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CBO 2002 Família 2341 R$ 7.425 na admissão +53 postos em 12 meses 129 atividades

CBO 2341-20 — Professor de computação (no ensino superior)

O código 2341-20 identifica a ocupação professor de computação (no ensino superior) na CBO 2002, dentro da família 2341 — Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um professor de computação (no ensino superior)

Lecionam matemática, estatística e computação, realizam pesquisas, produzem trabalhos acadêmicos em sua área de competência; orientam alunos, planejam e implementam cursos e disciplinas, avaliam desempenho do aluno, de programas e instituições. Coordenam atividades acadêmicas e científicas. Podem prestar assessoria nas áreas técnica e científica e colaborar em atividades institucionais.

Descrição oficial da família 2341 — Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham nas áreas da estatística, da computação, da matemática pura e aplicada e da pesquisa operacional, lecionando em faculdades e universidades públicas ou privadas, como estatutários ou assalariados com carteira assinada. Atuam, geralmente, de forma individual e em algumas atividades podem estar sujeitos ao estresse. CONSULTE 2031 - Pesquisadores das ciências naturais e exatas. ESTA FAMÍLIA NÃO COMPREENDE 2031 - Pesquisadores das ciências naturais e exatas.

Recursos de trabalho

Artigos e revistas; Computador; Datashow; Giz e quadro; Livros; Papel, lapis, caneta; Software; Transparência.

Notas oficiais da CBO

No mercado de trabalho é comum ocorrerem casos de profissionais que exercem, concomitantemente, funções de professor universitário e pesquisador. Para codificá-los, considerar a atividade principal.

Quanto ganha um professor de computação (no ensino superior)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.50310% ganham atéR$ 7.425medianaR$ 17.71210% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 5.122

Entrada × quem já está

R$ 7.425 ao ser admitido · R$ 5.122 para quem tem vínculo ativo -31%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de professor de computação (no ensino superior) foi de R$ 7.425 — metade das 112 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.503 e os 10% de maior, acima de R$ 17.712.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 5.122, ou seja, 31% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 82 meses.

Considerando a jornada média de 19.1 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 56,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 7.425
Por ano (12 salários)R$ 89.100
Por semanaR$ 1.709
Por hora (19.1h/sem)R$ 56,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 7.42578,6%
  • Mulheres — R$ 5.65021,4%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 5.22773,5%
  • Mulheres — R$ 4.84226,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste9.550

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

452

Desligamentos

399

Saldo

+53

Rotatividade

14,8%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+101) saldo negativo · pior: dez/25 (-94)

Em 12 meses houve 452 admissões e 399 desligamentos de professor de computação (no ensino superior), o que significa que o mercado formal abriu 53 postos de trabalho no período, com rotatividade de 14,8% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 35,3% foram a pedido do próprio trabalhador e 39,1% por dispensa sem justa causa, além de 23,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador35,3%
  • Dispensa sem justa causa39,1%
  • Fim de contrato23,1%

Sobre 399 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial4%
  • Contrato intermitente6,2%
  • Pessoa com deficiência0,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro2%
  • 1 a 4 empregados2,2%
  • 5 a 9 empregados2,2%
  • 10 a 19 empregados5,3%
  • 20 a 49 empregados13,3%
  • 50 a 99 empregados11,7%
  • 100 a 249 empregados14,8%
  • 250 a 499 empregados17%
  • 500 a 999 empregados10,6%
  • 1.000 ou mais empregados20,8%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata professor de computação (no ensino superior)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Educação superior - graduação e pós graduação 8532500 · 27,4% das admissões 124 43h R$ 10.378 1% 2
Educação superior - graduação 8531700 · 24,3% das admissões 110 43.4h R$ 15.649 1% 2
Atividades de apoio à educação, exceto caixas escolares 8550302 · 14,6% das admissões 66 2% 2
Ensino fundamental 8513900 · 10,2% das admissões 46 43.6h R$ 5.608 1% 2
Ensino médio 8520100 · 5,1% das admissões 23 1% 2
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 3,5% das admissões 16 43.3h R$ 2.908 2% 1
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 8599699 · 2% das admissões 9 2% 2
Educação profissional de nível técnico 8541400 · 1,5% das admissões 7 1% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como professor de computação (no ensino superior)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.698 vínculos

