CBO 8221-25 — Forneiro de revérbero
O código 8221-25 identifica a ocupação forneiro de revérbero na CBO 2002, dentro da família 8221 — Forneiros metalúrgicos (segunda fusão e reaquecimento). É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha13 seções
O que faz um forneiro de revérbero
Realizam fundição e tratamento térmico de metais e ligas e preparam fornos para operação, carregando-os com materiais. Ajustam a composição química de ligas metálicas, realizam vazamento de metal e preparam fornos para manutenção. Registram as ocorrências técnicas e operacionais e trabalham em conformidade com as normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.
Descrição oficial da família 8221 — Forneiros metalúrgicos (segunda fusão e reaquecimento), publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Atuam predominantemente na fabricação de produtos de metal, de siderurgia e de máquinas e equipamentos como empregados com carteira assinada. Organizam-se em grupos de trabalho, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e no sistema de rodízio de turnos (diurno/noturno). Podem permanecer em posições desconfortáveis durante longos períodos e expostos à ação de materiais tóxicos, radiação, ruído intenso, altas temperaturas, riscos de explosões e riscos de lesões cutâneas causadas por respingos de materiais.
Recursos de trabalho
Balança; Calculadora; Empilhadeira e talha; Instrumentos de medição; Maçarico; Microcomputador e periféricos; Painéis de comando; Ponte rolante; Semipórtico (rodão); Tenaz.
Quanto ganha um forneiro de revérbero
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.419
Entrada × quem já está
R$ 2.225 ao ser admitido · R$ 3.419 para quem tem vínculo ativo +53,7%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de forneiro de revérbero foi de R$ 2.225 — metade das 46 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.865 e os 10% de maior, acima de R$ 3.146.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.419, ou seja, 53,7% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 43 meses.
Considerando a jornada média de 42.9 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 12,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 2.225 |
| Por ano (12 salários) | R$ 26.700 |
| Por semana | R$ 512 |
| Por hora (42.9h/sem) | R$ 12,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
49
Desligamentos
62
Saldo
-13
Rotatividade
23,5%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 49 admissões e 62 desligamentos de forneiro de revérbero, o que significa que o mercado formal fechou 13 postos de trabalho no período, com rotatividade de 23,5% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 30,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 59,7% por dispensa sem justa causa, além de 3,2% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 62 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata forneiro de revérbero
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
| CNAE — atividade econômica | Admissões | Jornada | P25 | Mediana | P75 | RAT | GR |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Produção de alumínio e suas ligas em formas primárias 2441501 · 18,4% das admissões | 9 | — | — | — | — | 2% | 4 |
| Fundição de metais não ferrosos e suas ligas 2452100 · 16,3% das admissões | 8 | — | — | — | — | 3% | 4 |
| Fabricação de peças e acessórios para o sistema motor de veículos automotores 2941700 · 10,2% das admissões | 5 | — | — | — | — | 3% | 3 |
| Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo não especificados anteriormente 8219999 · 8,2% das admissões | 4 | — | — | — | — | 3% | 2 |
| Fundição de ferro e aço 2451200 · 6,1% das admissões | 3 | — | — | — | — | 3% | 4 |
| Fabricação de artefatos de cerâmica e barro cozido para uso na construção, exceto azulejos e pisos 2342702 · 6,1% das admissões | 3 | — | — | — | — | 3% | 3 |
| Produção de ferro gusa 2411300 · 6,1% das admissões | 3 | — | — | — | — | 3% | 4 |
| Fabricação de outros produtos de metal não especificados anteriormente 2599399 · 4,1% das admissões | 2 | — | — | — | — | 3% | 3 |
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como forneiro de revérbero
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 264 vínculos
Idade mediana
40 anos
Tempo de casa
43 meses
No setor público
1,5%
Em empresa do Simples
22,3%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada41,9h/sem
- Pessoas com deficiência2,7%
Sobre os 264 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral
Informalidade no setor
24,3%
Média nacional
37,5%
Conta própria
16,3%
Rendimento formal × informal
R$ 3.887 × R$ 2.141
No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
Formação e experiência para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional de duzentas a quatrocentas horas/ aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 8221.
Qual especialização paga mais na família 8221
Todas as ocupações de forneiros metalúrgicos (segunda fusão e reaquecimento), ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 8221-20 | Forneiro de reaquecimento e tratamento térmico na metalurgia | R$ 2.683 | R$ 4.141 | 619 |
| 8221-15 | Forneiro de fundição (forno de redução) | R$ 2.611 | R$ 4.051 | 3.605 |
| 8221-10 | Forneiro de forno-poço | R$ 2.088 | R$ 3.550 | 190 |
| 8221-25 | Forneiro de revérbero (esta página) | R$ 2.225 | R$ 3.419 | 264 |
| 8221-05 | Forneiro de cubilô | R$ 2.175 | R$ 3.375 | 130 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 8221-25.
