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CBO 2002 Família 8221 R$ 2.683 na admissão -30 postos em 12 meses 60 atividades

CBO 8221-20 — Forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia

O código 8221-20 identifica a ocupação forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia na CBO 2002, dentro da família 8221 — Forneiros metalúrgicos (segunda fusão e reaquecimento). É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia

Realizam fundição e tratamento térmico de metais e ligas e preparam fornos para operação, carregando-os com materiais. Ajustam a composição química de ligas metálicas, realizam vazamento de metal e preparam fornos para manutenção. Registram as ocorrências técnicas e operacionais e trabalham em conformidade com as normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.

Descrição oficial da família 8221 — Forneiros metalúrgicos (segunda fusão e reaquecimento), publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam predominantemente na fabricação de produtos de metal, de siderurgia e de máquinas e equipamentos como empregados com carteira assinada. Organizam-se em grupos de trabalho, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e no sistema de rodízio de turnos (diurno/noturno). Podem permanecer em posições desconfortáveis durante longos períodos e expostos à ação de materiais tóxicos, radiação, ruído intenso, altas temperaturas, riscos de explosões e riscos de lesões cutâneas causadas por respingos de materiais.

Recursos de trabalho

Balança; Calculadora; Empilhadeira e talha; Instrumentos de medição; Maçarico; Microcomputador e periféricos; Painéis de comando; Ponte rolante; Semipórtico (rodão); Tenaz.

Quanto ganha um forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.30510% ganham atéR$ 2.683medianaR$ 3.11910% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.141

Entrada × quem já está

R$ 2.683 ao ser admitido · R$ 4.141 para quem tem vínculo ativo +54,3%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia foi de R$ 2.683 — metade das 87 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.305 e os 10% de maior, acima de R$ 3.119.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.141, ou seja, 54,3% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 66 meses.

Considerando a jornada média de 43.9 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 14,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.683
Por ano (12 salários)R$ 32.196
Por semanaR$ 617
Por hora (43.9h/sem)R$ 14,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.683100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.17198,2%
  • Mulheres — R$ 3.0501,8%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste2.688

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

88

Desligamentos

118

Saldo

-30

Rotatividade

19,1%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jan/26 (+8) saldo negativo · pior: dez/25 (-8)

Em 12 meses houve 88 admissões e 118 desligamentos de forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia, o que significa que o mercado formal fechou 30 postos de trabalho no período, com rotatividade de 19,1% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 32,2% foram a pedido do próprio trabalhador e 56,8% por dispensa sem justa causa, além de 6,8% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador32,2%
  • Dispensa sem justa causa56,8%
  • Fim de contrato6,8%

Sobre 118 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro4,5%
  • 1 a 4 empregados1,1%
  • 5 a 9 empregados2,3%
  • 10 a 19 empregados10,2%
  • 20 a 49 empregados8%
  • 50 a 99 empregados18,2%
  • 100 a 249 empregados29,5%
  • 250 a 499 empregados13,6%
  • 500 a 999 empregados11,4%
  • 1.000 ou mais empregados1,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de outras máquinas e equipamentos de uso geral não especificados anteriormente, peças e acessórios 2829199 · 21,6% das admissões 19 44.1h R$ 3.073 3%
Fabricação de outras peças e acessórios para veículos automotores não especificadas anteriormente 2949299 · 11,4% das admissões 10 44h R$ 2.699 3% 3
Comércio varejista de outros produtos não especificados anteriormente 4789099 · 8% das admissões 7 2% 1
Metalurgia de outros metais não ferrosos e suas ligas não especificados anteriormente 2449199 · 6,8% das admissões 6 3% 4
Fundição de ferro e aço 2451200 · 6,8% das admissões 6 3% 4
Metalurgia do cobre 2443100 · 4,5% das admissões 4 2% 4
Construção de rodovias e ferrovias 4211101 · 3,4% das admissões 3 3% 4
Fabricação de peças e acessórios para o sistema motor de veículos automotores 2941700 · 3,4% das admissões 3 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 619 vínculos

Idade mediana

42 anos

Tempo de casa

66 meses

Em empresa do Simples

12%

Sexo

  • Homem97,7%
  • Mulher2,3%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,3h/sem
  • Pessoas com deficiência3,2%
  • Contrato intermitente0,2%

Sobre os 619 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca52,3%
  • Parda35,3%
  • Preta11,8%
  • Indígena0,5%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,2%
  • Até o 5º ano incompleto6%
  • 5º ano completo4,7%
  • 6º ao 9º ano7,4%
  • Fundamental completo13,1%
  • Médio incompleto7,9%
  • Médio completo57,5%
  • Superior incompleto1,3%
  • Superior completo1,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto4,5%
  • 5º ano completo3,4%
  • 6º a 9º ano6,8%
  • Fundamental completo5,7%
  • Médio incompleto10,2%
  • Médio completo68,2%
  • Superior incompleto1,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,9%
  • 5 a 9 empregados4,4%
  • 10 a 19 empregados8,6%
  • 20 a 49 empregados8,7%
  • 50 a 99 empregados10,8%
  • 100 a 249 empregados20,7%
  • 250 a 499 empregados13,1%
  • 500 a 999 empregados14,7%
  • 1.000 ou mais empregados16,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Formação e experiência para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional de duzentas a quatrocentas horas/ aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 8221.

