CBO 3761-05 — Dançarino tradicional
O código 3761-05 identifica a ocupação dançarino tradicional na CBO 2002, dentro da família 3761 — Dançarinos tradicionais e populares. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha13 seções
O que faz um dançarino tradicional
Os dançarinos tradicionais e populares dançam, sozinhos, em pares ou em grupo com fins ritualísticos, performáticos e espetaculares, pesquisam e estudam, reinterpretam danças tradicionais e populares; criam espetáculos, ministram aulas e inserem seu acervo cultural em diferentes contextos (sociais, pedagógicos e terapêuticos).
Descrição oficial da família 3761 — Dançarinos tradicionais e populares, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Os profissionais dançam em lugares públicos, em festas propulares, folguedos, rituais religiosos e apresentações e também em salões, teatros, estúdios de TV, etc. Em geral, em grupos, portando vestes, paramentos e objetos apropriados à representação ou dança. São, na quase totalidade, autônomos, e seu calendário de trabalho tende à irregularidade, pois está atrelado àquele das festas, folguedos, rituais e apresentações. Por isso, os profissionais costumam desempenhar outra ocupação simultaneamente. Além de atuarem em atividades recreativas e culturais, podem aplicar conhecimentos e performances da dança popular e tradicional no ensino, em programas sociais voltados para adolescentes e crianças e em trabalhos terapêuticos diversos.
Recursos de trabalho
Aparelho de som; Castanholas; Computador; Figurino de palco; Gravadores; Instrumentos musicais diversos; Maquiagem; Objetos cênicos; Sapatos percusivos; Tamanco.
Quanto ganha um dançarino tradicional
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 5.829
Entrada × quem já está
R$ 6.706 ao ser admitido · R$ 5.829 para quem tem vínculo ativo -13,1%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de dançarino tradicional foi de R$ 6.706 — metade das 48 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.520 e os 10% de maior, acima de R$ 6.723.
Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 5.829, ou seja, 13,1% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 6 meses.
Considerando a jornada média de 38.4 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 35,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 6.706 |
| Por ano (12 salários) | R$ 80.472 |
| Por semana | R$ 1.543 |
| Por hora (38.4h/sem) | R$ 35,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
60
Desligamentos
56
Saldo
+4
Rotatividade
76,7%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 60 admissões e 56 desligamentos de dançarino tradicional, o que significa que o mercado formal abriu 4 postos de trabalho no período, com rotatividade de 76,7% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 7,1% foram a pedido do próprio trabalhador e 25% por dispensa sem justa causa, além de 66,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 56 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata dançarino tradicional
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
| CNAE — atividade econômica | Admissões | Jornada | P25 | Mediana | P75 | RAT | GR |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Artes cênicas, espetáculos e atividades complementares não especificadas anteriormente 9001999 · 61,7% das admissões | 37 | 43.9h | — | R$ 6.700 | — | 3% | 2 |
| Atividades de condicionamento físico 9313100 · 10% das admissões | 6 | — | — | — | — | 1% | 2 |
| Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas 8230001 · 6,7% das admissões | 4 | — | — | — | — | 3% | 2 |
| Produção musical 9001902 · 5% das admissões | 3 | — | — | — | — | 2% | 2 |
| Clubes sociais, esportivos e similares 9312300 · 5% das admissões | 3 | — | — | — | — | 2% | 2 |
| Restaurantes e similares 5611201 · 3,3% das admissões | 2 | — | — | — | — | 2% | 2 |
| Produção de espetáculos de dança 9001903 · 3,3% das admissões | 2 | — | — | — | — | 2% | 2 |
| Atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral, exceto imobiliários 7490104 · 1,7% das admissões | 1 | — | — | — | — | 2% | 1 |
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como dançarino tradicional
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 73 vínculos
Idade mediana
31 anos
Tempo de casa
6 meses
No setor público
16,4%
Em empresa do Simples
17,8%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada29,5h/sem
- Jornada parcial1,4%
- Contrato intermitente1,4%
- Em entidade sem fins lucrativos8,2%
Sobre os 73 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: outros serviços
Informalidade no setor
58,8%
Média nacional
37,5%
Conta própria
60,8%
Rendimento formal × informal
R$ 4.157 × R$ 2.095
No setor de outros serviços — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 58,8% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
As ocupações da família são, em geral, aprendidas na prática com as comunidades tradicionais e aos grupos que executam as danças populares e tradicionais, muitas vezes desde muito cedo, por meio da participação em festejos, rituais e apresentações. O aprendizado costuma se dar também de forma tradicional, ou seja, via transmissão direta do mestre ao discípulo, como vem sendo feito há gerações. Particularmente no caso das danças populares, o aprendizado costuma se dar por inter-médio de cursos informais, de duração variada, em geral, ministrados por dançarinos de renome na sua técnica ou tradição. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 3761.
Qual especialização paga mais na família 3761
Todas as ocupações de dançarinos tradicionais e populares, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 3761-05 | Dançarino tradicional (esta página) | R$ 6.706 | R$ 5.829 | 73 |
| 3761-10 | Dançarino popular | R$ 3.210 | R$ 2.963 | 172 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3761-05.
