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CBO 2002 Família 2544 R$ 4.106 na admissão -7 postos em 12 meses 56 atividades

CBO 2544-15 — Técnico de tributos estadual

O código 2544-15 identifica a ocupação técnico de tributos estadual na CBO 2002, dentro da família 2544 — Fiscais de tributos estaduais e municipais. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um técnico de tributos estadual

Fiscalizam o cumprimento da legislação tributária; constituem o crédito tributário mediante lançamento; controlam a arrecadação e promovem a cobrança de tributos, aplicando penalidades; analisam e tomam decisões sobre processos administrativo-fiscais; controlam a circulação de bens, mercadorias e serviços; atendem e orientam contribuintes e, ainda, planejam, coordenam e dirigem órgãos da administração tributária.

Descrição oficial da família 2544 — Fiscais de tributos estaduais e municipais, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham em secretarias de fazenda dos estados e municípios. Atuam de forma individual e, eventualmente, em equipe, sob supervisão permanente, em ambiente fechado, a céu aberto ou em veículos, em horários diurno, noturno e irregulares. Podem permanecer em posições desconfortáveis por longos períodos, estar expostos a materiais tóxicos, radiação e ruído intenso, bem como a insalubridade, periculosidade e risco de perder a vida, ocasionalmente. Tais condições podem conduzi-los a estresse. ESTA FAMÍLIA NÃO COMPREENDE 2541 - Auditores fiscais e técnicos da receita federal 2542 - Auditores fiscais da previdência social 2543 - Auditores fiscais do trabalho

Recursos de trabalho

Banco de dados; Documento de identificação funcional e legislação; Equipamentos de segurança; Equipamentos e recursos de informática; Instrumentos fotocopiadores; Material de consumo e formulários; Proteção policial; Sinalizador de trânsito; Telefone e fax; Veículo de transporte.

Quanto ganha um técnico de tributos estadual

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 3.10610% ganham atéR$ 4.106medianaR$ 10.00410% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 20.924

Entrada × quem já está

R$ 4.106 ao ser admitido · R$ 20.924 para quem tem vínculo ativo +409,6%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de técnico de tributos estadual foi de R$ 4.106 — metade das 47 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 3.106 e os 10% de maior, acima de R$ 10.004.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 20.924, ou seja, 409,6% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 375 meses.

Considerando a jornada média de 41.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 23,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 4.106
Por ano (12 salários)R$ 49.272
Por semanaR$ 945
Por hora (41.7h/sem)R$ 23,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 4.52538,3%
  • Mulheres — R$ 4.00461,7%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 20.90264,7%
  • Mulheres — R$ 21.17535,3%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste4.088

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

50

Desligamentos

57

Saldo

-7

Rotatividade

1,6%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jun/26 (+5) saldo negativo · pior: fev/26 (-5)

Em 12 meses houve 50 admissões e 57 desligamentos de técnico de tributos estadual, o que significa que o mercado formal fechou 7 postos de trabalho no período, com rotatividade de 1,6% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 47,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 31,6% por dispensa sem justa causa, além de 7% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador47,4%
  • Dispensa sem justa causa31,6%
  • Fim de contrato7%

Sobre 57 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial4%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro12%
  • 1 a 4 empregados2%
  • 5 a 9 empregados2%
  • 10 a 19 empregados20%
  • 50 a 99 empregados20%
  • 100 a 249 empregados18%
  • 250 a 499 empregados10%
  • 500 a 999 empregados6%
  • 1.000 ou mais empregados10%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata técnico de tributos estadual

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de contabilidade 6920601 · 56% das admissões 28 42.4h R$ 4.000 1% 1
Produção de laminados planos de aço ao carbono, revestidos ou não 2422901 · 8% das admissões 4 3% 4
Comércio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informática 4751201 · 4% das admissões 2 1
Administração pública em geral 8411600 · 4% das admissões 2 2% 1
Serviços advocatícios 6911701 · 4% das admissões 2 1% 1
Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros 7830200 · 4% das admissões 2 2% 1
Outros representantes comerciais e agentes do comércio especializado em produtos não especificados anteriormente 4618499 · 2% das admissões 1 2% 2
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 8599699 · 2% das admissões 1 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como técnico de tributos estadual

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 3.546 vínculos

Idade mediana

59 anos

Tempo de casa

375 meses

No setor público

94,9%

Em empresa do Simples

1,7%

Sexo

  • Homem64,7%
  • Mulher35,3%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada39,8h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%
  • Jornada parcial9,4%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,1%

Sobre os 3.546 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca52,5%
  • Parda41,4%
  • Preta5%
  • Amarela0,9%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto0,1%
  • 5º ano completo0,1%
  • 6º ao 9º ano0,9%
  • Fundamental completo1,3%
  • Médio incompleto1,2%
  • Médio completo23,5%
  • Superior incompleto4,7%
  • Superior completo67%
  • Mestrado1%
  • Doutorado0,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio completo16%
  • Superior incompleto22%
  • Superior completo44%
  • Pós-graduação14%
  • Mestrado4%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,1%
  • 5 a 9 empregados0,2%
  • 10 a 19 empregados0,5%
  • 20 a 49 empregados1,9%
  • 50 a 99 empregados0,7%
  • 100 a 249 empregados1,9%
  • 250 a 499 empregados1,5%
  • 500 a 999 empregados11,2%
  • 1.000 ou mais empregados82,1%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício das funções de fiscal de tributos estadual e municipal requer-se curso superior. Para o técnico em tributos requer-se escolaridade de nível médio. O acesso às funções ocorre por meio de concursos públicos diferenciados, para fiscais e técnicos, conforme legislação específica dos estados e municípios.

Texto oficial do MTE para a família 2544.

Qual especialização paga mais na família 2544

Todas as ocupações de fiscais de tributos estaduais e municipais, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2544-05 Fiscal de tributos estadual R$ 4.125 R$ 34.551 10.494
2544-15 Técnico de tributos estadual (esta página) R$ 4.106 R$ 20.924 3.546
2544-20 Técnico de tributos municipal R$ 2.988 R$ 6.556 1.818
2544-10 Fiscal de tributos municipal R$ 3.225 R$ 6.265 22.347

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2544-15.

A Fiscalizar o cumprimento da legislação tributária (6)
  • Examinar demonstrativos obrigatórios do contribuinte
  • Conciliar documentos fiscais
  • Revisar declarações espontâneas do contribuinte
  • Circularizar documentos
  • Acompanhar inventários falências e concordatas
  • Intimar contribuintes
B Constituir 0 crédito tributário (4)
  • Identificar a ocorrência do fato gerador
  • Determinar base de cálculo
  • Identificar alíquota aplicável
  • Verificar irregularidades
C Controlar a arrecadação de tributos (11)
  • Controlar recolhimento do contribuinte
  • Controlar regime especial de arrecadação
  • Atualizar débitos fiscais
  • Controlar parcelamento de débito
  • Inscrever crédito tributário na dívida ativa
  • Encaminhar débitos para cobrança judicial
  • Analisar consistência de documentos de arrecadação
  • Controlar desempenho da arrecadação
  • Montar relatórios de crédito tributário
  • Controlar certificado de crédito
  • Prever receita tributária para fins orçamentários
D Efetuar o controle de bens, mercadorias e serviços (2)
  • Conferir mercadorias
  • Efetuar conferência de manifestos, vistorias e buscas
E Analisar processos administrativo-fiscais (6)
  • Analisar pedidos de contribuintes inclusive benefícios fiscais
  • Elaborar pareceres
  • Parcelar dívidas de contribuinte
  • Encaminhar representação de ilícito tributário
  • Assessorar elaboração de normas
  • Compor juntas de julgamento
F Organizar o sistema de informações cadastrais (8)
  • Analisar pedidos de inscrição no cadastro fiscal
  • Enquadrar contribuinte na atividade econômica
  • Administrar sistema de informações tributárias
  • Operar sistema de informações tributárias
  • Verificar integridade das informações cadastrais
  • Bloquear contribuinte em situação irregular
  • Pesquisar valores de bens e serviços
  • Pesquisar valores de locação de imóveis
G Realizar diligências (2)
  • Coletar informações do contribuinte
  • Levantar estoque de mercadorias e bens
H Atender o contribuinte (7)
  • Orientar contribuinte no plantão fiscal
  • Autorizar confecção de documentos fiscais
  • Autorizar uso de livros fiscais
  • Calcular débitos fiscais
  • Eliminar pendência de regularidade fiscal
  • Recepcionar arquivos magnéticos de contribuinte
  • Emitir certidões de regularidade fiscal
Z Demonstrar competências pessoais (10)
  • Demonstrar perspicácia
  • Demonstrar discrição
  • Demonstrar capacidade de análise
  • Exercer autoridade
  • Demonstrar tirocínio
  • Demonstrar capacidade de decisão (ser resoluto)
  • Demonstrar imparcialidade
  • Demonstrar bom senso e equilíbrio
  • Manifestar raciocínio lógico
  • Demonstrar espírito de equipe

Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico de tributos estadual?

A mediana do salário de admissão é R$ 4.106 por mês, considerando as 47 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 3.106 (10% menores) a R$ 10.004 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 20.924 (RAIS 2024), 409.6% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando técnico de tributos estadual?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 50 admissões contra 57 desligamentos, saldo de -7 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata técnico de tributos estadual?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de contabilidade (CNAE 6920601), com 56% das admissões e mediana de R$ 4.000. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de técnico de tributos estadual?

2544-15 (família 2544 — Fiscais de tributos estaduais e municipais). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser técnico de tributos estadual?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2544: Para o exercício das funções de fiscal de tributos estadual e municipal requer-se curso superior. Para o técnico em tributos requer-se escolaridade de nível médio. O acesso às funções ocorre por meio de concursos públicos diferenciados, para fiscais e técnicos, conforme legislação específica dos estados e municípios.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2544-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2544-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2544-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (6920601), o RAT é 1%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (12 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2544:

  • Anfip- Assoc. Nac. dos Fisc. de Contrib. Prev.
  • Coordenação da Receita do Estado do Paraná
  • Governo do Distrito Federal
  • Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
  • Núcleo de Desenvolvimento Terapêutico Integrado/uniban
  • Prefeitura Municipal de Pardinho (SP)
  • Prefeitura Municipal de Porto Alegre
  • Prefeitura Municipal de São Paulo
  • Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda de São Paulo
  • Sindicato dos Funcionários da Secretaria da Fazenda de São Paulo (Sindfesp)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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