CBO 2711-10 — Tecnólogo em gastronomia
O código 2711-10 identifica a ocupação tecnólogo em gastronomia na CBO 2002, dentro da família 2711 — Chefes de cozinha e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha13 seções
O que faz um tecnólogo em gastronomia
Criam e elaboram pratos e cardápios, atuando direta e indiretamente na preparação dos alimentos. Gerenciam brigada de cozinha e planejam as rotinas de trabalho. Podem gerenciar, ainda, os estoques e atuar na capacitação de funcionários.
Descrição oficial da família 2711 — Chefes de cozinha e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Trabalham predominantemente em restaurantes, concessionárias de alimentação e em residências. Trabalham individualmente ou em equipe, sob supervisão ocasional, em ambiente fechado, em horários diurno e noturno, por vezes irregulares.
Recursos de trabalho
Bancada; Caneta; Facas e Tábua; Papel-toalha/Tnt; Publicações Técnicas; Recursos de Informática; Relógio; Termômetro; Uniforme; Utensílios para finalização.
Quanto ganha um tecnólogo em gastronomia
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.169
Entrada × quem já está
R$ 2.940 ao ser admitido · R$ 3.169 para quem tem vínculo ativo +7,8%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de tecnólogo em gastronomia foi de R$ 2.940 — metade das 153 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.779 e os 10% de maior, acima de R$ 5.024.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.169, ou seja, 7,8% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 23 meses.
Considerando a jornada média de 41.6 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 15,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 2.940 |
| Por ano (12 salários) | R$ 35.280 |
| Por semana | R$ 677 |
| Por hora (41.6h/sem) | R$ 15,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
170
Desligamentos
182
Saldo
-12
Rotatividade
37,6%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 170 admissões e 182 desligamentos de tecnólogo em gastronomia, o que significa que o mercado formal fechou 12 postos de trabalho no período, com rotatividade de 37,6% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 36,3% foram a pedido do próprio trabalhador e 50% por dispensa sem justa causa, além de 8,8% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 182 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,6% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata tecnólogo em gastronomia
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
| CNAE — atividade econômica | Admissões | Jornada | P25 | Mediana | P75 | RAT | GR |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Restaurantes e similares 5611201 · 22,4% das admissões | 38 | 43.9h | — | R$ 2.000 | — | 2% | 2 |
| Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para empresas 5620101 · 15,3% das admissões | 26 | 44h | — | R$ 3.000 | — | 3% | 2 |
| Educação superior - graduação e pós graduação 8532500 · 8,8% das admissões | 15 | 43.3h | — | R$ 3.000 | — | 1% | 2 |
| Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas 8230001 · 4,1% das admissões | 7 | — | — | — | — | 3% | 2 |
| Educação superior - graduação 8531700 · 3,5% das admissões | 6 | — | — | — | — | 1% | 2 |
| Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares 5611203 · 3,5% das admissões | 6 | — | — | — | — | 3% | 2 |
| Fabricação de outros produtos alimentícios não especificados anteriormente 1099699 · 3,5% das admissões | 6 | — | — | — | — | 3% | 3 |
| Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar 5620104 · 3,5% das admissões | 6 | — | — | — | — | 3% | 2 |
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como tecnólogo em gastronomia
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 484 vínculos
Idade mediana
38 anos
Tempo de casa
23 meses
No setor público
3,7%
Em empresa do Simples
37,2%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada41,2h/sem
- Pessoas com deficiência0,8%
- Jornada parcial0,4%
- Contrato intermitente0,4%
- Em entidade sem fins lucrativos11,6%
Sobre os 484 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: alojamento e alimentação
Informalidade no setor
50,6%
Média nacional
37,5%
Conta própria
31,5%
Rendimento formal × informal
R$ 3.121 × R$ 1.622
No setor de alojamento e alimentação — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 50,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024
O exercício dessas ocupações requer ensino médio completo ou curso superior de tecnologia, podendo seguir cursos de especialização que variam de duzentas a quatrocentas horas. Os profissionais dessa família ocupacional costumam, por sua experiência, atingir a mais alta posição em sua estrutura de trabalho. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três ou quatro anos de exercício profissional, para o chefe de cozinha. Já os tecnólogos em gastronomia não necessitam de nenhuma experiência profissional prévia para exercer suas atividades.
Texto oficial do MTE para a família 2711.
| Curso de graduação | Concorrência (presencial) | Matrículas | Formados/ano | EAD | Rede pública |
|---|---|---|---|---|---|
| Gastronomia | 0,89× | 34.885 | 6.551 | 61,5% | 8,8% |
A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.
Qual especialização paga mais na família 2711
Todas as ocupações de chefes de cozinha e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 2711-10 | Tecnólogo em gastronomia (esta página) | R$ 2.940 | R$ 3.169 | 484 |
| 2711-05 | Chefe de cozinha | R$ 2.592 | R$ 3.088 | 32.945 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2711-10.
