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CBO 2002 Família 2511 R$ 3.314 na admissão +31 postos em 12 meses 70 atividades

CBO 2511-10 — Arqueólogo

O código 2511-10 identifica a ocupação arqueólogo na CBO 2002, dentro da família 2511 — Profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um arqueólogo

Realizam estudos e pesquisas sociais, econômicas e políticas; participam da gestão territorial e socioambiental; estudam o patrimônio arqueológico; gerem patrimônio histórico e cultural. Realizam pesquisa de mercado. Participam da elaboração, implementação e avaliação de políticas e programas públicos; organizam informações sociais, culturais e políticas. Elaboram documentos técnico-científicos.

Descrição oficial da família 2511 — Profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham, predominantemente, em órgãos da administração pública e em organismos e departamentos de pesquisas da esfera pública e privada, como estatutários ou assalariados com carteira assinada. Trabalham de forma individual ou em equipe interdisciplinar, sem supervisão, em ambientes fechados ou a ceu aberto, em horário diurno. Em algumas atividades podem estar sujeitos ao trabalho sob pressão que pode ocasionar estresse.

Recursos de trabalho

Banco de dados; Equipamentos para registro; GPS; Internet; Livros; Máquina fotográfica; Material de escritório; Pá; Recursos audiovisuais; Software.

Quanto ganha um arqueólogo

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.69610% ganham atéR$ 3.314medianaR$ 6.01310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.650

Entrada × quem já está

R$ 3.314 ao ser admitido · R$ 4.650 para quem tem vínculo ativo +40,3%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de arqueólogo foi de R$ 3.314 — metade das 145 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.696 e os 10% de maior, acima de R$ 6.013.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.650, ou seja, 40,3% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 26 meses.

Considerando a jornada média de 43.4 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 17,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 3.314
Por ano (12 salários)R$ 39.768
Por semanaR$ 763
Por hora (43.4h/sem)R$ 17,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 3.46348,3%
  • Mulheres — R$ 3.30251,7%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.65053%
  • Mulheres — R$ 4.60047%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste3.310
  • Sudeste3.300

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

157

Desligamentos

126

Saldo

+31

Rotatividade

33,9%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: abr/26 (+12) saldo negativo · pior: dez/25 (-6)

Em 12 meses houve 157 admissões e 126 desligamentos de arqueólogo, o que significa que o mercado formal abriu 31 postos de trabalho no período, com rotatividade de 33,9% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 32,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 57,9% por dispensa sem justa causa, além de 8,7% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador32,5%
  • Dispensa sem justa causa57,9%
  • Fim de contrato8,7%

Sobre 126 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente10,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro10,8%
  • 1 a 4 empregados14%
  • 5 a 9 empregados14%
  • 10 a 19 empregados15,9%
  • 20 a 49 empregados15,9%
  • 50 a 99 empregados7%
  • 100 a 249 empregados3,8%
  • 250 a 499 empregados1,3%
  • 500 a 999 empregados2,5%
  • 1.000 ou mais empregados14,6%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata arqueólogo

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais e humanas 7220700 · 28% das admissões 44 44h R$ 2.484 R$ 3.538 R$ 4.585 1% 2
Outras atividades profissionais, científicas e técnicas não especificadas anteriormente 7490199 · 8,9% das admissões 14 43.7h R$ 4.000 2% 1
Serviços de engenharia 7112000 · 8,9% das admissões 14 43.3h R$ 4.200 3% 1
Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica 7020400 · 7,6% das admissões 12 44h R$ 3.322 2% 1
Construção de edifícios 4120400 · 7,6% das admissões 12 44h R$ 3.200 3% 3
Fabricação de periféricos para equipamentos de informática 2622100 · 6,4% das admissões 10 44h R$ 2.050 2% 3
Comércio varejista de calçados 4782201 · 5,7% das admissões 9 2% 1
Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios 4781400 · 5,1% das admissões 8 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como arqueólogo

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 372 vínculos

Idade mediana

36 anos

Tempo de casa

26 meses

No setor público

16,1%

Em empresa do Simples

27,7%

Sexo

  • Mulher44,4%
  • Homem55,6%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,2h/sem
  • Pessoas com deficiência0,5%
  • Jornada parcial0,3%
  • Contrato intermitente7,3%
  • Em entidade sem fins lucrativos8,3%

Sobre os 372 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda50,4%
  • Branca44,6%
  • Preta4,1%
  • Amarela0,6%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo86,8%
  • Mestrado8,6%
  • Doutorado4,6%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Fundamental completo0,6%
  • Médio incompleto1,3%
  • Médio completo25,5%
  • Superior incompleto3,8%
  • Superior completo55,4%
  • Pós-graduação5,7%
  • Mestrado7%
  • Doutorado0,6%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados9,1%
  • 5 a 9 empregados12,6%
  • 10 a 19 empregados9,9%
  • 20 a 49 empregados23,4%
  • 50 a 99 empregados13,4%
  • 100 a 249 empregados5,9%
  • 250 a 499 empregados1,3%
  • 500 a 999 empregados4,6%
  • 1.000 ou mais empregados19,6%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

O exercício dessas ocupações requer curso superior completo na área de atuação.

Texto oficial do MTE para a família 2511.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Ciências sociais 2,59× 9.447 1.268 5% 91,5%
Antropologia 1,36× 1.778 158 40,7% 59,3%
Sociologia 1,22× 927 79 26,9% 57%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 1.505 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 31 postos líquidos em 12 meses — cerca de 48,5 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

Qual especialização paga mais na família 2511

Todas as ocupações de profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2511-05 Antropólogo R$ 7.065 R$ 11.570 633
2511-15 Cientista político R$ 6.825 R$ 8.600 111
2511-20 Sociólogo R$ 7.414 R$ 8.516 826
2511-10 Arqueólogo (esta página) R$ 3.314 R$ 4.650 372

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2511-10.

A Realizar estudos e pesquisas sociais, econômicas e políticas (11)
  • Definir metodologias de pesquisa
  • Estudar organizações sociais
  • Levantar informações documentais e orais
  • Sistematizar dados primários e secundários
  • Elaborar instrumentos de coleta de dados
  • Pesquisar segmentos sociais (jovens, mulheres, segmentos sociais específicos)
  • Estudar identidade de grupos sociais
  • Investigar atitudes, valores e motivações de grupos sociais
  • Analisar processos de mudança político-social
  • Realizar pesquisa comportamental
  • Elaborar matérias temáticas para meios de comunicação
B Participar da gestão territorial e sócio-ambiental (6)
  • Montar processos de regularização fundiária de terras de populações tradicionais
  • Subsidiar planos de manejo
  • Fornecer subsídios para programas de zoneamento ecológico-econômico cultural
  • Caracterizar o meio antrópico
  • Realizar análise periciais
  • Participar da implementação de projetos com populações tradicionais
C Estudar o patrimônio arqueológico (8)
  • Investigar sociedades através de vestígios materiais
  • Levantar o patrimônio arqueológico a ser pesquisado
  • Executar pesquisas de campo
  • Realizar atividades de laboratório nos vestígios recuperados (cura, análise, restos e registros)
  • Divulgar resultados da pesquisa
  • Integrar população local na pesquisa arqueológica
  • Capacitar equipes de pesquisa
  • Realizar ações para preservação e valorização do patrimônio arqueológico
D Gerir patrimônio histórico e cultural (10)
  • Participar da elaboração de diretrizes de preservação do patrimônio cultural
  • Subsidiar a formulação de leis de preservação
  • Etnografar manifestações culturais materiais e imateriais
  • Inventariar patrimônio cultural
  • Organizar uso e acesso a bens culturais
  • Avaliar projetos de pesquisa relativo ao patrimônio cultural
  • Monitorar andamento de projetos arqueológicos
  • Promover a participação da comunidade para preservação do patrimônio histórico e cultural
  • Realizar educação para a preservação do patrimônio histórico e cultural
  • Promover a participação das comunidades
F Participar da elaboração e implementação de políticas e programas públicos (6)
  • Estudar processos de formulação e implementação de políticas públicas
  • Estabelecer métodos de avaliação
  • Definir indicadores de avaliação
  • Identificar vulnerabilidades dos programas
  • Analisar resultados e impactos das políticas
  • Apontar ações corretivas
G Organizar informações sociais, culturais e políticas (6)
  • Estruturar sistemas de informações
  • Levantar fontes de informação
  • Identificar as informações existentes
  • Classificar dados coletados
  • Disponibilizar informações e dados
  • Disseminar informações sobre o patrimônio
H Avaliar políticas e programas públicos (10)
  • Identificar demandas coletivas
  • Elaborar diretrizes
  • Definir estratégias de implementação dos programas
  • Identificar atores envolvidos nos programas públicos
  • Estabelecer objetos e metas
  • Definir cronograma de implementação
  • Monitorar programas públicos
  • Elaborar plano de ações
  • Capacitar agentes e multiplicadores
  • Acompanhar implementação de políticas públicas
I Elaborar documentos técnico-científicos (4)
  • Elaborar relatórios técnicos
  • Elaborar laudos e perícia
  • Elaborar artigos científicos
  • Elaborar relatórios de avaliação
Z Demonstrar competências pessoais (9)
  • Demonstrar capacidade de síntese
  • Demonstrar rigor científico
  • Demonstrar capacidade analítica
  • Capacidade de formulação teórica
  • Mediar conflitos
  • Trabalhar em equipe
  • Trabalhar em situações adversas
  • Demonstrar capacidade de observação, descrição e registro
  • Demonstrar sensibilidade na compreensão de valores e motivações

Perguntas frequentes

Quanto ganha um arqueólogo?

A mediana do salário de admissão é R$ 3.314 por mês, considerando as 145 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.696 (10% menores) a R$ 6.013 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.650 (RAIS 2024), 40.3% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando arqueólogo?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 157 admissões contra 126 desligamentos, saldo de +31 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata arqueólogo?

A atividade econômica que mais contratou foi Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais e humanas (CNAE 7220700), com 28% das admissões e mediana de R$ 3.538. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de arqueólogo?

2511-10 (família 2511 — Profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser arqueólogo?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2511: O exercício dessas ocupações requer curso superior completo na área de atuação. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Ciências sociais, com 2,59 candidatos por vaga no presencial.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2511-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2511-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2511-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7220700), o RAT é 1%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (14 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2511:

  • Casa de Campo Tecnologia em Pesquisa
  • Fundação Nacional do Índio
  • Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade)
  • Museu de Arqueologia e Etnologia da USP
  • Museu de Porto Alegre - Joaquim José Felizardo
  • Pesquisadora Autônoma
  • Prefeitura do Município de São Paulo (PMSP)
  • Research International Brasil
  • Secretaria de Economia e Planejamento
  • Universidade Estácio de Sá
  • Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
  • Zanettini Arqueologia Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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