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CBO 2002 Família 5136 R$ 2.108 na admissão -400 postos em 12 meses 83 atividades

CBO 5136-15 — Sushiman

O código 5136-15 identifica a ocupação sushiman na CBO 2002, dentro da família 5136 — Churrasqueiros, pizzaiolos e sushimen. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um sushiman

Os profissionais desta família ocupacional atuam no setor de serviços de alimentação, manipulando alimentos in natura para processá-los. Verificam a qualidade dos alimentos, observam normas técnicas de higiene e segurança para minimizar riscos de contaminação e controlam desperdícios.

Descrição oficial da família 5136 — Churrasqueiros, pizzaiolos e sushimen, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham predominantemente em restaurantes, churrascarias e pizzarias. Trabalham individualmente ou em equipe, sob supervisão, em ambiente fechado, em horários diurno e noturno. Podem permanecer em posições desconfortáveis por longos períodos. Estão expostos a ruídos intensos e altas temperaturas.

Recursos de trabalho

Chaira; Espeto; Esteira (sudare); Faca; Masseira; Pá de ferro; Pá de madeira; Panela de arroz; Pinça; Tábua.

Quanto ganha um sushiman

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.69610% ganham atéR$ 2.108medianaR$ 3.01910% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.344

Entrada × quem já está

R$ 2.108 ao ser admitido · R$ 2.344 para quem tem vínculo ativo +11,2%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de sushiman foi de R$ 2.108 — metade das 12.406 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.696 e os 10% de maior, acima de R$ 3.019.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.344, ou seja, 11,2% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 15 meses.

Considerando a jornada média de 43.4 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.108
Por ano (12 salários)R$ 25.296
Por semanaR$ 485
Por hora (43.4h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.11089,4%
  • Mulheres — R$ 2.07210,6%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.35187,8%
  • Mulheres — R$ 2.31012,2%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte1.821
  • Nordeste1.839
  • Sudeste2.203
  • Sul2.413
  • Centro-Oeste1.905

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 4.871 -101 R$ 2.267
RJ 1.313 -166 R$ 2.093
SC 1.034 -27 R$ 2.638
MG 962 -33 R$ 2.081
PR 818 -2 R$ 2.305
RS 783 +20 R$ 2.042
DF 487 -38 R$ 1.863
PE 456 +9 R$ 1.890
GO 388 -5 R$ 2.067
BA 370 -9 R$ 2.003

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

13.299

Desligamentos

13.699

Saldo

-400

Rotatividade

73,1%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+158) saldo negativo · pior: dez/25 (-216)

Em 12 meses houve 13.299 admissões e 13.699 desligamentos de sushiman, o que significa que o mercado formal fechou 400 postos de trabalho no período, com rotatividade de 73,1% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 37,2% foram a pedido do próprio trabalhador e 46,1% por dispensa sem justa causa, além de 12,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador37,2%
  • Dispensa sem justa causa46,1%
  • Fim de contrato12,1%

Sobre 13.699 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,1% das admissões são de jornada parcial e 0,4% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro19,7%
  • 1 a 4 empregados12,2%
  • 5 a 9 empregados16,5%
  • 10 a 19 empregados20,1%
  • 20 a 49 empregados18,4%
  • 50 a 99 empregados8,2%
  • 100 a 249 empregados4,2%
  • 250 a 499 empregados0,5%
  • 500 a 999 empregados0,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata sushiman

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Restaurantes e similares 5611201 · 65% das admissões 8.643 44.1h R$ 1.854 R$ 2.084 R$ 2.551 2% 2
Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar 5620104 · 12,5% das admissões 1.660 43.9h R$ 1.863 R$ 2.099 R$ 2.578 3% 2
Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares 5611203 · 5,1% das admissões 676 44.1h R$ 1.893 R$ 2.161 R$ 2.577 3% 2
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - supermercados 4711302 · 3,6% das admissões 478 44.2h R$ 2.317 R$ 2.658 R$ 2.983 3% 2
Serviços de alimentação para eventos e recepções - bufê 5620102 · 2,2% das admissões 288 44.1h R$ 1.923 R$ 2.291 R$ 2.661 2% 2
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 2,1% das admissões 279 44.1h R$ 1.749 R$ 1.979 R$ 2.500 2% 1
Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos alimentícios não especificados anteriormente 4729699 · 1% das admissões 132 43.9h R$ 1.773 R$ 2.117 R$ 2.577 2% 2
Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas 8230001 · 0,9% das admissões 117 44h R$ 1.832 R$ 2.026 R$ 2.617 3% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como sushiman

