CBO 9913-10 — Montador de veículos (reparação)
O código 9913-10 identifica a ocupação montador de veículos (reparação) na CBO 2002, dentro da família 9913 — Reparadores de carrocerias de veículos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha14 seções
O que faz um montador de veículos (reparação)
Analisam o veículo a ser reparado, realizam o desmonte e providenciam materiais, equipamentos, ferramentas e condições necessárias para o serviço. Preparam a lataria do veículo e as peças para os serviços de lanternagem e pintura. Confeccionam peças simples para pequenos reparos. Pintam e montam o veículo. Trabalham seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente.
Descrição oficial da família 9913 — Reparadores de carrocerias de veículos, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Atuam no segmento de vendas, manutenção e reparação de veículos automotores como empregados com carteira assinada. O montador de veículos atua individualmente; o funileiro e o pintor de veículos, em equipe. Todos trabalham sob supervisão permanente. O trabalho é presencial, realizado durante o dia, em ambiente fechado ou a céu aberto. Em sua rotina de trabalho, o pintor de veículos (reparação) fica exposto a materiais tóxicos e o montador de veículos, a radiação e ruído intenso.
Recursos de trabalho
Arrebitadeiras; Compressor; Cyborggs; Hookit; Lixadeira; Macaco hidráulico (jacaré); Máquinas de solda; Morsa; Pistolas; Prensa.
Quanto ganha um montador de veículos (reparação)
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.388
Entrada × quem já está
R$ 2.032 ao ser admitido · R$ 2.388 para quem tem vínculo ativo +17,5%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de montador de veículos (reparação) foi de R$ 2.032 — metade das 3.880 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.605 e os 10% de maior, acima de R$ 3.208.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.388, ou seja, 17,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 28 meses.
Considerando a jornada média de 43.1 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 2.032 |
| Por ano (12 salários) | R$ 24.384 |
| Por semana | R$ 468 |
| Por hora (43.1h/sem) | R$ 11,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
| UF | Admissões | Saldo | P25 | Mediana | P75 |
|---|---|---|---|---|---|
| SP | 1.148 | +74 | — | R$ 2.304 | — |
| PR | 423 | +0 | — | R$ 2.170 | — |
| MG | 408 | -69 | — | R$ 1.881 | — |
| BA | 284 | +118 | — | R$ 1.692 | — |
| RS | 275 | +18 | — | R$ 2.108 | — |
| SC | 232 | -5 | — | R$ 2.346 | — |
| GO | 224 | -7 | — | R$ 1.855 | — |
| RJ | 157 | +1 | — | R$ 2.063 | — |
| MT | 116 | -18 | — | R$ 1.917 | — |
| PE | 113 | +0 | — | R$ 1.788 | — |
UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
4.098
Desligamentos
3.981
Saldo
+117
Rotatividade
43%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 4.098 admissões e 3.981 desligamentos de montador de veículos (reparação), o que significa que o mercado formal abriu 117 postos de trabalho no período, com rotatividade de 43% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 32% foram a pedido do próprio trabalhador e 56,6% por dispensa sem justa causa, além de 8,2% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 3.981 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata montador de veículos (reparação)
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como montador de veículos (reparação)
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 9.257 vínculos
Idade mediana
37 anos
Tempo de casa
28 meses
No setor público
0,4%
Em empresa do Simples
65,8%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada43,8h/sem
- Pessoas com deficiência0,5%
- Jornada parcial0,2%
- Contrato intermitente0,2%
- Em entidade sem fins lucrativos0,2%
Sobre os 9.257 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Riscos ocupacionais de montador de veículos (reparação)
Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências
Taxa por mil/ano
15,7
CAT no período
122
Idade média no acidente
35 anos
Foram 122 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo montador de veículos (reparação) nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 15,7 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.
Do total, 59% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 37,7% de trajeto (no deslocamento) e 3,3% doenças ocupacionais.
Tipo de acidente
Parte do corpo atingida
Natureza da lesão
Agente causador
Diagnósticos mais frequentes (CID-10)
Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país
| CID-10 | Casos | % | Afastamentos no Brasil |
|---|---|---|---|
| S61 — Ferimento do punho e da mão | 9 | 7,4% | 3.531 |
| S62.6 — Fratura de outros dedos | 5 | 4,1% | 24.580 |
| S42.0 — Fratura da clavícula | 4 | 3,3% | 11.388 |
| S01 — Ferimento da cabeça | 3 | 2,5% | 69 |
| S62 — Fratura ao nível do punho e da mão | 3 | 2,5% | 24.580 |
| M79.6 — Dor em membro | 3 | 2,5% | 517 |
Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.
Risco de tabela × risco observado
A atividade que mais contrata essa ocupação (Comércio a varejo de peças e acessórios novos para veículos automotores) tem RAT 2% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 15,7 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.
Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: comércio e reparação de veículos
Informalidade no setor
33,3%
Média nacional
37,5%
Conta própria
24,1%
Rendimento formal × informal
R$ 3.373 × R$ 1.988
No setor de comércio e reparação de veículos — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 33,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio completo e curso básico de qualificação profissional em torno de duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 9913.
Qual especialização paga mais na família 9913
Todas as ocupações de reparadores de carrocerias de veículos, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 9913-05 | Funileiro de veículos (reparação) | R$ 2.272 | R$ 3.010 | 19.619 |
| 9913-15 | Pintor de veículos (reparação) | R$ 2.273 | R$ 2.723 | 14.720 |
| 9913-10 | Montador de veículos (reparação) (esta página) | R$ 2.032 | R$ 2.388 | 9.257 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 9913-10.
B Providenciar materiais, equipamentos, ferramentas e condições necessárias para o serviço (5)
- •Selecionar o equipamento de segurança adequado para cada atividade
- •Escolher equipamentos e ferramentas adequadas para cada tarefa
- •Abastecer a pistola com o produto (tinta, primmer, vedadores, calafetadores)
- •Limpar a pistola após utilização
- •Verificar a lubrificação de equipamentos e máquinas pneumáticas (vazamento e gotejamento)
C Desmontar o carro (6)
- •Providenciar local para estoque das peças desmontadas
- •Identificar o espaço a ser trabalhado
- •Selecionar peças desmontadas
- •Sinalizar peças desmontadas
- •Observar retirada das peças para o serviço de montagem
- •Listar as peças danificadas no desmonte
D Preparar a lataria do carro (2)
- •Conferir tipo e modelo das peças a serem utilizadas
- •Retirar peças alinhadas para a pintura
H Montar o carro (4)
- •Ordenar as peças a serem montadas
- •Trocar as peças danificadas
- •Examinar cada etapa da montagem
- •Revisar todo o trabalho da montagem
Z Demonstrar competências pessoais (8)
- •Demonstrar paciência
- •Demonstrar senso de organizaçãp
- •Demonstrar criatividade
- •Demonstrar habilidade manual
- •Cuidar da higiene pessoal
- •Demonstrar sensibilidade
- •Demonstrar autodisciplina
- •Manter-se concentrado no trabalho
Sinônimos oficiais (3)
Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 9913-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um montador de veículos (reparação)?
A mediana do salário de admissão é R$ 2.032 por mês, considerando as 3.880 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.605 (10% menores) a R$ 3.208 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.388 (RAIS 2024), 17.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando montador de veículos (reparação)?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 4.098 admissões contra 3.981 desligamentos, saldo de +117 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata montador de veículos (reparação)?
A atividade econômica que mais contratou foi Comércio a varejo de peças e acessórios novos para veículos automotores (CNAE 4530703), com 20,6% das admissões e mediana de R$ 2.035. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de montador de veículos (reparação)?
9913-10 (família 9913 — Reparadores de carrocerias de veículos). A CBO reconhece também os títulos: Cabineiro de veículos, Capoteiro, Tapeceiro de veículos — todos usam o mesmo código 9913-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser montador de veículos (reparação)?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 9913: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio completo e curso básico de qualificação profissional em torno de duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Quais são os riscos e acidentes mais comuns de montador de veículos (reparação)?
A taxa é de 15,7 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (21,3% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61 — ferimento do punho e da mão. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (comércio e reparação de veículos), 33,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 9913-10?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 9913-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 9913-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4530703), o RAT é 2%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → CAT — Comunicação de Acidente de Trabalho (INSS)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (12 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 9913:
- •Auto Pintura Cristal
- •Autobras S.A.
- •Central de Pintura e Funilaria Automotiva - Cepaut
- •Cpf - Serviços Automotivos Ltda.
- •Espacial Veiculos S.A.
- •Gutto Peças e Acessorios
- •Orla Sul Automóveis Ltda.
- •Pit Stop Serviços Ltda.
- •Real Autopeças S.A.
- •Tecnocar Prestação de Serviços Ltda.
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai