CBO 7841-05 — Embalador, a mão
O código 7841-05 identifica a ocupação embalador, a mão na CBO 2002, dentro da família 7841 — Trabalhadores de embalagem e de etiquetagem. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha14 seções
O que faz um embalador, a mão
Preparam máquinas e local de trabalho para empacotar e envasar; embalam produtos e acessórios; enfardam produtos, separando, conferindo, pesando e prensando produtos; realizam pequenos reparos em máquinas, identificando falhas, regulando-as, substituindo pequenas peças e testando seu funcionamento.
Descrição oficial da família 7841 — Trabalhadores de embalagem e de etiquetagem, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Os profisionais dessa família ocupacional podem exercer suas atividades em empresas de fabricação de produtos alimentares e bebidas, de fabricação de pastas, papel e produtos de papel e em empresas de eletricidade, gás e água quente. São empregados na condição de assalariado com carteira assinada; trabalham em equipe, sob supervisão permanente, em ambientes fechados e a céu aberto; nos períodos diurno e noturno, atuam em rodízio de turnos e podem estar expostos a ruído intenso e altas temperaturas.
Recursos de trabalho
Cola; Fita adesiva; Grampeador; Máquina de embalar; Máquina de prensa; Máquina enchedora; Máquina rotuladora; Matrin; Teflon.
Quanto ganha um embalador, a mão
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 1.732
Entrada × quem já está
R$ 1.769 ao ser admitido · R$ 1.732 para quem tem vínculo ativo -2,1%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de embalador, a mão foi de R$ 1.769 — metade das 142.413 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.552 e os 10% de maior, acima de R$ 2.222.
Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 1.732, ou seja, 2,1% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 13 meses.
Considerando a jornada média de 41.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 9,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 1.769 |
| Por ano (12 salários) | R$ 21.228 |
| Por semana | R$ 407 |
| Por hora (41.7h/sem) | R$ 9,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
| UF | Admissões | Saldo | P25 | Mediana | P75 |
|---|---|---|---|---|---|
| SP | 63.037 | +8.784 | — | R$ 1.869 | — |
| RS | 17.909 | +3.104 | — | R$ 1.834 | — |
| MG | 14.929 | +1.650 | — | R$ 1.719 | — |
| PR | 13.680 | +2.101 | — | R$ 1.821 | — |
| SC | 13.439 | +1.186 | — | R$ 2.014 | — |
| RJ | 7.108 | +1.302 | — | R$ 1.726 | — |
| ES | 5.899 | +905 | — | R$ 1.647 | — |
| MT | 4.726 | +1.030 | — | R$ 1.663 | — |
| BA | 4.210 | +648 | — | R$ 1.625 | — |
| GO | 3.579 | +735 | — | R$ 1.663 | — |
UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
168.192
Desligamentos
143.254
Saldo
+24.938
Rotatividade
79,3%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 168.192 admissões e 143.254 desligamentos de embalador, a mão, o que significa que o mercado formal abriu 24.938 postos de trabalho no período, com rotatividade de 79,3% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 43,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 28,1% por dispensa sem justa causa, além de 24,5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 143.254 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata embalador, a mão
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como embalador, a mão
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 180.701 vínculos
Idade mediana
27 anos
Tempo de casa
13 meses
Em empresa do Simples
25,7%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada42,2h/sem
- Pessoas com deficiência8,4%
- Jornada parcial1,5%
- Contrato intermitente0,9%
- Em entidade sem fins lucrativos0,5%
Sobre os 180.701 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Riscos ocupacionais de embalador, a mão
Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências
Taxa por mil/ano
19,7
CAT no período
2.854
Óbitos comunicados
5
Idade média no acidente
30 anos
Foram 2.854 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo embalador, a mão nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 19,7 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.
Do total, 70,8% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 28,3% de trajeto (no deslocamento) e 0,9% doenças ocupacionais.
No período foram comunicados 5 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.
Tipo de acidente
Parte do corpo atingida
Natureza da lesão
Agente causador
Diagnósticos mais frequentes (CID-10)
Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país
| CID-10 | Casos | % | Afastamentos no Brasil |
|---|---|---|---|
| S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha | 148 | 5,2% | 3.531 |
| S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo | 114 | 4% | 5.476 |
| S62.6 — Fratura de outros dedos | 70 | 2,5% | 24.580 |
| S61 — Ferimento do punho e da mão | 69 | 2,4% | 3.531 |
| S80.0 — Contusão do joelho | 66 | 2,3% | 1.225 |
| S60.0 — Contusão de dedo(s) sem lesão da unha | 59 | 2,1% | 1.634 |
Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.
Risco de tabela × risco observado
A atividade que mais contrata essa ocupação (Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - supermercados) tem RAT 3% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 19,7 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.
Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: comércio e reparação de veículos
Informalidade no setor
33,3%
Média nacional
37,5%
Conta própria
24,1%
Rendimento formal × informal
R$ 3.373 × R$ 1.988
No setor de comércio e reparação de veículos — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 33,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com escolaridade de ensino fundamental concluído e aprendem as atividades ocupacionais no próprio emprego. Para o exercício pleno da função é necessário o tempo de menos de um ano de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 7841.
Qual especialização paga mais na família 7841
Todas as ocupações de trabalhadores de embalagem e de etiquetagem, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 7841-20 | Operador de máquina de envasar líquidos | R$ 2.168 | R$ 2.970 | 18.936 |
| 7841-10 | Embalador, a máquina | R$ 2.046 | R$ 2.483 | 38.184 |
| 7841-15 | Operador de máquina de etiquetar | R$ 2.094 | R$ 2.292 | 4.058 |
| 7841-25 | Operador de prensa de enfardamento | R$ 1.962 | R$ 2.187 | 3.529 |
| 7841-05 | Embalador, a mão (esta página) | R$ 1.769 | R$ 1.732 | 180.701 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7841-05.
A Preparar local de trabalho (3)
- •Limpar área de trabalho
- •Verificar plano de produção
- •Conferir materiais
B Preparar máquinas para empacotar e envasar (3)
- •Inspecionar esteiras
- •Calibrar ar comprimido
- •Iniciar produção
C Embalar produtos e acessórios manualmente (11)
- •Contar produtos e acessórios
- •Verificar códigos e especificações
- •Montar kits de acessórios
- •Inspecionar visualmente os produtos
- •Identificar os produtos, com número de série
- •Acondicionar produtos e acessórios, nas embalagens
- •Revisar produtos embalados
- •Lacrar embalagens
- •Etiquetar embalagens
- •Arrumar embalagens, nos paletes
- •Transportar paletes para contêineres
D Enfardar produtos (6)
- •Separar produtos
- •Conferir quantidade de produtos embalados
- •Pesar produtos
- •Empacotar fardos
- •Empilhar fardos
- •Liberar fardos para expedição
Z Demonstrar competências pessoais (6)
- •Demonstrar iniciativa
- •Demonstrar agilidade
- •Aceitar responsabilidades
- •Trabalhar em equipe
- •Utilizar equipamentos de segurança
- •Sugerir melhorias
Sinônimos oficiais (15)
Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7841-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um embalador, a mão?
A mediana do salário de admissão é R$ 1.769 por mês, considerando as 142.413 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.552 (10% menores) a R$ 2.222 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 1.732 (RAIS 2024), 2.1% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando embalador, a mão?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 168.192 admissões contra 143.254 desligamentos, saldo de +24.938 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata embalador, a mão?
A atividade econômica que mais contratou foi Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - supermercados (CNAE 4711302), com 30,1% das admissões e mediana de R$ 1.664. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de embalador, a mão?
7841-05 (família 7841 — Trabalhadores de embalagem e de etiquetagem). A CBO reconhece também os títulos: Ajudante de embalador, Ajudante de encaixotador, Amarrador de embalagens, Carimbador, a mão, Classificador de embalagens (manual), Colador de caixas, Embrulhador, Empacotador, a mão, entre outros — todos usam o mesmo código 7841-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser embalador, a mão?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7841: Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com escolaridade de ensino fundamental concluído e aprendem as atividades ocupacionais no próprio emprego. Para o exercício pleno da função é necessário o tempo de menos de um ano de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Quais são os riscos e acidentes mais comuns de embalador, a mão?
A taxa é de 19,7 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (21% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (comércio e reparação de veículos), 33,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 7841-05?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 7841-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7841-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4711302), o RAT é 3%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → CAT — Comunicação de Acidente de Trabalho (INSS)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7841:
- •Benayon Indústria e Celulose da Amazônia S.A. (Bipacel da Amazônia)
- •Companhia Cervejaria Brahma
- •Copel Rio da Amazônia (Copel Rio)
- •J. Cruz Indústria e Comércio (Magistral)
- •Moinho Amazonas Ltda.
- •Mudalar Mudanças e Transportes Ltda.
- •Procomp da Amazônia Indústria Eletrônica S.A.
- •Santa Claudia Bebidas e Concentrados da Amazônia Ltda.
- •Sindicato dos Encadernadores do Amazonas
- •Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas
- •Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Gráfica de Manaus (STIGM)
- •Sony da Amazônia Ltda.
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
- •GLOSSÁRIO
- •Palete ou paleta: plataforma de madeira sobre a qual se empilha carga a fim de trans- formar em bloco grande quantidade de material.