CBO 7771-15 — Carpinteiro naval (estaleiros)
O código 7771-15 identifica a ocupação carpinteiro naval (estaleiros) na CBO 2002, dentro da família 7771 — Carpinteiros navais. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha12 seções
O que faz um carpinteiro naval (estaleiros)
Modelam formas, preparam quilhas e montam cavernas. Constroem costados ou tabuados, convés, borda-falsa, casaria, porão da embarcação, móveis e seus acessórios e estrutura de lançamento e de docagem. Preparam bases para equipamentos e ferragens. Reparam embarcações. Trabalham seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e preservação ambiental.
Descrição oficial da família 7771 — Carpinteiros navais, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Atuam na fabricação de produtos de madeira e mobiliário de embarcações, na indústria da construção naval e nos serviços de transporte aquaviário. São empregados com carteira assinada (carpinteiro naval em estaleiros) ou autônomos (carpinteiro naval - de embarcações e de construção de pequenas embarcações). O trabalho é presencial, realizado de forma individual (sem supervisão) ou em equipe (sob supervisão ocasional). Atuam a céu aberto, no horário diurno e permanecem expostos a materiais tóxicos e ruído intenso. O carpinteiro em estaleiros e o que constroi pequenas embarcações podem trabalhar em posições desconfortáveis durante longos períodos e em grandes alturas.
Recursos de trabalho
Ferramentas e instrumentos de uso pessoal; Furadeira elétrica portátil; Galopa/desempenadeira; Lixadeira elétrica portátil; Motosserra portátil; Plaina/desengrossadeira; Plaina elétrica portátil; Serra circular de mesa; Serra-fita; Tupia.
Quanto ganha um carpinteiro naval (estaleiros)
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.394
Entrada × quem já está
R$ 3.092 ao ser admitido · R$ 4.394 para quem tem vínculo ativo +42,1%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de carpinteiro naval (estaleiros) foi de R$ 3.092 — metade das 93 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.534 e os 10% de maior, acima de R$ 3.845.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.394, ou seja, 42,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 40 meses.
Considerando a jornada média de 43 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 16,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 3.092 |
| Por ano (12 salários) | R$ 37.104 |
| Por semana | R$ 712 |
| Por hora (43h/sem) | R$ 16,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
97
Desligamentos
85
Saldo
+12
Rotatividade
45,5%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 97 admissões e 85 desligamentos de carpinteiro naval (estaleiros), o que significa que o mercado formal abriu 12 postos de trabalho no período, com rotatividade de 45,5% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 37,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 41,2% por dispensa sem justa causa, além de 16,5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 85 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata carpinteiro naval (estaleiros)
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
| CNAE — atividade econômica | Admissões | Jornada | P25 | Mediana | P75 | RAT | GR |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Fabricação de móveis com predominância de madeira 3101200 · 46,4% das admissões | 45 | 44h | R$ 2.585 | R$ 2.679 | R$ 3.388 | 3% | 3 |
| Construção de embarcações de grande porte 3011301 · 26,8% das admissões | 26 | 44h | — | R$ 3.667 | — | 3% | 3 |
| Manutenção e reparação de embarcações e estruturas flutuantes 3317101 · 19,6% das admissões | 19 | 44h | — | R$ 3.417 | — | 3% | 3 |
| Instalação de portas, janelas, tetos, divisórias e armários embutidos de qualquer material 4330402 · 3,1% das admissões | 3 | — | — | — | — | 3% | 3 |
| Obras de montagem industrial 4292802 · 2,1% das admissões | 2 | — | — | — | — | 3% | 4 |
| Preservação de peixes, crustáceos e moluscos 1020101 · 1% das admissões | 1 | — | — | — | — | 3% | 3 |
| Navegação de apoio marítimo 5030101 · 1% das admissões | 1 | — | — | — | — | 3% | 3 |
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como carpinteiro naval (estaleiros)
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 187 vínculos
Idade mediana
47 anos
Tempo de casa
40 meses
No setor público
2,7%
Em empresa do Simples
30,5%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada43,8h/sem
- Pessoas com deficiência2,7%
- Contrato intermitente4,8%
Sobre os 187 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral
Informalidade no setor
24,3%
Média nacional
37,5%
Conta própria
16,3%
Rendimento formal × informal
R$ 3.887 × R$ 2.141
No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional de até duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 7771.
Qual especialização paga mais na família 7771
Todas as ocupações de carpinteiros navais, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 7771-10 | Carpinteiro naval (embarcações) | R$ 4.275 | R$ 4.450 | 123 |
| 7771-15 | Carpinteiro naval (estaleiros) (esta página) | R$ 3.092 | R$ 4.394 | 187 |
| 7771-05 | Carpinteiro naval (construção de pequenas embarcações) | R$ 2.206 | R$ 2.694 | 46 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7771-15.
A Modelar fôrmas (4)
- •Ler e interpretar desenhos
- •Transferir linhas
- •Preparar modelos
- •Marcar escantilhão
B Preparar quilhas (10)
- •Esquadrejar quilha
- •Preparar ecarvas
- •Preparar roda de proa
- •Preparar coral da roda
- •Construir cadaste
- •Fixar cadaste na quilha
- •Unir escarvas da quilha
- •Preparar alefrizes
- •Unir roda de proa na quilha
- •Executar os encaixes cavernas
C Montar cavernas (11)
- •Riscar cavernas
- •Serrar peças das cavernas
- •Numerar cavernas
- •Unir peças das cavernas
- •Fixar régua de boca nas cavernas
- •Abrir bueiras
- •Fixar cavernas na quilha
- •Fixar sobre-quilha.
- •Construir espelho da popa
- •Preparar escoas
- •Pregar escoas
D Construir costado ou tabuado (13)
- •Aparar cavernas
- •Cordear embarcações
- •Fasquiar cintas e dormentes
- •Fixar cintas e dormentes
- •Preparar resbordos e contra-resbordos
- •Fixar resbordos e contra-resbordos
- •Preparar bolinas e verdugos
- •Fixar bolinas e verdugos
- •Calcular largura das tábuas do costado
- •Fasquiar costado
- •Preparar tábuas de costado
- •Pregar costado
- •Calafetar costado
F Construir borda-falsa (11)
- •Furar tabica
- •Modelar cabeços
- •Serrar cabeços
- •Fixar cabeços
- •Marcar alturas da borda-falsa
- •Armar borda-falsa
- •Construir buçadas
- •Fixar buçadas
- •Fixar borda-falsa
- •Construir corrimões e trincheiras e cunhos
- •Efetuar acabamentos na borda-falsa
G Construir casaria (11)
- •Preparar braçolas
- •Fixar braçolas
- •Armar estrutura da casaria
- •Montar divisórias internas
- •Fechar casaria
- •Marcar portas, janelas e vigias
- •Recortar anteparas para portas, janelas e vigias
- •Isolar casaria do local térmico
- •Revestir casaria
- •Construir portas, janelas e vigias
- •Fixar portas, janelas e vigias
H Construir porão da embarcação (4)
- •Preparar pé-de-carneiros
- •Dividir porão
- •Montar pé-de-carneiros
- •Calafetar porão
J Preparar bases para equipamentos, ferragens e acessórios (7)
- •Executar furação para eixo propulsor e leme
- •Montar base para o motor e guincho
- •Preparar base para o sistema do leme
- •Preparar sala de máquina
- •Fixar mastros
- •Preparar base para equipamentos de segurança
- •Fixar ferragens e acessórios em geral
K Construir estrutura de lançamento e de docagem (7)
- •Acompanhar a preparação do terreno
- •Selecionar madeiras e materiais
- •Unir longarinas
- •Executar encaixes dos dormentes
- •Fixar dormentes
- •Alinhar estrutura
- •Construir carro de locomoção
L Reparar embarcações (7)
- •Avaliar o estado da embarcação
- •Identificar pontos de reparos
- •Remover peças danificadas
- •Preparar peças a serem substituídas
- •Fixar peças reparadas
- •Efetuar acabamentos
- •Calafetar as peças reparadas
Z Demonstrar competências pessoais (11)
- •Passar imagem positiva
- •Evidenciar comprometimento com o trabalho
- •Demonstrar educação
- •Manter-se atualizado
- •Demonstrar senso de organização
- •Comunicar-se com eficiência
- •Trabalhar com segurança
- •Assumir responsabilidades
- •Trabalhar em equipe
- •Demonstrar iniciativa
- •Zelar pela qualidade dos serviços
Perguntas frequentes
Quanto ganha um carpinteiro naval (estaleiros)?
A mediana do salário de admissão é R$ 3.092 por mês, considerando as 93 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.534 (10% menores) a R$ 3.845 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.394 (RAIS 2024), 42.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando carpinteiro naval (estaleiros)?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 97 admissões contra 85 desligamentos, saldo de +12 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata carpinteiro naval (estaleiros)?
A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de móveis com predominância de madeira (CNAE 3101200), com 46,4% das admissões e mediana de R$ 2.679. A lista completa dos 7 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de carpinteiro naval (estaleiros)?
7771-15 (família 7771 — Carpinteiros navais). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser carpinteiro naval (estaleiros)?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7771: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional de até duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 7771-15?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 7771-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7771-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (3101200), o RAT é 3%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7771:
- •Ebrasa Empresa Brasileira de Construção Naval S.A.
- •Eisa Estaleiro Itajaí S.A.
- •Estaleiro Brandino Ltda.
- •Estaleiro Felipe Ltda.
- •Estaleiro Santa Maria Ltda.
- •FCJ Construção e Repararação de Estruturas Flutuantes Ltda.
- •Femepe Indústria e Comércio de Pescados S.A.
- •Sindicato Nacional da Indústria de Construção Naval (Sinaval)
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
- •GLOSSÁRIO
- •Alefriz: entalhe feito na quilha, na roda de proa e no cadaste, e no qual se encaixa o tabuado; entalhe feito na parte interna das braçolas da escotilha de paiol ou porão, para apoio dos quartéis de cobertura.
- •Cavernas: cada uma das peças curvas fixadas transversalmente na quilha da embarca- ção, e que constituem a parte mais baixa das balizas.
- •Costado ou tabuado: revestimento ou forro exterior do casco acima da linha d’água, em embarcação de grande porte; forro exterior do casco da embarcação miúda.
- •Escantilhão: espessura da seção transversal das peças estruturais do casco de navio mercante (tais como balizas, longarinas, vaus, chapas, etc.), que devem obedecer a regras estabelecidas pelas sociedades de classificação marítimas.
- •Quilha: peça estrutural básica do casco de uma embarcação, disposta na parte mais baixa do seu plano diametral, em quase todo o seu comprimento, e sobre a qual assen- tam as cavernas, a roda de proa e o cadaste.