CBO 9921-20 — Lavador de peças
O código 9921-20 identifica a ocupação lavador de peças na CBO 2002, dentro da família 9921 — Trabalhadores elementares de serviços de manutenção veicular. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha13 seções
O que faz um lavador de peças
Realizam manutenção de equipamentos, montagem e desmontagem de pneu e alinhamento. Controlam vida útil e utilização do pneu. Trocam e ressulcam pneus. Consertam pneus a frio e a quente, reparam câmara de ar e balanceiam conjunto de roda e pneu. Prestam socorro a veículos e lavam chassi e peças. Trabalham seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente.
Descrição oficial da família 9921 — Trabalhadores elementares de serviços de manutenção veicular, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Atuam no segmento de transportes terrestres e na venda, manutenção e reparação de veículos automotores. Trabalham por conta própria ou como autônomos, em equipe, sem supervisão, no caso do borracheiro, e com supervisão permanente (demais ocupações). O trabalho é presencial, realizado em ambiente fechado, durante o dia. O borracheiro também pode trabalhar a céu aberto e no período noturno. Em suas atividades diárias, podem permanecer durante longos períodos em posições desconfortáveis. Podem também permanecer expostos à ação de materiais tóxicos.
Recursos de trabalho
Cabo de força; Calibrador; Chave de roda; Cola; Compressor de ar; Esmeril; Espátulas; Macaco hidráulico; Máquina vulcanizadora; Saca válvula.
Quanto ganha um lavador de peças
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.164
Entrada × quem já está
R$ 1.908 ao ser admitido · R$ 2.164 para quem tem vínculo ativo +13,4%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de lavador de peças foi de R$ 1.908 — metade das 2.163 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.606 e os 10% de maior, acima de R$ 2.447.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.164, ou seja, 13,4% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 17 meses.
Considerando a jornada média de 43.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 1.908 |
| Por ano (12 salários) | R$ 22.896 |
| Por semana | R$ 439 |
| Por hora (43.7h/sem) | R$ 10,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
| UF | Admissões | Saldo | P25 | Mediana | P75 |
|---|---|---|---|---|---|
| SP | 551 | +56 | — | R$ 2.078 | — |
| PR | 321 | +15 | — | R$ 2.158 | — |
| MG | 309 | +41 | — | R$ 1.774 | — |
| RS | 175 | +8 | — | R$ 2.041 | — |
| GO | 170 | +17 | — | R$ 1.708 | — |
| SC | 151 | -11 | — | R$ 2.068 | — |
| RJ | 93 | +14 | — | R$ 1.728 | — |
| MT | 87 | +20 | — | R$ 2.023 | — |
| MS | 73 | +11 | — | R$ 1.930 | — |
| PA | 70 | +53 | — | R$ 1.838 | — |
UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
2.223
Desligamentos
1.994
Saldo
+229
Rotatividade
61,9%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 2.223 admissões e 1.994 desligamentos de lavador de peças, o que significa que o mercado formal abriu 229 postos de trabalho no período, com rotatividade de 61,9% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 37% foram a pedido do próprio trabalhador e 46,3% por dispensa sem justa causa, além de 13% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 1.994 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,1% das admissões são de jornada parcial e 0,2% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata lavador de peças
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como lavador de peças
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 3.223 vínculos
Idade mediana
33 anos
Tempo de casa
17 meses
No setor público
0,6%
Em empresa do Simples
58,9%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada43,6h/sem
- Pessoas com deficiência1%
- Jornada parcial0,1%
- Contrato intermitente0,1%
- Em entidade sem fins lucrativos0,3%
Sobre os 3.223 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Riscos ocupacionais de lavador de peças
Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências
Taxa por mil/ano
39,3
CAT no período
103
Idade média no acidente
36 anos
Foram 103 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo lavador de peças nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 39,3 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.
Do total, 76,7% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 23,3% de trajeto (no deslocamento) e 0% doenças ocupacionais.
Tipo de acidente
Parte do corpo atingida
Natureza da lesão
Agente causador
Diagnósticos mais frequentes (CID-10)
Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país
| CID-10 | Casos | % | Afastamentos no Brasil |
|---|---|---|---|
| S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha | 12 | 11,7% | 3.531 |
| S62.6 — Fratura de outros dedos | 4 | 3,9% | 24.580 |
| S61 — Ferimento do punho e da mão | 4 | 3,9% | 3.531 |
| M25.5 — Dor articular | 3 | 2,9% | 1.605 |
| Z00.0 — Exame médico geral | 2 | 1,9% | 19 |
| S92 — Fratura do pé (exceto do tornozelo) | 2 | 1,9% | 15.618 |
Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.
Risco de tabela × risco observado
A atividade que mais contrata essa ocupação (Recondicionamento e recuperação de motores para veículos automotores) tem RAT 3% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 39,3 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.
Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral
Informalidade no setor
24,3%
Média nacional
37,5%
Conta própria
16,3%
Rendimento formal × informal
R$ 3.887 × R$ 2.141
No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
Para o exercício dessas ocupações requer-se a quarta série do ensino fundamental e curso básico de qualificação profissional em torno de duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 9921.
Qual especialização paga mais na família 9921
Todas as ocupações de trabalhadores elementares de serviços de manutenção veicular, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 9921-15 | Borracheiro | R$ 2.063 | R$ 2.506 | 34.142 |
| 9921-10 | Balanceador | R$ 1.989 | R$ 2.269 | 1.690 |
| 9921-05 | Alinhador de pneus | R$ 1.890 | R$ 2.172 | 7.284 |
| 9921-20 | Lavador de peças (esta página) | R$ 1.908 | R$ 2.164 | 3.223 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 9921-20.
K Lavar chassi (11)
- •Preparar produto (desengraxante)
- •Preencher ficha de especificação do serviço
- •Verificar temperatura do motor para utilização de água quente ou fria
- •Proteger o sistema de distribuição do veículo
- •Isolar sistema elétrico do veículo
- •Verificar desligamento do varão do sistema elétrico do veículo
- •Aplicar desengraxante no chassi com ar comprimido
- •Lavar com jato de água quente ou frio o chassi do carro
- •Lavar diferencial, eixo cardã e eixo dianteiro (carro elétrico)
- •Lavar com água fria a carroceria do veículo
- •Verificar resíduos após lavagem
L Lavar peças (10)
- •Receber peças desmontadas
- •Controlar as peças
- •Dispor as peças sobre uma grade
- •Aplicar desengraxante nas peças
- •Utilizar produto de lavagem adequado
- •Remover resíduos
- •Separar peças recebidas por origem e posição do carro
- •Secar peças com ar comprimido ou pano
- •Armazenar peças lavadas em local protegido de impurezas do ar
- •Lavar carro para reforma e ou revisão
Z Demonstrar competências pessoais (16)
- •Utilizar equipamentos de proteção individual
- •Utilizar ferramentas adequadas
- •Demonstrar pontualidade
- •Demonstrar educação
- •Demonstrar paciência
- •Trabalhar com segurança
- •Demonstrar eficiência
- •Demonstrar senso de observação
- •Demonstrar capacidade de organização
- •Demonstrar responsabilidade
- •Demonstrar capacidade de resistência física
- •Demonstrar senso de humor
- •Participar em reuniões da cipa
- •Demonstrar conhecimentos básicos em mecânica de veículos
- •Trabalhar em equipe
- •Demonstrar atenção pelos clientes
Perguntas frequentes
Quanto ganha um lavador de peças?
A mediana do salário de admissão é R$ 1.908 por mês, considerando as 2.163 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.606 (10% menores) a R$ 2.447 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.164 (RAIS 2024), 13.4% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando lavador de peças?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 2.223 admissões contra 1.994 desligamentos, saldo de +229 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata lavador de peças?
A atividade econômica que mais contratou foi Recondicionamento e recuperação de motores para veículos automotores (CNAE 2950600), com 16% das admissões e mediana de R$ 1.887. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de lavador de peças?
9921-20 (família 9921 — Trabalhadores elementares de serviços de manutenção veicular). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser lavador de peças?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 9921: Para o exercício dessas ocupações requer-se a quarta série do ensino fundamental e curso básico de qualificação profissional em torno de duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Quais são os riscos e acidentes mais comuns de lavador de peças?
A taxa é de 39,3 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (30,1% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 9921-20?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 9921-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 9921-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (2950600), o RAT é 3%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → CAT — Comunicação de Acidente de Trabalho (INSS)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (13 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 9921:
- •Alpha Serviços
- •Borracharia Panorama
- •Empresa de Transporte Andorinha S.A.
- •Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz (Esalq-uSP)
- •Pneus Luso Brás
- •Rede Zacharias de Pneus e Acessórios S.A.
- •Renovadora de Pneus Ciola Ltda.
- •Renovadora de Pneus Suenp
- •Sistema Metropolitano de Transporte - Metra
- •Universidade de São Paulo (USP)
- •Viação Itapemirim S.A.
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP