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CBO 2002 Família 8332 R$ 2.026 na admissão +96 postos em 12 meses 32 atividades

CBO 8332-05 — Cartonageiro, a mão (caixas de papelão)

O código 8332-05 identifica a ocupação cartonageiro, a mão (caixas de papelão) na CBO 2002, dentro da família 8332 — Trabalhadores artesanais de produtos de papel e papelão. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um cartonageiro, a mão (caixas de papelão)

Preparam artesanalmente a produção de embalagens de papel e papelão; produzem embalagens; realizam acabamento e decoração de embalagens; preparam embalagens para expedição e armazenamento.

Descrição oficial da família 8332 — Trabalhadores artesanais de produtos de papel e papelão, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Os trabalhadores dessa família ocupacional exercem suas atividades em empresas de pastas, papel e produtos de papel. Os profissionais são empregados na condição de trabalhador assalariado, com carteira assinada e exercem suas funções sob supervisão permanente. Também podem ser autônomos. Realizam as atividades em ambientes fechados, geralmente no período diurno. Podem, ainda, trabalhar em posições desconfortáveis durante longos períodos.

Recursos de trabalho

Agarra; Calculadora; Compasso; Esquadro; Estilete; Facas moldes; Máquina de cortevinco; Pistola cola quente; Régua; Tela.

Quanto ganha um cartonageiro, a mão (caixas de papelão)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.61510% ganham até R$ 2.026mediana R$ 2.35810% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.183

Entrada × quem já está

R$ 2.026 ao ser admitido · R$ 2.183 para quem tem vínculo ativo +7,7%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de cartonageiro, a mão (caixas de papelão) foi de R$ 2.026 — metade das 1.556 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.615 e os 10% de maior, acima de R$ 2.358.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.183, ou seja, 7,7% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 20 meses.

Considerando a jornada média de 42.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.026
Por ano (12 salários)R$ 24.312
Por semanaR$ 466
Por hora (42.7h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.034 59,6%
  • Mulheres — R$ 1.993 40,4%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.221 58,2%
  • Mulheres — R$ 2.136 41,8%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte 1.638
  • Nordeste 1.647
  • Sudeste 1.934
  • Sul 2.063

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (6 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
RS 455 +0 — R$ 2.055 —
SP 455 +55 — R$ 2.148 —
MG 254 -7 — R$ 1.842 —
SC 246 +12 — R$ 2.078 —
AM 76 +2 — R$ 1.642 —
ES 64 +17 — R$ 1.740 —

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

1.664

Desligamentos

1.568

Saldo

+96

Rotatividade

64,8%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+57) saldo negativo · pior: dez/25 (-87)

Em 12 meses houve 1.664 admissões e 1.568 desligamentos de cartonageiro, a mão (caixas de papelão), o que significa que o mercado formal abriu 96 postos de trabalho no período, com rotatividade de 64,8% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 42% foram a pedido do próprio trabalhador e 35,8% por dispensa sem justa causa, além de 20% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 42%
  • Dispensa sem justa causa 35,8%
  • Fim de contrato 20%

Sobre 1.568 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente 0,1%
  • Pessoa com deficiência 0,9%
  • Jovem aprendiz 3,3%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 7,9%
  • 1 a 4 empregados 3,4%
  • 5 a 9 empregados 4,4%
  • 10 a 19 empregados 7,4%
  • 20 a 49 empregados 12,6%
  • 50 a 99 empregados 28,2%
  • 100 a 249 empregados 23,6%
  • 250 a 499 empregados 12,2%
  • 500 a 999 empregados 0,4%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata cartonageiro, a mão (caixas de papelão)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de chapas e de embalagens de papelão ondulado 1733800 · 36,2% das admissões 603 44h R$ 1.689 R$ 2.013 R$ 2.181 3% 2
Fabricação de embalagens de cartolina e papel cartão 1732000 · 22,3% das admissões 371 43.9h R$ 2.028 R$ 2.082 R$ 2.161 3% 2
Fabricação de embalagens de papel 1731100 · 13,5% das admissões 224 44h R$ 1.822 R$ 1.952 R$ 2.051 3% 2
Fabricação de artigos pirotécnicos 2092402 · 4,6% das admissões 77 42.7h R$ 1.847 R$ 1.895 R$ 1.947 2% 4
Fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, papel cartão e papelão ondulado não especificados anteriormente 1749400 · 3,8% das admissões 64 43.4h R$ 1.802 R$ 1.912 R$ 1.965 3% 2
Impressão de material para outros usos 1813099 · 3,4% das admissões 56 44h R$ 2.333 R$ 2.369 R$ 2.515 2% 3
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 2,4% das admissões 40 44h — R$ 1.621 — 2% 1
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 8299799 · 1,4% das admissões 23 44h — R$ 1.621 — 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como cartonageiro, a mão (caixas de papelão)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.418 vínculos

Idade mediana

35 anos

Tempo de casa

20 meses

No setor público

0,1%

Em empresa do Simples

35,6%

Sexo

  • Mulher 41,6%
  • Homem 58,4%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,3h/sem
  • Pessoas com deficiência2,9%
  • Jornada parcial0,6%

Sobre os 2.418 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 63,5%
  • Parda 25,8%
  • Preta 9,7%
  • Amarela 0,7%
  • Indígena 0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto 0,6%
  • Até o 5º ano incompleto 3,7%
  • 5º ano completo 3,2%
  • 6º ao 9º ano 12,2%
  • Fundamental completo 11,8%
  • Médio incompleto 10,6%
  • Médio completo 55,6%
  • Superior incompleto 1,3%
  • Superior completo 0,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto 0,1%
  • Até 5º ano incompleto 2,4%
  • 5º ano completo 1,9%
  • 6º a 9º ano 6,7%
  • Fundamental completo 9,5%
  • Médio incompleto 17,2%
  • Médio completo 60%
  • Superior incompleto 1,1%
  • Superior completo 1%
  • Pós-graduação 0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 4,6%
  • 5 a 9 empregados 7,4%
  • 10 a 19 empregados 10%
  • 20 a 49 empregados 14,6%
  • 50 a 99 empregados 23,5%
  • 100 a 249 empregados 27%
  • 250 a 499 empregados 12,2%
  • 500 a 999 empregados 0,2%
  • 1.000 ou mais empregados 0,3%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Riscos ocupacionais de cartonageiro, a mão (caixas de papelão)

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

28,1

CAT no período

54

Idade média no acidente

32 anos

Foram 54 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo cartonageiro, a mão (caixas de papelão) nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 28,1 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 88,9% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 11,1% de trajeto (no deslocamento) e 0% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Típico 88,9%
  • Trajeto 11,1%

Parte do corpo atingida

  • Mão (exceto punho ou dedos) 20,4%
  • Dedo 14,8%
  • Membros inferiores, NIC 9,3%
  • Olho (inclusive nervo ótico e visão) 9,3%
  • Joelho 9,3%

Natureza da lesão

  • Lesão imediata 20,4%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta) 14,8%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta) 14,8%
  • Fratura 13%
  • Outras lesões, NIC 13%

Agente causador

  • Madeira (toro, madeira serrada, pranchão, poste, barrote, ripa e produto de madeira) 13%
  • Máquina, NIC 11,1%
  • Tesoura, guilhotina, máquina de cortar - máquina 7,4%
  • Máquina de imprimir 5,6%
  • Veículo rodoviário motorizado 5,6%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 3 5,6% 3.531
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 3 5,6% 5.476
S80.0 — Contusão do joelho 2 3,7% 1.225
S61 — Ferimento do punho e da mão 2 3,7% 3.531
S82.6 — Fratura do maléolo lateral 2 3,7% 25.350
S92.4 — Fratura do hálux 1 1,9% 15.618

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Fabricação de chapas e de embalagens de papelão ondulado) tem RAT 3% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 28,1 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

