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CBO 2002 Família 2149 R$ 10.463 na admissão -2 postos em 12 meses 117 atividades

CBO 2149-45 — Engenheiro de logistica

O código 2149-45 identifica a ocupação engenheiro de logistica na CBO 2002, dentro da família 2149 — Engenheiros de produção, qualidade, segurança e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 12 seções

O que faz um engenheiro de logistica

Controlam perdas de processos, produtos e serviços ao identificar, determinar e analisar causas de perdas, estabelecendo plano de ações preventivas e corretivas. Desenvolvem, testam e supervisionam sistemas, processos e métodos produtivos, gerenciam atividades de segurança do trabalho e do meio ambiente, planejam empreendimentos e atividades produtivas e coordenam equipes, treinamentos e atividades de trabalho.

Descrição oficial da família 2149 — Engenheiros de produção, qualidade, segurança e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

O trabalho é exercido em empresas dos mais diversos ramos, embora predomine o ramo industrial onde podemos destacar a metalurgia, fabricação de máquinas, equipamentos e veículos automotores, produtos alimentares e refino de petróleo. As instituições empregadoras são de diversos portes, públicas ou privadas. Os profissionais trabalham em equipe, com supervisão ocasional. Eventualmente, em algumas atividades, podem estar expostos a condições especiais de trabalho, tais como ruído intenso e altas temperaturas.

Recursos de trabalho

Aparelhos de Comunicação; CEP - controle estatístico de processos; Conta Fio (Lupa); Detector de Gases; Dosímetro; EPI/epc - Equip. de Proteção Individual e Coletiva; Instrumentos de medição; Máquina fotográfica digital; Publicações Especializadas; Recursos de Informática (software e hardware).

Notas oficiais da CBO — inclui a base legal da profissão

Norma Regulamentadora: Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 - regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e dá outras providências. Lei nº 8.195, de 26 de junho de 1991 - altera a Lei nº 5.194/66.

Quanto ganha um engenheiro de logistica

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 3.01910% ganham até R$ 10.463mediana R$ 22.01310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 11.806

Entrada × quem já está

R$ 10.463 ao ser admitido · R$ 11.806 para quem tem vínculo ativo +12,8%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de engenheiro de logistica foi de R$ 10.463 — metade das 25 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 3.019 e os 10% de maior, acima de R$ 22.013.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 11.806, ou seja, 12,8% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 37 meses.

Considerando a jornada média de 43.3 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 55,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 10.463
Por ano (12 salários)R$ 125.556
Por semanaR$ 2.408
Por hora (43.3h/sem)R$ 55,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 11.006 100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 12.088 69,7%
  • Mulheres — R$ 10.525 30,3%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

25

Desligamentos

27

Saldo

-2

Rotatividade

14,2%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+3) saldo negativo · pior: out/25 (-4)

Em 12 meses houve 25 admissões e 27 desligamentos de engenheiro de logistica, o que significa que o mercado formal fechou 2 postos de trabalho no período, com rotatividade de 14,2% sobre o estoque de vínculos.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 4,3%
  • 1 a 4 empregados 4,3%
  • 10 a 19 empregados 13%
  • 20 a 49 empregados 8,7%
  • 50 a 99 empregados 8,7%
  • 100 a 249 empregados 8,7%
  • 250 a 499 empregados 13%
  • 500 a 999 empregados 13%
  • 1.000 ou mais empregados 26,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata engenheiro de logistica

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de materiais para medicina e odontologia 3250705 · 12% das admissões 3 — — — — 3% —
Armazéns gerais - emissão de warrant 5211701 · 8% das admissões 2 — — — — 3% 3
Construção de edifícios 4120400 · 8% das admissões 2 — — — — 3% 3
Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários 2910701 · 8% das admissões 2 — — — — 3% 3
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais 7210000 · 4% das admissões 1 — — — — 2% 2
Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica 7020400 · 4% das admissões 1 — — — — 2% 1
Fabricação de bancos e estofados para veículos automotores 2949201 · 4% das admissões 1 — — — — 3% 3
Seleção e agenciamento de mão de obra 7810800 · 4% das admissões 1 — — — — 3% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como engenheiro de logistica

