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CBO 2002 Família 2035 R$ 4.813 na admissão -16 postos em 12 meses 67 atividades

CBO 2035-20 — Pesquisador em história

O código 2035-20 identifica a ocupação pesquisador em história na CBO 2002, dentro da família 2035 — Pesquisadores das ciências sociais e humanas. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um pesquisador em história

Formulam objeto de estudo e pesquisa sobre relações humanas e sociais nas áreas das ciências sociais e humanas. Realizam procedimentos para coleta, tratamento, análise de dados e informações e disseminam resultados de pesquisa. Planejam e coordenam atividades de pesquisa. Podem dar aulas.

Descrição oficial da família 2035 — Pesquisadores das ciências sociais e humanas, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em uma grande gama de atividades econômicas, dentre as quais os serviços sociais e de saúde, a administração pública, as atividades recreativas, esportivas e culturais, a pesquisa e desenvolvimento, o ensino. Costumam trabalhar em fundações, instituições de pesquisa, universidades e organizações não-governamentais (ONGs), empresas ou instituições federais, estaduais e municipais de planejamento e estatística, como assalariados registrados, estatutários e também como autônomos, prestando serviços. Desenvolvem suas atividades individualmente e em equipes compostas por profissionais com formação em diversas áreas do conhecimento. ESTA FAMÍLIA NÃO COMPREENDE 2343 - Professores de arquitetura e urbanismo, engenharia, geofísica e geologia do ensino superior. 2345 - Professores na área de formação pedagógica do ensino superior 2347 - Professores de ciências humanas do ensino superior. 2348 - Professores de ciências econômicas, administrativas e contábeis do ensino superior.

Recursos de trabalho

CD-ROM com arquivos de informações; Computador; Documentos; Gravador; Inter-net; Legislações; Livros e periódicos; Material de expediente; Móveis e utensílios; Programas de computador.

Notas oficiais da CBO

No mercado de trabalho é comum ocorrerem casos de profissionais que exercem concomitantemente, funções de pesquisador e professor universitário. Para a codificação desses casos considerar as atividades principais.

Quanto ganha um pesquisador em história

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.83110% ganham atéR$ 4.813medianaR$ 6.86310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 6.984

Entrada × quem já está

R$ 4.813 ao ser admitido · R$ 6.984 para quem tem vínculo ativo +45,1%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de pesquisador em história foi de R$ 4.813 — metade das 45 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.831 e os 10% de maior, acima de R$ 6.863.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 6.984, ou seja, 45,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 114 meses.

Considerando a jornada média de 42 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 24,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 4.813
Por ano (12 salários)R$ 57.756
Por semanaR$ 1.108
Por hora (42h/sem)R$ 24,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 4.82531,1%
  • Mulheres — R$ 4.63868,9%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 7.11348,5%
  • Mulheres — R$ 6.85851,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

50

Desligamentos

66

Saldo

-16

Rotatividade

8,8%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+3) saldo negativo · pior: ago/25 (-4)

Em 12 meses houve 50 admissões e 66 desligamentos de pesquisador em história, o que significa que o mercado formal fechou 16 postos de trabalho no período, com rotatividade de 8,8% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 27,3% foram a pedido do próprio trabalhador e 66,7% por dispensa sem justa causa, além de 4,5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador27,3%
  • Dispensa sem justa causa66,7%
  • Fim de contrato4,5%

Sobre 66 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial2%
  • Contrato intermitente2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro4%
  • 1 a 4 empregados4%
  • 5 a 9 empregados2%
  • 10 a 19 empregados16%
  • 20 a 49 empregados20%
  • 50 a 99 empregados10%
  • 100 a 249 empregados8%
  • 500 a 999 empregados6%
  • 1.000 ou mais empregados30%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata pesquisador em história

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Seleção e agenciamento de mão de obra 7810800 · 26% das admissões 13 44h R$ 5.783 3% 1
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 10% das admissões 5 2% 1
Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo não especificados anteriormente 8219999 · 8% das admissões 4 3% 2
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 8% das admissões 4 2% 1
Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas 8230001 · 6% das admissões 3 3% 2
Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica 7020400 · 6% das admissões 3 2% 1
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 4% das admissões 2 3% 1
Atividades de organizações associativas ligadas à cultura e à arte 9493600 · 4% das admissões 2 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como pesquisador em história

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 747 vínculos

Idade mediana

44 anos

Tempo de casa

114 meses

No setor público

76,4%

Em empresa do Simples

1,3%

Sexo

  • Mulher50,3%
  • Homem49,7%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada39,6h/sem
  • Pessoas com deficiência2,4%
  • Jornada parcial0,5%
  • Contrato intermitente0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos15,9%

Sobre os 747 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca56,2%
  • Parda33,3%
  • Preta9,8%
  • Amarela0,6%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo82,3%
  • Mestrado12,6%
  • Doutorado5,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio completo8%
  • Superior incompleto8%
  • Superior completo62%
  • Pós-graduação14%
  • Mestrado8%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,4%
  • 5 a 9 empregados2,1%
  • 10 a 19 empregados2,8%
  • 20 a 49 empregados4,8%
  • 50 a 99 empregados2%
  • 100 a 249 empregados5,5%
  • 250 a 499 empregados2,7%
  • 500 a 999 empregados3,9%
  • 1.000 ou mais empregados73,8%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

As ocupações requerem, para o seu exercício, no mínimo o curso universitário completo e mestrado ou cursos de especialização nas áreas de conhecimento abrangidas nesta família, quais sejam: filosofia, história, psicologia, teologia, sociologia, antropologia, arqueologia, ciências políticas, educação, economia, administração, arquitetura e urbanismo, ciências da informação, comunicação, demografia, direito, museologia, planejamento urbano e regional, serviço social e turismo. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, no caso de pesquisadores vinculados à área pública. De uma forma geral, considera-se que os titulares das ocupações devam ter desenvolvido suas atividades durante, pelo menos, três a quatro anos, sob supervisão de outros pesquisadores.

Texto oficial do MTE para a família 2035.

Qual especialização paga mais na família 2035

Todas as ocupações de pesquisadores das ciências sociais e humanas, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2035-10 Pesquisador em economia R$ 11.263 R$ 29.847 392
2035-05 Pesquisador em ciências sociais e humanas R$ 5.338 R$ 9.588 1.732
2035-15 Pesquisador em ciências da educação R$ 5.525 R$ 8.688 458
2035-20 Pesquisador em história (esta página) R$ 4.813 R$ 6.984 747
2035-25 Pesquisador em psicologia R$ 3.525 R$ 5.577 296

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2035-20.