A Interpretar danças tradicionais e populares respeitando as tradições (9)
- •Executar a dança conforme ritmos tradicionais
- •Utilizar instrumentos musicais adequados e próprios à dança
- •Utilizar figurinos próprios á dança
- •Utilizar elementos próprios da dança (adereços, objetos, instrumentos, etc)
- •Interpretar danças tradicionais
- •Executar danças dramáticas
- •Interpretar danças rituais
- •Interpretar coreografia
- •Dançar representando histórias
B Ensaiar dança tradicional e popular (12)
- •Preparar o corpo para dançar através do toque dos tambores
- •Preparar o corpo através do calor da fogueira
- •Preparar o corpo através de loas, saudações, ladainhas e cantos
- •Trabalhar passos, gestos e movimentos
- •Avaliar o nível de dificuldade dos passos, movimentos e gestos
- •Trabalhar as músicas dançadas (dançando, cantando e mixando)
- •Coordenar movimentos e expressão corporal
- •Experimentar novos movimentos
- •Explorar possibilidades de movimentos com objetos
- •Trabalhar o tempo ritual
- •Dirigir ensaios (dançarino ensaiador)
- •Aprimorar a coreografia
C Estudar danças tradicionais e populares (6)
- •Estudar música tradicional e popular
- •Estudar figurino popular e tradicional
- •Estudar passos na dança
- •Estudar movimentos na dança
- •Estudar gestos na dança
- •Identificar pluralidade rítmica da dança tradicional e popular
D Pesquisar danças tradicionais e populares (5)
- •Vivenciar a dança
- •Pesquisar comunidades, festejos e ambientes específicos de dança
- •Pesquisar passos, gestos e movimentos
- •Pesquisar figurinos
- •Adaptar vivência à dança a ser realizada
F Dar aulas de danças tradicionais e populares (7)
- •Dar a conhecer os mestres das tradições
- •Transmitir estórias sobre dança tradicional e popular
- •Transmitir conhecimentos históricos sobre dança tradicional e popular
- •Adequar metodos a diferentes faixas etárias
- •Ministrar aulas para profissionalizar dançarinos e professores
- •Realizar oficinas de trabalho
- •Ministrar cursos para profissionais de outras áreas (educadores, terapeutas)
G Administrar atividades relacionadas à dança (6)
- •Atribuir funções aos diferentes membros da equipe
- •Gerenciar a produção artística
- •Gerenciar a produção executiva
- •Captar recursos
- •Consultar leis de incentivo a cultura
- •Divulgar o evento
H Inserir o acervo cultural da dança tradicional e popular em diferentescontextos (4)
- •Aplicar a dança a contextos terapêuticos
- •Aplicar a dança a projetos sociais, empresariais e institucionais
- •Aplicar a dança a contextos pedagógicos
- •Aplicar a dança à ação cultural
Z Demonstrar competências pessoais (13)
- •Participar de debates, foruns, congressos referentes à dança
- •Participar de debates sobre políticas públicas relacionadas à dança
- •Dominar passos, gestos e movimentos
- •Trabalhar em equipe
- •Participar de oficinas e cursos de atualização profissional
- •Participar na definição de políticas e ações culturais através da dança
- •Respeitar hierarquias em conformidade com as tradições e conhecimentos
- •Demonstrar consciência da responsabilidade do dançarino frente às tradições culturais
- •Conscientizar comunidades sobre o valor de suas tradições
- •Dirigir a própria apresentação ou a do grupo de dança
- •Conhecer os fundamentos e origem da dança (históricos, sociais e religiosos)
- •Desenvolver acuidade auditiva e rítmica
- •Desenvolver habilidades para trabalhar com grupos
Sinônimos oficiais (7)
Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 3761-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um dançarino tradicional?
A mediana do salário de admissão é R$ 6.706 por mês, considerando as 48 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.520 (10% menores) a R$ 6.723 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 5.829 (RAIS 2024), 13.1% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando dançarino tradicional?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 60 admissões contra 56 desligamentos, saldo de +4 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata dançarino tradicional?
A atividade econômica que mais contratou foi Artes cênicas, espetáculos e atividades complementares não especificadas anteriormente (CNAE 9001999), com 61,7% das admissões e mediana de R$ 6.700. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de dançarino tradicional?
3761-05 (família 3761 — Dançarinos tradicionais e populares). A CBO reconhece também os títulos: Bailarino de danças folclóricas, Dançarino brincante, Dançarino de danças de raiz, Dançarino de danças folclóricas, Dançarino de danças rituais, Folgazão, Sambista — todos usam o mesmo código 3761-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser dançarino tradicional?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3761: As ocupações da família são, em geral, aprendidas na prática com as comunidades tradicionais e aos grupos que executam as danças populares e tradicionais, muitas vezes desde muito cedo, por meio da participação em festejos, rituais e apresentações. O aprendizado costuma se dar também de forma tradicional, ou seja, via transmissão direta do mestre ao discípulo, como vem sendo feito há gerações. Particularmente no caso das danças populares, o aprendizado costuma se dar por inter-médio de cursos informais, de duração variada, em geral, ministrados por dançarinos de renome na sua técnica ou tradição. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (outros serviços), 58,8% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 3761-05?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 3761-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3761-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (9001999), o RAT é 3%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (12 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3761:
- •Abaçaí Cultura e Arte
- •Academia H2o / Estúdio Palco
- •Casa de Dança Carlinhos de Jesus
- •Casa Redonda Centro de Estudos (Educação Infantil)
- •Cefet/ce - Unifor
- •Escola Vera Cruz
- •Raizes Cultura Brasileira S/C Ltda.
- •Strapolos Bar Academia Ltda.
- •Unicamp - Instituto de Artes
- •Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj)
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Fundação de Desenvolvimento da Unicamp - Funcamp