
Ensino médio 8520100 · 4,4% das admissões 19 — — — — 1% 2
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 3,3% das admissões 14 — — — — 2% 1
Educação superior - pós graduação e extensão 8533300 · 2,6% das admissões 11 — — — — 1% 2
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 8599699 · 1,9% das admissões 8 — — — — 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como professor de computação (no ensino superior)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.698 vínculos

Idade mediana

45 anos

Tempo de casa

82 meses

No setor público

23,9%

Em empresa do Simples

8%

Sexo

  • Homem 73,5%
  • Mulher 26,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada24,6h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%
  • Jornada parcial7,7%
  • Contrato intermitente6,3%
  • Em entidade sem fins lucrativos40,2%

Sobre os 2.698 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 72,5%
  • Parda 23,4%
  • Preta 2,3%
  • Amarela 1,5%
  • Indígena 0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo 51%
  • Mestrado 27,8%
  • Doutorado 21,2%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio incompleto 0,2%
  • Médio completo 10,5%
  • Superior incompleto 2,1%
  • Superior completo 27,9%
  • Pós-graduação 23,3%
  • Mestrado 29,1%
  • Doutorado 7%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 1,4%
  • 5 a 9 empregados 1,3%
  • 10 a 19 empregados 1,8%
  • 20 a 49 empregados 8,4%
  • 50 a 99 empregados 9,9%
  • 100 a 249 empregados 22,7%
  • 250 a 499 empregados 18,6%
  • 500 a 999 empregados 10,8%
  • 1.000 ou mais empregados 25%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

O exercício dessas ocupações requer ensino superior completo e títulos de pós-graduação ou especialização na área. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, principalmente, na área pública. O pleno desempenho das atividades, como professor-titular, geralmente ocorre após cinco anos de experiência.

Texto oficial do MTE para a família 2341.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Matemática formação de professor 1,17× 86.290 10.953 55,9% 56,5%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 10.953 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 22 postos líquidos em 12 meses — cerca de 497,9 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 Censo da Educação Superior — microdados de cursos — Lei 9.394/1996 (LDB), art. 9º VI; Portaria INEP de divulgação dos microdados · Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira — INEP

No serviço público federal

Portal da Transparência · remuneração básica bruta · 6 competências

Cargo federal correspondente P25 Mediana P75 Jornada
Professor do Magistério Superior524.093 contracheques · SIAPE R$ 13.754 R$ 16.923 R$ 23.334 DEDICACAO EXCLUSIVA

A mediana no cargo federal (Professor do Magistério Superior) é R$ 16.923 contra R$ 5.122 de quem atua na ocupação no mercado formal — uma diferença de +230,4%. Antes de concluir, compare a jornada: cargos da saúde no serviço público têm jornadas de 20, 24, 36 e 40 horas, e o valor por hora muda tudo.

Remuneração básica bruta mensal, sem gratificação natalina, férias ou eventuais. Usamos mediana e quartis porque a média é distorcida pelos cargos de topo sujeitos ao teto constitucional. O Portal da Transparência identifica o servidor por cargo/carreira definido em lei, não por CBO — a correspondência entre cargo e ocupação é curadoria nossa.

✓ Oficial · 01 de junho de 2026 Portal da Transparência — remuneração de servidores federais — Lei 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação) e Decreto 7.724/2012; dados abertos de servidores do Executivo, militares e BACEN · Controladoria-Geral da União — CGU

Qual especialização paga mais na família 2341

Todas as ocupações de professores de matemática, estatística e informática do ensino superior, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2341-10 Professor de matemática pura (no ensino superior) — R$ 9.938 735
2341-05 Professor de matemática aplicada (no ensino superior) R$ 10.573 R$ 6.234 673
2341-15 Professor de estatística (no ensino superior) — R$ 5.554 822
2341-20 Professor de computação (no ensino superior) (esta página) R$ 7.413 R$ 5.122 2.698
2341-25 Professor de pesquisa operacional (no ensino superior) — R$ 3.813 125

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2341-20.

A Lecionar matemática, estatística, computação (6)
  • •Ministrar aulas presencialmente ou à distância
  • •Preparar material suporte: didático, laboratório e outros
  • •Recorrer a exemplos, conteúdos e aplicações de várias áreas do conhecimento
  • •Organizar atividades práticas (sala de aula, campo e laboratório)
  • •Atender extra-classe para esclarecimentos complementares
  • •Preparar aulas e avaliações
B Realizar pesquisas (16)
  • •Levantar questões a serem investigadas
  • •Investigar o estado da arte do tema proposto
  • •Elaborar projetos
  • •Elaborar o referencial teórico-metodológico da pesquisa
  • •Desenvolver teorias
  • •Testar hipóteses
  • •Coletar e analisar dados
  • •Montar bancos de dados
  • •Desenvolver software, algoritimos, programas, linguagens, sistemas operacionais e outros
  • •Desenvolver hardware: equipamentos e componentes computacionais
  • •Averiguar adequação de modelos visando à validação
  • •Utilizar simulação numérica em testes de hipóteses, compreensão de fenômenos e validação de modelos
  • •Construir protótipos de modelos e produtos
  • •Interpretar resultados
  • •Idealizar planejamentos estatísticos de experimentos
  • •Interagir com pesquisadores de outros grupos de pesquisa
C Produzir trabalhos acadêmicos (técnicos, didáticos e científicos) (9)
  • •Escrever livros técnicos, científicos e didáticos
  • •Escrever artigos técnicos científicos
  • •Traduzir livros e artigos técnicos, didáticos e científicos
  • •Editar livros e revistas
  • •Produzir software e hardware
  • •Produzir vídeos científicos, didáticos e institucionais
  • •Produzir textos didáticos
  • •Preparar apresentações, demonstrações e exposições
  • •Produzir relatórios técnicos e de pesquisa
D Orientar alunos (13)
  • •Orientar alunos em atividade de iniciação científica
  • •Orientar doutorandos
  • •Orientar estágios
  • •Orientar mestrandos
  • •Orientar monografias de conclusão de curso
  • •Orientar estágios de pós-doutorado
  • •Orientar auxiliares de ensino (graduados)
  • •Orientar estágios docentes (Ped-Capes)
  • •Orientar alunos monitores (graduandos)
  • •Co-orientar alunos em atividades de pesquisa e pós-graduação
  • •Orientar a vida acadêmica dos alunos
  • •Orientar alunos para a criação de novos empreendimentos
  • •Orientar estudantes para competições academicas
E Planejar e implementar cursos e disciplinas (12)
  • •Elaborar projetos pedagógicos
  • •Planejar disciplinas
  • •Projetar laboratórios de ensino
  • •Implementar laboratórios de ensino
  • •Revisar periodicamente a grade curricular
  • •Propor novos métodos de ensino
  • •Indicar livros, periódicos, revistas, software, anuários e manuais
  • •Definir o perfil do corpo docente e discente
  • •Elaborar critérios para admissão de alunos
  • •Elaborar cursos de aperfeiçoamento
  • •Elaborar cursos de especialização
  • •Elaborar cursos de extensão
F Avaliar desempenho acadêmico, programas e instituições (8)
  • •Avaliar o desempenho do aluno
  • •Avaliar cursos de ensino superior para órgãos governamentais
  • •Emitir pareceres técnicos sobre livros e artigos submetidos à publicação
  • •Avaliar projetos e relatórios para órgãos de fomento e outras organizações
  • •Participar de bancas examinadoras de concursos e títulos acadêmicos
  • •Avaliar o desempenho funcional de seus pares
  • •Avaliar continuamente a qualidade de cursos e disciplinas
  • •Emitir parecer para processos de convalidação de disciplinas e diplomas
G Coordenar atividades acadêmico-científicas (9)
  • •Coordenar a política científica de bibliotecas
  • •Coordenar cursos de graduação
  • •Coordenar cursos de extensão
  • •Coordenar a política científica de laboratórios
  • •Coordenar cursos de pós-graduação
  • •Coordenar grupos de trabalho em associações científicas
  • •Coordenar projetos de pesquisa, ensino e extensão
  • •Coordenar eventos científicos
  • •Coordenar disciplinas oferecidas simultaneamente à várias turmas
H Prestar assessoria nas áreas acadêmica, técnica e científica (12)
  • •Integrar o corpo editorial de publicações científicas
  • •Exarar pareceres técnicos para fins legais e outros
  • •Assessorar a elaboração de trabalhos acadêmicos
  • •Assessorar profissionais de diversas áreas
  • •Assessorar pesquisas da comunidade
  • •Assessorar instituições de ensino superior na adequação de seus cursos aos parâmetros do MEC
  • •Assessorar a criação de empresas-júniores
  • •Assessorar as atividades das empresas-júniores
  • •Assessorar, científicamente, a organização de eventos
  • •Assessorar na solução de problemas que envolvam a implantação de sistemas computacionais
  • •Transferir conhecimento para empresas e outros órgãos
  • •Assessorar no desenvolvimento de produtos através de convênios
I Colaborar em atividades institucionais (13)
  • •Participar da organização de processos de seleção
  • •Dirigir unidades acadêmicas
  • •Chefiar departamentos
  • •Participar de comissões
  • •Gerir projetos de ensino, pesquisa e extensão
  • •Representar a categoria em órgãos colegiados
  • •Participar de comissões de organização de eventos
  • •Participar da administração de associações científicas
  • •Participar da administração de órgãos de classe
  • •Buscar fontes de financiamento
  • •Implantar laboratórios
  • •Realizar intercâmbios técnico-científicos
  • •Estabelecer parcerias com organizações da sociedade civil
Y Comunicar-se (13)
  • •Realizar visitas científicas
  • •Disponibilizar material didático ´on line´
  • •Utilizar correio eletrônico (e-mail)
  • •Disponibilizar ´on-line´ artigos, relatórios e software
  • •Escrever artigos de opinião na imprensa
  • •Divulgar trabalhos em revistas e periódicos
  • •Dar entrevistas a órgãos de imprensa sobre assuntos de sua especialidade
  • •Participar de eventos científicos
  • •Proferir palestras
  • •Escrever resenhas
  • •Criar lista de discussão
  • •Divulgar na comunidade as atividades de matemática, estatística e computação
  • •Disseminar resultados de pesquisa
Z Demonstrar competências pessoais (18)
  • •Expressar-se com clareza, verbalmente e por escrito
  • •Dominar sua área de conhecimento
  • •Trabalhar em equipe
  • •Manter-se atualizado
  • •Motivar o aluno para o aprendizado e para a pesquisa
  • •Buscar e assimilar teorias e novas tecnologias
  • •Empreender projetos em negócios
  • •Trabalhar interdisciplinarmente
  • •Manifestar empatia
  • •Demonstrar criatividade
  • •Reformular suas idéias
  • •Detectar novas possibilidades de aplicação dos resultados de pesquisa
  • •Demonstrar objetividade
  • •Raciocinar logicamente: abstrair, analisar, sintetizar e concluir
  • •Dar concretude aos conceitos abstratos
  • •Relacionar teoria à prática
  • •Diagnosticar necessidades técnicas de alunos e usuários da matemática, estatistíca e computação
  • •Constituir grupos de pesquisa

