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CBO 2002 Família 3115 R$ 2.829 na admissão +1 postos em 12 meses 66 atividades

CBO 3115-20 — Técnico em tratamento de efluentes

O código 3115-20 identifica a ocupação técnico em tratamento de efluentes na CBO 2002, dentro da família 3115 — Técnicos em controle ambiental, utilidades e tratamento de efluentes. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um técnico em tratamento de efluentes

Auxiliam profissionais de nível superior na implementação de projetos, gestão ambiental e coordenação de equipes de trabalho; operam máquinas, equipamentos e instrumentos. Coordenam processos de controle ambiental, utilidades, tratamento de efluentes e levantamentos meteorológicos. Realizam análises físico-químicas e micro-biológicas dos efluentes. Monitoram a segurança no trabalho.

Descrição oficial da família 3115 — Técnicos em controle ambiental, utilidades e tratamento de efluentes, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam na preservação da qualidade ambiental. Trabalham em equipe, em laboratórios e em atividades de campo, vinculados à administração pública, indústrias, empresas de consultoria, estações meteorológicas e de tratamento. Trabalham em ambientes fechados, a céu aberto ou em veículos nos horários diurnos e noturnos. Muitas vezes, trabalham sob pressão, em posições desconfortáveis ou expostos a ruídos, material tóxico, radiação, altas temperaturas, frio intenso e umidade. CONSULTE 3111 - Técnicos químicos.

Recursos de trabalho

Aerador; Balança; Caldeira; Computador; Decantador; Epis; Oxímetro; Phmetro; Termômetro; Trator (arado, grade).

Notas oficiais da CBO — inclui a base legal da profissão

Norma regulamentadora: Lei nº 5.524, de 5 de novembro de 1968 - dispõe sobre o exercício da profissão de técnico industrial de nível médio. Resolução normativa nº 24, de 18 de fevereiro de 1970 - autoriza os conselhos regionais de química a procederem ao registro de técnicos industriais.

Quanto ganha um técnico em tratamento de efluentes

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.04810% ganham atéR$ 2.829medianaR$ 4.80310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.625

Entrada × quem já está

R$ 2.829 ao ser admitido · R$ 4.625 para quem tem vínculo ativo +63,5%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de técnico em tratamento de efluentes foi de R$ 2.829 — metade das 229 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.048 e os 10% de maior, acima de R$ 4.803.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.625, ou seja, 63,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 59 meses.

Considerando a jornada média de 42.9 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 16,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.829
Por ano (12 salários)R$ 33.948
Por semanaR$ 651
Por hora (42.9h/sem)R$ 16,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.71382,1%
  • Mulheres — R$ 3.02217,9%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.68081,8%
  • Mulheres — R$ 4.30018,2%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste3.088
  • Sul2.825
  • Centro-Oeste2.421

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

256

Desligamentos

255

Saldo

+1

Rotatividade

24,7%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jun/26 (+8) saldo negativo · pior: nov/25 (-9)

Em 12 meses houve 256 admissões e 255 desligamentos de técnico em tratamento de efluentes, o que significa que o mercado formal abriu 1 posto de trabalho no período, com rotatividade de 24,7% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 41,2% foram a pedido do próprio trabalhador e 48,2% por dispensa sem justa causa, além de 5,5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador41,2%
  • Dispensa sem justa causa48,2%
  • Fim de contrato5,5%

Sobre 255 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro2,7%
  • 1 a 4 empregados2%
  • 5 a 9 empregados3,9%
  • 10 a 19 empregados10,2%
  • 20 a 49 empregados11,7%
  • 50 a 99 empregados17,6%
  • 100 a 249 empregados15,2%
  • 250 a 499 empregados19,5%
  • 500 a 999 empregados7%
  • 1.000 ou mais empregados10,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata técnico em tratamento de efluentes

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Curtimento e outras preparações de couro 1510600 · 8,6% das admissões 22 44h R$ 2.401 3% 3
Captação, tratamento e distribuição de água 3600601 · 7,8% das admissões 20 43.7h R$ 3.000 3% 3
Testes e análises técnicas 7120100 · 7% das admissões 18 44h R$ 2.205 1% 2
Gestão de redes de esgoto 3701100 · 6,3% das admissões 16 44h R$ 2.510 3% 3
Fabricação de máquinas e equipamentos para saneamento básico e ambiental, peças e acessórios 2825900 · 5,5% das admissões 14 44h R$ 2.714 2% 3
Serviços de engenharia 7112000 · 4,3% das admissões 11 3% 1
Tratamento e disposição de resíduos não perigosos 3821100 · 3,9% das admissões 10 44h R$ 4.410 3% 3
Atividades de limpeza não especificadas anteriormente 8129000 · 3,9% das admissões 10 44h R$ 3.178 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como técnico em tratamento de efluentes

