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CBO 2002 Família 9541 R$ 2.900 na admissão +398 postos em 12 meses 52 atividades

CBO 9541-05 — Eletromecânico de manutenção de elevadores

O código 9541-05 identifica a ocupação eletromecânico de manutenção de elevadores na CBO 2002, dentro da família 9541 — Instaladores e mantenedores eletromecânicos de elevadores, escadas e portas automáticas. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um eletromecânico de manutenção de elevadores

Instalam elevadores, escadas rolantes, portas e portões automáticos, organizando a execução de serviços e preparando locais para instalação dos equipamentos. Realizam manutenção preventiva e corretiva em sistemas e equipamentos. Redigem documentos técnicos, orçamentos, relatórios de serviços diários, solicitação de materiais e outros e trabalham seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente.

Descrição oficial da família 9541 — Instaladores e mantenedores eletromecânicos de elevadores, escadas e portas automáticas, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam predominantemente na construção civil como empregados com carteira assinada. Podem também trabalhar como autônomos. Trabalham de forma individual, sob supervisão ocasional, em ambientes fechados ou a céu aberto, no sistema de rodízio de turnos. No desenvolvimento de algumas atividades podem permanecer em posições desconfortáveis durante longos períodos e expostos à ação de altas temperaturas.

Recursos de trabalho

Amperímetro; Ferro de soldar; Furadeira; Kit de alicates; Kit de broca de vídia e aço rápido; Kit de chaves; Lixadeira; Máquina de soldar; Multímetro; Serra de tico-tico.

Quanto ganha um eletromecânico de manutenção de elevadores

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.81610% ganham atéR$ 2.900medianaR$ 4.30910% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.161

Entrada × quem já está

R$ 2.900 ao ser admitido · R$ 4.161 para quem tem vínculo ativo +43,5%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de eletromecânico de manutenção de elevadores foi de R$ 2.900 — metade das 2.464 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.816 e os 10% de maior, acima de R$ 4.309.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.161, ou seja, 43,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 34 meses.

Considerando a jornada média de 43.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 15,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.900
Por ano (12 salários)R$ 34.800
Por semanaR$ 667
Por hora (43.8h/sem)R$ 15,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.90697,7%
  • Mulheres — R$ 2.5082,3%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.19198%
  • Mulheres — R$ 3.0812%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte3.014
  • Nordeste2.514
  • Sudeste2.975
  • Sul3.080
  • Centro-Oeste2.514

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 1.031 +190 R$ 3.039
RJ 370 +48 R$ 2.868
MG 183 +19 R$ 2.820
SC 163 +39 R$ 3.375
RS 160 +43 R$ 3.050
PR 108 +4 R$ 2.979
DF 80 +27 R$ 2.525
PE 75 +11 R$ 2.090
GO 56 +1 R$ 2.229
BA 49 +6 R$ 2.650

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

2.494

Desligamentos

2.096

Saldo

+398

Rotatividade

31,3%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+79) saldo negativo · pior: jan/26 (-53)

Em 12 meses houve 2.494 admissões e 2.096 desligamentos de eletromecânico de manutenção de elevadores, o que significa que o mercado formal abriu 398 postos de trabalho no período, com rotatividade de 31,3% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 41,9% foram a pedido do próprio trabalhador e 45,9% por dispensa sem justa causa, além de 5,9% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador41,9%
  • Dispensa sem justa causa45,9%
  • Fim de contrato5,9%

Sobre 2.096 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0,2% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro7,1%
  • 1 a 4 empregados13%
  • 5 a 9 empregados13%
  • 10 a 19 empregados17,9%
  • 20 a 49 empregados17,3%
  • 50 a 99 empregados12,1%
  • 100 a 249 empregados14,6%
  • 250 a 499 empregados3,4%
  • 500 a 999 empregados0,3%
  • 1.000 ou mais empregados1,4%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata eletromecânico de manutenção de elevadores

