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CBO 2002 Família 2252 R$ 6.413 na admissão +149 postos em 12 meses 113 atividades

CBO 2252-50 — Médico ginecologista e obstetra

O código 2252-50 identifica a ocupação médico ginecologista e obstetra na CBO 2002, dentro da família 2252 — Médicos em especialidades cirúrgicas. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

Quanto ganha um médico ginecologista e obstetra

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.88810% ganham atéR$ 6.413medianaR$ 13.96310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 11.865

Entrada × quem já está

R$ 6.413 ao ser admitido · R$ 11.865 para quem tem vínculo ativo +85%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de médico ginecologista e obstetra foi de R$ 6.413 — metade das 25 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.888 e os 10% de maior, acima de R$ 13.963.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 11.865, ou seja, 85% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 80 meses.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 6.413
Por ano (12 salários)R$ 76.956

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Mulheres — R$ 6.025100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 12.81333,7%
  • Mulheres — R$ 11.43366,3%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

901

Desligamentos

752

Saldo

+149

Rotatividade

8,4%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: abr/26 (+120) saldo negativo · pior: set/25 (-55)

Em 12 meses houve 901 admissões e 752 desligamentos de médico ginecologista e obstetra, o que significa que o mercado formal abriu 149 postos de trabalho no período, com rotatividade de 8,4% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 64,9% foram a pedido do próprio trabalhador e 17,4% por dispensa sem justa causa, além de 14,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador64,9%
  • Dispensa sem justa causa17,4%
  • Fim de contrato14,1%

Sobre 752 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial4,3%
  • Contrato intermitente0,1%
  • Pessoa com deficiência0,1%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro4,7%
  • 1 a 4 empregados0,3%
  • 5 a 9 empregados0,3%
  • 10 a 19 empregados0,1%
  • 20 a 49 empregados0,6%
  • 50 a 99 empregados2,7%
  • 100 a 249 empregados1,7%
  • 250 a 499 empregados6,2%
  • 500 a 999 empregados5,3%
  • 1.000 ou mais empregados78,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata médico ginecologista e obstetra

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de apoio à gestão de saúde 8660700 · 47,7% das admissões 430 2% 1
Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto socorro e unidades para atendimento a urgências 8610101 · 15,4% das admissões 139 2% 3
Atividade médica ambulatorial restrita a consultas 8630503 · 7,3% das admissões 66 1% 3
Administração pública em geral 8411600 · 5,5% das admissões 50 2% 1
Atividades associativas não especificadas anteriormente 9499500 · 5,3% das admissões 48 2% 1
Atividades de atendimento em pronto socorro e unidades hospitalares para atendimento a urgências 8610102 · 4,4% das admissões 40 2% 3
Atividades de atenção ambulatorial não especificadas anteriormente 8630599 · 3,6% das admissões 32 2% 3
Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de exames complementares 8630502 · 2,9% das admissões 26 2% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como médico ginecologista e obstetra

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 8.954 vínculos

Idade mediana

46 anos

Tempo de casa

80 meses

No setor público

63,3%

Em empresa do Simples

0,2%

Sexo

  • Mulher65,9%
  • Homem34,1%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada28,5h/sem
  • Pessoas com deficiência0,5%
  • Jornada parcial2,6%
  • Em entidade sem fins lucrativos24,9%

Sobre os 8.954 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca71,1%
  • Parda24,3%
  • Amarela2,4%
  • Preta2%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo95%
  • Mestrado3,2%
  • Doutorado1,8%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,1%
  • Médio completo2,2%
  • Superior incompleto0,2%
  • Superior completo54,9%
  • Pós-graduação39,8%
  • Mestrado1,8%
  • Doutorado0,9%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,2%
  • 5 a 9 empregados0,2%
  • 10 a 19 empregados0,3%
  • 20 a 49 empregados0,8%
  • 50 a 99 empregados1,2%
  • 100 a 249 empregados2,9%
  • 250 a 499 empregados5,7%
  • 500 a 999 empregados9,5%
  • 1.000 ou mais empregados79,3%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de médico ginecologista e obstetra

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

5,2

CAT no período

39

Idade média no acidente

48 anos

Foram 39 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo médico ginecologista e obstetra nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 5,2 por mil vínculos ao ano — abaixo da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 92,3% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 7,7% de trajeto (no deslocamento) e 0% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Típico92,3%
  • Trajeto7,7%

Parte do corpo atingida

  • Dedo61,5%
  • Partes múltiplas7,7%
  • Mão (exceto punho ou dedos)7,7%
  • Olho (inclusive nervo ótico e visão)5,1%
  • Cabeça, NIC5,1%

Natureza da lesão

  • Lesão imediata28,2%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)23,1%
  • Doença contagiosa ou infecciosa (tuberculose, brucelose, etc.)10,3%
  • Outras lesões, NIC10,3%
  • Fratura7,7%

