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CBO 2002 Família 2511 R$ 7.065 na admissão +5 postos em 12 meses 79 atividades

CBO 2511-05 — Antropólogo

O código 2511-05 identifica a ocupação antropólogo na CBO 2002, dentro da família 2511 — Profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um antropólogo

Realizam estudos e pesquisas sociais, econômicas e políticas; participam da gestão territorial e socioambiental; estudam o patrimônio arqueológico; gerem patrimônio histórico e cultural. Realizam pesquisa de mercado. Participam da elaboração, implementação e avaliação de políticas e programas públicos; organizam informações sociais, culturais e políticas. Elaboram documentos técnico-científicos.

Descrição oficial da família 2511 — Profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham, predominantemente, em órgãos da administração pública e em organismos e departamentos de pesquisas da esfera pública e privada, como estatutários ou assalariados com carteira assinada. Trabalham de forma individual ou em equipe interdisciplinar, sem supervisão, em ambientes fechados ou a ceu aberto, em horário diurno. Em algumas atividades podem estar sujeitos ao trabalho sob pressão que pode ocasionar estresse.

Recursos de trabalho

Banco de dados; Equipamentos para registro; GPS; Internet; Livros; Máquina fotográfica; Material de escritório; Pá; Recursos audiovisuais; Software.

Quanto ganha um antropólogo

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 4.00510% ganham atéR$ 7.065medianaR$ 14.02010% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 11.570

Entrada × quem já está

R$ 7.065 ao ser admitido · R$ 11.570 para quem tem vínculo ativo +63,8%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de antropólogo foi de R$ 7.065 — metade das 52 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 4.005 e os 10% de maior, acima de R$ 14.020.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 11.570, ou seja, 63,8% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 150 meses.

Considerando a jornada média de 40.3 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 41,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 7.065
Por ano (12 salários)R$ 84.780
Por semanaR$ 1.626
Por hora (40.3h/sem)R$ 41,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 7.06948,1%
  • Mulheres — R$ 7.06351,9%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 11.70755,4%
  • Mulheres — R$ 11.38844,6%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste7.050

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

55

Desligamentos

50

Saldo

+5

Rotatividade

7,9%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: out/25 (+5) saldo negativo · pior: jul/26 (-7)

Em 12 meses houve 55 admissões e 50 desligamentos de antropólogo, o que significa que o mercado formal abriu 5 postos de trabalho no período, com rotatividade de 7,9% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 20% foram a pedido do próprio trabalhador e 74% por dispensa sem justa causa, além de 4% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador20%
  • Dispensa sem justa causa74%
  • Fim de contrato4%

Sobre 50 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial1,8%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro5,5%
  • 1 a 4 empregados9,1%
  • 5 a 9 empregados1,8%
  • 10 a 19 empregados3,6%
  • 50 a 99 empregados10,9%
  • 100 a 249 empregados34,5%
  • 250 a 499 empregados9,1%
  • 500 a 999 empregados10,9%
  • 1.000 ou mais empregados14,5%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata antropólogo

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 18,2% das admissões 10 40h R$ 7.060 2% 1
Fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e secar para uso doméstico, peças e acessórios 2751100 · 10,9% das admissões 6 3% 3
Atividades de apoio à educação, exceto caixas escolares 8550302 · 9,1% das admissões 5 2% 2
Atividades associativas não especificadas anteriormente 9499500 · 9,1% das admissões 5 2% 1
Serviços de engenharia 7112000 · 5,5% das admissões 3 3% 1
Administração de obras 4399101 · 3,6% das admissões 2 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como antropólogo

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 633 vínculos

Idade mediana

41 anos

Tempo de casa

150 meses

No setor público

87,2%

Em empresa do Simples

0,9%

Sexo

  • Homem56,4%
  • Mulher43,6%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada40h/sem
  • Pessoas com deficiência2,7%
  • Em entidade sem fins lucrativos2,5%

Sobre os 633 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca59,9%
  • Parda28%
  • Preta8,3%
  • Amarela1,9%
  • Indígena1,9%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo74,7%
  • Mestrado17,4%
  • Doutorado7,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio completo10,9%
  • Superior incompleto7,3%
  • Superior completo47,3%
  • Pós-graduação5,5%
  • Mestrado18,2%
  • Doutorado10,9%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,6%
  • 5 a 9 empregados0,8%
  • 10 a 19 empregados1,3%
  • 20 a 49 empregados1,7%
  • 50 a 99 empregados1,1%
  • 100 a 249 empregados7,9%
  • 250 a 499 empregados1,4%
  • 500 a 999 empregados1,4%
  • 1.000 ou mais empregados83,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: outros serviços

Informalidade no setor

58,8%

Média nacional

37,5%

Conta própria

60,8%

Rendimento formal × informal

R$ 4.157 × R$ 2.095

No setor de outros serviços — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 58,8% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

O exercício dessas ocupações requer curso superior completo na área de atuação.

Texto oficial do MTE para a família 2511.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Ciências sociais 2,59× 9.447 1.268 5% 91,5%
Antropologia 1,36× 1.778 158 40,7% 59,3%
Sociologia 1,22× 927 79 26,9% 57%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 1.505 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 5 postos líquidos em 12 meses — cerca de 301 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

Qual especialização paga mais na família 2511

Todas as ocupações de profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2511-05 Antropólogo (esta página) R$ 7.065 R$ 11.570 633
2511-15 Cientista político R$ 6.825 R$ 8.600 111
2511-20 Sociólogo R$ 7.414 R$ 8.516 826
2511-10 Arqueólogo R$ 3.314 R$ 4.650 372

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2511-05.

A Realizar estudos e pesquisas sociais, econômicas e políticas (26)
  • Definir metodologias de pesquisa
  • Estudar organizações sociais
  • Elaborar estudos etnográficos
  • Investigar instituições políticas
  • Realizar estudos sócio - econômicos
  • Levantar informações documentais e orais
  • Sistematizar dados primários e secundários
  • Elaborar instrumentos de coleta de dados
  • Caracterizar condições de vida da população
  • Pesquisar segmentos sociais (jovens, mulheres, segmentos sociais específicos)
  • Pesquisar comportamento eleitoral
  • Pesquisar participarão política da sociedade
  • Estudar identidade de grupos sociais
  • Identificar perfil sócio-econômico de usuários de programas públicos
  • Participar na definição de estratégia de campanhas políticas
  • Investigar atitudes, valores e motivações de grupos sociais
  • Realizar pesquisas de opinião pública
  • Analisar processos de mudança político-social
  • Realizar análise institucional
  • Realizar pesquisa comportamental
  • Participar de estudos etno-ambientais
  • Estudar processos migratórios
  • Participar de estudos demográficos
  • Elaborar matérias temáticas para meios de comunicação
  • Participar em processos de reassentamento de populações
  • Analisar processos decisórios
B Participar da gestão territorial e sócio-ambiental (9)
  • Identificar terras de populações tradicionais (indios, quilombos e outras)
  • Montar processos de regularização fundiária de terras de populações tradicionais
  • Delimitar terras de populações tradicionais (indios, quilombos e outras)
  • Subsidiar planos de manejo
  • Fornecer subsídios para programas de zoneamento ecológico-econômico cultural
  • Caracterizar o meio antrópico
  • Realizar análise periciais
  • Participar da implementação de projetos com populações tradicionais
  • Participar de programas de fiscalização de territórios tradicionais
C Estudar o patrimônio arqueológico (2)
  • Levantar o patrimônio arqueológico a ser pesquisado
  • Capacitar equipes de pesquisa
D Gerir patrimônio histórico e cultural (9)
  • Participar da elaboração de diretrizes de preservação do patrimônio cultural
  • Subsidiar a formulação de leis de preservação
  • Etnografar manifestações culturais materiais e imateriais
  • Inventariar patrimônio cultural
  • Organizar uso e acesso a bens culturais
  • Avaliar projetos de pesquisa relativo ao patrimônio cultural
  • Promover a participação da comunidade para preservação do patrimônio histórico e cultural
  • Realizar educação para a preservação do patrimônio histórico e cultural
  • Promover a participação das comunidades
F Participar da elaboração e implementação de políticas e programas públicos (6)
  • Estudar processos de formulação e implementação de políticas públicas
  • Estabelecer métodos de avaliação
  • Definir indicadores de avaliação
  • Identificar vulnerabilidades dos programas
  • Analisar resultados e impactos das políticas
  • Apontar ações corretivas
G Organizar informações sociais, culturais e políticas (6)
  • Estruturar sistemas de informações
  • Levantar fontes de informação
  • Identificar as informações existentes
  • Classificar dados coletados
  • Disponibilizar informações e dados
  • Disseminar informações sobre o patrimônio
H Avaliar políticas e programas públicos (10)
  • Identificar demandas coletivas
  • Elaborar diretrizes
  • Definir estratégias de implementação dos programas
  • Identificar atores envolvidos nos programas públicos
  • Estabelecer objetos e metas
  • Definir cronograma de implementação
  • Monitorar programas públicos
  • Elaborar plano de ações
  • Capacitar agentes e multiplicadores
  • Acompanhar implementação de políticas públicas
I Elaborar documentos técnico-científicos (2)
  • Elaborar artigos científicos
  • Elaborar relatórios de avaliação
Z Demonstrar competências pessoais (9)
  • Demonstrar capacidade de síntese
  • Demonstrar rigor científico
  • Demonstrar capacidade analítica
  • Capacidade de formulação teórica
  • Mediar conflitos
  • Trabalhar em equipe
  • Trabalhar em situações adversas
  • Demonstrar capacidade de observação, descrição e registro
  • Demonstrar sensibilidade na compreensão de valores e motivações

Sinônimos oficiais (1)

Paleetnólogo

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2511-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um antropólogo?

A mediana do salário de admissão é R$ 7.065 por mês, considerando as 52 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 4.005 (10% menores) a R$ 14.020 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 11.570 (RAIS 2024), 63.8% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando antropólogo?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 55 admissões contra 50 desligamentos, saldo de +5 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata antropólogo?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de associações de defesa de direitos sociais (CNAE 9430800), com 18,2% das admissões e mediana de R$ 7.060. A lista completa dos 6 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de antropólogo?

2511-05 (família 2511 — Profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica). A CBO reconhece também os títulos: Paleetnólogo — todos usam o mesmo código 2511-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser antropólogo?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2511: O exercício dessas ocupações requer curso superior completo na área de atuação. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Ciências sociais, com 2,59 candidatos por vaga no presencial.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (outros serviços), 58,8% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2511-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2511-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2511-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (9430800), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (14 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2511:

  • Casa de Campo Tecnologia em Pesquisa
  • Fundação Nacional do Índio
  • Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade)
  • Museu de Arqueologia e Etnologia da USP
  • Museu de Porto Alegre - Joaquim José Felizardo
  • Pesquisadora Autônoma
  • Prefeitura do Município de São Paulo (PMSP)
  • Research International Brasil
  • Secretaria de Economia e Planejamento
  • Universidade Estácio de Sá
  • Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
  • Zanettini Arqueologia Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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