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CBO 2002 Família 2711 R$ 2.592 na admissão -4.190 postos em 12 meses 72 atividades

CBO 2711-05 — Chefe de cozinha

O código 2711-05 identifica a ocupação chefe de cozinha na CBO 2002, dentro da família 2711 — Chefes de cozinha e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um chefe de cozinha

Criam e elaboram pratos e cardápios, atuando direta e indiretamente na preparação dos alimentos. Gerenciam brigada de cozinha e planejam as rotinas de trabalho. Podem gerenciar, ainda, os estoques e atuar na capacitação de funcionários.

Descrição oficial da família 2711 — Chefes de cozinha e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham predominantemente em restaurantes, concessionárias de alimentação e em residências. Trabalham individualmente ou em equipe, sob supervisão ocasional, em ambiente fechado, em horários diurno e noturno, por vezes irregulares.

Recursos de trabalho

Bancada; Caneta; Facas e Tábua; Papel-toalha/Tnt; Publicações Técnicas; Recursos de Informática; Relógio; Termômetro; Uniforme; Utensílios para finalização.

Quanto ganha um chefe de cozinha

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.81610% ganham atéR$ 2.592medianaR$ 4.51610% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.088

Entrada × quem já está

R$ 2.592 ao ser admitido · R$ 3.088 para quem tem vínculo ativo +19,1%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de chefe de cozinha foi de R$ 2.592 — metade das 11.755 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.816 e os 10% de maior, acima de R$ 4.516.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.088, ou seja, 19,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 26 meses.

Considerando a jornada média de 43.4 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 14,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.592
Por ano (12 salários)R$ 31.104
Por semanaR$ 597
Por hora (43.4h/sem)R$ 14,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.80761,4%
  • Mulheres — R$ 2.50138,6%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 3.51953,6%
  • Mulheres — R$ 2.71746,4%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte2.100
  • Nordeste2.426
  • Sudeste2.818
  • Sul2.645
  • Centro-Oeste2.448

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 3.855 -1.430 R$ 3.053
RJ 1.488 -521 R$ 2.575
MG 1.078 -314 R$ 2.531
PR 911 -394 R$ 2.624
SC 743 -326 R$ 2.924
RS 641 -246 R$ 2.537
BA 458 -99 R$ 2.420
GO 421 -154 R$ 2.528
CE 369 -59 R$ 2.250
PE 337 -66 R$ 2.552

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

12.440

Desligamentos

16.630

Saldo

-4.190

Rotatividade

50,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: nov/25 (-217) saldo negativo · pior: jul/26 (-497)

Em 12 meses houve 12.440 admissões e 16.630 desligamentos de chefe de cozinha, o que significa que o mercado formal fechou 4.190 postos de trabalho no período, com rotatividade de 50,5% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 32,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 55,1% por dispensa sem justa causa, além de 8,4% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador32,4%
  • Dispensa sem justa causa55,1%
  • Fim de contrato8,4%

Sobre 16.630 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,2% das admissões são de jornada parcial e 0,6% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro22,9%
  • 1 a 4 empregados11,3%
  • 5 a 9 empregados11,9%
  • 10 a 19 empregados16%
  • 20 a 49 empregados18%
  • 50 a 99 empregados7,8%
  • 100 a 249 empregados4,5%
  • 250 a 499 empregados3,1%
  • 500 a 999 empregados2,1%
  • 1.000 ou mais empregados2,3%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata chefe de cozinha

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Restaurantes e similares 5611201 · 41% das admissões 5.102 44h R$ 2.110 R$ 2.574 R$ 3.353 2% 2
Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares 5611203 · 10,8% das admissões 1.341 43.9h R$ 2.007 R$ 2.290 R$ 2.839 3% 2
Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para empresas 5620101 · 8,5% das admissões 1.057 44.1h R$ 2.534 R$ 3.102 R$ 4.215 3% 2
Hotéis 5510801 · 6,1% das admissões 757 44.2h R$ 2.613 R$ 3.541 R$ 4.925 2% 2
Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar 5620104 · 3,8% das admissões 472 43.9h R$ 1.897 R$ 2.261 R$ 2.738 3% 2
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 2,8% das admissões 349 43.9h R$ 2.236 R$ 2.571 R$ 3.381 2% 1
Serviços de alimentação para eventos e recepções - bufê 5620102 · 2,4% das admissões 296 44h R$ 2.130 R$ 2.740 R$ 3.670 2% 2
Bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas, com entretenimento 5611205 · 2,2% das admissões 270 43.9h R$ 2.046 R$ 2.550 R$ 3.091 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como chefe de cozinha

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 32.945 vínculos

Idade mediana

41 anos

Tempo de casa

26 meses

No setor público

5,6%

Em empresa do Simples

51,2%

Sexo

  • Homem53%
  • Mulher47%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,3h/sem
  • Pessoas com deficiência0,5%
  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente0,4%
  • Em entidade sem fins lucrativos2,9%