Sinônimos oficiais (1)

Professor de informática (no ensino superior)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2341-20 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um professor de computação (no ensino superior)?

A mediana do salário de admissão é R$ 7.413 por mês, considerando as 105 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.038 (10% menores) a R$ 17.706 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 5.122 (RAIS 2024), 30.9% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando professor de computação (no ensino superior)?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 430 admissões contra 408 desligamentos, saldo de +22 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata professor de computação (no ensino superior)?

A atividade econômica que mais contratou foi Educação superior - graduação e pós graduação (CNAE 8532500), com 28,4% das admissões e mediana de R$ 10.558. A ficha de professor de computação (no ensino superior) no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de professor de computação (no ensino superior)?

2341-20 (família 2341 — Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior). A CBO reconhece também os títulos: Professor de informática (no ensino superior) — todos usam o mesmo código 2341-20. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser professor de computação (no ensino superior)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2341: O exercício dessas ocupações requer ensino superior completo e títulos de pós-graduação ou especialização na área. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, principalmente, na área pública. O pleno desempenho das atividades, como professor-titular, geralmente ocorre após cinco anos de experiência. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Matemática formação de professor, com 1,17 candidatos por vaga no presencial.

Quanto ganha professor de computação (no ensino superior) no serviço público federal?

No cargo federal correspondente (Professor do Magistério Superior), a remuneração básica bruta mediana é R$ 16.923, com jornada predominante de dedicacao exclusiva — dados do Portal da Transparência (6 competências de 2026). Isso é 230.4% acima da mediana do setor privado na mesma ocupação. O valor não inclui gratificação natalina, férias nem eventuais.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2341-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2341-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2341-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8532500), o RAT é 1%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (15 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2341:

  • •Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da Universidade Federal de São Carlos (Ccet-ufscar)
  • •Centro De Informática - Universidade Federal de Pernambuco
  • •Departamento de Matemática do Instituto de Ciências Exatas da UFMG
  • •Drogaria e Perfumaria Tomaz Ltda.
  • •Escola Nacional de Ciências Estatíticas (Ence-IBGE)
  • •Instituto de Ciências Exatas e Biológicas da Universidade Federal de Ouro Preto (Iceb-ufop)
  • •Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (Icmc-usp-são Carlos)
  • •Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (Imeec-unicamp)
  • •Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa)
  • •Universidade de São Paulo (USP)
  • •Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
  • •Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp)
  • •Universidade São Francisco (São Paulo)
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Fundação de Desenvolvimento da Unicamp - Funcamp
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