✓ Oficial · 01 de abril de 2026 CAT — Comunicação de Acidente de Trabalho (microdados) — Lei 8.213/1991, arts. 19 a 22 (comunicação obrigatória do acidente do trabalho). Inclui, como tabelas de apoio, a CID-10 do DATASUS (descrição oficial dos diagnósticos) e o acompanhamento mensal do auxílio por incapacidade acidentária (B91) por CID-10, do Ministério da Previdência Social/Dataprev · Instituto Nacional do Seguro Social — INSS ✓ Oficial · 09 de abril de 2026 Tabelas do eSocial (classificações do leiaute) — Decreto 8.373/2014 (institui o eSocial); tabelas do leiaute publicadas na Consulta Pública de Tabelas, com código, descrição e vigência. Em uso aqui: Tabela 13 (parte do corpo atingida), 14 (agente causador do acidente) e 17 (descrição da natureza da lesão) — a mesma classificação da CAT, com o texto por extenso · eSocial — Receita Federal, INSS, MTE e Caixa

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O trabalho é exercido por pessoas com escolaridade mínima de ensino fundamental concluído, acrescido de curso básico de qualificação, de duzentas a quatrocentas horas/aula. O desempenho completo do exercício profissional ocorre após o período de três a quatro anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 8332.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 8332-05.

A Preparar a produção de embalagens de papel e papelão (6)
  • •Avaliar especificações de produtos
  • •Selecionar materiais
  • •Selecionar ferramentas de corte
  • •Determinar dimensões de embalagens.
  • •Determinar posições de dobras e cortes
  • •Elaborar moldes
B Produzir embalagens (7)
  • •Dispor materiais para a produção
  • •Cortar partes componentes da embalagem
  • •Dobrar partes componentes da embalagem
  • •Colar partes componentes da embalagem.
  • •Montar embalagens
  • •Grampear partes componentes da embalagem
  • •Limpar local de trabalho
C Realizar acabamento em embalagens (4)
  • •Forrar embalagens com papel ou material similar
  • •Fixar alças e reforços
  • •Fixar fechos
  • •Guarnecer o interior das embalagens com encaixes e divisórias
D Decorar embalagens (7)
  • •Regular posição de estampas, em máquinas
  • •Selecionar tintas e solventes
  • •Selecionar telas de impressão e clichês
  • •Gravar telas
  • •Montar gabaritos para corte e impressão
  • •Imprimir estampas
  • •Fixar acessórios
E Preparar embalagens para expedição e armazenamento (4)
  • •Inspecionar visualmente as embalagens
  • •Acondicionar embalagens
  • •Orientar o armazenamento
  • •Orientar o transporte
Z Demonstrar competências pessoais (4)
  • •Demonstrar senso de responsabilidade
  • •Tomar iniciativa
  • •Demonstrar habilidade manual
  • •Demonstrar criatividade

Sinônimos oficiais (1)

Confeccionador de caixas de papelão, a mão

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 8332-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um cartonageiro, a mão (caixas de papelão)?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.026 por mês, considerando as 1.556 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.615 (10% menores) a R$ 2.358 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.183 (RAIS 2024), 7.7% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando cartonageiro, a mão (caixas de papelão)?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 1.664 admissões contra 1.568 desligamentos, saldo de +96 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata cartonageiro, a mão (caixas de papelão)?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de chapas e de embalagens de papelão ondulado (CNAE 1733800), com 36,2% das admissões e mediana de R$ 2.013. A ficha de cartonageiro, a mão (caixas de papelão) no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de cartonageiro, a mão (caixas de papelão)?

8332-05 (família 8332 — Trabalhadores artesanais de produtos de papel e papelão). A CBO reconhece também os títulos: Confeccionador de caixas de papelão, a mão — todos usam o mesmo código 8332-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser cartonageiro, a mão (caixas de papelão)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 8332: O trabalho é exercido por pessoas com escolaridade mínima de ensino fundamental concluído, acrescido de curso básico de qualificação, de duzentas a quatrocentas horas/aula. O desempenho completo do exercício profissional ocorre após o período de três a quatro anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de cartonageiro, a mão (caixas de papelão)?

A taxa é de 28,1 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é mão (exceto punho ou dedos) (20,4% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 8332-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 8332-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 8332-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1733800), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (8 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 8332:

  • •Art Papel Comércio Embalagens
  • •Cartonagem Embalo
  • •CNT - Confederação Nacional dos Trabalhadores
  • •Embalagens Ceroni
  • •ESR Embalagens
  • •Ivete M. C. Pedroso ME.
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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