Sobre os 32.945 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca45,5%
  • Parda45,2%
  • Preta8%
  • Amarela1%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo100%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,3%
  • Até 5º ano incompleto0,7%
  • 5º ano completo0,4%
  • 6º a 9º ano1,9%
  • Fundamental completo4,5%
  • Médio incompleto4,4%
  • Médio completo72,3%
  • Superior incompleto3,4%
  • Superior completo11,3%
  • Pós-graduação0,8%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados10%
  • 5 a 9 empregados14%
  • 10 a 19 empregados21,1%
  • 20 a 49 empregados24,1%
  • 50 a 99 empregados10%
  • 100 a 249 empregados6,7%
  • 250 a 499 empregados3,4%
  • 500 a 999 empregados3%
  • 1.000 ou mais empregados7,8%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de chefe de cozinha

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

19,8

CAT no período

537

Óbitos comunicados

1

Idade média no acidente

40 anos

Foram 537 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo chefe de cozinha nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 19,8 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 73% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 25,7% de trajeto (no deslocamento) e 1,3% doenças ocupacionais.

No período foram comunicados 1 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Trajeto25,7%
  • Típico73%
  • Doença1,3%

Parte do corpo atingida

  • Dedo19,2%
  • Mão (exceto punho ou dedos)9,1%
  • Pé (exceto artelhos)8,2%
  • Partes múltiplas8,2%
  • Braço (entre o punho e o ombro)5,6%

Natureza da lesão

  • Queimadura ou escaldadura - efeito de temperatura elevada ou efeito do contato com substância quente (inclui queimadura por eletricidade, mas não inclui choque elétrico; não inclui queimadura por substância química, efeito de radiação, queimadura de sol, incapacidade sistêmica como intermação, queimadura por atrito, etc.)19,2%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)16,8%
  • Lesão imediata14,2%
  • Fratura13,6%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)8,2%

Agente causador

  • Faca13,1%
  • Chão - superfície utilizada para sustentar pessoas8%
  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas6,9%
  • Motocicleta, motoneta6,3%
  • Piso de edifício - superfície utilizada para sustentar pessoas6,3%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 44 8,2% 3.531
T30.2 — Queimadura de segundo grau, parte do corpo não especificada 18 3,4% 639
M54.5 — Dor lombar baixa 17 3,2% 9.517
S80.0 — Contusão do joelho 16 3% 1.225
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 16 3% 5.476
S61 — Ferimento do punho e da mão 9 1,7% 3.531

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Restaurantes e similares) tem RAT 2% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 19,8 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: alojamento e alimentação

Informalidade no setor

50,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

31,5%

Rendimento formal × informal

R$ 3.121 × R$ 1.622

No setor de alojamento e alimentação — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 50,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

O exercício dessas ocupações requer ensino médio completo ou curso superior de tecnologia, podendo seguir cursos de especialização que variam de duzentas a quatrocentas horas. Os profissionais dessa família ocupacional costumam, por sua experiência, atingir a mais alta posição em sua estrutura de trabalho. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três ou quatro anos de exercício profissional, para o chefe de cozinha. Já os tecnólogos em gastronomia não necessitam de nenhuma experiência profissional prévia para exercer suas atividades.

Texto oficial do MTE para a família 2711.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Gastronomia 0,89× 34.885 6.551 61,5% 8,8%

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

Qual especialização paga mais na família 2711

Todas as ocupações de chefes de cozinha e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2711-10 Tecnólogo em gastronomia R$ 2.940 R$ 3.169 484
2711-05 Chefe de cozinha (esta página) R$ 2.592 R$ 3.088 32.945

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2711-05.

