NCM Buscador
CBO 2002 Família 7841 R$ 1.769 na admissão +24.938 postos em 12 meses 29 atividades

CBO 7841-05 — Embalador, a mão

O código 7841-05 identifica a ocupação embalador, a mão na CBO 2002, dentro da família 7841 — Trabalhadores de embalagem e de etiquetagem. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um embalador, a mão

Preparam máquinas e local de trabalho para empacotar e envasar; embalam produtos e acessórios; enfardam produtos, separando, conferindo, pesando e prensando produtos; realizam pequenos reparos em máquinas, identificando falhas, regulando-as, substituindo pequenas peças e testando seu funcionamento.

Descrição oficial da família 7841 — Trabalhadores de embalagem e de etiquetagem, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Os profisionais dessa família ocupacional podem exercer suas atividades em empresas de fabricação de produtos alimentares e bebidas, de fabricação de pastas, papel e produtos de papel e em empresas de eletricidade, gás e água quente. São empregados na condição de assalariado com carteira assinada; trabalham em equipe, sob supervisão permanente, em ambientes fechados e a céu aberto; nos períodos diurno e noturno, atuam em rodízio de turnos e podem estar expostos a ruído intenso e altas temperaturas.

Recursos de trabalho

Cola; Fita adesiva; Grampeador; Máquina de embalar; Máquina de prensa; Máquina enchedora; Máquina rotuladora; Matrin; Teflon.

Quanto ganha um embalador, a mão

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.55210% ganham atéR$ 1.769medianaR$ 2.22210% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 1.732

Entrada × quem já está

R$ 1.769 ao ser admitido · R$ 1.732 para quem tem vínculo ativo -2,1%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de embalador, a mão foi de R$ 1.769 — metade das 142.413 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.552 e os 10% de maior, acima de R$ 2.222.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 1.732, ou seja, 2,1% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 13 meses.

Considerando a jornada média de 41.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 9,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.769
Por ano (12 salários)R$ 21.228
Por semanaR$ 407
Por hora (41.7h/sem)R$ 9,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.72955,1%
  • Mulheres — R$ 1.81344,9%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 1.67157,8%
  • Mulheres — R$ 1.82842,2%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte1.658
  • Nordeste1.628
  • Sudeste1.806
  • Sul1.909
  • Centro-Oeste1.669

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 63.037 +8.784 R$ 1.869
RS 17.909 +3.104 R$ 1.834
MG 14.929 +1.650 R$ 1.719
PR 13.680 +2.101 R$ 1.821
SC 13.439 +1.186 R$ 2.014
RJ 7.108 +1.302 R$ 1.726
ES 5.899 +905 R$ 1.647
MT 4.726 +1.030 R$ 1.663
BA 4.210 +648 R$ 1.625
GO 3.579 +735 R$ 1.663

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

168.192

Desligamentos

143.254

Saldo

+24.938

Rotatividade

79,3%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+3.414) saldo negativo · pior: dez/25 (-694)

Em 12 meses houve 168.192 admissões e 143.254 desligamentos de embalador, a mão, o que significa que o mercado formal abriu 24.938 postos de trabalho no período, com rotatividade de 79,3% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 43,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 28,1% por dispensa sem justa causa, além de 24,5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador43,6%
  • Dispensa sem justa causa28,1%
  • Fim de contrato24,5%

Sobre 143.254 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial1,3%
  • Contrato intermitente0,6%
  • Pessoa com deficiência2,4%
  • Jovem aprendiz6,5%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro6,8%
  • 1 a 4 empregados4%
  • 5 a 9 empregados4,2%
  • 10 a 19 empregados5,9%
  • 20 a 49 empregados13%
  • 50 a 99 empregados17,5%
  • 100 a 249 empregados24,3%
  • 250 a 499 empregados12,2%
  • 500 a 999 empregados5,8%
  • 1.000 ou mais empregados6,4%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata embalador, a mão