Agente causador

  • Agente infeccioso ou parasitário (inclui bactéria, fungo, organismo parasitário, vírus, etc.; não inclui produto químico, preparado farmacêutico ou alimento)22,2%
  • Ferramenta manual sem força motriz, NIC13,9%
  • Pressão ambiente baixa (ar rarefeito)11,1%
  • Produto biológico (soro, toxina, antitoxina, vacina, plasma) - medicamento11,1%
  • Calçada ou caminho para pedestre - superfície utilizada para sustentar pessoas8,3%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
Z20.9 — Contato com e exposição a doença transmissível não especificada 8 20,5% 4
Y28.9 — Contato com objeto cortante ou penetrante, intenção não determinada - local não especificado 3 7,7% 57
Y28.9NU — Contato com objeto cortante ou penetrante, intenção não determinada 2 5,1% 57
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 2 5,1% 3.531
Y28.2 — Contato com objeto cortante ou penetrante, intenção não determinada - escolas, outras instituições e áreas de administração pública 2 5,1% 57
Z00.0 — Exame médico geral 1 2,6% 19

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Atividades de apoio à gestão de saúde) tem RAT 2% e grau de risco 1, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 5,2 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Medicina 16,46× 283.594 38.501 0% 26,7%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 38.501 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 149 postos líquidos em 12 meses — cerca de 258,4 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

No serviço público federal

Portal da Transparência · remuneração básica bruta · 6 competências

Cargo federal correspondente P25 Mediana P75 Jornada
Médico (carreira federal)186.648 contracheques · SIAPE R$ 14.058 R$ 14.122 R$ 14.122 40 HORAS SEMANAIS

A mediana no cargo federal (Médico (carreira federal)) é R$ 14.122 contra R$ 11.865 de quem atua na ocupação no mercado formal — uma diferença de +19%. Antes de concluir, compare a jornada: cargos da saúde no serviço público têm jornadas de 20, 24, 36 e 40 horas, e o valor por hora muda tudo.

Remuneração básica bruta mensal, sem gratificação natalina, férias ou eventuais. Usamos mediana e quartis porque a média é distorcida pelos cargos de topo sujeitos ao teto constitucional. O Portal da Transparência identifica o servidor por cargo/carreira definido em lei, não por CBO — a correspondência entre cargo e ocupação é curadoria nossa.

Qual especialização paga mais na família 2252

Todas as ocupações de médicos em especialidades cirúrgicas, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2252-60 Médico neurocirurgião R$ 14.433 667
2252-20 Médico cirurgião do aparelho digestivo R$ 14.213 135
2252-95 Médico cirurgião da mão R$ 14.150 27
2252-30 Médico cirurgião pediátrico R$ 2.073 R$ 14.016 558
2252-90 Médico cancerologista cirurgíco R$ 14.013 90
2252-03 Médico em cirurgia vascular R$ 13.900 591
2252-10 Médico cirurgião cardiovascular R$ 1.625 R$ 13.538 493
2252-15 Médico cirurgião de cabeça e pescoço R$ 13.350 128
2252-40 Médico cirurgião torácico R$ 13.250 214
2252-70 Médico ortopedista e traumatologista R$ 5.013 R$ 12.207 4.711
2252-35 Médico cirurgião plástico R$ 11.925 447
2252-50 Médico ginecologista e obstetra (esta página) R$ 6.413 R$ 11.865 8.954
2252-25 Médico cirurgião geral R$ 13.525 R$ 11.578 7.070
2252-55 Médico mastologista R$ 10.871 395
2252-85 Médico urologista R$ 5.013 R$ 10.713 1.123
2252-75 Médico otorrinolaringologista R$ 10.060 1.150
2252-65 Médico oftalmologista R$ 2.522 R$ 8.963 1.870
2252-80 Médico coloproctologista R$ 7.689 432

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2252-50.

A Praticar intervenções cirúrgicas (14)
  • Avaliar opções terapêuticas
  • Avaliar riscos da cirurgia
  • Definir técnica cirúrgica
  • Definir equipe cirúrgica
  • Selecionar equipamentos e instrumentos
  • Selecionar órteses, próteses e materiais especiais
  • Checar equipamentos e instrumentos
  • Operar equipamentos e instrumentos
  • Tratar intercorrências
  • Retirar orgãos e tecidos
  • Implantar próteses e órteses
  • Executar transplantes de orgãos e tecidos
  • Preservar orgãos e tecidos
  • Encaminhar orgãos e tecidos
B Realizar consulta e atendimento médico (16)
  • Realizar anamnese
  • Realizar exame físico
  • Levantar hipóteses diagnósticas
  • Realizar propedêutica instrumental
  • Solicitar exames complementares
  • Solicitar interconsultas
  • Realizar exames complementares
  • Atender interconsultas
  • Interpretar dados de exames clínicos e de exames complementares
  • Diagnosticar estado de saúde de pacientes
  • Encaminhar pacientes a outros profissionais
  • Realizar diagnóstico de saúde da comunidade
  • Discutir diagnóstico, prognóstico e tratamento com pacientes, responsáveis e familiares
  • Realizar visitas hospitalares
  • Realizar atendimentos de urgência e emergência
  • Realizar visitas domiciliares
C Tratar paciente (como ser biopsicossocial) (15)
  • Planejar tratamento de paciente
  • Indicar tratamento
  • Receitar medicamentos
  • Prescrever tratamento
  • Praticar intervenções clínicas
  • Praticar procedimentos intervencionistas
  • Solicitar internação
  • Estabelecer prognóstico
  • Executar tratamentos com agentes químicos
  • Executar tratamentos com agentes físicos
  • Executar tratamentos com agentes biológicos
  • Executar terapêutica genética
  • Assistir ao parto
  • Acompanhar plano terapêutico do paciente
  • Acompanhar evolução médica do paciente
D Implementar ações para promoção da saúde (10)
  • Estabelecer plano de ações em saúde
  • Prescrever medidas higiênico-dietéticas
  • Prescrever imunização
  • Ministrar tratamentos preventivos
  • Rastrear doenças prevalentes
  • Implementar medidas de biossegurança
  • Coordenar programas de saúde
  • Promover campanhas de saúde
  • Promover atividades educativas
  • Divulgar informações em mídia
E Elaborar documentos médicos (13)
  • Elaborar prontuários
  • Emitir receitas
  • Emitir atestados
  • Elaborar protocolos de condutas médicas
  • Emitir laudos
  • Elaborar relatórios
  • Emitir pareceres
  • Elaborar documentos de imagem
  • Emitir declarações
  • Elaborar procedimentos operacionais padrão
  • Preencher formulários de notificação compulsória
  • Elaborar material informativo e normativo
  • Efetuar perícias, auditorias e sindicâncias médicas
F Administrar serviços de saúde (12)
  • Selecionar equipe de trabalho
  • Distribuir tarefas
  • Gerenciar recursos financeiros
  • Especificar insumos
  • Montar escala de serviços
  • Supervisionar equipe
  • Auxiliar normatização de atividades médicas
  • Administrar situações de urgência e emergência
  • Selecionar pacientes em situações específicas
  • Constituir comissões médico-hospitalares
  • Participar de diretorias de associações, entidades de classe e conselhos de saúde
  • Despachar expediente
G Difundir conhecimentos médicos (17)
  • Preparar material didático
  • Ministrar aulas
  • Demonstrar ações médicas
  • Descrever ações médicas
  • Supervisionar atos médicos
  • Avaliar atos médicos
  • Avaliar conhecimentos de especialistas
  • Fiscalizar treinamento médico
  • Elaborar projetos de pesquisa
  • Desenvolver pesquisas em medicina
  • Desenvolver procedimentos
  • Desenvolver equipamentos
  • Redigir trabalhos científicos
  • Organizar encontros científicos
  • Organizar cursos de educação continuada
  • Participar de encontros, congressos e demais eventos científicos
  • Prestar consultorias e assessorias
Z Demonstrar competências pessoais (16)
  • Demonstrar capacidade de atenção seletiva
  • Demonstrar rapidez de percepção
  • Demonstrar tolerância
  • Demonstrar altruísmo
  • Demonstrar capacidade de lidar com situações adversas
  • Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • Demonstrar empatia
  • Demonstrar capacidade de interpretar linguagem verbal e não-verbal
  • Demonstrar capacidade de liderança
  • Demonstrar capacidade de decisão
  • Demonstrar imparcialidade de julgamento
  • Demonstrar capacidade de adequar linguagem
  • Demonstrar capacidade de preservar sigilo médico
  • Demonstrar capacidade de saber ouvir
  • Demonstrar capacidade de efetuar atendimento humanizado
  • Demonstrar capacidade de administrar o tempo

Sinônimos oficiais (7)

Cirurgião ginecológicoGinecologistaMédico de mulheresMédico ginecologistaMédico obstetraObstetraTocoginecologista

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2252-50 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um médico ginecologista e obstetra?

A mediana do salário de admissão é R$ 6.413 por mês, considerando as 25 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.888 (10% menores) a R$ 13.963 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 11.865 (RAIS 2024), 85% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando médico ginecologista e obstetra?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 901 admissões contra 752 desligamentos, saldo de +149 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata médico ginecologista e obstetra?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de apoio à gestão de saúde (CNAE 8660700), com 47,7% das admissões. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de médico ginecologista e obstetra?

2252-50 (família 2252 — Médicos em especialidades cirúrgicas). A CBO reconhece também os títulos: Cirurgião ginecológico, Ginecologista, Médico de mulheres, Médico ginecologista, Médico obstetra, Obstetra, Tocoginecologista — todos usam o mesmo código 2252-50. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de médico ginecologista e obstetra?

A taxa é de 5,2 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (61,5% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é Z20.9 — contato com e exposição a doença transmissível não especificada. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

Quanto ganha médico ginecologista e obstetra no serviço público federal?

No cargo federal correspondente (Médico (carreira federal)), a remuneração básica bruta mediana é R$ 14.122, com jornada predominante de 40 horas semanais — dados do Portal da Transparência (6 competências de 2026). Isso é 19% acima da mediana do setor privado na mesma ocupação. O valor não inclui gratificação natalina, férias nem eventuais.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2252-50?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2252-50 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2252-50 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8660700), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

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