A Criar pratos (8)
  • Criar receitas
  • Elaborar ficha técnica de receitas
  • Testar receitas
  • Adaptar receitas
  • Degustar produção culinária
  • Pesquisar novas técnicas, tecnologicas e produtos
  • Criar apresentação
  • Finalizar pratos
B Elaborar cardápio (7)
  • Analisar conceito do empreendimento gastronômico
  • Identificar público-alvo
  • Identificar disponibilidade/sazonalidade da matéria prima
  • Identificar tendências
  • Avaliar capacidade de produção (funcionários/estrutura)
  • Avaliar custo benefício
  • Sugerir harmonização vinho/cardápio
C Gerenciar brigada de cozinha (11)
  • Definir perfil de pessoal
  • Participar da seleção de pessoal
  • Dimencionar equipe de trabalho
  • Planejar escala de folga
  • Definir escala de atividade
  • Distribuir tarefas
  • Orientar execução do serviço
  • Controlar cumprimento de horário
  • Intermediar informações entre equipe e superiores/clientes
  • Dispensar funcionários
  • Propor dispensa de funcionários
D Preparar alimentos (4)
  • Organizar pedidos
  • Controlar preparação dos alimentos
  • Controlar marcha e saída (pedidos)
  • Checar processos de preparo e finalização
E Capacitar funcionários (10)
  • Detectar necessidade de capacitação
  • Avaliar desempenho da equipe
  • Propor capacitação
  • Capacitar pessoal
  • Identificar talentos
  • Desenvolver talentos
  • Controlar produtividade da equipe
  • Propor promoções
  • Formatar treinamento
  • Ministrar treinamento
F Gerenciar estoques (11)
  • Visitar fornecedores
  • Pesquisar preços
  • Elaborar lista de matéria prima
  • Comprar matéria prima
  • Conferir matéria prima recebida
  • Selecionar matéria prima
  • Requisitar matéria prima
  • Verificar condições de armazenamento
  • Verificar validade de matéria prima e produto estocado
  • Controlar consumo de matéria prima
  • Criar estratégias de giro de estoque
G Planejar rotinas de trabalho (9)
  • Sugerir compra de materiais
  • Requisitar equipamentos e utensílios
  • Verificar manutenção das instalações, equipamentos e utensílios
  • Controlar observância de normas técnicas de higiene e segurança
  • Avaliar novos equipamentos e utensílios
  • Checar agenda de eventos e reservas
  • Participar de elaboração de projeto de cozinha
  • Definir leiaute de praças
  • Prestar consultoria
Z Demonstrar competências pessoais (12)
  • Demonstrar senso de organização
  • Demonstrar liderança
  • Delegar tarefas
  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar criatividade
  • Controlar situações adversas
  • Demonstrar capacidade de improvisação
  • Demonstrar auto-controle
  • Multiplicar talentos
  • Demonstrar senso estético
  • Discriminar odores
  • Demonstrar paladar apurado

Sinônimos oficiais (6)

ChefChefe de partidaChefe executivo de cozinhaEncarregado de cozinhaSubchefe de cozinhaSupervisor de cozinha

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2711-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um chefe de cozinha?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.592 por mês, considerando as 11.755 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.816 (10% menores) a R$ 4.516 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.088 (RAIS 2024), 19.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando chefe de cozinha?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 12.440 admissões contra 16.630 desligamentos, saldo de -4.190 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata chefe de cozinha?

A atividade econômica que mais contratou foi Restaurantes e similares (CNAE 5611201), com 41% das admissões e mediana de R$ 2.574. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de chefe de cozinha?

2711-05 (família 2711 — Chefes de cozinha e afins). A CBO reconhece também os títulos: Chef, Chefe de partida, Chefe executivo de cozinha, Encarregado de cozinha, Subchefe de cozinha, Supervisor de cozinha — todos usam o mesmo código 2711-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser chefe de cozinha?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2711: O exercício dessas ocupações requer ensino médio completo ou curso superior de tecnologia, podendo seguir cursos de especialização que variam de duzentas a quatrocentas horas. Os profissionais dessa família ocupacional costumam, por sua experiência, atingir a mais alta posição em sua estrutura de trabalho. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três ou quatro anos de exercício profissional, para o chefe de cozinha. Já os tecnólogos em gastronomia não necessitam de nenhuma experiência profissional prévia para exercer suas atividades. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Gastronomia, com 0,89 candidatos por vaga no presencial.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de chefe de cozinha?

A taxa é de 19,8 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (19,2% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (alojamento e alimentação), 50,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2711-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2711-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2711-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (5611201), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (25 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2711:

  • Axé Brasil
  • Hyabassê Serviços de Alimentação
  • Velho Celeiro Goumert
  • Renaissance São Paulo Hotel
  • Julia Grastronomia
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • GLOSSÁRIO
  • Matéria-prima: tudo que se usa para fazer um produto, no caso, um prato.
  • Desenvolver talentos: dar oportunidades.
  • Brigada de cozinha: todo o pessoal que trabalha na cozinha.
  • Técnicos de
  • Este grande grupo compreende as ocupações cujas atividades principais requerem para seu desempenho conhecimentos técnicos e experiência em várias disciplinas das ciências físicas e biológicas nível médio ou das ciências sociais e humanas. Essas atividades consistem em desempenhar trabalhos técnicos relacionados com a aplicação dos conceitos e métodos em relação às esferas já mencionadas referentes à educação de nível médio. A maioria das ocupações deste grande grupo relacionam-se ao nível 3 de competência da Classificação
  • Internacional Uniforme de Ocupações – CIUO 88
  • ESTE GRANDE GRUPO COMPREENDE
  • Técnicos polivalentes
  • Técnicos de nível médio das ciências físicas, químicas, engenharia e afins
  • Técnicos de nível médio das ciências biológicas, bioquímicas, da saúde e afins
  • Professores leigos de nível médio
  • Técnicos de nível médio em serviços de transporte
  • Técnicos de nível médio das ciências administrativas
  • Técnicos de nível médio dos serviços culturais, das comunicações e dos desportos
  • Outros técnicos de nível médio
  • ESTE GRUPO NÃO COMPREENDE
  • Profissionais de nível superior (exceto alguns tecnólogos), cuja denominação de “técnico” foi consagrada no mercado.
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