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CBO 2002 Família 3313 R$ 5.942 na admissão +505 postos em 12 meses 109 atividades

CBO 3313-05 — Professor de nível médio no ensino profissionalizante

O código 3313-05 identifica a ocupação professor de nível médio no ensino profissionalizante na CBO 2002, dentro da família 3313 — Professores de nível médio no ensino profissionalizante. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um professor de nível médio no ensino profissionalizante

Ministram aulas em cursos profissionalizantes em instituições públicas e privadas de formação profissional e centros de treinamento de empresas e afins, tendo escolaridade de ensino médio e experiência profissional em área específica de atuação.

Descrição oficial da família 3313 — Professores de nível médio no ensino profissionalizante, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Lecionam para jovens e adultos, em instituições de formação profissional como o sistema S (senai, senac, senar, senat) e centros de desenvolvimento profissional públicos e privados, nas diversas áreas profissionais da indústria e da agroindústria, do comércio e dos serviços, dos transportes, da agropecuária, da silvicultura e aquicultura. Trabalham individualmente e em equipe, em salas de aulas, laboratórios, veículos e no campo, com supervisão, em períodos diurnos e noturnos. Podem trabalhar como empregados ou como autônomos. Em algumas atividades, alguns profissionais podem permanecer em posições desconfortáveis por longos períodos e estar sujeitos aos efeitos da exposição a materiais tóxicos e ao ruído intenso.

Recursos de trabalho

Epc; EPI; Equipamentos, aparelhos e utensílios específicos.

Quanto ganha um professor de nível médio no ensino profissionalizante

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.90110% ganham atéR$ 5.942medianaR$ 7.39810% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.704

Entrada × quem já está

R$ 5.942 ao ser admitido · R$ 2.704 para quem tem vínculo ativo -54,5%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de professor de nível médio no ensino profissionalizante foi de R$ 5.942 — metade das 992 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.901 e os 10% de maior, acima de R$ 7.398.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.704, ou seja, 54,5% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 18 meses.

Considerando a jornada média de 30.5 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 35,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 5.942
Por ano (12 salários)R$ 71.304
Por semanaR$ 1.368
Por hora (30.5h/sem)R$ 35,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 5.93740,6%
  • Mulheres — R$ 5.95059,4%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.63042,5%
  • Mulheres — R$ 2.76557,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste7.320
  • Sudeste3.400
  • Sul3.316
  • Centro-Oeste5.050

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (6 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
MG 560 +116 R$ 6.441
PI 499 +353 R$ 7.332
SP 457 -36 R$ 2.025
RS 167 +21 R$ 3.318
GO 125 +6 R$ 5.403
BA 57 +15 R$ 3.025

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

2.413

Desligamentos

1.908

Saldo

+505

Rotatividade

9,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+354) saldo negativo · pior: dez/25 (-377)

Em 12 meses houve 2.413 admissões e 1.908 desligamentos de professor de nível médio no ensino profissionalizante, o que significa que o mercado formal abriu 505 postos de trabalho no período, com rotatividade de 9,5% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 36,1% foram a pedido do próprio trabalhador e 38,8% por dispensa sem justa causa, além de 23,3% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador36,1%
  • Dispensa sem justa causa38,8%
  • Fim de contrato23,3%

Sobre 1.908 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial3,3%
  • Contrato intermitente3,5%
  • Pessoa com deficiência0,1%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro4%
  • 1 a 4 empregados3,4%
  • 5 a 9 empregados3,6%
  • 10 a 19 empregados12,8%
  • 20 a 49 empregados16,8%
  • 50 a 99 empregados11,9%
  • 100 a 249 empregados15,8%
  • 250 a 499 empregados2,2%
  • 500 a 999 empregados25,1%
  • 1.000 ou mais empregados4,4%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata professor de nível médio no ensino profissionalizante

