NCM Buscador
CBO 2002 Família 2033 R$ 8.504 na admissão +438 postos em 12 meses 59 atividades

CBO 2033-05 — Pesquisador de clínica médica

O código 2033-05 identifica a ocupação pesquisador de clínica médica na CBO 2002, dentro da família 2033 — Pesquisadores das ciências da saúde. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um pesquisador de clínica médica

Os profissionais desta família desenvolvem pesquisas em ciências da saúde, nas áreas de clínica médica, medicina básica, medicina veterinária e em saúde coletiva e, para tanto, elaboram e planejam projetos de pesquisa, formam recursos humanos em pesquisa e divulgam resultados e informações. Podem prestar assistência comunitária, orientar políticas públicas e prestar assessorias na área das ciências da saúde. Podem também ministrar aulas.

Descrição oficial da família 2033 — Pesquisadores das ciências da saúde, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em pesquisa básica e experimental, em desenvolvimento experimental e também no ensino. Geralmente são empregados com carteira assinada. Trabalham predominantemente em instituições de pesquisa, em universidades e em grandes empresas públicas ou privadas voltadas para atividades da agropecuária e da saúde humana e animal. Costumam integrar equipe multidisciplinar de profissionais, estando submetidos a supervisão ocasional. No exercício das suas atividades podem estar sujeitos à exposição a patógenos e a material tóxico. CONSULTE 2232 - Cirurgiões-dentistas. ESTA FAMÍLIA NÃO COMPREENDE 2344 - Professores de ciências biológicas e da saúde do ensino superior.

Recursos de trabalho

Animais e microorganismos; Drogas e reagentes; Equipamentos de biossegurança; Equipamentos de diagnóstico; Equipamentos de informática; Equipamentos de laboratório; Formulários de coleta de dados; Material de consumo médico-hospitalar; Publicações técnico-científicas; Vidraria.

Notas oficiais da CBO

No mercado de trabalho é comum ocorrerem casos de profissionais que exercem, concomitantemente, funções de pesquisador e de professor universitário. Para a codificação desses casos, considerar as atividades principais.

Quanto ganha um pesquisador de clínica médica

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 3.50110% ganham atéR$ 8.504medianaR$ 19.51610% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 17.218

Entrada × quem já está

R$ 8.504 ao ser admitido · R$ 17.218 para quem tem vínculo ativo +102,5%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de pesquisador de clínica médica foi de R$ 8.504 — metade das 1.159 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 3.501 e os 10% de maior, acima de R$ 19.516.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 17.218, ou seja, 102,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 131 meses.

Considerando a jornada média de 40.3 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 47,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 8.504
Por ano (12 salários)R$ 102.048
Por semanaR$ 1.957
Por hora (40.3h/sem)R$ 47,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 8.41320,3%
  • Mulheres — R$ 8.50879,7%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 20.59339,1%
  • Mulheres — R$ 15.28360,9%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste4.769
  • Sudeste8.985
  • Sul5.010

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (3 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 1.010 +385 R$ 9.059
RS 58 +12 R$ 5.083
RJ 37 +14 R$ 6.050

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

1.224

Desligamentos

786

Saldo

+438

Rotatividade

12,1%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: nov/25 (+63) saldo negativo · pior: dez/25 (22)

Em 12 meses houve 1.224 admissões e 786 desligamentos de pesquisador de clínica médica, o que significa que o mercado formal abriu 438 postos de trabalho no período, com rotatividade de 12,1% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 74,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 18,1% por dispensa sem justa causa, além de 6,4% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador74,4%
  • Dispensa sem justa causa18,1%
  • Fim de contrato6,4%

Sobre 786 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial2,6%
  • Pessoa com deficiência0,7%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro1,8%
  • 1 a 4 empregados1,4%
  • 5 a 9 empregados3,2%
  • 10 a 19 empregados4,7%
  • 20 a 49 empregados12,5%
  • 50 a 99 empregados4,7%
  • 100 a 249 empregados3,5%
  • 250 a 499 empregados10,5%
  • 500 a 999 empregados40,2%
  • 1.000 ou mais empregados17,6%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata pesquisador de clínica médica

