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CBO 2002 Família 2613 R$ 3.513 na admissão +31 postos em 12 meses 123 atividades

CBO 2613-10 — Museólogo

O código 2613-10 identifica a ocupação museólogo na CBO 2002, dentro da família 2613 — Arquivistas e museólogos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um museólogo

Organizam documentação de arquivos institucionais e pessoais, criam projetos de museus e exposições, organizam acervos museológicos públicos e privados. Dão acesso à informação, conservam acervos. Preparam ações educativas ou culturais, planejam e realizam atividades técnico-administrativas, orientam implantação das atividades técnicas. Participam da política de criação e implantação de museus e instituições arquivísticas.

Descrição oficial da família 2613 — Arquivistas e museólogos, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Os profissionais podem trabalhar em museus públicos ou particulares, em arquivos oficiais dos estados, municípios ou universidades, em centros de documentação vinculados a empresas ou instituições públicas ou privadas, no ensino, etc. Desenvolvem suas atividades em equipes com supervisão ocasional, como empregados registrados ou como autônomos. Em algumas atividades, alguns profissionais podem estar sujeitos aos efeitos da exposição a materiais tóxicos e a micro-organismos.

Recursos de trabalho

Aparelhagem de multimídia; Armários e gaveteiros para peças de acervo; Equipamento e material fotográfico; Equipamentos de informática; Equipamentos para controle ambiental; Instrumentos de desenho técnico; Legislação arquivística; Material de áudio e vídeo; Material de escritório; Softwares especializados.

Quanto ganha um museólogo

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.81410% ganham atéR$ 3.513medianaR$ 6.70310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 6.750

Entrada × quem já está

R$ 3.513 ao ser admitido · R$ 6.750 para quem tem vínculo ativo +92,1%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de museólogo foi de R$ 3.513 — metade das 169 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.814 e os 10% de maior, acima de R$ 6.703.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 6.750, ou seja, 92,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 67 meses.

Considerando a jornada média de 40.3 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 19,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 3.513
Por ano (12 salários)R$ 42.156
Por semanaR$ 809
Por hora (40.3h/sem)R$ 19,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 3.04731,4%
  • Mulheres — R$ 3.63368,6%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 5.29436,1%
  • Mulheres — R$ 7.37163,9%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste3.693

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 85 -4 R$ 4.206
RJ 39 +16 R$ 4.050

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

202

Desligamentos

171

Saldo

+31

Rotatividade

18,8%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+17) saldo negativo · pior: dez/25 (-12)

Em 12 meses houve 202 admissões e 171 desligamentos de museólogo, o que significa que o mercado formal abriu 31 postos de trabalho no período, com rotatividade de 18,8% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 25,1% foram a pedido do próprio trabalhador e 46,8% por dispensa sem justa causa, além de 19,3% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador25,1%
  • Dispensa sem justa causa46,8%
  • Fim de contrato19,3%

Sobre 171 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial0,5%
  • Pessoa com deficiência1%
  • Jovem aprendiz0,5%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro2,5%
  • 1 a 4 empregados4,5%
  • 5 a 9 empregados6,9%
  • 10 a 19 empregados3,5%
  • 20 a 49 empregados22,8%
  • 50 a 99 empregados15,3%
  • 100 a 249 empregados5,4%
  • 250 a 499 empregados5,9%
  • 500 a 999 empregados8,4%
  • 1.000 ou mais empregados24,8%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata museólogo

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de museus e de exploração de lugares e prédios históricos e atrações similares 9102301 · 15,3% das admissões 31 43.5h R$ 2.900 1% 2
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 10,9% das admissões 22 44h R$ 4.200 3% 1
Ensino de arte e cultura não especificado anteriormente 8592999 · 9,9% das admissões 20 44h R$ 2.844 1% 2
Atividades de organizações associativas ligadas à cultura e à arte 9493600 · 7,9% das admissões 16 40.6h R$ 4.000 2% 1
Seleção e agenciamento de mão de obra 7810800 · 4,5% das admissões 9 3% 1
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 4,5% das admissões 9 2% 1
Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas 8230001 · 3,5% das admissões 7 3% 2
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 3,5% das admissões 7 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como museólogo

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 909 vínculos

Idade mediana

41 anos

Tempo de casa

67 meses

No setor público

48,7%

Em empresa do Simples

2,5%

Sexo

  • Mulher62,2%
  • Homem37,8%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada39,3h/sem
  • Pessoas com deficiência1,1%
  • Jornada parcial0,9%
  • Contrato intermitente0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos35,9%

Sobre os 909 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca61,9%
  • Parda25,8%
  • Preta10,3%
  • Amarela1,3%
  • Indígena0,7%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo77,1%
  • Mestrado17,4%
  • Doutorado5,5%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • 6º a 9º ano2,5%
  • Fundamental completo0,5%
  • Médio incompleto1%
  • Médio completo17,8%
  • Superior incompleto16,3%
  • Superior completo48,5%
  • Pós-graduação6,4%
  • Mestrado5,4%
  • Doutorado1,5%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,8%
  • 5 a 9 empregados2,5%
  • 10 a 19 empregados4,6%
  • 20 a 49 empregados14,1%
  • 50 a 99 empregados8,4%
  • 100 a 249 empregados7,7%
  • 250 a 499 empregados20,4%
  • 500 a 999 empregados5,4%
  • 1.000 ou mais empregados34,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: outros serviços

Informalidade no setor

58,8%

Média nacional

37,5%

Conta própria

60,8%

Rendimento formal × informal

R$ 4.157 × R$ 2.095

No setor de outros serviços — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 58,8% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

As ocupações da família requerem curso superior completo na área. Não é incomum, contudo a presença de profissionais com cursos de especialização ou mesmo pós-graduação.

Texto oficial do MTE para a família 2613.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Arquivologia 1,9× 4.374 504 33,5% 66,5%
Museologia 1,99× 2.454 265 21,9% 78,1%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 769 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 31 postos líquidos em 12 meses — cerca de 24,8 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

No serviço público federal

Portal da Transparência · remuneração básica bruta · 6 competências

Cargo federal correspondente P25 Mediana P75 Jornada
Arquivista (carreira federal)3.111 contracheques · SIAPE R$ 10.746 R$ 12.926 R$ 15.245 40 HORAS SEMANAIS

A mediana no cargo federal (Arquivista (carreira federal)) é R$ 12.926 contra R$ 6.750 de quem atua na ocupação no mercado formal — uma diferença de +91,5%. Antes de concluir, compare a jornada: cargos da saúde no serviço público têm jornadas de 20, 24, 36 e 40 horas, e o valor por hora muda tudo.

Remuneração básica bruta mensal, sem gratificação natalina, férias ou eventuais. Usamos mediana e quartis porque a média é distorcida pelos cargos de topo sujeitos ao teto constitucional. O Portal da Transparência identifica o servidor por cargo/carreira definido em lei, não por CBO — a correspondência entre cargo e ocupação é curadoria nossa.

Qual especialização paga mais na família 2613

Todas as ocupações de arquivistas e museólogos, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2613-10 Museólogo (esta página) R$ 3.513 R$ 6.750 909
2613-05 Arquivista R$ 2.110 R$ 3.207 5.128

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2613-10.

B Criar projetos de museus e exposições (13)
  • Criar estratégias de desenvolvimento de museus e exposições
  • Organizar museus
  • Criar projeto museológico de museus e exposições
  • Determinar conceitos e metodologias de museus e exposições
  • Realizar pesquisas relativas ao tema e acervo para a produção de exposições
  • Selecionar documentos para exposição
  • Criar o projeto museográfico e detalhamento técnico
  • Coordenar a montagem da exposição
  • Contatar outras instituições e/ou colecionadores para empréstimos
  • Contatar instituições para sediar exposições
  • Coordenar exposições
  • Determinar discurso expositivo
  • Assessorar o projeto arquitetônico do museu
C Organizar acervos museológicos públicos e privados (10)
  • Providenciar o tombamento de acervos
  • Inventariar acervo
  • Administrar processos de aquisição e baixa do acervo
  • Catalogar documentos/acervos
  • Providenciar avaliação financeira do acervo
  • Descrever as características dos acervos
  • Identificar documentos e acervos
  • Compor dossiê de coleções/acervos
  • Gerenciar a reserva técnica
  • Gerenciar empréstimo de acervo
D Dar acesso à informação (11)
  • Atender usuários
  • Formular instrumentos de pesquisa
  • Prover bancos de dados e/ou sistemas de recuperação de informação
  • Apoiar as atividades de consulta
  • Fiscalizar a aplicação de legislação de direitos autorais
  • Fiscalizar a reprodução e divulgação de imagens
  • Orientar o usuário quanto ao uso dos diferentes equipamentos e bancos de dados
  • Disponibilizar os instrumentos de pesquisa na rede internacional de comunicação
  • Fiscalizar empréstimos do acervo e documentos de arquivos
  • Gerenciar atividades de consulta
  • Representar a informação
E Conservar acervos (15)
  • Desenvolver projeto museográfico da reserva técnica
  • Diagnosticar o estado de conservação do acervo
  • Estabelecer procedimentos de segurança do acervo
  • Higienizar documentos/acervos
  • Pesquisar materiais de conservação
  • Monitorar programas de conservação preventiva
  • Orientar usuários e funcionários quanto aos procedimentos de manuseio do acervo
  • Monitorar as condições ambientais
  • Controlar as condições de transporte, embalagem, armazenagem e acondicionamento
  • Definir especificações de material de acondicionamento e armazenagem
  • Desenvolver programas de controle preventivo de infestações químicas e biológicas
  • Acondicionar documentos/acervos
  • Acompanhar o deslocamento, embalagem, transporte, desembalagem e montagem do acervo
  • Supervisionar trabalhos de restauração
  • Armazenar documentos/acervos
F Preparar ações educativas e/ou culturais (11)
  • Organizar monitorias
  • Ministrar cursos e palestras
  • Preparar visitas técnicas
  • Estabelecer estratégias para o público alvo
  • Desenvolver ações educativas e/ou culturais
  • Interagir com o programa curricular nacional
  • Coordenar ações educativas e/ou culturais
  • Desenvolver estudos do público-alvo
  • Preparar material educativo
  • Participar da formação/capacitação de profissionais de museus/arquivos
  • Orientar estagiários
G Planejar atividades técnico-administrativas (11)
  • Planejar a exposição
  • Planejar a itinerância da exposição
  • Planejar programas de conservação preventiva
  • Planejar ações educativas e/ou culturais
  • Planejar sistema de recuperação de informação
  • Participar do planejamento dos programas de prevenção de sinistros
  • Planejar programa/cronograma das exposições
  • Planejar a instalação de equipamentos para consulta/reprodução
  • Planejar a ocupação das instalações físicas
  • Planejar a adoção de novas tecnologias de recuperação e armazenamento da informação
  • Administrar prazos
H Orientar a implantação de atividades técnicas (5)
  • Produzir normas e procedimentos técnicos
  • Produzir vocabulários controlados/thesaurus
  • Capacitar pessoal técnico-administrativo
  • Formar biblioteca de apoio às atividades técnicas
  • Participar de comissões técnicas e conselhos de museus
I Participar da política de criação e implantação de museus e instituições arquivísticas (11)
  • Assessorar a implantação de novas instituições
  • Definir o perfil do museu
  • Acompanhar o desenvolvimento e execução do projeto arquitetônico
  • Propor a definição de linhas de acervo museológico
  • Participar da elaboração do organograma e fluxograma do museu e do arquivo
  • Supervisionar contratação de seguro para o acervo
  • Implantar o projeto museológico e museográfico
  • Orientar as políticas do acervo
  • Diagnosticar a situação geral do museu
  • Participar da definição de políticas públicas de arquivos/museus
  • Tomar parte da política de captação de recursos da instituição
J Realizar atividades técnico-administrativas (8)
  • Solicitar compras de materiais e equipamentos
  • Montar cadastro de fornecedores e materiais
  • Construir estatísticas de freqüência e relatórios técnicos
  • Solicitar manutenção de equipamentos
  • Construir laudos/pareceres técnicos e administrativos
  • Redigir a correspondência oficial
  • Solicitar a contratação de serviços de terceiros
  • Representar oficialmente a instituição
K Administrar atividades patrocinadas (6)
  • Elaborar projeto para captar recursos
  • Negociar recursos e patrocinadores
  • Negociar parcerias e produtos
  • Realizar o acompanhamento técnico dos projetos financiados
  • Prestar contas dos financiamentos
  • Elaborar relatório técnico das atividades do projeto financiado
Y Comunicar-se (9)
  • Preparar material de divulgação institucional para diferentes mídias
  • Divulgar o acervo
  • Sensibilizar gestores e funcionários de entidades públicas e privadas para a importância de arquivos
  • Participar de palestras, convênios e reuniões científicas
  • Preparar materiais, atividades e palestras para o público interno
  • Estabelecer diálogo com usuário
  • Apresentar trabalhos técnicos e científicos
  • Manter intercâmbio com profissionais de instituições congêneres
  • Escrever trabalhos técnicos e científicos
Z Demonstrar competências pessoais (13)
  • Trabalhar interdisciplinarmente
  • Trabalhar em equipe
  • Proceder de acordo com códigos de ética da profissão
  • Atualizar-se
  • Proceder com criatividade
  • Proceder com flexibilidade
  • Ser meticuloso
  • Desenvolver raciocínio lógico e abstrato
  • Desenvolver percepção aguçada
  • Conhecer a legislação da área de atuação
  • Desenvolver acuidade espacial
  • Evidenciar senso de organização
  • Participar de conselhos profissionais

Sinônimos oficiais (4)

Especialista em conservação de acervosEspecialista em documentação museológicaEspecialista em educação em museusEspecialista em museografia de exposição

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2613-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um museólogo?

A mediana do salário de admissão é R$ 3.513 por mês, considerando as 169 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.814 (10% menores) a R$ 6.703 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 6.750 (RAIS 2024), 92.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando museólogo?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 202 admissões contra 171 desligamentos, saldo de +31 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata museólogo?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de museus e de exploração de lugares e prédios históricos e atrações similares (CNAE 9102301), com 15,3% das admissões e mediana de R$ 2.900. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de museólogo?

2613-10 (família 2613 — Arquivistas e museólogos). A CBO reconhece também os títulos: Especialista em conservação de acervos, Especialista em documentação museológica, Especialista em educação em museus, Especialista em museografia de exposição — todos usam o mesmo código 2613-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser museólogo?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2613: As ocupações da família requerem curso superior completo na área. Não é incomum, contudo a presença de profissionais com cursos de especialização ou mesmo pós-graduação. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Arquivologia, com 1,9 candidatos por vaga no presencial.

Quanto ganha museólogo no serviço público federal?

No cargo federal correspondente (Arquivista (carreira federal)), a remuneração básica bruta mediana é R$ 12.926, com jornada predominante de 40 horas semanais — dados do Portal da Transparência (6 competências de 2026). Isso é 91.5% acima da mediana do setor privado na mesma ocupação. O valor não inclui gratificação natalina, férias nem eventuais.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (outros serviços), 58,8% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2613-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2613-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2613-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (9102301), o RAT é 1%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2613:

  • Arquivo do Estado de São Paulo
  • Arquivo Edgard Leuenroth - Cpds - Unicamp
  • Arquivo Nacional
  • Central Única dos Trabalhadores
  • Conselho Regional de Museologia - 4ª Região
  • Fundação Patrimônio Histórico da Energia de SP
  • Instituto de Estudos Brasileiros da USP
  • Museu de Arqueologia e Etnologia da USP
  • Museu de Santo André
  • Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Museu Paulista
  • Phoenix Ateliê de História e Cultura Ltda.
  • Secretaria de Estado da Cultura
  • Universidade de Brasília
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação de Desenvolvimento da Unicamp - Funcamp
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