A Formular objeto de estudo e pesquisa sobre relações humanas e sociais (8)
  • Revisar bibliografia
  • Formular problemática de pesquisa
  • Justificar relevância da pesquisa
  • Especificar objetivos de pesquisa
  • Especificar referencial teórico
  • Formular hipóteses
  • Especificar metodologia de pesquisa
  • Especificar resultados esperados de pesquisa
B Proceder ao tratamento, análise de dados e informações de pesquisa em ciências humanas e sociais (10)
  • Realizar procedimentos de crítica e validação de dados coletados
  • Selecionar dados e informações
  • Classificar dados e informações
  • Organizar dados e informações
  • Organizar acervos
  • Analisar dados e informações de fontes primárias e secundárias
  • Cotejar hipóteses e resultados de pesquisa
  • Desenvolver métodos e procedimentos de pesquisa
  • Analisar impactos da pesquisa para sociedade
  • Formular teorias
C Coletar dados e informações de ciências humanas e sociais (13)
  • Determinar procedimentos para obtenção de dados primários
  • Elaborar instrumentos para obtenção de dados primários
  • Elaborar questionários e roteiros
  • Pré-testar instrumentos e procedimentos para obtenção de dados primários
  • Definir amostra
  • Coletar informações de fontes secundárias
  • Coletar dados e informações de fontes primárias
  • Dirigir dinâmicas de grupo
  • Realizar entrevistas
  • Coletar depoimentos
  • Realizar observação participante
  • Supervisionar trabalho de campo
  • Sistematizar dados e informações
D Disseminar resultados de pesquisa (10)
  • Elaborar instrumento de acesso a acervo
  • Elaborar relatórios de pesquisa
  • Elaborar trabalhos científicos
  • Elaborar boletim informativo
  • Apresentar resultados de pesquisa em meios de comunicação
  • Apresentar resultados de pesquisa em encontros e seminários
  • Fornecer subsídios para formulação de políticas públicas
  • Restituir resultados aos sujeitos pesquisados
  • Participar de grupos de estudos e discussão
  • Emitir parecer sobre trabalhos científiicos
E Planejar atividades de pesquisa sobre relações humanas e sociais (11)
  • Definir metas de pesquisa
  • Definir atividades de trabalho
  • Identificar aspectos éticos e legais para viabilização da pesquisa
  • Definir recursos humanos e materiais
  • Definir cronograma físico e financeiro
  • Orçar custos de pesquisa
  • Identificar fontes de financiamento de pesquisa
  • Formatar projeto de pesquisa
  • Captar recursos financeiros
  • Planejar avaliação de andamento da pesquisa
  • Definir forma de divulgação de resultado de pesquisa
F Coordenar atividades de pesquisa (6)
  • Compatibilizar necessidades materiais aos recursos financeiros
  • Selecionar equipe de trabalho
  • Solicitar compra de materiais, contratação de pessoal e de serviços
  • Treinar equipe de trabalho
  • Supervisionar cumprimento de atividades de pesquisa
  • Avaliar andamento de pesquisas
Z Demonstrar competências pessoais (9)
  • Demonstrar criatividade
  • Demonstrar capacidade de reflexão
  • Desenvolver capacidade de análise crítica
  • Demonstrar alteridade
  • Evidenciar sensibilidade social
  • Trabalhar em equipe
  • Desenvolver expressão escrita
  • Desenvolver expressão oral
  • Promover interdisciplinaridade

Sinônimos oficiais (1)

Historiador

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2035-20 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um pesquisador em história?

A mediana do salário de admissão é R$ 4.813 por mês, considerando as 45 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.831 (10% menores) a R$ 6.863 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 6.984 (RAIS 2024), 45.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando pesquisador em história?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 50 admissões contra 66 desligamentos, saldo de -16 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata pesquisador em história?

A atividade econômica que mais contratou foi Seleção e agenciamento de mão de obra (CNAE 7810800), com 26% das admissões e mediana de R$ 5.783. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de pesquisador em história?

2035-20 (família 2035 — Pesquisadores das ciências sociais e humanas). A CBO reconhece também os títulos: Historiador — todos usam o mesmo código 2035-20. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser pesquisador em história?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2035: As ocupações requerem, para o seu exercício, no mínimo o curso universitário completo e mestrado ou cursos de especialização nas áreas de conhecimento abrangidas nesta família, quais sejam: filosofia, história, psicologia, teologia, sociologia, antropologia, arqueologia, ciências políticas, educação, economia, administração, arquitetura e urbanismo, ciências da informação, comunicação, demografia, direito, museologia, planejamento urbano e regional, serviço social e turismo. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, no caso de pesquisadores vinculados à área pública. De uma forma geral, considera-se que os titulares das ocupações devam ter desenvolvido suas atividades durante, pelo menos, três a quatro anos, sob supervisão de outros pesquisadores.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2035-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2035-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2035-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7810800), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (13 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2035:

  • Arquivo Público Mineiro
  • Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar)
  • Centro de Memória do Sistema Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg)
  • Fundação João Pinheiro
  • Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
  • Instituto de Pesquisas Econômicas Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead-face UFMG)
  • Instituto Félix Guattari
  • Lúmen Instituto de Pesquisa da Fundação Mariana Resende Costa (Fumarc)
  • PUC Minas
  • Museu de História Natural da UFMG
  • Museu Histórico Abílio Barreto
  • Instituição Conveniada Responsável
  • 168 Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar - Fundep - UFMG
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