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CBO 2002 Família 7153 R$ 2.618 na admissão -139 postos em 12 meses 36 atividades

CBO 7153-15 — Armador de estrutura de concreto armado

O código 7153-15 identifica a ocupação armador de estrutura de concreto armado na CBO 2002, dentro da família 7153 — Montadores de estruturas de concreto armado. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um armador de estrutura de concreto armado

Preparam a confecção de armações e estruturas de concreto e de corpos de prova. Cortam e dobram ferragens de lajes. Montam e aplicam armações de fundações, pilares e vigas. Moldam corpos de prova.

Descrição oficial da família 7153 — Montadores de estruturas de concreto armado, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam nas indústrias de construção como assalariados com carteira assinada. Os armadores de estrutura de concreto e de concreto armado trabalham em equipe e o moldador de corpos de prova em usinas de concreto trabalha individualmente. Todos atuam com supervisão ocasional. O trabalho é realizado a céu aberto, durante o dia. Os armadores de estrutura de concreto e de concreto armado realizam suas atividades em posições desconfortáveis durante longos períodos, em grandes alturas e estão expostos a ruído intenso. O moldador de corpos de prova em usinas de concreto está sujeito à exposição de materiais tóxicos.

Recursos de trabalho

Arco de serra; Cantoneira; Chave de dobrar ferro; Chave torquesa; Forma metálica para moldagem do corpo de prova; Guilhotina elétrica; Guilhotina manual; Policorte; Tesourão; Tubo de aço.

Quanto ganha um armador de estrutura de concreto armado

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.15710% ganham atéR$ 2.618medianaR$ 3.06810% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.648

Entrada × quem já está

R$ 2.618 ao ser admitido · R$ 2.648 para quem tem vínculo ativo +1,1%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de armador de estrutura de concreto armado foi de R$ 2.618 — metade das 49.147 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.157 e os 10% de maior, acima de R$ 3.068.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.648, ou seja, 1,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 10 meses.

Considerando a jornada média de 44 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 14,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.618
Por ano (12 salários)R$ 31.416
Por semanaR$ 603
Por hora (44h/sem)R$ 14,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.61899,6%
  • Mulheres — R$ 2.6000,4%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.64799,3%
  • Mulheres — R$ 2.7000,7%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte2.271
  • Nordeste2.365
  • Sudeste2.665
  • Sul2.875
  • Centro-Oeste2.539

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 12.598 -54 R$ 2.677
MG 4.767 -446 R$ 2.461
SC 4.743 -111 R$ 3.012
PR 3.209 -152 R$ 2.926
BA 2.948 +554 R$ 2.551
RJ 2.441 -19 R$ 2.946
RS 2.129 -65 R$ 2.379
GO 2.110 -74 R$ 2.542
CE 1.821 +206 R$ 2.324
MT 1.810 +93 R$ 2.564

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

49.439

Desligamentos

49.578

Saldo

-139

Rotatividade

114,1%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jan/26 (+1.501) saldo negativo · pior: dez/25 (-2.631)

Em 12 meses houve 49.439 admissões e 49.578 desligamentos de armador de estrutura de concreto armado, o que significa que o mercado formal fechou 139 postos de trabalho no período, com rotatividade de 114,1% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 20,1% foram a pedido do próprio trabalhador e 65,9% por dispensa sem justa causa, além de 10,8% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador20,1%
  • Dispensa sem justa causa65,9%
  • Fim de contrato10,8%

Sobre 49.578 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0,8% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro31,3%
  • 1 a 4 empregados5,7%
  • 5 a 9 empregados6,8%
  • 10 a 19 empregados9,5%
  • 20 a 49 empregados13,9%
  • 50 a 99 empregados9,8%
  • 100 a 249 empregados9,6%
  • 250 a 499 empregados5,7%
  • 500 a 999 empregados2,9%
  • 1.000 ou mais empregados4,8%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata armador de estrutura de concreto armado

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Construção de edifícios 4120400 · 41% das admissões 20.285 44h R$ 2.348 R$ 2.601 R$ 2.842 3% 3
Obras de alvenaria 4399103 · 6,7% das admissões 3.303 44.1h R$ 2.519 R$ 2.651 R$ 2.804 3% 3
Construção de rodovias e ferrovias 4211101 · 6,3% das admissões 3.091 44h R$ 2.512 R$ 2.802 R$ 3.030 3% 4
Incorporação de empreendimentos imobiliários 4110700 · 4,7% das admissões 2.330 44h R$ 2.284 R$ 2.496 R$ 2.691 3% 1
Serviços de engenharia 7112000 · 4% das admissões 1.983 44.2h R$ 2.350 R$ 2.628 R$ 2.878 3% 1
Construção de obras de arte especiais 4212000 · 2,8% das admissões 1.398 44h R$ 2.434 R$ 2.736 R$ 3.031 3% 4
Outras obras de engenharia civil não especificadas anteriormente 4299599 · 2,8% das admissões 1.387 44h R$ 2.410 R$ 2.818 R$ 3.113 3% 3
Serviços especializados para construção não especificados anteriormente 4399199 · 2,2% das admissões 1.112 44.2h R$ 2.550 R$ 2.699 R$ 3.026 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como armador de estrutura de concreto armado

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 43.439 vínculos

Idade mediana

40 anos

Tempo de casa

10 meses

No setor público

0,2%

Em empresa do Simples

30,4%

Sexo

  • Homem99,3%
  • Mulher0,7%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada44h/sem
  • Pessoas com deficiência0,5%
  • Jornada parcial0,2%
  • Contrato intermitente0,8%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,6%

Sobre os 43.439 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda59,9%
  • Branca28,8%
  • Preta10,2%
  • Amarela0,9%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,6%
  • Até o 5º ano incompleto9,8%
  • 5º ano completo5%
  • 6º ao 9º ano12,8%
  • Fundamental completo15,9%
  • Médio incompleto9,2%
  • Médio completo46,2%
  • Superior incompleto0,2%
  • Superior completo0,2%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,6%
  • Até 5º ano incompleto7,9%
  • 5º ano completo3,6%
  • 6º a 9º ano11,9%
  • Fundamental completo16,1%
  • Médio incompleto9,1%
  • Médio completo50,4%
  • Superior incompleto0,2%
  • Superior completo0,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados5,9%
  • 5 a 9 empregados7,9%
  • 10 a 19 empregados13,2%
  • 20 a 49 empregados20,9%
  • 50 a 99 empregados15,4%
  • 100 a 249 empregados15,7%
  • 250 a 499 empregados7,3%
  • 500 a 999 empregados5,7%
  • 1.000 ou mais empregados7,9%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de armador de estrutura de concreto armado

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

26,5

CAT no período

908

Óbitos comunicados

7

Idade média no acidente

39 anos

Foram 908 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo armador de estrutura de concreto armado nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 26,5 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 87,4% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 11,8% de trajeto (no deslocamento) e 0,8% doenças ocupacionais.

No período foram comunicados 7 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Típico87,4%
  • Trajeto11,8%
  • Doença0,8%

Parte do corpo atingida

  • Dedo20,3%
  • Pé (exceto artelhos)12,4%
  • Mão (exceto punho ou dedos)7,2%
  • Perna (entre o tornozelo e a pélvis)5,9%
  • Perna (do tornozelo, exclusive, ao joelho, exclusive)4,7%

Natureza da lesão

  • Fratura20,2%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)19,3%
  • Lesão imediata15%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)11,5%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)10,2%

Agente causador

  • Metal - inclui liga26,1%
  • Chão - superfície utilizada para sustentar pessoas8%
  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas4,6%
  • Agente do acidente, NIC4%
  • Veículo rodoviário motorizado3,3%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S62.6 — Fratura de outros dedos 40 4,4% 24.580
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 32 3,5% 3.531
S61 — Ferimento do punho e da mão 21 2,3% 3.531
S60.0 — Contusão de dedo(s) sem lesão da unha 19 2,1% 1.634
T07 — Traumatismos múltiplos não especificados 17 1,9% 1.358
M79.6 — Dor em membro 17 1,9% 517

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Construção de edifícios) tem RAT 3% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 26,5 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: construção

Informalidade no setor

64,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

47,7%

Rendimento formal × informal

R$ 3.960 × R$ 2.195

No setor de construção — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 64,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se escolaridade entre a quarta e a sétima série do ensino fundamental e curso básico de qualificação profissional com carga horária superior a quatrocentas horas. O exercício pleno das atividades ocorre após um a dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7153.

Qual especialização paga mais na família 7153

Todas as ocupações de montadores de estruturas de concreto armado, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7153-10 Moldador de corpos de prova em usinas de concreto R$ 2.194 R$ 2.683 513
7153-15 Armador de estrutura de concreto armado (esta página) R$ 2.618 R$ 2.648 43.439
7153-05 Armador de estrutura de concreto R$ 2.653 R$ 2.594 27.237

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7153-15.

A Preparar a confecção de armações de estruturas de concreto e de corpos de prova (7)
  • Interpretar projetos de arquitetura e estrutural
  • Definir o local de trabalho
  • Montar bancadas
  • Montar máquinas de corte
  • Relacionar materiais para armação de ferragens
  • Selecionar vergalhões
  • Medir ferragens e armações
B Cortar ferragens (6)
  • Analisar medidas das peças para corte
  • Esboçar o processo de corte
  • Definir o corte nas barras conforme o comprimento das peças
  • Montar gabaritos para corte
  • Serrar peças conforme o projeto
  • Cortar peças conforme o projeto
C Dobrar ferragens (6)
  • Analisar as características de armações (ângulos e medidas)
  • Fixar pinos em bancadas
  • Montar gabarito para dobragem
  • Avaliar o diâmetro da ferragem
  • Posicionar a chave de dobragem (cano ou cantoneira)
  • Girar a chave de dobragem conforme o ângulo pedido
D Montar armações (5)
  • Identificar as barras de distribuição de armações
  • Montar barras de distribuição
  • Emendar barras de distribuição
  • Marcar espaçamentos de estribos
  • Fixar os estribos
E Aplicar armações (6)
  • Posicionar armações conforme gabaritos
  • Identificar as posições de montagem das vigas
  • Fixar espaçadores esternos às armações
  • Unir armações de fundações e pilares
  • Unir armações de vigas e pilares
  • Amarrar ferragens de lajes em vigas
Z Demonstrar competências pessoais (6)
  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar responsabilidade
  • Demonstrar iniciativa
  • Trabalhar em grandes alturas
  • Reconhecer limitações pessoais
  • Trabalhar sobre pressão

Sinônimos oficiais (3)

Armador de ferragens na construção civilArmador de ferrosFerreiro armador na construção civil

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7153-15 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um armador de estrutura de concreto armado?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.618 por mês, considerando as 49.147 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.157 (10% menores) a R$ 3.068 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.648 (RAIS 2024), 1.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando armador de estrutura de concreto armado?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 49.439 admissões contra 49.578 desligamentos, saldo de -139 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata armador de estrutura de concreto armado?

A atividade econômica que mais contratou foi Construção de edifícios (CNAE 4120400), com 41% das admissões e mediana de R$ 2.601. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de armador de estrutura de concreto armado?

7153-15 (família 7153 — Montadores de estruturas de concreto armado). A CBO reconhece também os títulos: Armador de ferragens na construção civil, Armador de ferros, Ferreiro armador na construção civil — todos usam o mesmo código 7153-15. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser armador de estrutura de concreto armado?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7153: Para o exercício dessas ocupações requer-se escolaridade entre a quarta e a sétima série do ensino fundamental e curso básico de qualificação profissional com carga horária superior a quatrocentas horas. O exercício pleno das atividades ocorre após um a dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de armador de estrutura de concreto armado?

A taxa é de 26,5 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (20,3% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S62.6 — fratura de outros dedos. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (construção), 64,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7153-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7153-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7153-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4120400), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (15 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7153:

  • Cooperativa Prestadora de Serviços Multidisciplinares no Estado de Goiás (Mundcoop)
  • Eletroenge Engenharia e Incorporadora Ltda.
  • Furnas Centrais Elétricas de Goiás S.A.
  • Geoserv Indústria de Estruturas de Pré-moldados Ltda.
  • Geoserv Serviços de Geotecnia e Construção Ltda.
  • Goiarte Goiás Artefatos de Cimento Ltda.
  • Inbracol Indústria Brasileira de Concreto Ltda.
  • Lajes Santa Inês Engenharia Indústria e Comércio Ltda.
  • M. Fortes Artefatos de Cimento e Materiais de Construcão Ltda.
  • Prestoenge Armações e Serviços Ltda.
  • Prumus Construtora e Empreendimentos Ltda.
  • Romanielle e Lemes Ltda.
  • SCAC Fundações e Estruturas Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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