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CBO 2002 Família 2611 R$ 4.656 na admissão -112 postos em 12 meses 67 atividades

CBO 2611-35 — Repórter (exclusive rádio e televisão)

O código 2611-35 identifica a ocupação repórter (exclusive rádio e televisão) na CBO 2002, dentro da família 2611 — Profissionais do jornalismo. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha15 seções

O que faz um repórter (exclusive rádio e televisão)

Recolhem, redigem, registram através de imagens e de sons, interpretam e organizam informações e notícias a serem difundidas, expondo, analisando e comentando os acontecimentos. Fazem seleção, revisão e preparo definitivo das matérias jornalísticas a serem divulgadas em jornais, revistas, televisão, rádio, internet, assessorias de imprensa e quaisquer outros meios de comunicação com o público.

Descrição oficial da família 2611 — Profissionais do jornalismo, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Os profissionais trabalham exercendo funções variadas dentro da área jornalística, nos diversos meios de comunicação, sejam eles de caráter público ou privado. Costumam desenvolver suas atividades em equipe, em horários regulares ou não, e seus vínculos de trabalho podem ser como empregados ou autônomos. Em algumas atividades, alguns profissionais podem estar sujeitos aos efeitos do trabalho sob pressão por prazos, do ruído intenso, da exposição prolongada à radiação proveniente dos monitores de computadores e a lesões por esforços repetitivos.

Recursos de trabalho

Agências de notícias; Agenda endereços; Biblioteca/videoteca; Blocos de anotações; Cabide de jornais - arquivo; Câmara fotográfica digital; Carro; Cd e disquetes; Centros de documentação; Correspondentes estrangeiros.

Notas oficiais da CBO — inclui a base legal da profissão

Norma regulamentadora: Decreto-lei n.º 972, de 17 de outubro de 1969. Dispõe sobre o exercício da profissão de jornalista. Decreto n.º 83.284, de 13 de março de 1979 - dá nova regulamentação do Decreto-lei n.º 972, de 17 de outubro de 1969, que dispõe sobre o exercício da profissão de jornalista, em decorrência das alterações introduzidas 377 pela Lei nº 6.612 de 7 de dezembro de 1978. Obs: o art. 11 do Decreto nº 82.285/78 estabelece que as funções desempenhadas pelos jornalistas, como empregados, serão assim classificados: redator, noticiarista, repórter, repórter de setor, rádio repórter, arquivista - pesquisador, revisor, ilustrador, repórter fotográfico, repórter cinematográfico e diagramador.

Quanto ganha um repórter (exclusive rádio e televisão)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.01610% ganham atéR$ 4.656medianaR$ 9.81110% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 6.115

Entrada × quem já está

R$ 4.656 ao ser admitido · R$ 6.115 para quem tem vínculo ativo +31,3%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de repórter (exclusive rádio e televisão) foi de R$ 4.656 — metade das 321 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.016 e os 10% de maior, acima de R$ 9.811.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 6.115, ou seja, 31,3% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 46 meses.

Considerando a jornada média de 35.1 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 26,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 4.656
Por ano (12 salários)R$ 55.872
Por semanaR$ 1.072
Por hora (35.1h/sem)R$ 26,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 4.00348,3%
  • Mulheres — R$ 4.68851,7%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 6.20364%
  • Mulheres — R$ 5.97536%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste2.317
  • Sudeste5.050
  • Sul3.100
  • Centro-Oeste4.100

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 243 -65 R$ 5.725
DF 112 +25 R$ 7.650

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

858

Desligamentos

970

Saldo

-112

Rotatividade

21,8%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jan/26 (+23) saldo negativo · pior: dez/25 (-29)

Em 12 meses houve 858 admissões e 970 desligamentos de repórter (exclusive rádio e televisão), o que significa que o mercado formal fechou 112 postos de trabalho no período, com rotatividade de 21,8% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 42,3% foram a pedido do próprio trabalhador e 43,1% por dispensa sem justa causa, além de 11,5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador42,3%
  • Dispensa sem justa causa43,1%
  • Fim de contrato11,5%
  • Aposentadoria0,1%

Sobre 970 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial6,3%
  • Contrato intermitente0,9%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro3,8%
  • 1 a 4 empregados5,4%
  • 5 a 9 empregados4,1%
  • 10 a 19 empregados8,9%
  • 20 a 49 empregados14%
  • 50 a 99 empregados19,1%
  • 100 a 249 empregados20,9%
  • 250 a 499 empregados10,3%
  • 500 a 999 empregados7,9%
  • 1.000 ou mais empregados5,7%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata repórter (exclusive rádio e televisão)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de televisão aberta 6021700 · 34% das admissões 292 42.4h R$ 2.688 R$ 3.750 R$ 5.725 3% 2
Edição integrada à impressão de jornais diários 5822101 · 15,5% das admissões 133 42.5h R$ 3.722 R$ 4.647 R$ 6.586 3
Edição de jornais diários 5812301 · 13,9% das admissões 119 42.6h R$ 5.604 3
Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet 6319400 · 6,3% das admissões 54 43.4h R$ 2.500 1% 2
Edição de revistas 5813100 · 4% das admissões 34 41.7h R$ 7.123 3% 3
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 3% das admissões 26 3% 1
Atividades de rádio 6010100 · 3% das admissões 26 1% 2
Agências de notícias 6391700 · 2,8% das admissões 24 43.3h R$ 3.287 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como repórter (exclusive rádio e televisão)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 4.455 vínculos

Idade mediana

38 anos

Tempo de casa

46 meses

No setor público

1,3%

Em empresa do Simples

6,7%

Sexo

  • Homem64,4%
  • Mulher35,6%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada34,6h/sem
  • Pessoas com deficiência0,8%
  • Jornada parcial12,3%
  • Contrato intermitente0,4%
  • Em entidade sem fins lucrativos4,1%

Sobre os 4.455 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca62%
  • Parda29,6%
  • Preta7,5%
  • Amarela0,9%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo99,1%
  • Mestrado0,8%
  • Doutorado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,2%
  • 6º a 9º ano0,1%
  • Fundamental completo0,2%
  • Médio incompleto0,2%
  • Médio completo14,3%
  • Superior incompleto16,2%
  • Superior completo62,5%
  • Pós-graduação4,1%
  • Mestrado1,9%
  • Doutorado0,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,5%
  • 5 a 9 empregados3,8%
  • 10 a 19 empregados6%
  • 20 a 49 empregados12,9%
  • 50 a 99 empregados12,8%
  • 100 a 249 empregados21,7%
  • 250 a 499 empregados13,6%
  • 500 a 999 empregados9,1%
  • 1.000 ou mais empregados17,6%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de repórter (exclusive rádio e televisão)

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

11,4

CAT no período

39

Óbitos comunicados

1

Idade média no acidente

45 anos

Foram 39 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo repórter (exclusive rádio e televisão) nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 11,4 por mil vínculos ao ano — próxima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 53,8% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 41% de trajeto (no deslocamento) e 5,1% doenças ocupacionais.

No período foram comunicados 1 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Trajeto41%
  • Típico53,8%
  • Doença5,1%

Parte do corpo atingida

  • Partes múltiplas12,8%
  • Membros superiores, NIC10,3%
  • Joelho10,3%
  • Pé (exceto artelhos)7,7%
  • Dedo7,7%

Natureza da lesão

  • Lesões múltiplas15,4%
  • Fratura15,4%
  • Distensão, torção12,8%
  • Lesão imediata12,8%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)10,3%

Agente causador

  • Veículo rodoviário motorizado28,2%
  • Motocicleta, motoneta12,8%
  • Calçada ou caminho para pedestre - superfície utilizada para sustentar pessoas7,7%
  • Veículo, NIC7,7%
  • Superfície de sustentação, NIC - superfície utilizada para sustentar pessoas5,1%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S80.0 — Contusão do joelho 3 7,7% 1.225
M50 — Transtornos dos discos cervicais 2 5,1% 596
T07 — Traumatismos múltiplos não especificados 2 5,1% 1.358
T14.9 — Traumatismo não especificado 2 5,1% 796
M54.5 — Dor lombar baixa 2 5,1% 9.517
M25.5 — Dor articular 1 2,6% 1.605

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Atividades de televisão aberta) tem RAT 3% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 11,4 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

O exercício dessas ocupações requer formação em jornalismo.

Texto oficial do MTE para a família 2611.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Jornalismo 1,16× 44.335 5.873 30,4% 31,3%

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

No serviço público federal

Portal da Transparência · remuneração básica bruta · 6 competências

Cargo federal correspondente P25 Mediana P75 Jornada
Jornalista (carreira federal)3.709 contracheques · SIAPE R$ 12.094 R$ 13.834 R$ 15.466 25 HORAS SEMANAIS

A mediana no cargo federal (Jornalista (carreira federal)) é R$ 13.834 contra R$ 6.115 de quem atua na ocupação no mercado formal — uma diferença de +126,2%. Antes de concluir, compare a jornada: cargos da saúde no serviço público têm jornadas de 20, 24, 36 e 40 horas, e o valor por hora muda tudo.

Remuneração básica bruta mensal, sem gratificação natalina, férias ou eventuais. Usamos mediana e quartis porque a média é distorcida pelos cargos de topo sujeitos ao teto constitucional. O Portal da Transparência identifica o servidor por cargo/carreira definido em lei, não por CBO — a correspondência entre cargo e ocupação é curadoria nossa.

Qual especialização paga mais na família 2611

Todas as ocupações de profissionais do jornalismo, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2611-15 Diretor de redação R$ 6.013 R$ 7.288 901
2611-25 Jornalista R$ 4.116 R$ 6.551 10.494
2611-20 Editor R$ 3.010 R$ 6.508 7.758
2611-35 Repórter (exclusive rádio e televisão) (esta página) R$ 4.656 R$ 6.115 4.455
2611-30 Produtor de texto R$ 3.056 R$ 5.888 1.515
2611-10 Assessor de imprensa R$ 3.811 R$ 3.771 8.284
2611-05 Arquivista pesquisador (jornalismo) R$ 3.935 R$ 3.488 203
2611-40 Revisor de texto R$ 2.240 R$ 3.238 3.249

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2611-35.

A Informar ao público (9)
  • Elaborar notícias para divulgação
  • Informar com responsabilidade
  • Processar a informação
  • Zelar pela precisão e veracidade da informação
  • Priorizar a atualidade da notícia
  • Divulgar notícias com objetividade
  • Honrar o compromisso ético com o interesse público
  • Respeitar a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas
  • Adequar a linguagem ao veículo
B Iniciar o processo de informação (6)
  • Fazer reunião da pauta
  • Elaborar pauta
  • Recusar trabalho que fira a ética e a consciência profissional
  • Executar pauta
  • Orientar a produção
  • Assegurar o direito de resposta
C Coletar informação (7)
  • Definir fontes de informação
  • Buscar fontes de informação
  • Entrevistar fontes de informações
  • Selecionar dados
  • Confrontar dados, fatos e versões
  • Apurar informação
  • Pesquisar informações
D Registrar informação (6)
  • Redigir textos jornalísticos
  • Fotografar imagens jornalísticas
  • Gravar imagens jornalísticas
  • Gravar entrevistas jornalísticas
  • Revisar os registros da informação
  • Editar informação
E Qualificar a informação (8)
  • Questionar informações
  • Interpretar a informação
  • Hierarquizar a informação
  • Contextualizar fatos
  • Organizar matérias jornalísticas
  • Abastecer banco de dados, imagens e sons
  • Acessar banco de dados, imagens e sons
  • Avaliar o resultado do trabalho
F Atualizar as informações (10)
  • Ler jornal
  • Ler revista
  • Ouvir rádio
  • Ver televisão
  • Ler livros
  • Ampliar a capacitação profissional
  • Ler publicação especializada
  • Trocar informações
  • Participar de eventos profissionais
  • Navegar na internet
Y Comunicar-se (5)
  • Interagir verbalmente com seu meio
  • Utilizar os sistemas de comunicação interna
  • Comunicar-se através de meios eletrônicos
  • Analisar periodicamente o desempenho profissional
  • Interagir com a categoria profissional
Z Demonstrar competências pessoais (16)
  • Dominar a língua portuguesa
  • Manter-se bem informado
  • Possuir espírito de equipe
  • Manter postura ética
  • Admitir opiniões divergentes
  • Exercitar a criatividade
  • Possuir sensibilidade social
  • Cultivar a capacidade de observação
  • Cultivar a curiosidade
  • Exercer o senso crítico
  • Desenvolver capacidade de organização
  • Desenvolver capacidade de improvisação
  • Manter imparcialidade ao informar
  • Conhecer informática
  • Comunicar-se em outro idioma
  • Seguir o código de ética dos jornalistas

Sinônimos oficiais (5)

Repórter cinematográficoRepórter correspondenteRepórter de áreaRepórter de webRepórter especial

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2611-35 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um repórter (exclusive rádio e televisão)?

A mediana do salário de admissão é R$ 4.656 por mês, considerando as 321 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.016 (10% menores) a R$ 9.811 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 6.115 (RAIS 2024), 31.3% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando repórter (exclusive rádio e televisão)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 858 admissões contra 970 desligamentos, saldo de -112 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata repórter (exclusive rádio e televisão)?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de televisão aberta (CNAE 6021700), com 34% das admissões e mediana de R$ 3.750. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de repórter (exclusive rádio e televisão)?

2611-35 (família 2611 — Profissionais do jornalismo). A CBO reconhece também os títulos: Repórter cinematográfico, Repórter correspondente, Repórter de área, Repórter de web, Repórter especial — todos usam o mesmo código 2611-35. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser repórter (exclusive rádio e televisão)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2611: O exercício dessas ocupações requer formação em jornalismo. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Jornalismo, com 1,16 candidatos por vaga no presencial.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de repórter (exclusive rádio e televisão)?

A taxa é de 11,4 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é partes múltiplas (12,8% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S80.0 — contusão do joelho. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

Quanto ganha repórter (exclusive rádio e televisão) no serviço público federal?

No cargo federal correspondente (Jornalista (carreira federal)), a remuneração básica bruta mediana é R$ 13.834, com jornada predominante de 25 horas semanais — dados do Portal da Transparência (6 competências de 2026). Isso é 126.2% acima da mediana do setor privado na mesma ocupação. O valor não inclui gratificação natalina, férias nem eventuais.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2611-35?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2611-35 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2611-35 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (6021700), o RAT é 3%.

A profissão de repórter (exclusive rádio e televisão) é regulamentada?

As notas oficiais da CBO para a família 2611 registram: Norma regulamentadora: Decreto-lei n.º 972, de 17 de outubro de 1969. Dispõe sobre o exercício da profissão de jornalista. Decreto n.º 83.284, de 13 de março de 1979 - dá nova regulamentação do Decreto-lei n.º 972, de 17 de outubro de 1969, que dispõe sobre o exercício da profissão de jornalista, em decorrência das alterações introduzidas 377 pela Lei nº 6.612 de 7 de dezembro de 1978. Obs: o art. 11 do Decreto nº 82.285/78 estabelece que as funções desempenhadas pelos jornalistas, como empregados, serão assim classificados: redator, noticiarista, repórter, repórter de setor, rádio repórter…

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (13 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2611:

  • Comissão de Valores Imobiliários (Cvm)
  • Correio Braziliense
  • Cosmo Networks
  • Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj)
  • Jornal de Londrina
  • Rádio e Televisão Bandeirantes Ltda.
  • Senado Federal
  • TV Globo Ltda.
  • Universidade Estadual de Londrina
  • Universidade Federal do Amazonas
  • Wnp Comunicação Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Ministério do Trabalho e Emprego – MTE
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