Idade mediana

45 anos

Tempo de casa

82 meses

No setor público

23,9%

Em empresa do Simples

8%

Sexo

  • Homem73,5%
  • Mulher26,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada24,6h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%
  • Jornada parcial7,7%
  • Contrato intermitente6,3%
  • Em entidade sem fins lucrativos40,2%

Sobre os 2.698 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca72,5%
  • Parda23,4%
  • Preta2,3%
  • Amarela1,5%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo51%
  • Mestrado27,8%
  • Doutorado21,2%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio incompleto0,2%
  • Médio completo11,5%
  • Superior incompleto2,7%
  • Superior completo28,1%
  • Pós-graduação21,5%
  • Mestrado30,5%
  • Doutorado5,5%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados1,4%
  • 5 a 9 empregados1,3%
  • 10 a 19 empregados1,8%
  • 20 a 49 empregados8,4%
  • 50 a 99 empregados9,9%
  • 100 a 249 empregados22,7%
  • 250 a 499 empregados18,6%
  • 500 a 999 empregados10,8%
  • 1.000 ou mais empregados25%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

O exercício dessas ocupações requer ensino superior completo e títulos de pós-graduação ou especialização na área. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, principalmente, na área pública. O pleno desempenho das atividades, como professor-titular, geralmente ocorre após cinco anos de experiência.

Texto oficial do MTE para a família 2341.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Matemática formação de professor 1,17× 86.290 10.953 55,9% 56,5%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 10.953 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 53 postos líquidos em 12 meses — cerca de 206,7 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

No serviço público federal

Portal da Transparência · remuneração básica bruta · 6 competências

Cargo federal correspondente P25 Mediana P75 Jornada
Professor do Magistério Superior524.093 contracheques · SIAPE R$ 13.754 R$ 16.923 R$ 23.334 DEDICACAO EXCLUSIVA

A mediana no cargo federal (Professor do Magistério Superior) é R$ 16.923 contra R$ 5.122 de quem atua na ocupação no mercado formal — uma diferença de +230,4%. Antes de concluir, compare a jornada: cargos da saúde no serviço público têm jornadas de 20, 24, 36 e 40 horas, e o valor por hora muda tudo.

Remuneração básica bruta mensal, sem gratificação natalina, férias ou eventuais. Usamos mediana e quartis porque a média é distorcida pelos cargos de topo sujeitos ao teto constitucional. O Portal da Transparência identifica o servidor por cargo/carreira definido em lei, não por CBO — a correspondência entre cargo e ocupação é curadoria nossa.

Qual especialização paga mais na família 2341

Todas as ocupações de professores de matemática, estatística e informática do ensino superior, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2341-10 Professor de matemática pura (no ensino superior) R$ 9.938 735
2341-05 Professor de matemática aplicada (no ensino superior) R$ 10.568 R$ 6.234 673
2341-15 Professor de estatística (no ensino superior) R$ 5.554 822
2341-20 Professor de computação (no ensino superior) (esta página) R$ 7.425 R$ 5.122 2.698
2341-25 Professor de pesquisa operacional (no ensino superior) R$ 3.813 125

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2341-20.

A Lecionar matemática, estatística, computação (6)
  • Ministrar aulas presencialmente ou à distância
  • Preparar material suporte: didático, laboratório e outros
  • Recorrer a exemplos, conteúdos e aplicações de várias áreas do conhecimento
  • Organizar atividades práticas (sala de aula, campo e laboratório)
  • Atender extra-classe para esclarecimentos complementares
  • Preparar aulas e avaliações
B Realizar pesquisas (16)
  • Levantar questões a serem investigadas
  • Investigar o estado da arte do tema proposto
  • Elaborar projetos
  • Elaborar o referencial teórico-metodológico da pesquisa
  • Desenvolver teorias
  • Testar hipóteses
  • Coletar e analisar dados
  • Montar bancos de dados
  • Desenvolver software, algoritimos, programas, linguagens, sistemas operacionais e outros
  • Desenvolver hardware: equipamentos e componentes computacionais
  • Averiguar adequação de modelos visando à validação
  • Utilizar simulação numérica em testes de hipóteses, compreensão de fenômenos e validação de modelos
  • Construir protótipos de modelos e produtos
  • Interpretar resultados
  • Idealizar planejamentos estatísticos de experimentos
  • Interagir com pesquisadores de outros grupos de pesquisa
C Produzir trabalhos acadêmicos (técnicos, didáticos e científicos) (9)
  • Escrever livros técnicos, científicos e didáticos
  • Escrever artigos técnicos científicos
  • Traduzir livros e artigos técnicos, didáticos e científicos
  • Editar livros e revistas
  • Produzir software e hardware
  • Produzir vídeos científicos, didáticos e institucionais
  • Produzir textos didáticos
  • Preparar apresentações, demonstrações e exposições
  • Produzir relatórios técnicos e de pesquisa
D Orientar alunos (13)
  • Orientar alunos em atividade de iniciação científica
  • Orientar doutorandos
  • Orientar estágios
  • Orientar mestrandos
  • Orientar monografias de conclusão de curso
  • Orientar estágios de pós-doutorado
  • Orientar auxiliares de ensino (graduados)
  • Orientar estágios docentes (Ped-Capes)
  • Orientar alunos monitores (graduandos)
  • Co-orientar alunos em atividades de pesquisa e pós-graduação
  • Orientar a vida acadêmica dos alunos
  • Orientar alunos para a criação de novos empreendimentos
  • Orientar estudantes para competições academicas
E Planejar e implementar cursos e disciplinas (12)
  • Elaborar projetos pedagógicos
  • Planejar disciplinas
  • Projetar laboratórios de ensino
  • Implementar laboratórios de ensino
  • Revisar periodicamente a grade curricular
  • Propor novos métodos de ensino
  • Indicar livros, periódicos, revistas, software, anuários e manuais
  • Definir o perfil do corpo docente e discente
  • Elaborar critérios para admissão de alunos
  • Elaborar cursos de aperfeiçoamento
  • Elaborar cursos de especialização
  • Elaborar cursos de extensão
F Avaliar desempenho acadêmico, programas e instituições (8)
  • Avaliar o desempenho do aluno
  • Avaliar cursos de ensino superior para órgãos governamentais
  • Emitir pareceres técnicos sobre livros e artigos submetidos à publicação
  • Avaliar projetos e relatórios para órgãos de fomento e outras organizações
  • Participar de bancas examinadoras de concursos e títulos acadêmicos
  • Avaliar o desempenho funcional de seus pares
  • Avaliar continuamente a qualidade de cursos e disciplinas
  • Emitir parecer para processos de convalidação de disciplinas e diplomas
G Coordenar atividades acadêmico-científicas (9)
  • Coordenar a política científica de bibliotecas
  • Coordenar cursos de graduação
  • Coordenar cursos de extensão
  • Coordenar a política científica de laboratórios
  • Coordenar cursos de pós-graduação
  • Coordenar grupos de trabalho em associações científicas
  • Coordenar projetos de pesquisa, ensino e extensão
  • Coordenar eventos científicos
  • Coordenar disciplinas oferecidas simultaneamente à várias turmas
H Prestar assessoria nas áreas acadêmica, técnica e científica (12)
  • Integrar o corpo editorial de publicações científicas
  • Exarar pareceres técnicos para fins legais e outros
  • Assessorar a elaboração de trabalhos acadêmicos
  • Assessorar profissionais de diversas áreas
  • Assessorar pesquisas da comunidade
  • Assessorar instituições de ensino superior na adequação de seus cursos aos parâmetros do MEC
  • Assessorar a criação de empresas-júniores
  • Assessorar as atividades das empresas-júniores
  • Assessorar, científicamente, a organização de eventos
  • Assessorar na solução de problemas que envolvam a implantação de sistemas computacionais
  • Transferir conhecimento para empresas e outros órgãos
  • Assessorar no desenvolvimento de produtos através de convênios
I Colaborar em atividades institucionais (13)
  • Participar da organização de processos de seleção
  • Dirigir unidades acadêmicas
  • Chefiar departamentos
  • Participar de comissões
  • Gerir projetos de ensino, pesquisa e extensão
  • Representar a categoria em órgãos colegiados
  • Participar de comissões de organização de eventos
  • Participar da administração de associações científicas
  • Participar da administração de órgãos de classe
  • Buscar fontes de financiamento
  • Implantar laboratórios
  • Realizar intercâmbios técnico-científicos
  • Estabelecer parcerias com organizações da sociedade civil
Y Comunicar-se (13)
  • Realizar visitas científicas
  • Disponibilizar material didático ´on line´
  • Utilizar correio eletrônico (e-mail)
  • Disponibilizar ´on-line´ artigos, relatórios e software
  • Escrever artigos de opinião na imprensa
  • Divulgar trabalhos em revistas e periódicos
  • Dar entrevistas a órgãos de imprensa sobre assuntos de sua especialidade
  • Participar de eventos científicos
  • Proferir palestras
  • Escrever resenhas
  • Criar lista de discussão
  • Divulgar na comunidade as atividades de matemática, estatística e computação
  • Disseminar resultados de pesquisa
Z Demonstrar competências pessoais (18)
  • Expressar-se com clareza, verbalmente e por escrito
  • Dominar sua área de conhecimento
  • Trabalhar em equipe
  • Manter-se atualizado
  • Motivar o aluno para o aprendizado e para a pesquisa
  • Buscar e assimilar teorias e novas tecnologias
  • Empreender projetos em negócios
  • Trabalhar interdisciplinarmente
  • Manifestar empatia
  • Demonstrar criatividade
  • Reformular suas idéias
  • Detectar novas possibilidades de aplicação dos resultados de pesquisa
  • Demonstrar objetividade
  • Raciocinar logicamente: abstrair, analisar, sintetizar e concluir
  • Dar concretude aos conceitos abstratos
  • Relacionar teoria à prática
  • Diagnosticar necessidades técnicas de alunos e usuários da matemática, estatistíca e computação
  • Constituir grupos de pesquisa