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 190 vínculos

Idade mediana

35 anos

Tempo de casa

37 meses

No setor público

0,5%

Em empresa do Simples

3,2%

Sexo

  • Homem 70%
  • Mulher 30%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada41,6h/sem
  • Pessoas com deficiência1,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,5%

Sobre os 190 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 83,6%
  • Parda 13,8%
  • Preta 1,6%
  • Amarela 1,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo 88,4%
  • Mestrado 10%
  • Doutorado 1,6%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio completo 12%
  • Superior incompleto 4%
  • Superior completo 56%
  • Pós-graduação 24%
  • Mestrado 4%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 1,6%
  • 5 a 9 empregados 0,5%
  • 10 a 19 empregados 2,1%
  • 20 a 49 empregados 2,1%
  • 50 a 99 empregados 8,9%
  • 100 a 249 empregados 15,8%
  • 250 a 499 empregados 11,6%
  • 500 a 999 empregados 5,3%
  • 1.000 ou mais empregados 52,1%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

As ocupações da família requerem curso de Engenharia ou de Tecnologia nas áreas de Produção Industrial e Segurança do Trabalho, com registro no Crea, seguido ou não de cursos de especialização. Na área de processos e métodos, tempos e movimentos, é comum a formação em engenharia de produção ou industrial. É cada vez mais frequente a presença de profissionais com pós-graduação. O exercício pleno da atividade se dá, em média, após quatro anos de exercício profissional no caso dos engenheiros e dos tecnólogos em segurança do trabalho e de um a dois anos para os tecnólogos em produção industrial.

Texto oficial do MTE para a família 2149.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Engenharia de produção 0,64× 118.421 14.135 56% 30,3%

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 Censo da Educação Superior — microdados de cursos — Lei 9.394/1996 (LDB), art. 9º VI; Portaria INEP de divulgação dos microdados · Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira — INEP

Qual especialização paga mais na família 2149

Todas as ocupações de engenheiros de produção, qualidade, segurança e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2149-20 Engenheiro de riscos R$ 12.890 R$ 14.400 641
2149-05 Engenheiro de produção R$ 11.709 R$ 13.341 25.644
2149-10 Engenheiro de controle de qualidade R$ 10.525 R$ 12.457 9.682
2149-15 Engenheiro de segurança do trabalho R$ 12.023 R$ 12.056 13.562
2149-45 Engenheiro de logistica (esta página) R$ 10.463 R$ 11.806 190
2149-25 Engenheiro de tempos e movimentos R$ 2.494 R$ 6.230 710
2149-30 Tecnólogo em produção industrial R$ 3.025 R$ 6.006 1.438
2149-35 Tecnólogo em segurança do trabalho R$ 3.500 R$ 4.216 1.337
2149-40 Higienista ocupacional R$ 2.038 R$ 2.282 492

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2149-45.

