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CBO 2002 Família 2541 R$ 2.400 na admissão +3 postos em 12 meses 110 atividades

CBO 2541-10 — Técnico da receita federal

O código 2541-10 identifica a ocupação técnico da receita federal na CBO 2002, dentro da família 2541 — Auditores fiscais e técnicos da receita federal. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um técnico da receita federal

Fiscalizam o cumprimento das obrigações referentes aos tributos e contribuições administrados pela secretaria da receita federal; fiscalizam e controlam atividades de comércio exterior; julgam processos do contencioso administrativo-fiscal; elaboram atos administrativos; realizam estudos econômico-tributários; gerenciam o crédito tributário; coordenam os sistemas de informação e administram as unidades da receita federal.

Descrição oficial da família 2541 — Auditores fiscais e técnicos da receita federal, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham em órgãos da Secretaria da Receita Federal como estatutários. A realização do trabalho é individual e, eventualmente, em equipe. O grau de responsabilidade jurídica das atividades é diferenciado, conforme disciplina, legislação e regulamentos que regem as duas carreiras. Há atividades como realizar visita aduaneira e participar de diligências que são feitas pelos técnicos com a supervisão do auditor fiscal. Em várias atividades o técnico atua como auxiliar do auditor. Trabalham em ambientes fechados, a céu aberto e em veículos, em horários diurno, noturno e irregulares, sob supervisão. ESTA FAMÍLIA NÃO COMPREENDE 2544 - Fiscais de tributos estaduais e municipais.

Recursos de trabalho

Copiadora; scanner; Instalações; Legislação atualizada; Material bibliográfico atualizado; Material de consumo; Recursos audiovisuais; Recursos de informática; Telefone e rádios transmissores; Veículos de transporte.

Quanto ganha um técnico da receita federal

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.65010% ganham atéR$ 2.400medianaR$ 2.67510% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.606

Entrada × quem já está

R$ 2.400 ao ser admitido · R$ 3.606 para quem tem vínculo ativo +50,2%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de técnico da receita federal foi de R$ 2.400 — metade das 10 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.650 e os 10% de maior, acima de R$ 2.675.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.606, ou seja, 50,2% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 377 meses.

Considerando a jornada média de 44 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 13,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.400
Por ano (12 salários)R$ 28.800
Por semanaR$ 552
Por hora (44h/sem)R$ 13,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

10

Desligamentos

7

Saldo

+3

Rotatividade

13%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: dez/25 (+2) saldo negativo · pior: fev/26 (-2)

Em 12 meses houve 10 admissões e 7 desligamentos de técnico da receita federal, o que significa que o mercado formal abriu 3 postos de trabalho no período, com rotatividade de 13% sobre o estoque de vínculos.

Porte de quem contrata

  • 20 a 49 empregados10%
  • 50 a 99 empregados30%
  • 100 a 249 empregados20%
  • 250 a 499 empregados30%
  • 1.000 ou mais empregados10%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata técnico da receita federal

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Obras de urbanização - ruas, praças e calçadas 4213800 · 30% das admissões 3 3% 3
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional 4930202 · 20% das admissões 2 3% 3
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 10% das admissões 1 3% 1
Toalheiros 9601703 · 10% das admissões 1 3% 2
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 10% das admissões 1 2% 1
Instalação e manutenção elétrica 4321500 · 10% das admissões 1 3% 3
Atividades de limpeza não especificadas anteriormente 8129000 · 10% das admissões 1 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como técnico da receita federal

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 54 vínculos

Idade mediana

62 anos

Tempo de casa

377 meses

No setor público

55,6%

Em empresa do Simples

16,7%

Sexo

  • Mulher48,1%
  • Homem51,9%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada40,8h/sem

Sobre os 54 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca47,9%
  • Parda45,8%
  • Amarela6,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo100%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio completo70%
  • Superior incompleto10%
  • Superior completo20%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados7,4%
  • 5 a 9 empregados1,9%
  • 10 a 19 empregados1,9%
  • 20 a 49 empregados9,3%
  • 50 a 99 empregados1,9%
  • 100 a 249 empregados14,8%
  • 250 a 499 empregados5,6%
  • 500 a 999 empregados14,8%
  • 1.000 ou mais empregados42,6%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: construção

Informalidade no setor

64,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

47,7%

Rendimento formal × informal

R$ 3.960 × R$ 2.195

No setor de construção — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 64,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se curso superior e aprovação em concurso público diferenciado para cada uma das carreiras.

Texto oficial do MTE para a família 2541.

Qual especialização paga mais na família 2541

Todas as ocupações de auditores fiscais e técnicos da receita federal, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2541-05 Auditor-fiscal da receita federal R$ 38.254 15.957
2541-10 Técnico da receita federal (esta página) R$ 2.400 R$ 3.606 54

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2541-10.

A Fiscalizar obrigações tributárias federais e operações de comércio exterior (8)
  • Coletar informações e dados
  • Analisar informações e dados
  • Participar de investigação de indícios de fraude
  • Auxiliar na revisão de declaração de imposto de renda
  • Periciar selos de controle
  • Participar de diligência de fiscalização
  • Promover representação para fins penais
  • Conferir documentação e formalidades administrativas
B Controlar atividades de comércio exterior (14)
  • Controlar fluxos de mercadorias, serviços, veículos e pessoas com o exterior
  • Exercer vigilância aduaneira
  • Realizar visita aduaneira
  • Realizar buscas em veículos
  • Controlar recintos e áreas alfandegados
  • Efetuar vistoria aduaneira
  • Conceder regimes aduaneiros especiais e atípicos
  • Conferir manifesto de carga
  • Controlar bagagens
  • Controlar regimes aduaneiros
  • Realizar busca de documentos
  • Realizar leilão de mercadorias apreendidas
  • Acompanhar a evolução de preços internacionais
  • Controlar atividades de intermediários dos serviços aduaneiros
C Apreciar processos administrativos e administrativo- fiscais (4)
  • Analisar a procedência do pleito do contribuinte
  • Requerer diligências
  • Cientificar contribuinte do ato administrativo
  • Lavrar termo de revelia
D Administrar unidades da receita federal (14)
  • Definir estratégias, objetivos e metas
  • Planejar estratégias de tributação, fiscalização, controle aduaneiro e arrecadação
  • Avaliar desempenho organizacional
  • Administrar recursos humanos
  • Capacitar recursos humanos
  • Avaliar desempenho individual
  • Administrar recursos materiais
  • Promover interação entre unidades
  • Articular-se com órgãos externos
  • Atender a demandas externas
  • Prestar informações a órgãos públicos
  • Coordenar equipes
  • Produzir relatórios de gestão
  • Prestar informação em processos judiciais
E Elaborar atos administrativos (10)
  • Elaborar proposta de legislação tributária
  • Elaborar instruções normativas
  • Elaborar portarias
  • Elaborar atos declaratórios
  • Elaborar pareceres normativos
  • Elaborar normas de execução
  • Elaborar pareceres
  • Elaborar notas técnicas
  • Elaborar minuta de decisão
  • Dar publicidade ao ato normativo
F Realizar estudos econômico-tributários (6)
  • Elaborar estudos de impactos da legislação sobre a arrecadação
  • Avaliar a distribuição da carga tributária
  • Subsidiar governo e sociedade com estudos tributários
  • Analisar a arrecadação
  • Realizar estudos comparativos de legislações e administrações tributárias
  • Acompanhar estatísticas econômico-tributárias e de comércio exterior
G Gerenciar o crédito tributário (15)
  • Controlar declarações de débito do contribuinte
  • Cruzar dados de arrecadação
  • Cobrar crédito tributário
  • Propor medida cautelar fiscal
  • Encaminhar débitos não pagos à Procuradoria da Fazenda Nacional (PFN)
  • Emitir certidões negativas
  • Auditar o repasse da rede arrecadadora
  • Credenciar instituições financeiras na rede arrecadadora
  • Descredenciar instituições financeiras da rede arrecadadora
  • Certificar recolhimentos dos contribuintes
  • Retificar documento de arrecadação da receita federal (Darf)
  • Apreciar pedidos de parcelamento de débito
  • Efetuar compensação de tributos
  • Promover restituição de tributos
  • Notificar o contribuinte
H Coordenar sistemas de informação (14)
  • Definir tecnologia de tratamento de informação
  • Introduzir tecnologias de informática
  • Desenvolver sistemas informatizados
  • Administrar sistemas eletrônicos
  • Definir parâmetros dos sistemas
  • Gerir desenvolvimento de sistemas
  • Desenvolver banco de dados
  • Gerenciar banco de dados
  • Gerenciar ambiente de rede
  • Gerir segurança da informação
  • Definir perfil de acesso ao sistema
  • Organizar sistemas de cadastro
  • Controlar dados cadastrais
  • Atualizar sistemas de cadastros
I Promover a correição institucional (9)
  • Elaborar normas sobre procedimentos disciplinares
  • Promover ações preventivas relativas à etica e à disciplina funcionais
  • Investigar denúncias e representações sobre irregularidades funcionais
  • Realizar auditorias de processos administrativos
  • Realizar auditoria interna procedimental nas unidades
  • Participar de comissões de sindicância e inquérito
  • Constituir comissões de sindicância e inquérito
  • Propor aplicação de penalidade
  • Aplicar penalidades de advertência e suspensão até 30 dias
J Atender o contribuinte (7)
  • Orientar o contribuinte
  • Ministrar treinamentos
  • Promover educação tributária
  • Receber denúncias
  • Relacionar-se com a mídia
  • Distribuir material institucional
  • Calcular débitos fiscais
Z Demonstrar competências pessoais (9)
  • Demonstrar espírito de investigação
  • Demonstrar perspicácia
  • Demostrar integridade moral
  • Dominar legislação tributária
  • Demonstrar imparcialidade
  • Contornar situações adversas
  • Agir com cautela
  • Guardar sigilo fiscal
  • Demonstrar espírito de equipe

Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico da receita federal?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.400 por mês, considerando as 10 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.650 (10% menores) a R$ 2.675 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.606 (RAIS 2024), 50.2% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando técnico da receita federal?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 10 admissões contra 7 desligamentos, saldo de +3 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata técnico da receita federal?

A atividade econômica que mais contratou foi Obras de urbanização - ruas, praças e calçadas (CNAE 4213800), com 30% das admissões. A lista completa dos 7 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de técnico da receita federal?

2541-10 (família 2541 — Auditores fiscais e técnicos da receita federal). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser técnico da receita federal?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2541: Para o exercício dessas ocupações requer-se curso superior e aprovação em concurso público diferenciado para cada uma das carreiras.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (construção), 64,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2541-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2541-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2541-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4213800), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (18 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2541:

  • Inspetoria da Receita Federal em Porto Alegre
  • Instituto Benjamim Constant
  • Lamara - Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual
  • Núcleo de Desenvolvimento Terapêutico Integrado/uniban
  • Secretaria da Receita Federal - Alfândega de Florianópolis
  • Sindicato Nacional dos Auditores-fiscais da Receita Federal (Unafisco)
  • Unicid - Universidade Cidade de São Paulo
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • GLOSSÁRIO
  • Circularizar operações: confrontar informações entre contribuintes.
  • Despacho aduaneiro: proceder ao exame documental.
  • Manifesto de carga: conjunto de declarações de carga, feita pelo transportador, com base na documentação de compra e venda no mercado interno ou externo.
  • Padronizar papéis de trabalho: adotar formulários-padrão.
  • Recorrer de ofício: submeter às instâncias superiores as decisões de desoneração do contribuinte, feitas pelo delegado da Receita Federal.
  • Selos de controle: selos fornecidos pela Receita Federal para controle de algumas mer- cadorias como cigarros e bebidas.
  • Zona primária: porto, aeroporto.
  • Zona secundária: território (exceto porto e aeroporto).
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