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais 7210000 · 57,6% das admissões 705 40.4h R$ 6.536 R$ 9.550 R$ 15.011 2% 2
Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto socorro e unidades para atendimento a urgências 8610101 · 11,4% das admissões 140 43h R$ 5.442 R$ 7.350 R$ 10.330 2% 3
Comércio atacadista de medicamentos e drogas de uso humano 4644301 · 4,1% das admissões 50 40.5h R$ 10.125 R$ 19.040 R$ 22.050 2% 2
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 3,2% das admissões 39 42.2h R$ 6.000 3% 1
Fabricação de medicamentos alopáticos para uso humano 2121101 · 2,2% das admissões 27 42.1h R$ 17.605 3% 3
Outras atividades de atenção à saúde humana não especificadas anteriormente 8690999 · 2% das admissões 25 41.1h R$ 4.500 2% 1
Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de exames complementares 8630502 · 1,8% das admissões 22 40.7h R$ 3.715 2% 3
Atividades associativas não especificadas anteriormente 9499500 · 1,6% das admissões 20 41.9h R$ 4.000 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como pesquisador de clínica médica

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 6.505 vínculos

Idade mediana

46 anos

Tempo de casa

131 meses

No setor público

60,8%

Em empresa do Simples

0,6%

Sexo

  • Homem41%
  • Mulher59%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada40,1h/sem
  • Pessoas com deficiência1,3%
  • Jornada parcial0,7%
  • Em entidade sem fins lucrativos12,4%

Sobre os 6.505 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca78,3%
  • Parda14,9%
  • Preta3,5%
  • Amarela3,2%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo74,3%
  • Mestrado9,4%
  • Doutorado16,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio incompleto0,1%
  • Médio completo4,7%
  • Superior incompleto4,2%
  • Superior completo54,7%
  • Pós-graduação22,1%
  • Mestrado8,9%
  • Doutorado5,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,6%
  • 5 a 9 empregados1%
  • 10 a 19 empregados1,3%
  • 20 a 49 empregados3,4%
  • 50 a 99 empregados8,5%
  • 100 a 249 empregados10,3%
  • 250 a 499 empregados11,7%
  • 500 a 999 empregados21,1%
  • 1.000 ou mais empregados42,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício ocupacional requer curso superior completo na área de ciências da saúde, sendo frequentes as titulações de especialistas, mestres, doutores. O tempo mínimo de experiência em pesquisa para atingir a titularidade ocupacional está entre quatro e cinco anos.

Texto oficial do MTE para a família 2033.

Qual especialização paga mais na família 2033

Todas as ocupações de pesquisadores das ciências da saúde, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2033-05 Pesquisador de clínica médica (esta página) R$ 8.504 R$ 17.218 6.505
2033-10 Pesquisador de medicina básica R$ 15.013 R$ 12.613 175
2033-20 Pesquisador em saúde coletiva R$ 7.209 R$ 12.517 2.936
2033-15 Pesquisador em medicina veterinária R$ 5.700 R$ 7.213 163

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2033-05.