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 8599699 · 23,7% das admissões 573 42.9h R$ 5.972 R$ 7.326 R$ 7.363 2% 2
Educação profissional de nível técnico 8541400 · 23,7% das admissões 571 43.5h R$ 3.475 R$ 6.470 R$ 8.675 1% 2
Educação superior - graduação e pós graduação 8532500 · 10,4% das admissões 250 41h R$ 7.414 1% 2
Educação superior - graduação 8531700 · 7,1% das admissões 172 42.9h R$ 6.175 R$ 7.406 R$ 7.472 1% 2
Ensino fundamental 8513900 · 5,3% das admissões 128 43.8h R$ 6.459 1% 2
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 5,2% das admissões 125 40.9h R$ 3.140 R$ 3.225 R$ 3.382 2% 1
Ensino médio 8520100 · 5% das admissões 121 43.7h R$ 2.387 1% 2
Atividades associativas não especificadas anteriormente 9499500 · 2,8% das admissões 68 42.4h R$ 4.858 R$ 5.419 R$ 5.465 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como professor de nível médio no ensino profissionalizante

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 20.042 vínculos

Idade mediana

41 anos

Tempo de casa

18 meses

No setor público

78,9%

Em empresa do Simples

7,6%

Sexo

  • Homem42%
  • Mulher58%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada36,5h/sem
  • Pessoas com deficiência0,3%
  • Jornada parcial0,9%
  • Contrato intermitente0,7%
  • Em entidade sem fins lucrativos8,5%

Sobre os 20.042 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca49,3%
  • Parda40,9%
  • Preta7,6%
  • Indígena1,2%
  • Amarela1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto0,1%
  • 6º ao 9º ano0,1%
  • Fundamental completo0,5%
  • Médio incompleto0,4%
  • Médio completo13%
  • Superior incompleto7,1%
  • Superior completo74,9%
  • Mestrado2,8%
  • Doutorado1,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Fundamental completo0,2%
  • Médio incompleto10,7%
  • Médio completo15,2%
  • Superior incompleto5,7%
  • Superior completo44,9%
  • Pós-graduação17,7%
  • Mestrado4,3%
  • Doutorado1,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,8%
  • 5 a 9 empregados1,2%
  • 10 a 19 empregados2,4%
  • 20 a 49 empregados5,9%
  • 50 a 99 empregados4,2%
  • 100 a 249 empregados4,2%
  • 250 a 499 empregados4,9%
  • 500 a 999 empregados6,3%
  • 1.000 ou mais empregados70,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de professor de nível médio no ensino profissionalizante

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

2,8

CAT no período

44

Óbitos comunicados

1

Idade média no acidente

41 anos

Foram 44 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo professor de nível médio no ensino profissionalizante nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 2,8 por mil vínculos ao ano — abaixo da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 50% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 45,5% de trajeto (no deslocamento) e 4,5% doenças ocupacionais.

No período foram comunicados 1 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Trajeto45,5%
  • Típico50%
  • Doença4,5%

Parte do corpo atingida

  • Joelho13,6%
  • Membros inferiores, NIC9,1%
  • Pé (exceto artelhos)9,1%
  • Localização da lesão, NIC6,8%
  • Braço (entre o punho e o ombro)6,8%

Natureza da lesão

  • Fratura25%
  • Outras lesões, NIC18,2%
  • Distensão, torção18,2%
  • Luxação9,1%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)9,1%

Agente causador

  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas25,6%
  • Chão - superfície utilizada para sustentar pessoas11,6%
  • Calçada ou caminho para pedestre - superfície utilizada para sustentar pessoas9,3%
  • Piso de edifício - superfície utilizada para sustentar pessoas7%
  • Veículo rodoviário motorizado4,7%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
Z04.1 — Exame e observação após acidente de transporte 2 4,5% 11
S62.3 — Fratura de outros ossos do metacarpo 2 4,5% 24.580
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 2 4,5% 5.476
S52.5 — Fratura da extremidade distal do rádio 2 4,5% 16.067
F41 — Outros transtornos ansiosos 1 2,3% 6.486
V99 — Acidente de transporte não especificado 1 2,3% 11

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente) tem RAT 2% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 2,8 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessa ocupação requer-se ensino médio ou cursos técnicos (nível médio), acompanhados de formação continuada, seja por meio de frequência a cursos de qualificação básicos até duzentas horas, ou a cursos de atualização e especialização. O pleno desempenho das atividades ocorre após dois anos de prática.