Qual especialização paga mais na família 8221

Todas as ocupações de forneiros metalúrgicos (segunda fusão e reaquecimento), ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
8221-20 Forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia (esta página) R$ 2.683 R$ 4.141 619
8221-15 Forneiro de fundição (forno de redução) R$ 2.611 R$ 4.051 3.605
8221-10 Forneiro de forno-poço R$ 2.088 R$ 3.550 190
8221-25 Forneiro de revérbero R$ 2.225 R$ 3.419 264
8221-05 Forneiro de cubilô R$ 2.175 R$ 3.375 130

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 8221-20.

A Realizar fundição e tratamento térmico de metais e ligas (6)
  • Monitorar sistema de aquecimento e resfriamento
  • Monitorar funcionamento de fornos
  • Acionar sistema de aquecimento e resfriamento
  • Verificar condições físico-químicas da carga
  • Transferir cargas entre fornos
  • Controlar tempo e temperatura de tratamento térmico da carga
B Preparar fornos para operação (4)
  • Definir seqüência de operação
  • Definir temperatura para tratamento térmico e fusão
  • Preparar ferramentas
  • Verificar condições de funcionamento de equipamentos e acessórios
C Carregar fornos com materiais (7)
  • Inspecionar sucata e matéria-prima
  • Selecionar cargas
  • Preparar cargas
  • Controlar quantidade de carga
  • Alimentar fornos
  • Distribuir a carga no forno
  • Transportar cargas, com equipamentos
D Ajustar composição química de ligas metálicas (5)
  • Homogeneizar metal
  • Completar carga de metal do forno
  • Avaliar resultados de análises de composição química do metal
  • Controlar temperatura de metais
  • Coletar amostras de material para análise laboratorial
E Realizar vazamento de metal (1)
  • Extrair metal do forno
F Preparar fornos para manutenção (7)
  • Desligar fornos
  • Analisar funcionamento de fornos
  • Revestir fornos com material refratário
  • Resfriar fornos
  • Retirar camada refratária de fornos
  • Retirar acessórios elétricos e mecânicos
  • Reparar revestimentos refratários
G Registrar ocorrências técnicas e operacionais (8)
  • Elaborar relatórios técnicos
  • Registrar produção diária
  • Requisitar materiais de consumo
  • Registrar paradas de equipamentos e de máquinas
  • Registrar temperatura do metal e do produto
  • Registrar dimensões do metal e do produto
  • Registrar resultados de testes e ensaios
  • Registrar consumo de materiais e insumos
H Trabalhar com segurança (12)
  • Utilizar equipamentos de proteção individual e coletiva
  • Manter o local de trabalho limpo e organizado
  • Participar de ações de prevenção de acidentes propostas pela empresa
  • Relatar atos e condições inseguras aos membros da cipa
  • Identificar atos e condições inseguras
  • Identificar necessidade de substituição de equipamentos de proteção
  • Respeitar áreas de risco
  • Providenciar primeiros socorros
  • Verificar validade e condições de equipamentos de combate a incêndio
  • Manusear equipamentos de combate a incêndio
  • Acionar sistemas de segurança de equipamentos
  • Respeitar normas e procedimentos de segurança
Z Demonstrar competências pessoais (10)
  • Relacionar-se com outras pessoas
  • Agir com criatividade
  • Autocontrolar-se
  • Manter pontualidade e assiduidade na troca de turnos
  • Tomar decisões
  • Trabalhar em equipe
  • Compartilhar conhecimentos e informações
  • Respeitar normas de preservação ambiental
  • Demonstrar capacidade de avaliação
  • Demonstrar resistência física a altas temperaturas

Sinônimos oficiais (1)

Operador de forno de tratamento térmico

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 8221-20 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.683 por mês, considerando as 87 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.305 (10% menores) a R$ 3.119 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.141 (RAIS 2024), 54.3% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 88 admissões contra 118 desligamentos, saldo de -30 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de outras máquinas e equipamentos de uso geral não especificados anteriormente, peças e acessórios (CNAE 2829199), com 21,6% das admissões e mediana de R$ 3.073. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia?

8221-20 (família 8221 — Forneiros metalúrgicos (segunda fusão e reaquecimento)). A CBO reconhece também os títulos: Operador de forno de tratamento térmico — todos usam o mesmo código 8221-20. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 8221: Formação e experiência para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional de duzentas a quatrocentas horas/ aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 8221-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 8221-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 8221-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (2829199), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (11 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 8221:

  • Aços Villares S.A.
  • CBA Companhia Brasileira de Alumínio S.A.
  • Federação Interestadual dos Metalúrgicos da CUT
  • Femaq S.A. Fundição, Engenharia e Máquinas
  • Metalúrgica Ferrame Ltda.
  • Sindicato dos Metalúrgicos de Joinville
  • Sindicato dos Metalúrgicos de Santa Catarina
  • Tupy Fundições Ltda.
  • Voith S.A. Máquinas e Equipamentos
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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