A Desenvolver pesquisas em ciências da saúde (11)
  • Aplicar métodos e procedimentos
  • Analisar resultados
  • Recrutar sujeitos de pesquisa
  • Coletar dados de pesquisa
  • Monitorar desenvolvimento da pesquisa
  • Organizar bancos de dados
  • Produzir produtos e processos
  • Desenvolver tecnologia aplicada à area
  • Avaliar tecnologia aplicada à área
  • Selecionar amostra de pesquisa
  • Executar projeto piloto
B Divulgar resultados e informações (7)
  • Apresentar trabalhos científicos
  • Submeter trabalhos para publicação
  • Produzir material técnico-científico
  • Proferir palestras
  • Produzir material educativo
  • Conceder entrevistas
  • Organizar eventos
C Elaborar projetos de pesquisa em ciências da saúde (9)
  • Definir objeto de pesquisa
  • Analisar bibliografia
  • Definir objetivos de pesquisa
  • Elaborar justificativa de desenvolvimento de pesquisa
  • Definir metodologia
  • Definir cronograma físico e financeiro de execução de pesquisa
  • Redigir projeto de pesquisa
  • Submeter projeto à aprovação junto ao comitê de ética
  • Submeter projeto à aprovação institucional
D Planejar projetos e pesquisas em ciências da saúde (7)
  • Diagnosticar necessidades sanitárias
  • Levantar demandas científicas
  • Detectar demandas de mercado
  • Identificar parceiros e colaboradores
  • Avaliar viabilidade técnica e de pessoal
  • Avaliar viabilidade econômica
  • Captar recursos financeiros
E Capacitar recursos humanos em ciências da saúde (6)
  • Treinar equipe de pesquisa e profissionais da área de saúde
  • Orientar trabalhos acadêmicos
  • Ministrar aulas
  • Selecionar recursos humanos
  • Organizar cursos
  • Orientar técnicos e profissionais
F Prestar serviços de extensão na área de saúde (6)
  • Prestar assistência comunitária
  • Orientar políticas públicas na área da saúde
  • Orientar ações de saúde voltadas para políticas públicas
  • Emitir laudos e pareceres técnico-científicos
  • Realizar diagnósticos e vistorias na área de saúde
  • Prestar assessorias e consultorias
Y Comunicar-se (4)
  • Trabalhar em equipe
  • Desenvolver expressão oral
  • Desenvolver expressão escrita
  • Desenvolver compreensão de linguagem corporal
Z Demonstrar competências pessoais (9)
  • Atualizar-se na profissão
  • Demonstrar flexibilidade
  • Desenvolver capacidade de concentração
  • Demonstrar persistência
  • Evidenciar objetividade
  • Evidenciar atenção para detalhes
  • Demonstrar altruísmo
  • Trabalhar com organização
  • Demonstrar perspicácia

Perguntas frequentes

Quanto ganha um pesquisador de clínica médica?

A mediana do salário de admissão é R$ 8.504 por mês, considerando as 1.159 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 3.501 (10% menores) a R$ 19.516 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 17.218 (RAIS 2024), 102.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando pesquisador de clínica médica?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 1.224 admissões contra 786 desligamentos, saldo de +438 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata pesquisador de clínica médica?

A atividade econômica que mais contratou foi Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais (CNAE 7210000), com 57,6% das admissões e mediana de R$ 9.550. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de pesquisador de clínica médica?

2033-05 (família 2033 — Pesquisadores das ciências da saúde). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser pesquisador de clínica médica?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2033: O exercício ocupacional requer curso superior completo na área de ciências da saúde, sendo frequentes as titulações de especialistas, mestres, doutores. O tempo mínimo de experiência em pesquisa para atingir a titularidade ocupacional está entre quatro e cinco anos.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2033-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2033-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2033-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7210000), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (14 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2033:

  • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
  • Epamig - Empresa de Pesquisa Agropecuária de MG
  • Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia de Minas Gerais (Hemominas)
  • Fundação Oswaldo Cruz
  • Fundacao Oswaldo Cruz - Escola Nacional de Saúde
  • Instituto Butantan
  • Instituto Butantan - Laboratório de Herpetologia
  • Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa)
  • Instituto Nacional do Câncer (Inca)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar - Fundep - UFMG glossário
  • Medicina básica: anatomia, citologia, fisiologia, genética, farmácia, famacologia, toxico- logia, imunologia, imunohematologia, química clínica, microbiologia clínica, patologia.
  • Clínica médica: anestesiologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, medicina inter- na, cirurgia, odontologia, neurologia, psiquiatria, radiologia, terapêutica, otorrino- laringologia, oftalmologia.
  • Saúde coletiva: saúde pública, medicina social, higiene, enfermagem, epidemiolo- gia, educação física, terapia ocupacional, fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição.
Voltar ao topo