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.032 vínculos

Idade mediana

39 anos

Tempo de casa

59 meses

No setor público

6%

Em empresa do Simples

6,4%

Sexo

  • Homem81,7%
  • Mulher18,3%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada41,8h/sem
  • Pessoas com deficiência2,3%
  • Jornada parcial0,3%
  • Contrato intermitente0,5%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,7%

Sobre os 1.032 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca59,6%
  • Parda31,6%
  • Preta8%
  • Amarela0,7%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto0,8%
  • 5º ano completo1,1%
  • 6º ao 9º ano2,2%
  • Fundamental completo5,1%
  • Médio incompleto2,5%
  • Médio completo52,2%
  • Superior incompleto5,1%
  • Superior completo30,5%
  • Mestrado0,3%
  • Doutorado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • 5º ano completo0,4%
  • 6º a 9º ano2%
  • Fundamental completo1,2%
  • Médio incompleto3,1%
  • Médio completo52,3%
  • Superior incompleto12,9%
  • Superior completo24,2%
  • Pós-graduação2,7%
  • Mestrado0,8%
  • Doutorado0,4%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados1,6%
  • 5 a 9 empregados2,6%
  • 10 a 19 empregados5,6%
  • 20 a 49 empregados6,6%
  • 50 a 99 empregados10,2%
  • 100 a 249 empregados18,5%
  • 250 a 499 empregados14,4%
  • 500 a 999 empregados14,8%
  • 1.000 ou mais empregados25,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Essas ocupações requerem formação técnica de nível médio completa nas áreas do meio ambiente, saneamento e afins. O pleno exercício das atividades requer de um a dois anos de experiência. Geralmente, trabalham sob supervisão de profissionais de nível superior.

Texto oficial do MTE para a família 3115.

Qual especialização paga mais na família 3115

Todas as ocupações de técnicos em controle ambiental, utilidades e tratamento de efluentes, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
3115-10 Técnico de meteorologia R$ 3.259 R$ 7.888 477
3115-15 Técnico de utilidade (produção e distribuição de vapor, gases, óleos, combustíveis, energia) R$ 2.250 R$ 5.146 2.826
3115-20 Técnico em tratamento de efluentes (esta página) R$ 2.829 R$ 4.625 1.032
3115-05 Técnico de controle de meio ambiente R$ 3.208 R$ 4.046 10.686

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3115-20.

