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CBO 2002 Família 2525 R$ 2.521 na admissão +360 postos em 12 meses 39 atividades

CBO 2525-15 — Analista de cobrança (instituições financeiras)

O código 2525-15 identifica a ocupação analista de cobrança (instituições financeiras) na CBO 2002, dentro da família 2525 — Profissionais de administração ecônomico-financeira. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um analista de cobrança (instituições financeiras)

Administram fundos e carteiras de investimentos em instituições financeiras. Desenvolvem, implantam e administram produtos e serviços bancários. Analisam operações de crédito e de cobrança e operacionalizam contratos de financiamento e/ou empréstimos. Controlam recursos para crédito obrigatório e gerenciam cobranças. Preparam e consolidam informações gerenciais e econômico-financeiras. Relatam aos setores e clientes do banco, oralmente ou por escrito, a situação dos produtos e serviços bancários.

Descrição oficial da família 2525 — Profissionais de administração ecônomico-financeira, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

O trabalho é exercido em instituições financeiras, seguros e previdência privada, administração pública, defesa e seguridade social e outras atividades empresariais. Os profissionais são assalariados com carteira assinada. Trabalham em equipe, sob supervisão permanente. O trabalho é presencial, realizado em ambiente fechado, no período diurno. As atividades são executadas sob pressão, levando à situação de estresse constante.

Recursos de trabalho

Broadcast (sistema de informações financeiras); Calculadora financeira; Computador e periféricos; Internet e correio eletrônico; Intranet; Jornais e revistas especializados; Livros técnicos; Manuais técnicos; Sisbacen; Telefone.

Quanto ganha um analista de cobrança (instituições financeiras)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.81610% ganham atéR$ 2.521medianaR$ 7.00310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.066

Entrada × quem já está

R$ 2.521 ao ser admitido · R$ 4.066 para quem tem vínculo ativo +61,3%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de analista de cobrança (instituições financeiras) foi de R$ 2.521 — metade das 2.239 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.816 e os 10% de maior, acima de R$ 7.003.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.066, ou seja, 61,3% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 24 meses.

Considerando a jornada média de 42.2 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 13,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.521
Por ano (12 salários)R$ 30.252
Por semanaR$ 580
Por hora (42.2h/sem)R$ 13,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 3.01632,2%
  • Mulheres — R$ 2.50567,8%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 5.38333,5%
  • Mulheres — R$ 3.68166,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte2.200
  • Nordeste1.683
  • Sudeste2.570
  • Sul3.300
  • Centro-Oeste2.633

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (9 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 1.606 +309 R$ 2.871
MG 276 -11 R$ 2.174
PR 198 +37 R$ 3.402
CE 146 +9 R$ 1.643
RS 84 +10 R$ 3.122
GO 71 +1 R$ 2.575
SC 59 +4 R$ 4.033
RJ 34 -6 R$ 3.750
MT 33 +9 R$ 3.070

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

2.650

Desligamentos

2.290

Saldo

+360

Rotatividade

45,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+150) saldo negativo · pior: jul/26 (-35)

Em 12 meses houve 2.650 admissões e 2.290 desligamentos de analista de cobrança (instituições financeiras), o que significa que o mercado formal abriu 360 postos de trabalho no período, com rotatividade de 45,5% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 39,1% foram a pedido do próprio trabalhador e 46,3% por dispensa sem justa causa, além de 9,6% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador39,1%
  • Dispensa sem justa causa46,3%
  • Fim de contrato9,6%

Sobre 2.290 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,3% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro4,2%
  • 1 a 4 empregados4,2%
  • 5 a 9 empregados3,1%
  • 10 a 19 empregados5,9%
  • 20 a 49 empregados17,2%
  • 50 a 99 empregados11%
  • 100 a 249 empregados12,9%
  • 250 a 499 empregados24,7%
  • 500 a 999 empregados7,6%
  • 1.000 ou mais empregados9,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata analista de cobrança (instituições financeiras)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de teleatendimento 8220200 · 25,8% das admissões 684 44h R$ 1.946 R$ 1.993 R$ 2.132 3% 2
Atividades de cobranças e informações cadastrais 8291100 · 16% das admissões 423 43.3h R$ 1.655 R$ 2.088 R$ 3.406 2% 2
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 4,1% das admissões 108 43.4h R$ 2.125 R$ 3.125 R$ 4.067 2% 1
Bancos múltiplos, com carteira comercial 6422100 · 3,7% das admissões 98 41.7h R$ 5.500 R$ 7.900 R$ 11.475 3% 1
Correspondentes de instituições financeiras 6619302 · 3,6% das admissões 96 43.7h R$ 2.551 R$ 3.416 R$ 3.459 2% 1
Serviços advocatícios 6911701 · 3,6% das admissões 95 42.4h R$ 2.100 1% 1
Bancos comerciais 6421200 · 2,9% das admissões 77 44h R$ 6.988 R$ 7.910 R$ 11.063 2% 1
Cooperativas de crédito mútuo 6424703 · 2,8% das admissões 75 40.3h R$ 3.092 R$ 3.900 R$ 5.250 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como analista de cobrança (instituições financeiras)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 5.037 vínculos

Idade mediana

34 anos

Tempo de casa

24 meses

No setor público

0,3%

Em empresa do Simples

17,3%

Sexo

  • Mulher66,6%
  • Homem33,4%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,1h/sem
  • Pessoas com deficiência2,2%
  • Jornada parcial0,8%
  • Em entidade sem fins lucrativos2,2%

Sobre os 5.037 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca59,1%
  • Parda32,9%
  • Preta6,6%
  • Amarela1,3%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo99,5%
  • Mestrado0,3%
  • Doutorado0,2%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,2%
  • 6º a 9º ano0,1%
  • Fundamental completo0,8%
  • Médio incompleto3,2%
  • Médio completo47,8%
  • Superior incompleto14,7%
  • Superior completo27,8%
  • Pós-graduação5,1%
  • Mestrado0,2%
  • Doutorado0,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados3,5%
  • 5 a 9 empregados3,8%
  • 10 a 19 empregados8,7%
  • 20 a 49 empregados18,8%
  • 50 a 99 empregados11,9%
  • 100 a 249 empregados19,4%
  • 250 a 499 empregados8,5%
  • 500 a 999 empregados6,9%
  • 1.000 ou mais empregados18,5%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

O exercício dessas ocupações requer nível superior completo e curso de especialização na área com duração de até duzentas horas/aula. O exercício pleno das ocupações se dá após três ou quatro anos de experiência.

Texto oficial do MTE para a família 2525.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Administração 1,29× 653.126 76.938 67,1% 13,9%
Gestão financeira 0,62× 81.202 15.575 93,2% 1,5%
Economia 1,83× 67.837 8.097 33,5% 42,3%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 100.610 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 360 postos líquidos em 12 meses — cerca de 279,5 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

Qual especialização paga mais na família 2525

Todas as ocupações de profissionais de administração ecônomico-financeira, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2525-50 Profissional de relações com investidores R$ 7.667 R$ 10.380 2.915
2525-40 Analista de produtos bancários R$ 6.710 R$ 9.199 14.767
2525-05 Administrador de fundos e carteiras de investimento R$ 6.522 R$ 9.125 2.553
2525-10 Analista de câmbio R$ 4.825 R$ 7.050 1.757
2525-45 Analista financeiro (instituições financeiras) R$ 4.007 R$ 5.013 82.620
2525-25 Analista de crédito (instituições financeiras) R$ 3.439 R$ 4.732 17.573
2525-30 Analista de crédito rural R$ 3.906 R$ 4.578 716
2525-35 Analista de leasing R$ 2.150 R$ 4.367 197
2525-15 Analista de cobrança (instituições financeiras) (esta página) R$ 2.521 R$ 4.066 5.037

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2525-15.

A Administrar fundos e carteiras de investimentos (1)
  • Analisar conjuntura econômica e política
E Analisar operações de crédito e de cobrança (12)
  • Analisar relatórios da gerência comercial
  • Analisar histórico do cliente/investidor
  • Analisar inadimplências
  • Analisar segmentos de atividade econômica
  • Levantar informações sobre crédito e cadastro de clientes (Serasa, Bacen, Cadin, SPC, Cadip)
  • Analisar proposta de crédito
  • Visitar clientes/investidor
  • Analisar balanços e demonstrações financeiras
  • Analisar garantias de crédito
  • Propor garantias adicionais
  • Atribuir "rating" para clientes
  • Recomendar limites ou facilidades de crédito para clientes
H Gerenciar cobrança (11)
  • Examinar relatórios de operações vencidas
  • Segmentar carteiras (produto, faixa de atraso, pessoa física ou jurídica)
  • Traçar estratégias de cobrança
  • Negociar com clientes
  • Propor alternativas de renegociação
  • Encaminhar processos para cobrança terceirizada ou judicial
  • Coordenar cobrança terceirizada
  • Acompanhar processos em execução de cobrança
  • Acompanhar carteira de devedores duvidosos
  • Encaminhar operações vencidas para pdd (provisão devedores duvidosos)
  • Monitorar situações de operações vencidas
Y Comunicar-se (1)
  • Preparar relatório do fundo e carteira
Z Demonstrar competências pessoais (14)
  • Demonstrar capacidade de análise
  • Demonstrar objetividade
  • Demonstrar agilidade
  • Demonstrar visão estratégica
  • Demonstrar visão crítica
  • Demonstrar raciocínio lógico
  • Demonstrar capacidade de comunicação oral e escrita
  • Demonstrar capacidade de concentração
  • Demonstrar capacidade de relacionamento interpessoal
  • Antever cenários futuros
  • Demonstrar capacidade de síntese
  • Demonstrar tempestividade
  • Demonstrar capacidade de manter sigilo
  • Demonstrar capacidade de atentar a detalhes

Perguntas frequentes

Quanto ganha um analista de cobrança (instituições financeiras)?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.521 por mês, considerando as 2.239 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.816 (10% menores) a R$ 7.003 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.066 (RAIS 2024), 61.3% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando analista de cobrança (instituições financeiras)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 2.650 admissões contra 2.290 desligamentos, saldo de +360 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata analista de cobrança (instituições financeiras)?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de teleatendimento (CNAE 8220200), com 25,8% das admissões e mediana de R$ 1.993. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de analista de cobrança (instituições financeiras)?

2525-15 (família 2525 — Profissionais de administração ecônomico-financeira). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser analista de cobrança (instituições financeiras)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2525: O exercício dessas ocupações requer nível superior completo e curso de especialização na área com duração de até duzentas horas/aula. O exercício pleno das ocupações se dá após três ou quatro anos de experiência. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Administração, com 1,29 candidatos por vaga no presencial.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2525-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2525-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2525-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8220200), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (24 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2525:

  • Abn Amro Real S.A.
  • Banco Bilbao Viscaya Brasil S.A.
  • Banco Bradesco S.A.
  • Banco Citibank S.A.
  • Banco Itaú S.A.
  • Banco Mercantil de São Paulo S.A.
  • Banco Nossa Caixa S.A.
  • Banco Safra S.A.
  • Banco Sudameris Brasil S.A.
  • Bankboston S.A.
  • Deutsche Bank S.A. Banco Alemão
  • Hsbc Bank Brasil S.A. Banco Múltiplo
  • Unibanco - União de Bancos Brasileiros S.A.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • GLOSSÁRIO
  • Bacen: Banco Central do Brasil.
  • Cadin: Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal.
  • Cadip: Cadastro de Inadimplentes do Mercado Financeiro.
  • Conab: Companhia Nacional de Abastecimento.
  • CVM: Comissão de Valores Mobiliários.
  • Serasa: Serasa S.A., empresa privada de análises e informações econômico-financeiras e cadastrais.
  • SPC: Serviço de Proteção ao Crédito.
  • 360 Susep: Superintendência de Seguros Privados.
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