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - supermercados 4711302 · 30,1% das admissões 50.607 44.2h R$ 1.607 R$ 1.664 R$ 1.766 3% 2
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 7,1% das admissões 11.866 43.3h R$ 1.744 R$ 1.808 R$ 2.030 3% 1
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios hipermercados 4711301 · 6,2% das admissões 10.501 44h R$ 1.586 R$ 1.643 R$ 1.693 3% 2
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 2,4% das admissões 3.984 44h R$ 1.618 R$ 1.676 R$ 1.824 2% 1
Comércio atacadista de frutas, verduras, raízes, tubérculos, hortaliças e legumes frescos 4633801 · 2,1% das admissões 3.475 44h R$ 1.853 R$ 2.077 R$ 2.251 3% 2
Fabricação de embalagens de material plástico 2222600 · 1,8% das admissões 3.025 43h R$ 1.948 R$ 2.109 R$ 2.288 3% 3
Comércio atacadista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios 4691500 · 1,6% das admissões 2.729 43.7h R$ 1.587 R$ 1.648 R$ 1.715 2% 2
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns 4712100 · 1,5% das admissões 2.526 44.2h R$ 1.596 R$ 1.651 R$ 1.719 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como embalador, a mão

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 180.701 vínculos

Idade mediana

27 anos

Tempo de casa

13 meses

Em empresa do Simples

25,7%

Sexo

  • Homem57,5%
  • Mulher42,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,2h/sem
  • Pessoas com deficiência8,4%
  • Jornada parcial1,5%
  • Contrato intermitente0,9%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,5%

Sobre os 180.701 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca45%
  • Parda44,1%
  • Preta9,6%
  • Amarela0,8%
  • Indígena0,5%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,6%
  • Até o 5º ano incompleto2,1%
  • 5º ano completo1,7%
  • 6º ao 9º ano6,5%
  • Fundamental completo8,4%
  • Médio incompleto18,4%
  • Médio completo60,5%
  • Superior incompleto1,1%
  • Superior completo0,8%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,3%
  • Até 5º ano incompleto1,3%
  • 5º ano completo0,8%
  • 6º a 9º ano5,9%
  • Fundamental completo6,9%
  • Médio incompleto23,3%
  • Médio completo59,2%
  • Superior incompleto1,4%
  • Superior completo0,9%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados5,4%
  • 5 a 9 empregados5,9%
  • 10 a 19 empregados8,2%
  • 20 a 49 empregados14,5%
  • 50 a 99 empregados16,5%
  • 100 a 249 empregados24,7%
  • 250 a 499 empregados13,3%
  • 500 a 999 empregados6,6%
  • 1.000 ou mais empregados4,9%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de embalador, a mão

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

19,7

CAT no período

2.854

Óbitos comunicados

5

Idade média no acidente

30 anos

Foram 2.854 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo embalador, a mão nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 19,7 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 70,8% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 28,3% de trajeto (no deslocamento) e 0,9% doenças ocupacionais.

No período foram comunicados 5 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Típico70,8%
  • Trajeto28,3%
  • Doença0,9%

Parte do corpo atingida

  • Dedo21%
  • Pé (exceto artelhos)11%
  • Mão (exceto punho ou dedos)8,3%
  • Joelho6,3%
  • Partes múltiplas6,3%

Natureza da lesão

  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)18,3%
  • Fratura16,1%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)15,2%
  • Lesão imediata13,2%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)9,5%

Agente causador

  • Motocicleta, motoneta7,1%
  • Chão - superfície utilizada para sustentar pessoas6%
  • Veículo, NIC5,5%
  • Faca4,8%
  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas4,7%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 148 5,2% 3.531
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 114 4% 5.476
S62.6 — Fratura de outros dedos 70 2,5% 24.580
S61 — Ferimento do punho e da mão 69 2,4% 3.531
S80.0 — Contusão do joelho 66 2,3% 1.225
S60.0 — Contusão de dedo(s) sem lesão da unha 59 2,1% 1.634

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - supermercados) tem RAT 3% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 19,7 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: comércio e reparação de veículos

Informalidade no setor

33,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

24,1%

Rendimento formal × informal

R$ 3.373 × R$ 1.988

No setor de comércio e reparação de veículos — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 33,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com escolaridade de ensino fundamental concluído e aprendem as atividades ocupacionais no próprio emprego. Para o exercício pleno da função é necessário o tempo de menos de um ano de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7841.

Qual especialização paga mais na família 7841

Todas as ocupações de trabalhadores de embalagem e de etiquetagem, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7841-20 Operador de máquina de envasar líquidos R$ 2.168 R$ 2.970 18.936
7841-10 Embalador, a máquina R$ 2.046 R$ 2.483 38.184
7841-15 Operador de máquina de etiquetar R$ 2.094 R$ 2.292 4.058
7841-25 Operador de prensa de enfardamento R$ 1.962 R$ 2.187 3.529
7841-05 Embalador, a mão (esta página) R$ 1.769 R$ 1.732 180.701

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7841-05.

A Preparar local de trabalho (3)
  • Limpar área de trabalho
  • Verificar plano de produção
  • Conferir materiais
B Preparar máquinas para empacotar e envasar (3)
  • Inspecionar esteiras
  • Calibrar ar comprimido
  • Iniciar produção
C Embalar produtos e acessórios manualmente (11)
  • Contar produtos e acessórios
  • Verificar códigos e especificações
  • Montar kits de acessórios
  • Inspecionar visualmente os produtos
  • Identificar os produtos, com número de série
  • Acondicionar produtos e acessórios, nas embalagens
  • Revisar produtos embalados
  • Lacrar embalagens
  • Etiquetar embalagens
  • Arrumar embalagens, nos paletes
  • Transportar paletes para contêineres
D Enfardar produtos (6)
  • Separar produtos
  • Conferir quantidade de produtos embalados
  • Pesar produtos
  • Empacotar fardos
  • Empilhar fardos
  • Liberar fardos para expedição
Z Demonstrar competências pessoais (6)
  • Demonstrar iniciativa
  • Demonstrar agilidade
  • Aceitar responsabilidades
  • Trabalhar em equipe
  • Utilizar equipamentos de segurança
  • Sugerir melhorias

Sinônimos oficiais (15)

Ajudante de embaladorAjudante de encaixotadorAmarrador de embalagensCarimbador, a mãoClassificador de embalagens (manual)Colador de caixasEmbrulhadorEmpacotador, a mãoEncaixotador, a mãoEnchedor de bandejasEngradadorEnsacadorEtiquetador, a mãoMontador de caixa de papelãoMontador de embalagens

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7841-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um embalador, a mão?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.769 por mês, considerando as 142.413 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.552 (10% menores) a R$ 2.222 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 1.732 (RAIS 2024), 2.1% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando embalador, a mão?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 168.192 admissões contra 143.254 desligamentos, saldo de +24.938 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata embalador, a mão?

A atividade econômica que mais contratou foi Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - supermercados (CNAE 4711302), com 30,1% das admissões e mediana de R$ 1.664. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de embalador, a mão?

7841-05 (família 7841 — Trabalhadores de embalagem e de etiquetagem). A CBO reconhece também os títulos: Ajudante de embalador, Ajudante de encaixotador, Amarrador de embalagens, Carimbador, a mão, Classificador de embalagens (manual), Colador de caixas, Embrulhador, Empacotador, a mão, entre outros — todos usam o mesmo código 7841-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser embalador, a mão?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7841: Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com escolaridade de ensino fundamental concluído e aprendem as atividades ocupacionais no próprio emprego. Para o exercício pleno da função é necessário o tempo de menos de um ano de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de embalador, a mão?

A taxa é de 19,7 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (21% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (comércio e reparação de veículos), 33,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7841-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7841-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7841-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4711302), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7841:

  • Benayon Indústria e Celulose da Amazônia S.A. (Bipacel da Amazônia)
  • Companhia Cervejaria Brahma
  • Copel Rio da Amazônia (Copel Rio)
  • J. Cruz Indústria e Comércio (Magistral)
  • Moinho Amazonas Ltda.
  • Mudalar Mudanças e Transportes Ltda.
  • Procomp da Amazônia Indústria Eletrônica S.A.
  • Santa Claudia Bebidas e Concentrados da Amazônia Ltda.
  • Sindicato dos Encadernadores do Amazonas
  • Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas
  • Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Gráfica de Manaus (STIGM)
  • Sony da Amazônia Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
  • GLOSSÁRIO
  • Palete ou paleta: plataforma de madeira sobre a qual se empilha carga a fim de trans- formar em bloco grande quantidade de material.
Voltar ao topo