A Controlar perdas de processos, produtos e serviços (15)
  • •Identificar perdas
  • •Determinar causas de perdas
  • •Analisar causas de perdas
  • •Estabelecer plano de ações preventivas e corretivas
  • •Medir parâmetros/indicadores de processos, produtos e serviços
  • •Ajustar processos e serviços
  • •Avaliar eficácia/eficiência de ajustes
  • •Padronizar sistemas e operações
  • •Auditorar processos, produtos e serviços
  • •Implementar plano de ações preventivas e corretivas
  • •Acompanhar implementação do plano de ações preventivas e corretivas
  • •Determinar logística de descarte e/ou retorno de produtos
  • •Inspecionar produtividade de processos e serviços
  • •Inspecionar capacidade de instalações e equipamentos
  • •Elaborar plano de otimização de uso de recursos logísticos
B Supervisionar sistemas, processos e métodos produtivos (10)
  • •Analisar projetos
  • •Coletar dados de processo
  • •Criar banco de dados de processos e projetos
  • •Processar dados de registros
  • •Interpretar dados e resultados
  • •Comparar processos, produtos e serviços
  • •Atualizar dados de registros
  • •Monitorar desempenho de processos
  • •Propor adequação de instalações, métodos e processos
  • •Implantar ferramentas de controle de desempenho e qualidade de processos e serviços
C Desenvolver métodos, processos, produtos e serviços (18)
  • •Pesquisar mercado consumidor
  • •Pesquisar tecnologias
  • •Pesquisar normas e legislação
  • •Projetar produtos e processos
  • •Gerar protótipos
  • •Testar produtos em laboratório
  • •Testar produtos em campo
  • •Testar métodos e processos de produção e segurança
  • •Validar métodos, processos, produtos e/ou serviços
  • •Compatibilizar métodos, processos, produtos e/ou serviços de acordo com normas e legislação
  • •Gerar especificações técnicas e de segurança de produtos e/ou serviços
  • •Gerar especificações técnicas e de segurança de processos e/ou serviços
  • •Estimar perdas
  • •Analisar viabilidade técnico-produtiva, econômica e legal
  • •Propor alterações em equipamentos e produtos de segurança
  • •Pesquisar prestadores de serviços logísticos
  • •Desenvolver fornecedores (capacitação de fornecedores)
  • •Participar da elaboração de métodos e procedimentos de segurança
D Gerenciar segurança no trabalho e do meio ambiente (4)
  • •Inspecionar instalações
  • •Classificar exposição a riscos potenciais
  • •Participar da elaboração do ppra e/ou ppci
  • •Propor sistemas de segurança
E Gerenciar exposições a fatores ocupacionais de risco à saúde (2)
  • •Analisar projetos de implantação e modificação de instalações, processos, equipamentos e locais de trabalho
  • •Identificar riscos potenciais à saúde em projetos
F Gerir operações logísticas (14)
  • •Projetar lay-out de armazens
  • •Projetar sistemas de armazenamento e transporte
  • •Traçar roteiro de cargas (roteirização)
  • •Dimensionar equipamentos e recursos
  • •Projetar fluxo físico de produtos
  • •Administrar custos e nível de serviço
  • •Determinar fluxo de informações na cadeia de suprimentos
  • •Gerir operações de armazens
  • •Negociar condições de prestação de serviço
  • •Contratar prestadores de serviços logísticos
  • •Definir localização e quantidade de instalações logísticas (centros de distribuição, fábricas e etc)
  • •Definir tipo de equipamentos de movimentação e transporte
  • •Definir modais de transporte
  • •Elaborar programação de carga (schedule)
G Planejar empreendimentos e atividades produtivas e de logística (13)
  • •Definir objetivos de trabalho
  • •Fixar metas
  • •Definir métodos e etapas de produção
  • •Elaborar estudo técnico e econômico de empreendimentos e atividades de trabalho
  • •Definir orçamento e fontes de recursos financeiros
  • •Elaborar cronograma físico e financeiro
  • •Definir equipe e materiais de trabalho
  • •Elaborar análise de riscos de empreendimentos e atividades produtivas
  • •Participar da elaboração do plano de negócio
  • •Definir necessidades orçamentárias da área
  • •Planejar gestão de frota
  • •Participar do planejamento de gestão de estoque
  • •Elaborar propostas técnicas
H Coordenar equipe e atividades de trabalho (12)
  • •Mapear equipe de trabalho
  • •Organizar cronograma de equipe de trabalho
  • •Delegar tarefas
  • •Verificar necessidades de treinamento de equipe
  • •Capacitar equipe de trabalho
  • •Avaliar eficácia de treinamentos
  • •Verificar cumprimento de tarefas
  • •Avaliar desempenho de equipe de trabalho
  • •Prestar assessorias técnicas
  • •Participar de seleção de pessoal
  • •Participar da definição de perfil de pessoal
  • •Propor remanejamento de pessoal incapacitado para o posto de trabalho
I Emitir documentação técnica (11)
  • •Elaborar relatórios
  • •Emitir laudos e/ou pareceres técnicos
  • •Divulgar resultados e planos de trabalho
  • •Documentar memória técnica de métodos, processos, produtos e serviços
  • •Preparar art (anotação de responsabilidade técnica)
  • •Preparar documentos para patentes de produtos e processos
  • •Emitir laudos periciais
  • •Participar na elaboração de mapa de risco
  • •Acompanhar perícia técnica
  • •Prestar consultoria
  • •Realizar pesquisas
Z Demonstrar competências pessoais (18)
  • •Demonstrar capacidade de negociação
  • •Demonstrar capacidade de antecipar problemas
  • •Demonstrar raciocínio matemático
  • •Demonstrar raciocínio lógico
  • •Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • •Demonstrar capacidade de evidenciar senso crítico
  • •Demonstrar criatividade
  • •Demonstrar liderança
  • •Demonstrar capacidade de atenção difusa
  • •Demonstrar capacidade de agir sob pressão
  • •Demonstrar capacidade de resolução de problemas
  • •Demonstrar capacidade de contornar situações adversas
  • •Demonstrar pró-atividade
  • •Demonstrar capacidade de persuasão
  • •Demonstrar objetividade
  • •Tomar decisões
  • •Assumir riscos
  • •Demonstrar capacidade de inferência