A Realizar fundição e tratamento térmico de metais e ligas (12)
- •Monitorar sistema de aquecimento e resfriamento
- •Monitorar funcionamento de fornos
- •Acionar sistema de aquecimento e resfriamento
- •Verificar condições físico-químicas da carga
- •Retirar escória de fornos
- •Ajustar potência de fusão de fornos
- •Limpar sistema de exaustão de fornos
- •Abrir orifícios de escoamento de metal líqüido
- •Limpar escórias das bicas
- •Limpar calhas de vazamento
- •Transferir cargas entre fornos
- •Controlar tempo e temperatura de tratamento térmico da carga
B Preparar fornos para operação (7)
- •Definir seqüência de operação
- •Definir temperatura para tratamento térmico e fusão
- •Preparar ferramentas
- •Verificar condições de funcionamento de equipamentos e acessórios
- •Aquecer recipientes de transporte de metal
- •Calafetar calhas de vazamento
- •Aplicar desmoldantes em calhas e bacias de vazamento
C Carregar fornos com materiais (7)
- •Inspecionar sucata e matéria-prima
- •Selecionar cargas
- •Preparar cargas
- •Controlar quantidade de carga
- •Alimentar fornos
- •Distribuir a carga no forno
- •Transportar cargas, com equipamentos
D Ajustar composição química de ligas metálicas (12)
- •Aquecer ferramentas
- •Selecionar elementos de ligas
- •Adicionar ligas ao metal líqüido
- •Homogeneizar metal
- •Desgaseificar metal
- •Escorificar metal
- •Corrigir teor de elementos químicos
- •Esgotar metal do forno
- •Completar carga de metal do forno
- •Avaliar resultados de análises de composição química do metal
- •Controlar temperatura de metais
- •Coletar amostras de material para análise laboratorial
E Realizar vazamento de metal (7)
- •Desobstruir calhas
- •Extrair metal do forno
- •Escumar metal
- •Filtrar metal
- •Bascular fornos
- •Aplicar refinador de grãos no metal
- •Solidificar metal em fôrmas
F Preparar fornos para manutenção (11)
- •Desligar fornos
- •Analisar funcionamento de fornos
- •Esgotar lastros de fornos
- •Revestir fornos com material refratário
- •Resfriar fornos
- •Retirar camada refratária de fornos
- •Retirar acessórios elétricos e mecânicos
- •Reparar revestimentos refratários
- •Limpar queimadores
- •Resfriar recipientes de transporte de metal
- •Limpar recipientes de transporte de metal
G Registrar ocorrências técnicas e operacionais (8)
- •Elaborar relatórios técnicos
- •Registrar produção diária
- •Requisitar materiais de consumo
- •Registrar paradas de equipamentos e de máquinas
- •Registrar temperatura do metal e do produto
- •Registrar dimensões do metal e do produto
- •Registrar resultados de testes e ensaios
- •Registrar consumo de materiais e insumos
H Trabalhar com segurança (12)
- •Utilizar equipamentos de proteção individual e coletiva
- •Manter o local de trabalho limpo e organizado
- •Participar de ações de prevenção de acidentes propostas pela empresa
- •Relatar atos e condições inseguras aos membros da cipa
- •Identificar atos e condições inseguras
- •Identificar necessidade de substituição de equipamentos de proteção
- •Respeitar áreas de risco
- •Providenciar primeiros socorros
- •Verificar validade e condições de equipamentos de combate a incêndio
- •Manusear equipamentos de combate a incêndio
- •Acionar sistemas de segurança de equipamentos
- •Respeitar normas e procedimentos de segurança
Z Demonstrar competências pessoais (10)
- •Relacionar-se com outras pessoas
- •Agir com criatividade
- •Autocontrolar-se
- •Manter pontualidade e assiduidade na troca de turnos
- •Tomar decisões
- •Trabalhar em equipe
- •Compartilhar conhecimentos e informações
- •Respeitar normas de preservação ambiental
- •Demonstrar capacidade de avaliação
- •Demonstrar resistência física a altas temperaturas
Sinônimos oficiais (8)
Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 8221-25 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um forneiro de revérbero?
A mediana do salário de admissão é R$ 2.225 por mês, considerando as 46 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.865 (10% menores) a R$ 3.146 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.419 (RAIS 2024), 53.7% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando forneiro de revérbero?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 49 admissões contra 62 desligamentos, saldo de -13 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata forneiro de revérbero?
A atividade econômica que mais contratou foi Produção de alumínio e suas ligas em formas primárias (CNAE 2441501), com 18,4% das admissões. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de forneiro de revérbero?
8221-25 (família 8221 — Forneiros metalúrgicos (segunda fusão e reaquecimento)). A CBO reconhece também os títulos: Carregador de forno de segunda fusão e reaquecimento, Forneiro de forno revérbero, Forneiro de metais ferrosos e não-ferrosos (preparação de ligas), Forneiro de retêmpera, Forneiro de têmpera, Operador de forno de espera, Operador de revérbero, Preparador de ligas na metalurgia — todos usam o mesmo código 8221-25. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser forneiro de revérbero?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 8221: Formação e experiência para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional de duzentas a quatrocentas horas/ aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 8221-25?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 8221-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 8221-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (2441501), o RAT é 2%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (11 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 8221:
- •Aços Villares S.A.
- •CBA Companhia Brasileira de Alumínio S.A.
- •Federação Interestadual dos Metalúrgicos da CUT
- •Femaq S.A. Fundição, Engenharia e Máquinas
- •Metalúrgica Ferrame Ltda.
- •Sindicato dos Metalúrgicos de Joinville
- •Sindicato dos Metalúrgicos de Santa Catarina
- •Tupy Fundições Ltda.
- •Voith S.A. Máquinas e Equipamentos
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai