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CBO 2002 Família 8131 R$ 2.319 na admissão -871 postos em 12 meses 97 atividades

CBO 8131-15 — Operador de extrusora (química, petroquímica e afins)

O código 8131-15 identifica a ocupação operador de extrusora (química, petroquímica e afins) na CBO 2002, dentro da família 8131 — Operadores de processos das indústrias de transformação de produtos químicos, petroquímicos e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um operador de extrusora (química, petroquímica e afins)

Realizam interfaces de turnos de trabalho, programam atividades de produção e monitoram funcionamento de equipamentos e sistemas. Controlam parâmetros do processo produtivo, operam suas etapas e movimentam materiais e insumos. Transformam polímeros em produtos intermediários ou finais e realizam manutenção de primeiro nível. Trabalham em conformidade com as normas e procedimentos técnicos de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.

Descrição oficial da família 8131 — Operadores de processos das indústrias de transformação de produtos químicos, petroquímicos e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam na fabricação de produtos químicos e de artigos de borracha e plástico como empregados com carteira assinada. Organizam-se em equipe, sob supervisão permanente de técnicos ou engenheiros e no sistema de rodízio de turnos. Podem trabalhar em ambientes fechados ou a céu aberto, em grandes alturas ou em locais confinados. Em algumas atividades permanecem expostos a materiais tóxicos, ruído intenso, altas temperaturas, radiação e voltagem elevada. 425

Recursos de trabalho

Bombas; Calandras; Compressores; Eletrodos; Empilhadeira; Extrusora; Máquina de alta frequência; Máquina de costura; Silos.

Quanto ganha um operador de extrusora (química, petroquímica e afins)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.76410% ganham atéR$ 2.319medianaR$ 3.58310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.524

Entrada × quem já está

R$ 2.319 ao ser admitido · R$ 3.524 para quem tem vínculo ativo +52%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de operador de extrusora (química, petroquímica e afins) foi de R$ 2.319 — metade das 4.227 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.764 e os 10% de maior, acima de R$ 3.583.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.524, ou seja, 52% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 41 meses.

Considerando a jornada média de 43.5 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 12,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.319
Por ano (12 salários)R$ 27.828
Por semanaR$ 534
Por hora (43.5h/sem)R$ 12,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.33494,8%
  • Mulheres — R$ 2.1255,2%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 3.55496,9%
  • Mulheres — R$ 2.8703,1%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte2.086
  • Nordeste1.883
  • Sudeste2.397
  • Sul2.253
  • Centro-Oeste1.911

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 1.821 -394 R$ 2.473
PR 456 -103 R$ 2.246
SC 435 -109 R$ 2.389
AM 432 +18 R$ 2.089
RS 420 -33 R$ 1.963
MG 355 -100 R$ 2.117
GO 138 -1 R$ 1.871
PE 79 +7 R$ 1.970
BA 67 -31 R$ 2.083
RJ 53 -36 R$ 2.750

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

4.465

Desligamentos

5.336

Saldo

-871

Rotatividade

38,6%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jan/26 (-5) saldo negativo · pior: dez/25 (-157)

Em 12 meses houve 4.465 admissões e 5.336 desligamentos de operador de extrusora (química, petroquímica e afins), o que significa que o mercado formal fechou 871 postos de trabalho no período, com rotatividade de 38,6% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 32,8% foram a pedido do próprio trabalhador e 51,3% por dispensa sem justa causa, além de 10,3% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador32,8%
  • Dispensa sem justa causa51,3%
  • Fim de contrato10,3%

Sobre 5.336 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro7,3%
  • 1 a 4 empregados4,2%
  • 5 a 9 empregados5,9%
  • 10 a 19 empregados8,8%
  • 20 a 49 empregados15,1%
  • 50 a 99 empregados18,1%
  • 100 a 249 empregados20,7%
  • 250 a 499 empregados10,1%
  • 500 a 999 empregados3,8%
  • 1.000 ou mais empregados6%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata operador de extrusora (química, petroquímica e afins)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de embalagens de material plástico 2222600 · 35,7% das admissões 1.595 43.9h R$ 2.028 R$ 2.280 R$ 2.804 3% 3
Fabricação de artefatos de material plástico para outros usos não especificados anteriormente 2229399 · 7,3% das admissões 327 43.9h R$ 1.679 R$ 2.209 R$ 2.821 3% 3
Recuperação de materiais plásticos 3832700 · 7,1% das admissões 318 43.8h R$ 1.802 R$ 2.244 R$ 2.538 3% 3
Fabricação de artefatos de material plástico para usos industriais 2229302 · 6,8% das admissões 303 43.9h R$ 2.076 R$ 2.373 R$ 2.830 3% 3
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 4,7% das admissões 209 44h R$ 2.316 R$ 2.382 R$ 2.624 3% 1
Fabricação de artefatos de material plástico para uso pessoal e doméstico 2229301 · 3,9% das admissões 174 44h R$ 2.249 R$ 2.315 R$ 2.397 3% 3
Fabricação de laminados planos e tubulares de material plástico 2221800 · 3% das admissões 136 44h R$ 2.313 R$ 2.396 R$ 3.375 3% 3
Fabricação de fios, cabos e condutores elétricos isolados 2733300 · 3% das admissões 136 44h R$ 2.148 R$ 2.200 R$ 2.788 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como operador de extrusora (química, petroquímica e afins)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 13.837 vínculos

Idade mediana

38 anos

Tempo de casa

41 meses

Em empresa do Simples

24,2%

Sexo

  • Homem96,9%
  • Mulher3,1%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,3h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%
  • Jornada parcial0,1%

Sobre os 13.837 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca50,4%
  • Parda39,3%
  • Preta9,4%
  • Amarela0,7%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,2%
  • Até o 5º ano incompleto1,9%
  • 5º ano completo2%
  • 6º ao 9º ano5,5%
  • Fundamental completo9,5%
  • Médio incompleto8,6%
  • Médio completo70,1%
  • Superior incompleto1,1%
  • Superior completo1,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,2%
  • Até 5º ano incompleto1%
  • 5º ano completo0,8%
  • 6º a 9º ano3,7%
  • Fundamental completo7,2%
  • Médio incompleto8,7%
  • Médio completo75,9%
  • Superior incompleto1,3%
  • Superior completo1,2%
  • Pós-graduação0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,9%
  • 5 a 9 empregados4,9%
  • 10 a 19 empregados9,9%
  • 20 a 49 empregados16,1%
  • 50 a 99 empregados17,3%
  • 100 a 249 empregados23,4%
  • 250 a 499 empregados14,2%
  • 500 a 999 empregados8,5%
  • 1.000 ou mais empregados2,8%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de operador de extrusora (química, petroquímica e afins)

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

63,5

CAT no período

710

Óbitos comunicados

1

Idade média no acidente

36 anos

Foram 710 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo operador de extrusora (química, petroquímica e afins) nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 63,5 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 89,7% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 9,6% de trajeto (no deslocamento) e 0,7% doenças ocupacionais.

No período foram comunicados 1 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Típico89,7%
  • Trajeto9,6%
  • Doença0,7%

Parte do corpo atingida

  • Dedo40,6%
  • Mão (exceto punho ou dedos)13,2%
  • Pé (exceto artelhos)5,6%
  • Membros superiores, NIC3,5%
  • Antebraço (entre o punho e o cotovelo)3,1%

Natureza da lesão

  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)31,8%
  • Lesão imediata13,8%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)13,8%
  • Fratura13%
  • Queimadura ou escaldadura - efeito de temperatura elevada ou efeito do contato com substância quente (inclui queimadura por eletricidade, mas não inclui choque elétrico; não inclui queimadura por substância química, efeito de radiação, queimadura de sol, incapacidade sistêmica como intermação, queimadura por atrito, etc.)6,9%

Agente causador

  • Máquina, NIC24,9%
  • Faca8%
  • Ferramenta manual sem força motriz, NIC6,6%
  • Agente do acidente, NIC4,9%
  • Ferramenta, máquina, equipamento, veículo, NIC4,4%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 62 8,7% 3.531
S61 — Ferimento do punho e da mão 45 6,3% 3.531
S62.6 — Fratura de outros dedos 39 5,5% 24.580
S61.1 — Ferimento de dedo(s) com lesão da unha 23 3,2% 3.531
S60.0 — Contusão de dedo(s) sem lesão da unha 22 3,1% 1.634
S61.8 — Ferimento de outras partes do punho e da mão 17 2,4% 3.531

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Fabricação de embalagens de material plástico) tem RAT 3% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 63,5 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio concluído e curso de qualificação profissional com cerca de quatrocentas horas/aula oferecido em centros de treinamento das próprias empresas ou em instituições de formação profissional. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 8131.

Qual especialização paga mais na família 8131

Todas as ocupações de operadores de processos das indústrias de transformação de produtos químicos, petroquímicos e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
8131-30 Técnico de operação (química, petroquímica e afins) R$ 2.638 R$ 5.335 2.663
8131-20 Operador de processo (química, petroquímica e afins) R$ 2.328 R$ 3.844 4.539
8131-10 Operador de calandra (química, petroquímica e afins) R$ 1.981 R$ 3.794 1.196
8131-15 Operador de extrusora (química, petroquímica e afins) (esta página) R$ 2.319 R$ 3.524 13.837
8131-25 Operador de produção (química, petroquímica e afins) R$ 2.218 R$ 3.523 58.253
8131-05 Cilindrista (petroquímica e afins) R$ 2.513 R$ 3.088 341

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 8131-15.

A Realizar interfaces de turno de trabalho (6)
  • Interpretar relatórios de turnos anteriores e instruções operacionais
  • Ler instruções operacionais
  • Identificar atividades prioritárias
  • Inspecionar as instalações
  • Verificar disponibilidade de insumos e matérias-primas
  • Preparar relatório de ocorrência de turno
B Progrmar atividades de produção (5)
  • Consultar o programa de produção
  • Elaborar procedimentos operacionais
  • Solicitar execução de serviços complementares (pintura, limpeza, andaimes)
  • Monitorar índices técnicos (produção, custos, metas e qualidade)
  • Controlar o cumprimento dos índices técnicos
C Monitorar funcionamento de equipamentos e sistemas (7)
  • Preencher listas de verificações preestabelecidas dos equipamentos e sistemas (chek-list)
  • Monitorar vibração e ruído de equipamentos rotativos
  • Conferir níveis de fluidos e temperatura dos equipamentos
  • Identificar vazamentos
  • Identificar não-conformidades
  • Tratar não-conformidades
  • Ajustar condições operacionais dos equipamentos
D Controlar parâmetros do processo produtivo (14)
  • Identificar desvios em relação às condições padrões de operação
  • Ajustar variáveis de controle (pressão, vazão e temperatura)
  • Monitorar os ajustes realizados
  • Testar a consistência das informações dos instrumentos
  • Coletar amostras
  • Avaliar amostras dos produtos
  • Identificar amostras
  • Interpretar análise das amostras laboratoriais
  • Efetuar correções nas variáveis conforme resultados laboratoriais
  • Verificar a validade da calibração dos instrumentos
  • Monitorar a qualidade do produto durante o processo
  • Identificar causas da anomalia
  • Emitir relatório de ocorrência de anomalia
  • Segregar produtos não conformes
E Operar etapas do processo produtivo (8)
  • Efetuar manobras operacionais
  • Acionar equipamentos
  • Condicionar equipamentos para operação
  • Bloquear operação
  • Retirar equipamentos e sistemas de operação
  • Preparar equipamentos para manutenção
  • Dosar materiais para preparação de mistura
  • Alimentar máquinas e equipamentos
F Movimentar materiais e insumos (11)
  • Conferir material e insumos recebidos
  • Separar material a ser movimentado, conforme formulação
  • Selecionar meios para movimentação de materiais e insumos
  • Operar equipamentos de transporte (empilhadeiras, esteiras, pontes e elevadores)
  • Acondicionar materiais, insumos e produtos acabados
  • Retirar amostras dos insumos e produtos recebidos
  • Pesar quantidade dos materiais e insumos
  • Inventariar materiais e insumos
  • Requisitar materiais
  • Remover resíduos
  • Identificar produtos e insumos movimentados
G Transformar polímeros em produtos intermediários ou finais (13)
  • Cortar fios de polímeros
  • Ajustar gaxetas e selos mecânicos
  • Misturar grânulos
  • Medir material para corte
  • Ajustar equipamento de corte
  • Estender material para corte
  • Resfriar matéria-prima
  • Costurar lonas
  • Imprimir marcas e gravuras em produtos
  • Moldar materiais utilizando a matriz
  • Aderir lonas e revestimentos
  • Ajustar trançadeira
  • Reprocessar produtos não conformes
H Realizar serviços de manutenção de primeiro nível (8)
  • Substituir componentes e dispositivos auxiliares
  • Fixar tubulações
  • Instalar e retirar raquetes (dispositivo para bloqueio de fluxo)
  • Substituir juntas de vedação
  • Limpar filtros, telas, peneiras e centrífugas
  • Preparar silos para limpeza
  • Organizar equipamentos
  • Repor níveis de óleo
I Trabalhar com segurança (13)
  • Utilizar equipamento de proteção individual (epi)
  • Sinalizar áreas de risco
  • Registrar incidentes e acidentes
  • Interpretar normas e procedimentos de segurança, saúde e meio ambiente
  • Combater incêndio
  • Emitir permissão de trabalho (documento que orienta a execução para evitar riscos no trabalho)
  • Substituir equipamentos de proteção individual no seu prazo de validade
  • Analisar condições ambientais no trabalho
  • Prestar primeiros-socorros
  • Combater emergências como brigadistas
  • Debater ações de segurança através do dds (05 minutos diários de reunião sobre segurança)
  • Inspecionar equipamentos de proteção coletivos (epc)
  • Conter vazamentos
Z Demonstrar competências pessoais (12)
  • Autocontrolar-se
  • Sociabilizar-se
  • Comunicar-se
  • Desenvolver habilidade para trabalhar em equipe
  • Apresentar sugestões de melhoria dos processos operacionais
  • Manter hábitos de higiene e saúde no local de trabalho
  • Pró-agir
  • Praticar sinergia
  • Autodesenvolver-se
  • Liderar
  • Responsabilizar-se
  • Desenvolver iniciativa

Sinônimos oficiais (1)

Operador especializado de extrusora

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 8131-15 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de extrusora (química, petroquímica e afins)?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.319 por mês, considerando as 4.227 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.764 (10% menores) a R$ 3.583 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.524 (RAIS 2024), 52% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando operador de extrusora (química, petroquímica e afins)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 4.465 admissões contra 5.336 desligamentos, saldo de -871 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata operador de extrusora (química, petroquímica e afins)?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de embalagens de material plástico (CNAE 2222600), com 35,7% das admissões e mediana de R$ 2.280. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de operador de extrusora (química, petroquímica e afins)?

8131-15 (família 8131 — Operadores de processos das indústrias de transformação de produtos químicos, petroquímicos e afins). A CBO reconhece também os títulos: Operador especializado de extrusora — todos usam o mesmo código 8131-15. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser operador de extrusora (química, petroquímica e afins)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 8131: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio concluído e curso de qualificação profissional com cerca de quatrocentas horas/aula oferecido em centros de treinamento das próprias empresas ou em instituições de formação profissional. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de operador de extrusora (química, petroquímica e afins)?

A taxa é de 63,5 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (40,6% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 8131-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 8131-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 8131-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (2222600), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (17 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 8131:

  • Aço Minas Gerais S.A. (Açominas)
  • Blowtec Indústria de Plásticos Ltda.
  • Ciquine-polialden Petroquímica S.A.
  • Dusa Dupont Sabanci Brasil S.A.
  • IPB Indústria de Produtos de Borracha Ltda.
  • MFX do Brasil Equipamentos de Petróleo Ltda.
  • OPP Química S.A.
  • Plasquinor Plástico e Química do Nordeste Ltda.
  • Policarbonatos do Brasil S.A.
  • Politeno Indústria e Comércio S.A.
  • Sansuy S.A.
  • Sindicato da Indústria Petroquímica e de Resinas do Estado da Bahia (Sinper)
  • Sindiplasba - Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado da Bahia
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
  • GLOSSÁRIO
  • 426 Cofic: Comitê de Fomento Industrial de Camaçari - Bahia.
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