A Implementar projetos (6)
  • Estudar etapas de desenvolvimento do projeto
  • Interpretar plantas, fluxogramas de projetos
  • Orientar implantação de projetos
  • Adequar procedimentos operacionais
  • Identificar problemas operacionais na implantação de projetos
  • Propor melhorias em projetos
B Coordenar equipes de trabalho (7)
  • Elaborar plano de trabalho
  • Dimensionar equipes de trabalho
  • Distribuir tarefas
  • Orientar equipes de trabalho
  • Monitorar cumprimento das normas e legislação no trabalho
  • Identificar necessidades de treinamento
  • Capacitar operadores
C Operar máquinas, equipamentos e instrumentos (8)
  • Identificar procedimentos de operação
  • Avaliar funcionamento das máquinas e equipamentos
  • Ajustar máquinas e equipamentos
  • Calibrar equipamentos e instrumentos (pluviógrafo, linígrafo, oxímetro e phmetro)
  • Fornecer subsídios para elaborar plano de manutenção
  • Solicitar manutenção periódica das máquinas e equipamentos
  • Programar paradas para manutenção
  • Propor melhorias nas máquinas, equipamentos e instrumentos
D Coordenar processos de controle ambiental, utilidades, tratamento de efluentes e levantamentos meteorológicos (12)
  • Programar aquisição e estocagem de matéria-prima e insumos
  • Ajustar parâmetros operacionais de otimização dos processos
  • Avaliar eficiênca dos processos
  • Avaliar capacidade produtiva do processo de ar, vapor, óleo e gases
  • Controlar custos operacionais
  • Determinar vazões líquidas e índices inerentes ao controle do processo
  • Realizar inspeções e vistorias técnicas
  • Controlar distribuição dos produtos gerados (vapor, ar e efluentes)
  • Testar novos produtos químicos e equipamentos
  • Identificar os aspectos ambientais e impactos associados
  • Cumprir objetivos e metas ambientais
  • Definir local de armazenagem dos resíduos e efluentes
E Realizar análises físico-químicas e micro-biológicas dos efluentes (10)
  • Preparar ambiente para análises
  • Suprir ambiente de análises com reagentes, vidrarias e equipamentos
  • Coletar amostras
  • Preservar amostras coletadas
  • Identificar amostras e pontos de coletas
  • Manusear vidrarias, instrumentos e equipamentos
  • Manipular produtos químicos e biológicos
  • Interpretar resultados analíticos
  • Elaborar laudos, relatórios e planilhas dos resultados analíticos
  • Encaminhar amostras para análises externas complementares
F Implementar ações de gestão ambiental (7)
  • Avaliar amplitude dos impactos ambientais
  • Definir medidas corretivas
  • Estabelecer prazos, ações e responsabilidades
  • Aplicar ações corretivas
  • Analisar resultados das ações corretivas
  • Atender normas e legislação ambiental
  • Propor ações preventivas
G Monitorar a segurança no trabalho (6)
  • Fornecer subsídios para elaboração do mapa de riscos
  • Interpretar mapa de riscos
  • Controlar uso dos equipamentos de proteção (individual e coletiva)
  • Cumprir procedimentos de emergência
  • Fornecer informações para procedimentos de emergência
  • Informar sobre precauções de produtos e resíduos gerados no processo
Z Demonstrar competências pessoais (10)
  • Comunicar-se
  • Agir com ética
  • Demonstrar iniciativa
  • Demonstrar capacidade de auto-organização
  • Demonstrar dinamismo
  • Dar provas de liderança
  • Demonstrar capacidade de adaptação
  • Demonstrar sociabilidade
  • Autocriticar-se
  • Manter bom relacionamento interpessoal

Sinônimos oficiais (1)

Analista de estação de tratamento de efluentes

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 3115-20 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico em tratamento de efluentes?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.829 por mês, considerando as 229 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.048 (10% menores) a R$ 4.803 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.625 (RAIS 2024), 63.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando técnico em tratamento de efluentes?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 256 admissões contra 255 desligamentos, saldo de +1 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata técnico em tratamento de efluentes?

A atividade econômica que mais contratou foi Curtimento e outras preparações de couro (CNAE 1510600), com 8,6% das admissões e mediana de R$ 2.401. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de técnico em tratamento de efluentes?

3115-20 (família 3115 — Técnicos em controle ambiental, utilidades e tratamento de efluentes). A CBO reconhece também os títulos: Analista de estação de tratamento de efluentes — todos usam o mesmo código 3115-20. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser técnico em tratamento de efluentes?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3115: Essas ocupações requerem formação técnica de nível médio completa nas áreas do meio ambiente, saneamento e afins. O pleno exercício das atividades requer de um a dois anos de experiência. Geralmente, trabalham sob supervisão de profissionais de nível superior.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 3115-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 3115-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3115-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1510600), o RAT é 3%.

A profissão de técnico em tratamento de efluentes é regulamentada?

As notas oficiais da CBO para a família 3115 registram: Norma regulamentadora: Lei nº 5.524, de 5 de novembro de 1968 - dispõe sobre o exercício da profissão de técnico industrial de nível médio. Resolução normativa nº 24, de 18 de fevereiro de 1970 - autoriza os conselhos regionais de química a procederem ao registro de técnicos industriais.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (17 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3115:

  • Bresolin Indústria e Comércio de Madeiras Ltda.
  • Companhia de Saneamento do Paraná - Sanepar
  • Coopavel - Cooperativa Cascavel Ltda
  • Empresa Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater - Pr)
  • Fiação de Seda Bratac S.A.
  • Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
  • Sadia S.A.
  • Senai - Departamento Regional do Paraná
  • Suderhsa - Superintendência de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental
  • Synteko Produtos Químicos S.A.
  • Trombini Embalagens Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
  • GLOSSÁRIO
  • Pluviógrafo: instrumento que registra quantidade, duração e intensidade da chuva.
  • Oxímetro: instrumento que determina o grau de saturação de oxigênio no sangue.
  • Phmetro: instrumento para medir o ph em uma solução.
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