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CBO 2002 Família 7841 R$ 2.094 na admissão -180 postos em 12 meses 38 atividades

CBO 7841-15 — Operador de máquina de etiquetar

O código 7841-15 identifica a ocupação operador de máquina de etiquetar na CBO 2002, dentro da família 7841 — Trabalhadores de embalagem e de etiquetagem. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um operador de máquina de etiquetar

Preparam máquinas e local de trabalho para empacotar e envasar; embalam produtos e acessórios; enfardam produtos, separando, conferindo, pesando e prensando produtos; realizam pequenos reparos em máquinas, identificando falhas, regulando-as, substituindo pequenas peças e testando seu funcionamento.

Descrição oficial da família 7841 — Trabalhadores de embalagem e de etiquetagem, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Os profisionais dessa família ocupacional podem exercer suas atividades em empresas de fabricação de produtos alimentares e bebidas, de fabricação de pastas, papel e produtos de papel e em empresas de eletricidade, gás e água quente. São empregados na condição de assalariado com carteira assinada; trabalham em equipe, sob supervisão permanente, em ambientes fechados e a céu aberto; nos períodos diurno e noturno, atuam em rodízio de turnos e podem estar expostos a ruído intenso e altas temperaturas.

Recursos de trabalho

Cola; Fita adesiva; Grampeador; Máquina de embalar; Máquina de prensa; Máquina enchedora; Máquina rotuladora; Matrin; Teflon.

Quanto ganha um operador de máquina de etiquetar

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.62810% ganham atéR$ 2.094medianaR$ 2.60810% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.292

Entrada × quem já está

R$ 2.094 ao ser admitido · R$ 2.292 para quem tem vínculo ativo +9,5%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de operador de máquina de etiquetar foi de R$ 2.094 — metade das 1.691 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.628 e os 10% de maior, acima de R$ 2.608.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.292, ou seja, 9,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 32 meses.

Considerando a jornada média de 42.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.094
Por ano (12 salários)R$ 25.128
Por semanaR$ 482
Por hora (42.8h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.15861,2%
  • Mulheres — R$ 2.00438,8%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.33057,3%
  • Mulheres — R$ 2.25842,7%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte2.528
  • Nordeste1.787
  • Sudeste2.172
  • Sul1.991
  • Centro-Oeste2.250

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 853 +36 R$ 2.278
SC 208 -12 R$ 1.958
PR 134 +2 R$ 2.188
MG 127 -48 R$ 1.826
RS 102 -3 R$ 1.873
BA 101 +2 R$ 1.883
MT 84 -4 R$ 2.630
AM 70 -2 R$ 2.572
ES 64 +2 R$ 1.673
GO 43 -7 R$ 1.790

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

1.971

Desligamentos

2.151

Saldo

-180

Rotatividade

53%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jul/26 (+78) saldo negativo · pior: dez/25 (-125)

Em 12 meses houve 1.971 admissões e 2.151 desligamentos de operador de máquina de etiquetar, o que significa que o mercado formal fechou 180 postos de trabalho no período, com rotatividade de 53% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 31,8% foram a pedido do próprio trabalhador e 41,7% por dispensa sem justa causa, além de 23,7% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador31,8%
  • Dispensa sem justa causa41,7%
  • Fim de contrato23,7%
  • Aposentadoria0,2%

Sobre 2.151 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,2% das admissões são de jornada parcial e 0,8% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro7,3%
  • 1 a 4 empregados3,8%
  • 5 a 9 empregados4,6%
  • 10 a 19 empregados12,9%
  • 20 a 49 empregados13,7%
  • 50 a 99 empregados13%
  • 100 a 249 empregados16,9%
  • 250 a 499 empregados7,1%
  • 500 a 999 empregados3,6%
  • 1.000 ou mais empregados17%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata operador de máquina de etiquetar

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 19,3% das admissões 380 44h R$ 2.120 R$ 2.506 R$ 2.582 3% 1
Fabricação de embalagens de material plástico 2222600 · 9% das admissões 177 44h R$ 2.319 R$ 2.348 R$ 2.377 3% 3
Confecção de peças de vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida 1412601 · 8,9% das admissões 176 44h R$ 1.726 R$ 1.843 R$ 1.970 3% 2
Preparação e fiação de fibras de algodão 1311100 · 4,3% das admissões 84 44h R$ 1.642 R$ 1.775 R$ 2.090 3% 3
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - supermercados 4711302 · 2,4% das admissões 47 45.9h R$ 1.645 R$ 1.850 R$ 2.063 3% 2
Produção de laminados de alumínio 2441502 · 1,6% das admissões 32 44h R$ 2.280 3% 4
Fabricação de produtos de papel, cartolina, papel cartão e papelão ondulado para uso comercial e de escritório 1741902 · 1,6% das admissões 31 44.7h R$ 2.000 3% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como operador de máquina de etiquetar

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 4.058 vínculos

Idade mediana

34 anos

Tempo de casa

32 meses

Em empresa do Simples

27,3%

Sexo

  • Mulher43,6%
  • Homem56,4%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,7h/sem
  • Pessoas com deficiência2,1%
  • Contrato intermitente1,7%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,4%

Sobre os 4.058 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca46,9%
  • Parda44%
  • Preta8,6%
  • Amarela0,5%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,3%
  • Até o 5º ano incompleto1,5%
  • 5º ano completo1,8%
  • 6º ao 9º ano5,5%
  • Fundamental completo8,9%
  • Médio incompleto9,6%
  • Médio completo69,9%
  • Superior incompleto1,7%
  • Superior completo0,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,1%
  • Até 5º ano incompleto1,1%
  • 5º ano completo1,3%
  • 6º a 9º ano3,1%
  • Fundamental completo5,1%
  • Médio incompleto9,7%
  • Médio completo74,8%
  • Superior incompleto2,7%
  • Superior completo1,7%
  • Pós-graduação0,3%
  • Mestrado0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados3,6%
  • 5 a 9 empregados5,2%
  • 10 a 19 empregados9,5%
  • 20 a 49 empregados16,3%
  • 50 a 99 empregados13,5%
  • 100 a 249 empregados23,5%
  • 250 a 499 empregados15,3%
  • 500 a 999 empregados10,3%
  • 1.000 ou mais empregados2,9%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de operador de máquina de etiquetar

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

24,6

CAT no período

77

Idade média no acidente

34 anos

Foram 77 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo operador de máquina de etiquetar nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 24,6 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 74% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 26% de trajeto (no deslocamento) e 0% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Típico74%
  • Trajeto26%

Parte do corpo atingida

  • Dedo32,5%
  • Partes múltiplas9,1%
  • Pé (exceto artelhos)7,8%
  • Joelho7,8%
  • Cabeça, NIC5,2%

Natureza da lesão

  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)20,8%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)16,9%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)13%
  • Fratura11,7%
  • Distensão, torção10,4%

Agente causador

  • Motocicleta, motoneta13%
  • Máquina, NIC11,7%
  • Veículo rodoviário motorizado5,2%
  • Chão - superfície utilizada para sustentar pessoas5,2%
  • Metal - inclui liga3,9%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 7 9,1% 3.531
S61.8 — Ferimento de outras partes do punho e da mão 5 6,5% 3.531
S42.0 — Fratura da clavícula 2 2,6% 11.388
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 2 2,6% 5.476
S60.0 — Contusão de dedo(s) sem lesão da unha 2 2,6% 1.634
S60 — Traumatismo superficial do punho e da mão 2 2,6% 1.634

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Locação de mão de obra temporária) tem RAT 3% e grau de risco 1, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 24,6 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com escolaridade de ensino fundamental concluído e aprendem as atividades ocupacionais no próprio emprego. Para o exercício pleno da função é necessário o tempo de menos de um ano de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7841.

Qual especialização paga mais na família 7841

Todas as ocupações de trabalhadores de embalagem e de etiquetagem, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7841-20 Operador de máquina de envasar líquidos R$ 2.168 R$ 2.970 18.936
7841-10 Embalador, a máquina R$ 2.046 R$ 2.483 38.184
7841-15 Operador de máquina de etiquetar (esta página) R$ 2.094 R$ 2.292 4.058
7841-25 Operador de prensa de enfardamento R$ 1.962 R$ 2.187 3.529
7841-05 Embalador, a mão R$ 1.769 R$ 1.732 180.701

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7841-15.

A Preparar local de trabalho (6)
  • Limpar área de trabalho
  • Lavar máquinas
  • Secar máquinas
  • Lubrificar máquinas
  • Verificar plano de produção
  • Conferir materiais
B Preparar máquinas para empacotar e envasar (8)
  • Inspecionar esteiras
  • Calibrar ar comprimido
  • Verificar voltagem de funcionamento das máquinas
  • Conferir pressão das máquinas
  • Conferir temperatura das máquinas
  • Programar máquinas automáticas
  • Alimentar máquinas automáticas
  • Iniciar produção
C Embalar produtos e acessórios manualmente (7)
  • Contar produtos e acessórios
  • Verificar códigos e especificações
  • Inspecionar visualmente os produtos
  • Acondicionar produtos e acessórios, nas embalagens
  • Revisar produtos embalados
  • Lacrar embalagens
  • Etiquetar embalagens
D Enfardar produtos (4)
  • Separar produtos
  • Conferir quantidade de produtos embalados
  • Pesar produtos
  • Liberar fardos para expedição
E Realizar pequenos reparos (7)
  • Identificar falhas de funcionamento das máquinas
  • Regular velocidade de máquinas
  • Regular fluxos
  • Regular esteiras
  • Limpar obstruções em máquinas
  • Trocar pequenas peças de máquinas
  • Testar funcionamento de máquinas
Z Demonstrar competências pessoais (6)
  • Demonstrar iniciativa
  • Demonstrar agilidade
  • Aceitar responsabilidades
  • Trabalhar em equipe
  • Utilizar equipamentos de segurança
  • Sugerir melhorias

Sinônimos oficiais (11)

Carimbador, a máquinaColador de rótulos em caixasEtiquetadorEtiquetador de embalagemMarcador de caixasMarcador de embalagemMarcador de fardosMarcador de preçosOperador de máquina de rotularRotuladorSeladeira

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7841-15 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de máquina de etiquetar?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.094 por mês, considerando as 1.691 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.628 (10% menores) a R$ 2.608 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.292 (RAIS 2024), 9.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando operador de máquina de etiquetar?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 1.971 admissões contra 2.151 desligamentos, saldo de -180 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata operador de máquina de etiquetar?

A atividade econômica que mais contratou foi Locação de mão de obra temporária (CNAE 7820500), com 19,3% das admissões e mediana de R$ 2.506. A lista completa dos 7 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de operador de máquina de etiquetar?

7841-15 (família 7841 — Trabalhadores de embalagem e de etiquetagem). A CBO reconhece também os títulos: Carimbador, a máquina, Colador de rótulos em caixas, Etiquetador, Etiquetador de embalagem, Marcador de caixas, Marcador de embalagem, Marcador de fardos, Marcador de preços, entre outros — todos usam o mesmo código 7841-15. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser operador de máquina de etiquetar?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7841: Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com escolaridade de ensino fundamental concluído e aprendem as atividades ocupacionais no próprio emprego. Para o exercício pleno da função é necessário o tempo de menos de um ano de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de operador de máquina de etiquetar?

A taxa é de 24,6 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (32,5% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7841-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7841-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7841-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7820500), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7841:

  • Benayon Indústria e Celulose da Amazônia S.A. (Bipacel da Amazônia)
  • Companhia Cervejaria Brahma
  • Copel Rio da Amazônia (Copel Rio)
  • J. Cruz Indústria e Comércio (Magistral)
  • Moinho Amazonas Ltda.
  • Mudalar Mudanças e Transportes Ltda.
  • Procomp da Amazônia Indústria Eletrônica S.A.
  • Santa Claudia Bebidas e Concentrados da Amazônia Ltda.
  • Sindicato dos Encadernadores do Amazonas
  • Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas
  • Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Gráfica de Manaus (STIGM)
  • Sony da Amazônia Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
  • GLOSSÁRIO
  • Palete ou paleta: plataforma de madeira sobre a qual se empilha carga a fim de trans- formar em bloco grande quantidade de material.
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