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CBO 2002 Família 2149 R$ 9.563 na admissão -4 postos em 12 meses 117 atividades

CBO 2149-45 — Engenheiro de logistica

O código 2149-45 identifica a ocupação engenheiro de logistica na CBO 2002, dentro da família 2149 — Engenheiros de produção, qualidade, segurança e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um engenheiro de logistica

Controlam perdas de processos, produtos e serviços ao identificar, determinar e analisar causas de perdas, estabelecendo plano de ações preventivas e corretivas. Desenvolvem, testam e supervisionam sistemas, processos e métodos produtivos, gerenciam atividades de segurança do trabalho e do meio ambiente, planejam empreendimentos e atividades produtivas e coordenam equipes, treinamentos e atividades de trabalho.

Descrição oficial da família 2149 — Engenheiros de produção, qualidade, segurança e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

O trabalho é exercido em empresas dos mais diversos ramos, embora predomine o ramo industrial onde podemos destacar a metalurgia, fabricação de máquinas, equipamentos e veículos automotores, produtos alimentares e refino de petróleo. As instituições empregadoras são de diversos portes, públicas ou privadas. Os profissionais trabalham em equipe, com supervisão ocasional. Eventualmente, em algumas atividades, podem estar expostos a condições especiais de trabalho, tais como ruído intenso e altas temperaturas.

Recursos de trabalho

Aparelhos de Comunicação; CEP - controle estatístico de processos; Conta Fio (Lupa); Detector de Gases; Dosímetro; EPI/epc - Equip. de Proteção Individual e Coletiva; Instrumentos de medição; Máquina fotográfica digital; Publicações Especializadas; Recursos de Informática (software e hardware).

Notas oficiais da CBO — inclui a base legal da profissão

Norma Regulamentadora: Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 - regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e dá outras providências. Lei nº 8.195, de 26 de junho de 1991 - altera a Lei nº 5.194/66.

Quanto ganha um engenheiro de logistica

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 3.02110% ganham atéR$ 9.563medianaR$ 22.00810% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 11.806

Entrada × quem já está

R$ 9.563 ao ser admitido · R$ 11.806 para quem tem vínculo ativo +23,5%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de engenheiro de logistica foi de R$ 9.563 — metade das 27 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 3.021 e os 10% de maior, acima de R$ 22.008.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 11.806, ou seja, 23,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 37 meses.

Considerando a jornada média de 43.5 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 52,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 9.563
Por ano (12 salários)R$ 114.756
Por semanaR$ 2.201
Por hora (43.5h/sem)R$ 52,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 9.575100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 12.08869,7%
  • Mulheres — R$ 10.52530,3%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

27

Desligamentos

31

Saldo

-4

Rotatividade

16,3%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+3) saldo negativo · pior: out/25 (-4)

Em 12 meses houve 27 admissões e 31 desligamentos de engenheiro de logistica, o que significa que o mercado formal fechou 4 postos de trabalho no período, com rotatividade de 16,3% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 51,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 38,7% por dispensa sem justa causa, além de 6,5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador51,6%
  • Dispensa sem justa causa38,7%
  • Fim de contrato6,5%

Sobre 31 desligamentos com motivo declarado.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro3,7%
  • 1 a 4 empregados7,4%
  • 10 a 19 empregados14,8%
  • 20 a 49 empregados7,4%
  • 50 a 99 empregados7,4%
  • 100 a 249 empregados11,1%
  • 250 a 499 empregados11,1%
  • 500 a 999 empregados14,8%
  • 1.000 ou mais empregados22,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata engenheiro de logistica

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de materiais para medicina e odontologia 3250705 · 11,1% das admissões 3 3%
Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto condomínios prediais 8111700 · 7,4% das admissões 2 3% 2
Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica 7020400 · 7,4% das admissões 2 2% 1
Armazéns gerais - emissão de warrant 5211701 · 7,4% das admissões 2 3% 3
Construção de edifícios 4120400 · 7,4% das admissões 2 3% 3
Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários 2910701 · 7,4% das admissões 2 3% 3
Fabricação de aparelhos e equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica 2731700 · 3,7% das admissões 1 3%
Comércio varejista de móveis 4754701 · 3,7% das admissões 1 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como engenheiro de logistica

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 190 vínculos

Idade mediana

35 anos

Tempo de casa

37 meses

No setor público

0,5%

Em empresa do Simples

3,2%

Sexo

  • Homem70%
  • Mulher30%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada41,6h/sem
  • Pessoas com deficiência1,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,5%

Sobre os 190 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca83,6%
  • Parda13,8%
  • Preta1,6%
  • Amarela1,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo88,4%
  • Mestrado10%
  • Doutorado1,6%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio completo11,1%
  • Superior incompleto3,7%
  • Superior completo59,3%
  • Pós-graduação22,2%
  • Mestrado3,7%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados1,6%
  • 5 a 9 empregados0,5%
  • 10 a 19 empregados2,1%
  • 20 a 49 empregados2,1%
  • 50 a 99 empregados8,9%
  • 100 a 249 empregados15,8%
  • 250 a 499 empregados11,6%
  • 500 a 999 empregados5,3%
  • 1.000 ou mais empregados52,1%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

As ocupações da família requerem curso de Engenharia ou de Tecnologia nas áreas de Produção Industrial e Segurança do Trabalho, com registro no Crea, seguido ou não de cursos de especialização. Na área de processos e métodos, tempos e movimentos, é comum a formação em engenharia de produção ou industrial. É cada vez mais frequente a presença de profissionais com pós-graduação. O exercício pleno da atividade se dá, em média, após quatro anos de exercício profissional no caso dos engenheiros e dos tecnólogos em segurança do trabalho e de um a dois anos para os tecnólogos em produção industrial.

Texto oficial do MTE para a família 2149.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Engenharia de produção 0,64× 118.421 14.135 56% 30,3%

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

Qual especialização paga mais na família 2149

Todas as ocupações de engenheiros de produção, qualidade, segurança e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2149-20 Engenheiro de riscos R$ 12.175 R$ 14.400 641
2149-05 Engenheiro de produção R$ 11.606 R$ 13.341 25.644
2149-10 Engenheiro de controle de qualidade R$ 10.522 R$ 12.457 9.682
2149-15 Engenheiro de segurança do trabalho R$ 12.021 R$ 12.056 13.562
2149-45 Engenheiro de logistica (esta página) R$ 9.563 R$ 11.806 190
2149-25 Engenheiro de tempos e movimentos R$ 2.493 R$ 6.230 710
2149-30 Tecnólogo em produção industrial R$ 3.188 R$ 6.006 1.438
2149-35 Tecnólogo em segurança do trabalho R$ 3.503 R$ 4.216 1.337
2149-40 Higienista ocupacional R$ 2.038 R$ 2.282 492

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2149-45.

A Controlar perdas de processos, produtos e serviços (15)
  • Identificar perdas
  • Determinar causas de perdas
  • Analisar causas de perdas
  • Estabelecer plano de ações preventivas e corretivas
  • Medir parâmetros/indicadores de processos, produtos e serviços
  • Ajustar processos e serviços
  • Avaliar eficácia/eficiência de ajustes
  • Padronizar sistemas e operações
  • Auditorar processos, produtos e serviços
  • Implementar plano de ações preventivas e corretivas
  • Acompanhar implementação do plano de ações preventivas e corretivas
  • Determinar logística de descarte e/ou retorno de produtos
  • Inspecionar produtividade de processos e serviços
  • Inspecionar capacidade de instalações e equipamentos
  • Elaborar plano de otimização de uso de recursos logísticos
B Supervisionar sistemas, processos e métodos produtivos (10)
  • Analisar projetos
  • Coletar dados de processo
  • Criar banco de dados de processos e projetos
  • Processar dados de registros
  • Interpretar dados e resultados
  • Comparar processos, produtos e serviços
  • Atualizar dados de registros
  • Monitorar desempenho de processos
  • Propor adequação de instalações, métodos e processos
  • Implantar ferramentas de controle de desempenho e qualidade de processos e serviços
C Desenvolver métodos, processos, produtos e serviços (18)
  • Pesquisar mercado consumidor
  • Pesquisar tecnologias
  • Pesquisar normas e legislação
  • Projetar produtos e processos
  • Gerar protótipos
  • Testar produtos em laboratório
  • Testar produtos em campo
  • Testar métodos e processos de produção e segurança
  • Validar métodos, processos, produtos e/ou serviços
  • Compatibilizar métodos, processos, produtos e/ou serviços de acordo com normas e legislação
  • Gerar especificações técnicas e de segurança de produtos e/ou serviços
  • Gerar especificações técnicas e de segurança de processos e/ou serviços
  • Estimar perdas
  • Analisar viabilidade técnico-produtiva, econômica e legal
  • Propor alterações em equipamentos e produtos de segurança
  • Pesquisar prestadores de serviços logísticos
  • Desenvolver fornecedores (capacitação de fornecedores)
  • Participar da elaboração de métodos e procedimentos de segurança
D Gerenciar segurança no trabalho e do meio ambiente (4)
  • Inspecionar instalações
  • Classificar exposição a riscos potenciais
  • Participar da elaboração do ppra e/ou ppci
  • Propor sistemas de segurança
E Gerenciar exposições a fatores ocupacionais de risco à saúde (2)
  • Analisar projetos de implantação e modificação de instalações, processos, equipamentos e locais de trabalho
  • Identificar riscos potenciais à saúde em projetos
F Gerir operações logísticas (14)
  • Projetar lay-out de armazens
  • Projetar sistemas de armazenamento e transporte
  • Traçar roteiro de cargas (roteirização)
  • Dimensionar equipamentos e recursos
  • Projetar fluxo físico de produtos
  • Administrar custos e nível de serviço
  • Determinar fluxo de informações na cadeia de suprimentos
  • Gerir operações de armazens
  • Negociar condições de prestação de serviço
  • Contratar prestadores de serviços logísticos
  • Definir localização e quantidade de instalações logísticas (centros de distribuição, fábricas e etc)
  • Definir tipo de equipamentos de movimentação e transporte
  • Definir modais de transporte
  • Elaborar programação de carga (schedule)
G Planejar empreendimentos e atividades produtivas e de logística (13)
  • Definir objetivos de trabalho
  • Fixar metas
  • Definir métodos e etapas de produção
  • Elaborar estudo técnico e econômico de empreendimentos e atividades de trabalho
  • Definir orçamento e fontes de recursos financeiros
  • Elaborar cronograma físico e financeiro
  • Definir equipe e materiais de trabalho
  • Elaborar análise de riscos de empreendimentos e atividades produtivas
  • Participar da elaboração do plano de negócio
  • Definir necessidades orçamentárias da área
  • Planejar gestão de frota
  • Participar do planejamento de gestão de estoque
  • Elaborar propostas técnicas
H Coordenar equipe e atividades de trabalho (12)
  • Mapear equipe de trabalho
  • Organizar cronograma de equipe de trabalho
  • Delegar tarefas
  • Verificar necessidades de treinamento de equipe
  • Capacitar equipe de trabalho
  • Avaliar eficácia de treinamentos
  • Verificar cumprimento de tarefas
  • Avaliar desempenho de equipe de trabalho
  • Prestar assessorias técnicas
  • Participar de seleção de pessoal
  • Participar da definição de perfil de pessoal
  • Propor remanejamento de pessoal incapacitado para o posto de trabalho
I Emitir documentação técnica (11)
  • Elaborar relatórios
  • Emitir laudos e/ou pareceres técnicos
  • Divulgar resultados e planos de trabalho
  • Documentar memória técnica de métodos, processos, produtos e serviços
  • Preparar art (anotação de responsabilidade técnica)
  • Preparar documentos para patentes de produtos e processos
  • Emitir laudos periciais
  • Participar na elaboração de mapa de risco
  • Acompanhar perícia técnica
  • Prestar consultoria
  • Realizar pesquisas
Z Demonstrar competências pessoais (18)
  • Demonstrar capacidade de negociação
  • Demonstrar capacidade de antecipar problemas
  • Demonstrar raciocínio matemático
  • Demonstrar raciocínio lógico
  • Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • Demonstrar capacidade de evidenciar senso crítico
  • Demonstrar criatividade
  • Demonstrar liderança
  • Demonstrar capacidade de atenção difusa
  • Demonstrar capacidade de agir sob pressão
  • Demonstrar capacidade de resolução de problemas
  • Demonstrar capacidade de contornar situações adversas
  • Demonstrar pró-atividade
  • Demonstrar capacidade de persuasão
  • Demonstrar objetividade
  • Tomar decisões
  • Assumir riscos
  • Demonstrar capacidade de inferência

Perguntas frequentes

Quanto ganha um engenheiro de logistica?

A mediana do salário de admissão é R$ 9.563 por mês, considerando as 27 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 3.021 (10% menores) a R$ 22.008 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 11.806 (RAIS 2024), 23.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando engenheiro de logistica?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 27 admissões contra 31 desligamentos, saldo de -4 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata engenheiro de logistica?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de materiais para medicina e odontologia (CNAE 3250705), com 11,1% das admissões. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de engenheiro de logistica?

2149-45 (família 2149 — Engenheiros de produção, qualidade, segurança e afins). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser engenheiro de logistica?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2149: As ocupações da família requerem curso de Engenharia ou de Tecnologia nas áreas de Produção Industrial e Segurança do Trabalho, com registro no Crea, seguido ou não de cursos de especialização. Na área de processos e métodos, tempos e movimentos, é comum a formação em engenharia de produção ou industrial. É cada vez mais frequente a presença de profissionais com pós-graduação. O exercício pleno da atividade se dá, em média, após quatro anos de exercício profissional no caso dos engenheiros e dos tecnólogos em segurança do trabalho e de um a dois anos para os tecnólogos em produção industrial. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Engenharia de produção, com 0,64 candidatos por vaga no presencial.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2149-45?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2149-45 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2149-45 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (3250705), o RAT é 3%.

A profissão de engenheiro de logistica é regulamentada?

As notas oficiais da CBO para a família 2149 registram: Norma Regulamentadora: Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 - regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e dá outras providências. Lei nº 8.195, de 26 de junho de 1991 - altera a Lei nº 5.194/66.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (33 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2149:

  • Asesmt Comercial Sul Ltda.
  • Biolab Sanus Indústria Farmacêutica Ltda.
  • Bradesco Seguros S.A.
  • Centro de Pesquisas da Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras-Cenpes)
  • Centro Tecnólogico do Mobiliário
  • Companhia Energética do Estado de Minas Gerais (Cemig)
  • Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST)
  • Editora Abril S.A.
  • Fiat Automóveis S.A.
  • Ford Motor Company
  • Hanesbrands Brasil Textil Ltda
  • Indústria de Móveis Bartira
  • Infoglobo Comunicação e Participações S.A.
  • Instituto de Tecnologia do Paraná
  • Itambé - Cooperativa Central Produtores Rurais de Minas Gerais
  • Mondamont S.A.
  • Proseg Proteção e Segurança no Trabalho Ltda.
  • 222 Senai - Extensão Guaporé
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Ministério do Trabalho e Emprego – MTE
  • GLOSSÁRIO
  • ART: Anotações de Responsabilidade Técnica.
  • PCA: Programa de Conservação Auditiva.
  • PPR: Programa de Prevenção Respiratória.
  • PPRA: Programa de Prevenção de Risco Ambiental.
  • CEP: Controle Estatístico de Processos.
  • CLP: Controlador Lógico Programável.
  • CNC: Controle Numérico Computadorizado.
  • PDCA: Planeja Determina
  • Controla Avalia: metodologia de resolução de probemas.
  • PCPC: Planejamento Programação Controle de Produção.
  • PCP: Programa e Controle de Produção.
  • PAE: Plano de Atendimento às Emergências.
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