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Instalação, manutenção e reparação de elevadores, escadas e esteiras rolantes 4329103 · 76,8% das admissões 1.915 43.9h R$ 2.193 R$ 2.931 R$ 3.573 2% 3
Comércio atacadista de outras máquinas e equipamentos não especificados anteriormente; partes e peças 4669999 · 3,8% das admissões 94 43.7h R$ 2.090 R$ 3.000 R$ 3.589 2% 3
Manutenção e reparação de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas 3314708 · 3,4% das admissões 85 43.4h R$ 2.445 R$ 2.755 R$ 3.138 3% 3
Instalação e manutenção elétrica 4321500 · 2,5% das admissões 62 44.1h R$ 2.775 R$ 3.100 R$ 3.625 3% 3
Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de pessoas, peças e acessórios 2822401 · 2,4% das admissões 60 44h R$ 2.033 R$ 2.400 R$ 3.380 3% 3
Comércio varejista de outros produtos não especificados anteriormente 4789099 · 1,8% das admissões 45 43.8h R$ 1.781 R$ 2.188 R$ 2.975 2% 1
Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas, peças e acessórios 2822402 · 1% das admissões 25 44h R$ 2.875 3% 3
Serviços especializados para construção não especificados anteriormente 4399199 · 0,7% das admissões 17 44h R$ 2.946 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como eletromecânico de manutenção de elevadores

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 6.697 vínculos

Idade mediana

38 anos

Tempo de casa

34 meses

Em empresa do Simples

31,2%

Sexo

  • Homem98%
  • Mulher2%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,7h/sem
  • Pessoas com deficiência1,3%
  • Jornada parcial0,4%
  • Contrato intermitente0,2%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,3%

Sobre os 6.697 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca48%
  • Parda39,2%
  • Preta11,5%
  • Amarela1,1%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto0,4%
  • 5º ano completo0,6%
  • 6º ao 9º ano1,5%
  • Fundamental completo4,1%
  • Médio incompleto4,1%
  • Médio completo76,8%
  • Superior incompleto4,5%
  • Superior completo6,8%
  • Mestrado0,9%
  • Doutorado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto0,5%
  • 5º ano completo0,4%
  • 6º a 9º ano0,8%
  • Fundamental completo3,1%
  • Médio incompleto3,4%
  • Médio completo81,5%
  • Superior incompleto4,7%
  • Superior completo4,3%
  • Pós-graduação0,2%
  • Doutorado1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados7,6%
  • 5 a 9 empregados8,3%
  • 10 a 19 empregados14,7%
  • 20 a 49 empregados20,6%
  • 50 a 99 empregados16,4%
  • 100 a 249 empregados24%
  • 250 a 499 empregados7%
  • 500 a 999 empregados0,8%
  • 1.000 ou mais empregados0,6%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de eletromecânico de manutenção de elevadores

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

35,2

CAT no período

188

Óbitos comunicados

3

Idade média no acidente

36 anos

Foram 188 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo eletromecânico de manutenção de elevadores nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 35,2 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 59% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 41% de trajeto (no deslocamento) e 0% doenças ocupacionais.

No período foram comunicados 3 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Trajeto41%
  • Típico59%

Parte do corpo atingida

  • Dedo17%
  • Joelho12,2%
  • Partes múltiplas8,5%
  • Perna (entre o tornozelo e a pélvis)7,4%
  • Pé (exceto artelhos)6,4%

Natureza da lesão

  • Fratura22,3%
  • Lesão imediata17%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)12,2%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)11,2%
  • Luxação10,1%

Agente causador

  • Motocicleta, motoneta11,2%
  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas10,6%
  • Escada permanente cujos degraus permitem apoio integral do pé, degrau - superfície utilizada para sustentar pessoas9,6%
  • Veículo rodoviário motorizado9%
  • Veículo, NIC8,5%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S62.6 — Fratura de outros dedos 9 4,8% 24.580
S80.0 — Contusão do joelho 7 3,7% 1.225
T07 — Traumatismos múltiplos não especificados 7 3,7% 1.358
M54.5 — Dor lombar baixa 6 3,2% 9.517
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 6 3,2% 5.476
M79.6 — Dor em membro 4 2,1% 517

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Instalação, manutenção e reparação de elevadores, escadas e esteiras rolantes) tem RAT 2% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 35,2 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: construção

Informalidade no setor

64,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

47,7%

Rendimento formal × informal

R$ 3.960 × R$ 2.195

No setor de construção — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 64,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio incompleto e curso básico de qualificação profissional em torno de duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 9541.