A Criar pratos (8)
- •Criar receitas
- •Elaborar ficha técnica de receitas
- •Testar receitas
- •Adaptar receitas
- •Degustar produção culinária
- •Pesquisar novas técnicas, tecnologicas e produtos
- •Criar apresentação
- •Finalizar pratos
B Elaborar cardápio (6)
- •Analisar conceito do empreendimento gastronômico
- •Identificar público-alvo
- •Identificar disponibilidade/sazonalidade da matéria prima
- •Identificar tendências
- •Avaliar custo benefício
- •Sugerir harmonização vinho/cardápio
D Preparar alimentos (3)
- •Fazer pré-preparo
- •Montar praça (mise-en-place)
- •Executar preparação de alimentos
F Gerenciar estoques (7)
- •Elaborar lista de matéria prima
- •Conferir matéria prima recebida
- •Requisitar matéria prima
- •Verificar condições de armazenamento
- •Verificar validade de matéria prima e produto estocado
- •Controlar consumo de matéria prima
- •Criar estratégias de giro de estoque
G Planejar rotinas de trabalho (9)
- •Sugerir compra de materiais
- •Requisitar equipamentos e utensílios
- •Verificar manutenção das instalações, equipamentos e utensílios
- •Controlar observância de normas técnicas de higiene e segurança
- •Avaliar novos equipamentos e utensílios
- •Checar agenda de eventos e reservas
- •Participar de elaboração de projeto de cozinha
- •Definir leiaute de praças
- •Prestar consultoria
Z Demonstrar competências pessoais (12)
- •Demonstrar senso de organização
- •Demonstrar liderança
- •Delegar tarefas
- •Trabalhar em equipe
- •Demonstrar criatividade
- •Controlar situações adversas
- •Demonstrar capacidade de improvisação
- •Demonstrar auto-controle
- •Multiplicar talentos
- •Demonstrar senso estético
- •Discriminar odores
- •Demonstrar paladar apurado
Sinônimos oficiais (1)
Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2711-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um tecnólogo em gastronomia?
A mediana do salário de admissão é R$ 2.940 por mês, considerando as 153 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.779 (10% menores) a R$ 5.024 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.169 (RAIS 2024), 7.8% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando tecnólogo em gastronomia?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 170 admissões contra 182 desligamentos, saldo de -12 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata tecnólogo em gastronomia?
A atividade econômica que mais contratou foi Restaurantes e similares (CNAE 5611201), com 22,4% das admissões e mediana de R$ 2.000. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de tecnólogo em gastronomia?
2711-10 (família 2711 — Chefes de cozinha e afins). A CBO reconhece também os títulos: Gastrólogo — todos usam o mesmo código 2711-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser tecnólogo em gastronomia?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2711: O exercício dessas ocupações requer ensino médio completo ou curso superior de tecnologia, podendo seguir cursos de especialização que variam de duzentas a quatrocentas horas. Os profissionais dessa família ocupacional costumam, por sua experiência, atingir a mais alta posição em sua estrutura de trabalho. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três ou quatro anos de exercício profissional, para o chefe de cozinha. Já os tecnólogos em gastronomia não necessitam de nenhuma experiência profissional prévia para exercer suas atividades. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Gastronomia, com 0,89 candidatos por vaga no presencial.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (alojamento e alimentação), 50,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 2711-10?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 2711-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2711-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (5611201), o RAT é 2%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Censo da Educação Superior (INEP)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (25 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2711:
- •Axé Brasil
- •Hyabassê Serviços de Alimentação
- •Velho Celeiro Goumert
- •Renaissance São Paulo Hotel
- •Julia Grastronomia
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
- •GLOSSÁRIO
- •Matéria-prima: tudo que se usa para fazer um produto, no caso, um prato.
- •Desenvolver talentos: dar oportunidades.
- •Brigada de cozinha: todo o pessoal que trabalha na cozinha.
- •Técnicos de
- •Este grande grupo compreende as ocupações cujas atividades principais requerem para seu desempenho conhecimentos técnicos e experiência em várias disciplinas das ciências físicas e biológicas nível médio ou das ciências sociais e humanas. Essas atividades consistem em desempenhar trabalhos técnicos relacionados com a aplicação dos conceitos e métodos em relação às esferas já mencionadas referentes à educação de nível médio. A maioria das ocupações deste grande grupo relacionam-se ao nível 3 de competência da Classificação
- •Internacional Uniforme de Ocupações – CIUO 88
- •ESTE GRANDE GRUPO COMPREENDE
- •Técnicos polivalentes
- •Técnicos de nível médio das ciências físicas, químicas, engenharia e afins
- •Técnicos de nível médio das ciências biológicas, bioquímicas, da saúde e afins
- •Professores leigos de nível médio
- •Técnicos de nível médio em serviços de transporte
- •Técnicos de nível médio das ciências administrativas
- •Técnicos de nível médio dos serviços culturais, das comunicações e dos desportos
- •Outros técnicos de nível médio
- •ESTE GRUPO NÃO COMPREENDE
- •Profissionais de nível superior (exceto alguns tecnólogos), cuja denominação de “técnico” foi consagrada no mercado.