Texto oficial do MTE para a família 3313.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3313-05.

A Ministrar aula (17)
  • Ministrar aulas expositivas
  • Desenvolver atividades em salas de aula
  • Desenvolver atividades práticas em oficinas
  • Demonstrar práticas profissionais e técnicas
  • Manusear equipamentos
  • Debater com os alunos
  • Esclarecer dúvidas
  • Propor atividades
  • Propor trabalhos de pesquisa aos alunos
  • Realizar trabalhos em equipe
  • Indicar bibliografia
  • Interpretar catálogos, manuais, internet, livros técnicos
  • Visitar centros técnicos, empresas, museus, feiras
  • Convidar especialistas
  • Desenvolver atividades de recuperação
  • Treinar docentes
  • Treinar profissionais
B Educar o aluno para uma postura profissional (10)
  • Orientar quanto à postura profissional
  • Orientar quanto à apresentação pessoal
  • Estabelecer normas e regras de comportamento
  • Orientar a organização do ambiente de trabalho
  • Ensinar noções de higiene, segurança e meio ambiente
  • Ensinar noções de primeiros socorros
  • Orientar alunos quanto à manutenção dos equipamentos
  • Estimular a criatividade dos alunos
  • Orientar para detalhes
  • Sensibilizar para direitos e deveres da cidadania
C Planejar atividades (aula, curso, ensino, currículo) (8)
  • Definir objetivos e metas
  • Definir metodologia
  • Planejar estratégia de cursos
  • Formular plano de trabalho
  • Definir pré-requisitos (de aluno, disciplinas)
  • Estruturar conteúdos
  • Programar atividades
  • Estabelecer cronogramas
D Preparar aula (5)
  • Elaborar roteiro de aula
  • Levantar material didático
  • Selecionar recursos (materiais, recursos humanos, equipamentos)
  • Adequar conteúdo das aulas ao perfil dos alunos
  • Estudar conteúdos
E Elaborar recursos didáticos (8)
  • Processar a informação
  • Redigir textos
  • Elaborar material (escrito, audiovisual)
  • Criar equipamentos, sistemas, produtos, insumos
  • Adaptar equipamentos, sistemas, produtos, insumos
  • Elaborar estudos de caso para simulação de situações de trabalho
  • Elaborar instrumentos de avaliação
  • Atualizar material didático
F Manter equipamentos e ambiente de trabalho (7)
  • Manter equipamentos
  • Regular o equipamento
  • Calibrar o equipamento
  • Limpar equipamentos, materiais e utensílios
  • Lavar equipamentos, materiais e utensílios
  • Higienizar equipamentos, materiais e utensílios
  • Esterilizar equipamentos
G Avaliar (alunos, equipamentos, material didático, novas técnicas) (11)
  • Estabelecer critérios de avaliação
  • Aplicar instrumentos de avaliação
  • Avaliar o desempenho dos alunos
  • Monitorar o desempenho dos alunos
  • Avaliar o comportamento dos alunos
  • Corrigir provas, trabalhos e outros instrumentos de avaliação
  • Acompanhar estágios
  • Acompanhar projetos de pesquisa
  • Avaliar projeto pedagógico
  • Avaliar cursos
  • Atestar competências do aluno
H Desenvolver pesquisas (6)
  • Levantar necessidades do mercado de trabalho
  • Consultar empresas, associações técnicas, profissionais e afins
  • Pesquisar técnicas e tecnologia
  • Pesquisar insumos e matérias primas
  • Pesquisar bibliografia
  • Formular projetos
I Coordenar atividades (projetos, equipes, feiras, etc.) (8)
  • Organizar o local de trabalho
  • Analisar tecnicamente recursos materiais e equipamentos
  • Participar de reuniões
  • Prestar assistência e assessoria técnica e tecnológica
  • Estabelecer parcerias
  • Identificar oportunidades de estágio
  • Procurar patrocínios
  • Organizar eventos
J Administrar atividades, executar atividades administrativas (10)
  • Conferir materiais, equipamentos e instalações
  • Preencher diário
  • Transcrever notas
  • Emitir relatórios
  • Solicitar materiais
  • Comprar materiais
  • Preencher formulários
  • Encaminhar documentos para departamento administrativo
  • Encaminhar alunos para estágios/entrevistas
  • Supervisionar estágios
Z Demonstrar competências pessoais (19)
  • Demonstrar auto confiança
  • Demonstrar ética
  • Demonstrar organização
  • Manter-se atento a detalhes
  • Saber ouvir
  • Demonstrar empatia
  • Demonstrar auto controle
  • Demonstrar entusiasmo
  • Comprometer-se com objetivos educacionais
  • Liderar equipes e alunos
  • Demonstrar discrição
  • Demonstrar senso crítico
  • Expressar-se com clareza
  • Manter-se atualizado
  • Demonstrar assiduidade
  • Demonstrar capacidade de comunicação
  • Demonstrar criatividade
  • Demonstrar postura profissional
  • Demonstrar dinamismo

Sinônimos oficiais (3)

Docente de nível médio no ensino profissionalizanteInstrutor de nível médio no ensino profissionalizanteMonitor de nível médio no ensino profissionalizante

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 3313-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um professor de nível médio no ensino profissionalizante?

A mediana do salário de admissão é R$ 5.942 por mês, considerando as 992 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.901 (10% menores) a R$ 7.398 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.704 (RAIS 2024), 54.5% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando professor de nível médio no ensino profissionalizante?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 2.413 admissões contra 1.908 desligamentos, saldo de +505 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata professor de nível médio no ensino profissionalizante?

A atividade econômica que mais contratou foi Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente (CNAE 8599699), com 23,7% das admissões e mediana de R$ 7.326. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de professor de nível médio no ensino profissionalizante?

3313-05 (família 3313 — Professores de nível médio no ensino profissionalizante). A CBO reconhece também os títulos: Docente de nível médio no ensino profissionalizante, Instrutor de nível médio no ensino profissionalizante, Monitor de nível médio no ensino profissionalizante — todos usam o mesmo código 3313-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser professor de nível médio no ensino profissionalizante?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3313: Para o exercício dessa ocupação requer-se ensino médio ou cursos técnicos (nível médio), acompanhados de formação continuada, seja por meio de frequência a cursos de qualificação básicos até duzentas horas, ou a cursos de atualização e especialização. O pleno desempenho das atividades ocorre após dois anos de prática.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de professor de nível médio no ensino profissionalizante?

A taxa é de 2,8 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é joelho (13,6% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é Z04.1 — exame e observação após acidente de transporte. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 3313-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 3313-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3313-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8599699), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (14 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3313:

  • Escola Senai Engenheiro Adriano José Marchini (Senai-SP)
  • Escola Senai Francisco Matarazzo (Senai-SP)
  • Estação Especial da Lapa
  • Nonaka Cabelereiro
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-dr-SP)
  • Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar)
  • Sindicato dos Empregados em Institutos de Beleza e Cabeleireiros de São Paulo
  • Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de São Paulo
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • GLOSSÁRIO
  • EPI: Equipamentos de proteção individual.
  • EPC: Equipamentos de proteção coletiva.
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