Sinônimos oficiais (1)

Professor de informática (no ensino superior)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2341-20 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um professor de computação (no ensino superior)?

A mediana do salário de admissão é R$ 7.425 por mês, considerando as 112 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.503 (10% menores) a R$ 17.712 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 5.122 (RAIS 2024), 31% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando professor de computação (no ensino superior)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 452 admissões contra 399 desligamentos, saldo de +53 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata professor de computação (no ensino superior)?

A atividade econômica que mais contratou foi Educação superior - graduação e pós graduação (CNAE 8532500), com 27,4% das admissões e mediana de R$ 10.378. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de professor de computação (no ensino superior)?

2341-20 (família 2341 — Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior). A CBO reconhece também os títulos: Professor de informática (no ensino superior) — todos usam o mesmo código 2341-20. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser professor de computação (no ensino superior)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2341: O exercício dessas ocupações requer ensino superior completo e títulos de pós-graduação ou especialização na área. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, principalmente, na área pública. O pleno desempenho das atividades, como professor-titular, geralmente ocorre após cinco anos de experiência. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Matemática formação de professor, com 1,17 candidatos por vaga no presencial.

Quanto ganha professor de computação (no ensino superior) no serviço público federal?

No cargo federal correspondente (Professor do Magistério Superior), a remuneração básica bruta mediana é R$ 16.923, com jornada predominante de dedicacao exclusiva — dados do Portal da Transparência (6 competências de 2026). Isso é 230.4% acima da mediana do setor privado na mesma ocupação. O valor não inclui gratificação natalina, férias nem eventuais.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2341-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2341-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2341-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8532500), o RAT é 1%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (15 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2341:

  • Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da Universidade Federal de São Carlos (Ccet-ufscar)
  • Centro De Informática - Universidade Federal de Pernambuco
  • Departamento de Matemática do Instituto de Ciências Exatas da UFMG
  • Drogaria e Perfumaria Tomaz Ltda.
  • Escola Nacional de Ciências Estatíticas (Ence-IBGE)
  • Instituto de Ciências Exatas e Biológicas da Universidade Federal de Ouro Preto (Iceb-ufop)
  • Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (Icmc-usp-são Carlos)
  • Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (Imeec-unicamp)
  • Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa)
  • Universidade de São Paulo (USP)
  • Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
  • Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp)
  • Universidade São Francisco (São Paulo)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação de Desenvolvimento da Unicamp - Funcamp
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