Perguntas frequentes

Quanto ganha um engenheiro de logistica?

A mediana do salário de admissão é R$ 10.463 por mês, considerando as 25 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 3.019 (10% menores) a R$ 22.013 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 11.806 (RAIS 2024), 12.8% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando engenheiro de logistica?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 25 admissões contra 27 desligamentos, saldo de -2 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata engenheiro de logistica?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de materiais para medicina e odontologia (CNAE 3250705), com 12% das admissões. A ficha de engenheiro de logistica no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de engenheiro de logistica?

2149-45 (família 2149 — Engenheiros de produção, qualidade, segurança e afins). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser engenheiro de logistica?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2149: As ocupações da família requerem curso de Engenharia ou de Tecnologia nas áreas de Produção Industrial e Segurança do Trabalho, com registro no Crea, seguido ou não de cursos de especialização. Na área de processos e métodos, tempos e movimentos, é comum a formação em engenharia de produção ou industrial. É cada vez mais frequente a presença de profissionais com pós-graduação. O exercício pleno da atividade se dá, em média, após quatro anos de exercício profissional no caso dos engenheiros e dos tecnólogos em segurança do trabalho e de um a dois anos para os tecnólogos em produção industrial. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Engenharia de produção, com 0,64 candidatos por vaga no presencial.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2149-45?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2149-45 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2149-45 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (3250705), o RAT é 3%.

A profissão de engenheiro de logistica é regulamentada?

As notas oficiais da CBO para a família 2149 registram: Norma Regulamentadora: Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 - regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e dá outras providências. Lei nº 8.195, de 26 de junho de 1991 - altera a Lei nº 5.194/66.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (33 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2149:

  • •Asesmt Comercial Sul Ltda.
  • •Biolab Sanus Indústria Farmacêutica Ltda.
  • •Bradesco Seguros S.A.
  • •Centro de Pesquisas da Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras-Cenpes)
  • •Centro Tecnólogico do Mobiliário
  • •Companhia Energética do Estado de Minas Gerais (Cemig)
  • •Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST)
  • •Editora Abril S.A.
  • •Fiat Automóveis S.A.
  • •Ford Motor Company
  • •Hanesbrands Brasil Textil Ltda
  • •Indústria de Móveis Bartira
  • •Infoglobo Comunicação e Participações S.A.
  • •Instituto de Tecnologia do Paraná
  • •Itambé - Cooperativa Central Produtores Rurais de Minas Gerais
  • •Mondamont S.A.
  • •Proseg Proteção e Segurança no Trabalho Ltda.
  • •222 Senai - Extensão Guaporé
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Ministério do Trabalho e Emprego – MTE
  • •GLOSSÁRIO
  • •ART: Anotações de Responsabilidade Técnica.
  • •PCA: Programa de Conservação Auditiva.
  • •PPR: Programa de Prevenção Respiratória.
  • •PPRA: Programa de Prevenção de Risco Ambiental.
  • •CEP: Controle Estatístico de Processos.
  • •CLP: Controlador Lógico Programável.
  • •CNC: Controle Numérico Computadorizado.
  • •PDCA: Planeja Determina
  • •Controla Avalia: metodologia de resolução de probemas.
  • •PCPC: Planejamento Programação Controle de Produção.
  • •PCP: Programa e Controle de Produção.
  • •PAE: Plano de Atendimento às Emergências.
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