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 18.731 vínculos

Idade mediana

31 anos

Tempo de casa

15 meses

Em empresa do Simples

67,5%

Sexo

  • Homem88%
  • Mulher12%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,4h/sem
  • Pessoas com deficiência0,1%
  • Jornada parcial0,2%
  • Contrato intermitente0,2%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,2%

Sobre os 18.731 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda52,1%
  • Branca39,3%
  • Preta6,9%
  • Amarela1,5%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,1%
  • Até o 5º ano incompleto0,7%
  • 5º ano completo0,6%
  • 6º ao 9º ano2,5%
  • Fundamental completo6,4%
  • Médio incompleto8,1%
  • Médio completo79,2%
  • Superior incompleto1,3%
  • Superior completo1,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,2%
  • Até 5º ano incompleto0,6%
  • 5º ano completo0,4%
  • 6º a 9º ano1,7%
  • Fundamental completo5,3%
  • Médio incompleto7,6%
  • Médio completo81,2%
  • Superior incompleto1,7%
  • Superior completo1,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados12,9%
  • 5 a 9 empregados17,7%
  • 10 a 19 empregados24,3%
  • 20 a 49 empregados24,7%
  • 50 a 99 empregados10,9%
  • 100 a 249 empregados7,6%
  • 250 a 499 empregados1,2%
  • 500 a 999 empregados0,5%
  • 1.000 ou mais empregados0,1%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de sushiman

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

15,8

CAT no período

237

Óbitos comunicados

1

Idade média no acidente

32 anos

Foram 237 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo sushiman nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 15,8 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 65,4% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 34,6% de trajeto (no deslocamento) e 0% doenças ocupacionais.

No período foram comunicados 1 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Típico65,4%
  • Trajeto34,6%

Parte do corpo atingida

  • Dedo37,1%
  • Mão (exceto punho ou dedos)16%
  • Partes múltiplas8,9%
  • Pé (exceto artelhos)6,3%
  • Perna (entre o tornozelo e a pélvis)4,2%

Natureza da lesão

  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)45,1%
  • Fratura19,8%
  • Lesão imediata8,9%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)6,3%
  • Luxação5,5%

Agente causador

  • Faca43,5%
  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas11,8%
  • Veículo rodoviário motorizado8,9%
  • Motocicleta, motoneta8,4%
  • Chão - superfície utilizada para sustentar pessoas3%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 46 19,4% 3.531
S61 — Ferimento do punho e da mão 24 10,1% 3.531
S61.1 — Ferimento de dedo(s) com lesão da unha 6 2,5% 3.531
S61.9 — Ferimento do punho e da mão, parte não especificada 6 2,5% 3.531
T07 — Traumatismos múltiplos não especificados 5 2,1% 1.358
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 5 2,1% 5.476

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Restaurantes e similares) tem RAT 2% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 15,8 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: alojamento e alimentação

Informalidade no setor

50,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

31,5%

Rendimento formal × informal

R$ 3.121 × R$ 1.622

No setor de alojamento e alimentação — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 50,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício dessas ocupações requer ensino fundamental seguido de cursos básicos de profissionalização que variam de duzentas a quatrocentas horas, ou experiência equivalente. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de exercício profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 5136.

Qual especialização paga mais na família 5136

Todas as ocupações de churrasqueiros, pizzaiolos e sushimen, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
5136-15 Sushiman (esta página) R$ 2.108 R$ 2.344 18.731
5136-10 Pizzaiolo R$ 2.003 R$ 2.113 28.538
5136-05 Churrasqueiro R$ 1.862 R$ 1.997 21.366

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5136-15.

A Processar alimentos (13)
  • Assar alimentos
  • Grelhar alimentos
  • Fritar alimentos
  • Cozinhar alimentos
  • Preparar molhos
  • Moldar bolinho de arroz
  • Cortar sashimi
  • Enrolar sushi
  • Montar pratos
  • Decorar pratos
  • Controlar tempo de cozimento
  • Controlar temperatura de equipamentos de aquecimento
  • Liberar saída de pratos
B Manipular alimentos in natura (11)
  • Estimar quantidades
  • Descongelar alimentos
  • Desossar carnes, aves e peixes
  • Limpar carnes e peixes
  • Lavar hortifrutigranjeiros
  • Higienizar hortifrutigranjeiros
  • Cortar alimentos
  • Picar alimentos
  • Triturar alimentos
  • Preparar temperos
  • Temperar alimentos
C Verificar qualidade dos alimentos (11)
  • Verificar acondicionamento dos alimentos
  • Verificar armazenamento de alimentos
  • Verificar prazo de validade dos alimentos
  • Verificar aparência dos alimentos
  • Verificar cheiro, aspecto, cor, textura e sabor
  • Degustar alimentos
  • Retirar amostras de alimentos para análise
  • Controlar tempo de manipulação
  • Selecionar gêneros alimentícios
  • Etiquetar gêneros alimentícios preparados ou in natura
  • Armazenar alimentos já manipulados
D Minimizar riscos de contaminação (8)
  • Vestir uniforme (touca, boné, avental, luvas, etc)
  • Higienizar mãos e ante braços
  • Higienizar utensílios , equipamentos e bancada
  • Controlar temperatura de equipamentos de refrigeração
  • Verificar estado de conservação do local de trabalho
  • Separar manipulação de alimentos crus e cozidos
  • Verificar armazenamento de produtos químicos
  • Controlar a observância das normas técnicas de higiene e segurança
E Controlar desperdícios (7)
  • Controlar pré-preparo
  • Controlar compra de gêneros alimentícios
  • Verificar pedidos de clientes
  • Controlar desossamento e limpeza das carnes / peixes / aves
  • Controlar sobras e perdas
  • Pesar alimentos
  • Reaproveitar aparas de carnes / peixes / aves
F Planejar trabalho (15)
  • Testar funcionamento de equipamentos
  • Solicitar manutenção dos equipamentos
  • Solicitar reposição de utensílios
  • Estimar demanda
  • Comprar pescado
  • Verificar quantidade de pré-preparados
  • Verificar quantidade e disponibilidade de produtos
  • Requisitar alimentos ao estoque ou cozinha
  • Solicitar compra de gêneros alimentícios
  • Capacitar auxiliares / ajudantes
  • Orientar auxiliares / ajudantes
  • Supervisionar auxiliares / ajudantes
  • Distribuir tarefas
  • Registrar ocorrências (acidentes, incidentes)
  • Guardar utensílios
G Organizar local de trabalho (7)
  • Verificar material de trabalho
  • Selecionar utensílios e equipamentos
  • Selecionar tábuas
  • Selecionar facas
  • Afiar facas
  • Organizar utensílios
  • Lavar utensílios, equipamentos e bancada
Z Demonstrar competências pessoais (11)
  • Trabalhar com segurança
  • Trabalhar em equipe
  • Contornar situações adversas
  • Demonstrar criatividade
  • Demonstrar habilidade manual
  • Demonstrar agilidade física
  • Demonstrar capacidade de improvisação
  • Demonstrar paladar apurado
  • Demonstrar senso estético
  • Discriminar odores
  • Criar pratos / cortes novos

Perguntas frequentes

Quanto ganha um sushiman?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.108 por mês, considerando as 12.406 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.696 (10% menores) a R$ 3.019 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.344 (RAIS 2024), 11.2% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando sushiman?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 13.299 admissões contra 13.699 desligamentos, saldo de -400 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata sushiman?

A atividade econômica que mais contratou foi Restaurantes e similares (CNAE 5611201), com 65% das admissões e mediana de R$ 2.084. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de sushiman?

5136-15 (família 5136 — Churrasqueiros, pizzaiolos e sushimen). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser sushiman?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 5136: O exercício dessas ocupações requer ensino fundamental seguido de cursos básicos de profissionalização que variam de duzentas a quatrocentas horas, ou experiência equivalente. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de exercício profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de sushiman?

A taxa é de 15,8 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (37,1% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (alojamento e alimentação), 50,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 5136-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 5136-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5136-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (5611201), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (9 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 5136:

  • Churrascaria Barbacoa
  • Churrascaria - Novilho de Prata
  • Churrascaria Porcão
  • Gendai - Restaurante Japonês
  • Matsuya - Restaurante Japonês
  • Nakombi - Restaurante Japonês
  • Pizzaria Majella do Guarujá
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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