CBO 2511-10 — Arqueólogo
O código 2511-10 identifica a ocupação arqueólogo na CBO 2002, dentro da família 2511 — Profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha12 seções
O que faz um arqueólogo
Realizam estudos e pesquisas sociais, econômicas e políticas; participam da gestão territorial e socioambiental; estudam o patrimônio arqueológico; gerem patrimônio histórico e cultural. Realizam pesquisa de mercado. Participam da elaboração, implementação e avaliação de políticas e programas públicos; organizam informações sociais, culturais e políticas. Elaboram documentos técnico-científicos.
Descrição oficial da família 2511 — Profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Trabalham, predominantemente, em órgãos da administração pública e em organismos e departamentos de pesquisas da esfera pública e privada, como estatutários ou assalariados com carteira assinada. Trabalham de forma individual ou em equipe interdisciplinar, sem supervisão, em ambientes fechados ou a ceu aberto, em horário diurno. Em algumas atividades podem estar sujeitos ao trabalho sob pressão que pode ocasionar estresse.
Recursos de trabalho
Banco de dados; Equipamentos para registro; GPS; Internet; Livros; Máquina fotográfica; Material de escritório; Pá; Recursos audiovisuais; Software.
Quanto ganha um arqueólogo
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.650
Entrada × quem já está
R$ 3.314 ao ser admitido · R$ 4.650 para quem tem vínculo ativo +40,3%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de arqueólogo foi de R$ 3.314 — metade das 145 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.696 e os 10% de maior, acima de R$ 6.013.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.650, ou seja, 40,3% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 26 meses.
Considerando a jornada média de 43.4 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 17,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 3.314 |
| Por ano (12 salários) | R$ 39.768 |
| Por semana | R$ 763 |
| Por hora (43.4h/sem) | R$ 17,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
157
Desligamentos
126
Saldo
+31
Rotatividade
33,9%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 157 admissões e 126 desligamentos de arqueólogo, o que significa que o mercado formal abriu 31 postos de trabalho no período, com rotatividade de 33,9% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 32,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 57,9% por dispensa sem justa causa, além de 8,7% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 126 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata arqueólogo
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
| CNAE — atividade econômica | Admissões | Jornada | P25 | Mediana | P75 | RAT | GR |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais e humanas 7220700 · 28% das admissões | 44 | 44h | R$ 2.484 | R$ 3.538 | R$ 4.585 | 1% | 2 |
| Outras atividades profissionais, científicas e técnicas não especificadas anteriormente 7490199 · 8,9% das admissões | 14 | 43.7h | — | R$ 4.000 | — | 2% | 1 |
| Serviços de engenharia 7112000 · 8,9% das admissões | 14 | 43.3h | — | R$ 4.200 | — | 3% | 1 |
| Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica 7020400 · 7,6% das admissões | 12 | 44h | — | R$ 3.322 | — | 2% | 1 |
| Construção de edifícios 4120400 · 7,6% das admissões | 12 | 44h | — | R$ 3.200 | — | 3% | 3 |
| Fabricação de periféricos para equipamentos de informática 2622100 · 6,4% das admissões | 10 | 44h | — | R$ 2.050 | — | 2% | 3 |
| Comércio varejista de calçados 4782201 · 5,7% das admissões | 9 | — | — | — | — | 2% | 1 |
| Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios 4781400 · 5,1% das admissões | 8 | — | — | — | — | 2% | 1 |
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como arqueólogo
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 372 vínculos
Idade mediana
36 anos
Tempo de casa
26 meses
No setor público
16,1%
Em empresa do Simples
27,7%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada42,2h/sem
- Pessoas com deficiência0,5%
- Jornada parcial0,3%
- Contrato intermitente7,3%
- Em entidade sem fins lucrativos8,3%
Sobre os 372 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas
Informalidade no setor
25,4%
Média nacional
37,5%
Conta própria
23,7%
Rendimento formal × informal
R$ 5.385 × R$ 4.443
No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024
O exercício dessas ocupações requer curso superior completo na área de atuação.
Texto oficial do MTE para a família 2511.
| Curso de graduação | Concorrência (presencial) | Matrículas | Formados/ano | EAD | Rede pública |
|---|---|---|---|---|---|
| Ciências sociais | 2,59× | 9.447 | 1.268 | 5% | 91,5% |
| Antropologia | 1,36× | 1.778 | 158 | 40,7% | 59,3% |
| Sociologia | 1,22× | 927 | 79 | 26,9% | 57% |
Quantos se formam × quantas vagas abrem
Formam-se 1.505 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 31 postos líquidos em 12 meses — cerca de 48,5 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.
A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.
Qual especialização paga mais na família 2511
Todas as ocupações de profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 2511-05 | Antropólogo | R$ 7.065 | R$ 11.570 | 633 |
| 2511-15 | Cientista político | R$ 6.825 | R$ 8.600 | 111 |
| 2511-20 | Sociólogo | R$ 7.414 | R$ 8.516 | 826 |
| 2511-10 | Arqueólogo (esta página) | R$ 3.314 | R$ 4.650 | 372 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2511-10.
A Realizar estudos e pesquisas sociais, econômicas e políticas (11)
- •Definir metodologias de pesquisa
- •Estudar organizações sociais
- •Levantar informações documentais e orais
- •Sistematizar dados primários e secundários
- •Elaborar instrumentos de coleta de dados
- •Pesquisar segmentos sociais (jovens, mulheres, segmentos sociais específicos)
- •Estudar identidade de grupos sociais
- •Investigar atitudes, valores e motivações de grupos sociais
- •Analisar processos de mudança político-social
- •Realizar pesquisa comportamental
- •Elaborar matérias temáticas para meios de comunicação
B Participar da gestão territorial e sócio-ambiental (6)
- •Montar processos de regularização fundiária de terras de populações tradicionais
- •Subsidiar planos de manejo
- •Fornecer subsídios para programas de zoneamento ecológico-econômico cultural
- •Caracterizar o meio antrópico
- •Realizar análise periciais
- •Participar da implementação de projetos com populações tradicionais
C Estudar o patrimônio arqueológico (8)
- •Investigar sociedades através de vestígios materiais
- •Levantar o patrimônio arqueológico a ser pesquisado
- •Executar pesquisas de campo
- •Realizar atividades de laboratório nos vestígios recuperados (cura, análise, restos e registros)
- •Divulgar resultados da pesquisa
- •Integrar população local na pesquisa arqueológica
- •Capacitar equipes de pesquisa
- •Realizar ações para preservação e valorização do patrimônio arqueológico
D Gerir patrimônio histórico e cultural (10)
- •Participar da elaboração de diretrizes de preservação do patrimônio cultural
- •Subsidiar a formulação de leis de preservação
- •Etnografar manifestações culturais materiais e imateriais
- •Inventariar patrimônio cultural
- •Organizar uso e acesso a bens culturais
- •Avaliar projetos de pesquisa relativo ao patrimônio cultural
- •Monitorar andamento de projetos arqueológicos
- •Promover a participação da comunidade para preservação do patrimônio histórico e cultural
- •Realizar educação para a preservação do patrimônio histórico e cultural
- •Promover a participação das comunidades
F Participar da elaboração e implementação de políticas e programas públicos (6)
- •Estudar processos de formulação e implementação de políticas públicas
- •Estabelecer métodos de avaliação
- •Definir indicadores de avaliação
- •Identificar vulnerabilidades dos programas
- •Analisar resultados e impactos das políticas
- •Apontar ações corretivas
G Organizar informações sociais, culturais e políticas (6)
- •Estruturar sistemas de informações
- •Levantar fontes de informação
- •Identificar as informações existentes
- •Classificar dados coletados
- •Disponibilizar informações e dados
- •Disseminar informações sobre o patrimônio
H Avaliar políticas e programas públicos (10)
- •Identificar demandas coletivas
- •Elaborar diretrizes
- •Definir estratégias de implementação dos programas
- •Identificar atores envolvidos nos programas públicos
- •Estabelecer objetos e metas
- •Definir cronograma de implementação
- •Monitorar programas públicos
- •Elaborar plano de ações
- •Capacitar agentes e multiplicadores
- •Acompanhar implementação de políticas públicas
I Elaborar documentos técnico-científicos (4)
- •Elaborar relatórios técnicos
- •Elaborar laudos e perícia
- •Elaborar artigos científicos
- •Elaborar relatórios de avaliação
Z Demonstrar competências pessoais (9)
- •Demonstrar capacidade de síntese
- •Demonstrar rigor científico
- •Demonstrar capacidade analítica
- •Capacidade de formulação teórica
- •Mediar conflitos
- •Trabalhar em equipe
- •Trabalhar em situações adversas
- •Demonstrar capacidade de observação, descrição e registro
- •Demonstrar sensibilidade na compreensão de valores e motivações
Perguntas frequentes
Quanto ganha um arqueólogo?
A mediana do salário de admissão é R$ 3.314 por mês, considerando as 145 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.696 (10% menores) a R$ 6.013 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.650 (RAIS 2024), 40.3% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando arqueólogo?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 157 admissões contra 126 desligamentos, saldo de +31 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata arqueólogo?
A atividade econômica que mais contratou foi Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais e humanas (CNAE 7220700), com 28% das admissões e mediana de R$ 3.538. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de arqueólogo?
2511-10 (família 2511 — Profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser arqueólogo?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2511: O exercício dessas ocupações requer curso superior completo na área de atuação. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Ciências sociais, com 2,59 candidatos por vaga no presencial.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 2511-10?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 2511-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2511-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7220700), o RAT é 1%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Censo da Educação Superior (INEP)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (14 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2511:
- •Casa de Campo Tecnologia em Pesquisa
- •Fundação Nacional do Índio
- •Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade)
- •Museu de Arqueologia e Etnologia da USP
- •Museu de Porto Alegre - Joaquim José Felizardo
- •Pesquisadora Autônoma
- •Prefeitura do Município de São Paulo (PMSP)
- •Research International Brasil
- •Secretaria de Economia e Planejamento
- •Universidade Estácio de Sá
- •Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
- •Zanettini Arqueologia Ltda.
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP