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CBO 2002 Família 6324 R$ 1.625 na admissão -6 postos em 12 meses 52 atividades

CBO 6324-05 — Trabalhador da exploração de açaí

O código 6324-05 identifica a ocupação trabalhador da exploração de açaí na CBO 2002, dentro da família 6324 — Extrativistas florestais de espécies produtoras de alimentos silvestres. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um trabalhador da exploração de açaí

Plantam espécies produtoras de alimentos silvestres. Extraem, beneficiam, transportam e comercializam alimentos silvestres, como o açaí, a castanha, o pinhão e a pupunha. Manejam área de extração e preparam equipamentos de colheita, plantio e beneficiamento.

Descrição oficial da família 6324 — Extrativistas florestais de espécies produtoras de alimentos silvestres, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham como autônomos ou por conta própria em atividades extrativistas. Atuam em mutirão ou grupo familiar, sem supervisão. O trabalho é executado a céu aberto, em horários irregulares, durante o dia. Exceto o trabalhador da exploração de castanha, os demais trabalham em grandes alturas. Estão sujeitos a ataques de animais silvestres e peçonhentos.

Recursos de trabalho

Alguidar; Canoa; Enxada; Esporão; Facão; Lata; Paneiro; Peneira; Sacaria; Tapiri (tenda).

Quanto ganha um trabalhador da exploração de açaí

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.51010% ganham atéR$ 1.625medianaR$ 1.81610% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 1.424

Entrada × quem já está

R$ 1.625 ao ser admitido · R$ 1.424 para quem tem vínculo ativo -12,4%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de trabalhador da exploração de açaí foi de R$ 1.625 — metade das 108 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.510 e os 10% de maior, acima de R$ 1.816.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 1.424, ou seja, 12,4% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 13 meses.

Considerando a jornada média de 42.2 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 9,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.625
Por ano (12 salários)R$ 19.500
Por semanaR$ 374
Por hora (42.2h/sem)R$ 9,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.65278,7%
  • Mulheres — R$ 1.62021,3%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 1.42488,6%
  • Mulheres — R$ 1.46311,4%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte1.632

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

131

Desligamentos

137

Saldo

-6

Rotatividade

64,9%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mai/26 (+6) saldo negativo · pior: dez/25 (-6)

Em 12 meses houve 131 admissões e 137 desligamentos de trabalhador da exploração de açaí, o que significa que o mercado formal fechou 6 postos de trabalho no período, com rotatividade de 64,9% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 28,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 51,8% por dispensa sem justa causa, além de 16,8% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador28,5%
  • Dispensa sem justa causa51,8%
  • Fim de contrato16,8%

Sobre 137 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0,8% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro22,9%
  • 1 a 4 empregados7,6%
  • 5 a 9 empregados19,1%
  • 10 a 19 empregados38,2%
  • 20 a 49 empregados5,3%
  • 50 a 99 empregados2,3%
  • 100 a 249 empregados4,6%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata trabalhador da exploração de açaí

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares 5611203 · 19,8% das admissões 26 44h R$ 1.658 3% 2
Fabricação de sucos concentrados de frutas, hortaliças e legumes 1033301 · 11,5% das admissões 15 43.7h R$ 1.518 3% 3
Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos alimentícios não especificados anteriormente 4729699 · 9,9% das admissões 13 44h R$ 1.600 2% 2
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis 6202300 · 3,1% das admissões 4 2% 2
Restaurantes e similares 5611201 · 3,1% das admissões 4 2% 2
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 8299799 · 2,3% das admissões 3 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como trabalhador da exploração de açaí

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 211 vínculos

Idade mediana

29 anos

Tempo de casa

13 meses

Em empresa do Simples

63,5%

Sexo

  • Mulher12,3%
  • Homem87,7%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,9h/sem
  • Pessoas com deficiência0,5%
  • Contrato intermitente0,5%

Sobre os 211 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda78,8%
  • Branca10,9%
  • Preta10,4%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto1,4%
  • Até o 5º ano incompleto3,3%
  • 5º ano completo4,7%
  • 6º ao 9º ano10,4%
  • Fundamental completo14,7%
  • Médio incompleto11,8%
  • Médio completo52,6%
  • Superior incompleto0,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,8%
  • Até 5º ano incompleto1,5%
  • 6º a 9º ano6,9%
  • Fundamental completo10,7%
  • Médio incompleto7,6%
  • Médio completo69,5%
  • Superior incompleto3,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados24,6%
  • 5 a 9 empregados21,8%
  • 10 a 19 empregados31,8%
  • 20 a 49 empregados19,9%
  • 50 a 99 empregados0,5%
  • 100 a 249 empregados1,4%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: alojamento e alimentação

Informalidade no setor

50,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

31,5%

Rendimento formal × informal

R$ 3.121 × R$ 1.622

No setor de alojamento e alimentação — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 50,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício dessas ocupações requer escolaridade até a quarta série do ensino fundamental. A qualificação é obtida na prática e o pleno desempenho ocorre após um a dois anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 6324.

Qual especialização paga mais na família 6324

Todas as ocupações de extrativistas florestais de espécies produtoras de alimentos silvestres, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
6324-20 Trabalhador da exploração de pupunha R$ 1.890 R$ 1.705 127
6324-05 Trabalhador da exploração de açaí (esta página) R$ 1.625 R$ 1.424 211
6324-10 Trabalhador da exploração de castanha R$ 1.617 R$ 1.419 573

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 6324-05.

A Extrair alimentos silvestres (8)
  • Subir em palmeiras e árvores
  • Colher cachos de açaí
  • Debulhar cacho de açaí
  • Cortar caules de palmeiras
  • Cortar estirpe de palmeiras
  • Retirar folhas de palmeiras
  • Desencapar palmito
  • Depositar açaí e castanhas em paneiros
B Beneficiar alimentos silvestres (3)
  • Classificar castanhas e palmitos de acordo com tamanho
  • Macerar açaí
  • Despolpar açaí
C Manejar área de extração (7)
  • Demarcar áreas de extração
  • Trilhar área de extração
  • Roçar mata com facão
  • Desbastar terreno
  • Retirar brotos (perfilhos)
  • Coletar amostras de espécies
  • Medir diâmetro em altura de peito (dap) em palmeiras
D Preparar equipamentos de colheita, plantio e beneficiamento (11)
  • Amolar instrumentos de corte
  • Escolher madeira
  • Cortar madeira
  • Confeccionar canoas
  • Confeccionar remos de hastes de sacupema
  • Confeccionar pecúnia
  • Tecer paneiros, esteiras e peneiras
  • Confeccionar alguidar
  • Lavar canoa
  • Lavar alguidar e peneira
  • Guardar equipamentos de beneficiamento e plantio
E Transportar alimentos silvestres (6)
  • Enfeixar palmitos
  • Carregar feixes de palmitos
  • Carregar pinhões, castanhas e açaís em sacos
  • Carregar açaí e castanhas em paneiros
  • Acondicionar castanhas, palmito e cachos de pupunha em embarcações
  • Transportar palmitos e castanhas em canoas
F Comercializar alimentos silvestres (6)
  • Armazenar castanhas, palmitos e pinhões em paióis
  • Contar produção de palmito e castanha
  • Medir volume de castanha e açaí em latas
  • Pesquisar mercado consumidor de alimentos silvestres
  • Negociar preço de alimentos silvestres
  • Vender alimentos silvestres
G Plantar espécies produtoras de alimentos silvestres (4)
  • Selecionar sementes e mudas
  • Plantar sementes de palmeiras de açaí
  • Transplantar mudas de açaí
  • Capinar área de plantio
Z Demonstrar competências pessoais (7)
  • Manifestar força física
  • Suportar trabalho em alturas elevadas
  • Manifestar habilidade em colheita de frutos
  • Resistir às variações climáticas
  • Atentar-se para riscos de acidentes
  • Demonstrar coragem
  • Manifestar resistência física

Sinônimos oficiais (2)

AçaizeiroPecunheiro

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 6324-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um trabalhador da exploração de açaí?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.625 por mês, considerando as 108 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.510 (10% menores) a R$ 1.816 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 1.424 (RAIS 2024), 12.4% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando trabalhador da exploração de açaí?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 131 admissões contra 137 desligamentos, saldo de -6 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata trabalhador da exploração de açaí?

A atividade econômica que mais contratou foi Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares (CNAE 5611203), com 19,8% das admissões e mediana de R$ 1.658. A lista completa dos 6 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de trabalhador da exploração de açaí?

6324-05 (família 6324 — Extrativistas florestais de espécies produtoras de alimentos silvestres). A CBO reconhece também os títulos: Açaizeiro, Pecunheiro — todos usam o mesmo código 6324-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser trabalhador da exploração de açaí?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 6324: O exercício dessas ocupações requer escolaridade até a quarta série do ensino fundamental. A qualificação é obtida na prática e o pleno desempenho ocorre após um a dois anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (alojamento e alimentação), 50,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 6324-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 6324-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 6324-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (5611203), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (13 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 6324:

  • Atlântica Assessoria Agro. Ambiental
  • Centro Nacional de Pesquisa Florestal da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
  • Cooperativa Mista dos Trabalhadores Agroextra do A
  • Fase - Gurupá
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar - Fundep - UFMG
  • GLOSSÁRIO
  • Alguidar: vasilha de barro para beneficiamento de açaí.
  • Equipamentos de beneficiamento: alguidar, peneira e paneiro Equipamentos de plantio: enxada e draga (para abrir covas).
  • Estirpe: parte da palmeira que se localiza entre a junção das folhas e o cacho da palmeira
  • Ourico: casca exterior, dura ou espinhosa, de certos frutos; no caso, a castanha.
  • Pecúnia: suporte feito de fibra de palmeiras de açaí ou fibras sintéticas que tem como objetivo ser o apoio para o extrativista subir em árvores .
  • Perfilho: expressão comum entre os extrativistas para designar “broto” ou “refilho”.
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