Qual especialização paga mais na família 9541

Todas as ocupações de instaladores e mantenedores eletromecânicos de elevadores, escadas e portas automáticas, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
9541-05 Eletromecânico de manutenção de elevadores (esta página) R$ 2.900 R$ 4.161 6.697
9541-10 Eletromecânico de manutenção de escadas rolantes R$ 3.105 R$ 4.000 109
9541-25 Operador eletromecânico R$ 2.758 R$ 3.841 17.152
9541-20 Mecânico de manutenção de instalações mecânicas de edifícios R$ 2.710 R$ 3.792 3.392
9541-15 Eletromecânico de manutenção de portas automáticas R$ 2.410 R$ 2.538 345

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 9541-05.

A Organizar execução de serviços (5)
  • Interpretar ordens de serviços
  • Determinar instrumentos, ferramentas e materiais, utilizados em serviços
  • Especificar componentes para substituição e instalação
  • Solicitar materiais
  • Conferir materiais e componentes
B Preparar local para instalação de equipamentos (8)
  • Interpretar projetos e desenhos
  • Inspecionar local
  • Marcar local definido para instalação
  • Isolar local de trabalho
  • Abrir paredes, lajes, pisos e valas
  • Transportar equipamentos, instrumentos, ferramentas e materiais para o local
  • Acondicionar materiais
  • Fixar suportes
C Instalar elevadores, escadas rolantes, portas e portões automáticas (7)
  • Verificar pontos elétricos
  • Fixar componentes
  • Interligar placas de comando
  • Programar sistemas de controle
  • Identificar controles
  • Regular limites de fim de curso
  • Realizar testes operacionais
D Realizar manutenção preventiva (10)
  • Verificar amperagem e tensão dos equipamentos
  • Corrigir vazamento de tensão
  • Examinar iluminação interna e externa
  • Conferir sinalizações
  • Reparar sistemas de acionamento hidráulico, pneumático e eletroeletrônico
  • Lubrificar equipamentos
  • Regular contactoras
  • Ajustar portas da cabine, do pavimento e dos operadores
  • Verificar nível de óleo dos equipamentos
  • Testar limites de segurança e sistemas de emergência
E Realizar manutenção corretiva (9)
  • Identificar falhas operacionais
  • Analisar causas e falhas operacionais
  • Estudar esquemas elétrico, hidráulico, mecânico e de esgoto
  • Desativar sistemas
  • Desmontar equipamentos
  • Substituir componentes defeituosos
  • Montar equipamentos
  • Reativar sistemas
  • Testar funcionamento
F Redigir documentos (5)
  • Preparar orçamentos
  • Redigir relatórios de serviços diários e mensais
  • Preencher solicitação de materiais
  • Preencher requisição de serviços
  • Registrar ocorrência de defeitos
Z Demonstrar competências pessoais (8)
  • Sugerir melhorias
  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar iniciativa
  • Manter-se atualizado na profissão
  • Utilizar equipamentos de segurança
  • Reduzir sons e ruídos
  • Ter habilidades manuais
  • Demonstrar organização e higiene pessoal

Perguntas frequentes

Quanto ganha um eletromecânico de manutenção de elevadores?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.900 por mês, considerando as 2.464 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.816 (10% menores) a R$ 4.309 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.161 (RAIS 2024), 43.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando eletromecânico de manutenção de elevadores?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 2.494 admissões contra 2.096 desligamentos, saldo de +398 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata eletromecânico de manutenção de elevadores?

A atividade econômica que mais contratou foi Instalação, manutenção e reparação de elevadores, escadas e esteiras rolantes (CNAE 4329103), com 76,8% das admissões e mediana de R$ 2.931. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de eletromecânico de manutenção de elevadores?

9541-05 (família 9541 — Instaladores e mantenedores eletromecânicos de elevadores, escadas e portas automáticas). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser eletromecânico de manutenção de elevadores?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 9541: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio incompleto e curso básico de qualificação profissional em torno de duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de eletromecânico de manutenção de elevadores?

A taxa é de 35,2 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (17% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S62.6 — fratura de outros dedos. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (construção), 64,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 9541-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 9541-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 9541-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4329103), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (11 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 9541:

  • Amazonas Shopping
  • Condomínio Edifício Manaus Shopping Center
  • Condomínio Rio Negro Center
  • Elvadores Atlas Schindler do Brasil
  • Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
  • Otelc - Portões Automáticos
  • Portas Automáticas com Sensor
  • Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas
  • Thyssen Sûr
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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