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CBO 2002 Família 9921 R$ 1.989 na admissão -37 postos em 12 meses 32 atividades

CBO 9921-10 — Balanceador

O código 9921-10 identifica a ocupação balanceador na CBO 2002, dentro da família 9921 — Trabalhadores elementares de serviços de manutenção veicular. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um balanceador

Realizam manutenção de equipamentos, montagem e desmontagem de pneu e alinhamento. Controlam vida útil e utilização do pneu. Trocam e ressulcam pneus. Consertam pneus a frio e a quente, reparam câmara de ar e balanceiam conjunto de roda e pneu. Prestam socorro a veículos e lavam chassi e peças. Trabalham seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente.

Descrição oficial da família 9921 — Trabalhadores elementares de serviços de manutenção veicular, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam no segmento de transportes terrestres e na venda, manutenção e reparação de veículos automotores. Trabalham por conta própria ou como autônomos, em equipe, sem supervisão, no caso do borracheiro, e com supervisão permanente (demais ocupações). O trabalho é presencial, realizado em ambiente fechado, durante o dia. O borracheiro também pode trabalhar a céu aberto e no período noturno. Em suas atividades diárias, podem permanecer durante longos períodos em posições desconfortáveis. Podem também permanecer expostos à ação de materiais tóxicos.

Recursos de trabalho

Cabo de força; Calibrador; Chave de roda; Cola; Compressor de ar; Esmeril; Espátulas; Macaco hidráulico; Máquina vulcanizadora; Saca válvula.

Quanto ganha um balanceador

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.61510% ganham atéR$ 1.989medianaR$ 2.51810% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.269

Entrada × quem já está

R$ 1.989 ao ser admitido · R$ 2.269 para quem tem vínculo ativo +14,1%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de balanceador foi de R$ 1.989 — metade das 671 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.615 e os 10% de maior, acima de R$ 2.518.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.269, ou seja, 14,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 30 meses.

Considerando a jornada média de 43.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.989
Por ano (12 salários)R$ 23.868
Por semanaR$ 458
Por hora (43.8h/sem)R$ 10,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.99597,3%
  • Mulheres — R$ 1.8082,7%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.27399%
  • Mulheres — R$ 2.0751%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte1.696
  • Nordeste1.649
  • Sudeste1.884
  • Sul2.159
  • Centro-Oeste1.846

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (5 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SC 134 +13 R$ 2.172
RS 114 -22 R$ 2.113
SP 95 -21 R$ 2.145
MG 94 +17 R$ 1.729
PR 36 +2 R$ 2.150

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

682

Desligamentos

719

Saldo

-37

Rotatividade

42,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: nov/25 (+10) saldo negativo · pior: out/25 (-26)

Em 12 meses houve 682 admissões e 719 desligamentos de balanceador, o que significa que o mercado formal fechou 37 postos de trabalho no período, com rotatividade de 42,5% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 36,7% foram a pedido do próprio trabalhador e 51,5% por dispensa sem justa causa, além de 7,6% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador36,7%
  • Dispensa sem justa causa51,5%
  • Fim de contrato7,6%

Sobre 719 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,1% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro7,2%
  • 1 a 4 empregados20,1%
  • 5 a 9 empregados30,6%
  • 10 a 19 empregados25,4%
  • 20 a 49 empregados11%
  • 50 a 99 empregados3,4%
  • 100 a 249 empregados0,9%
  • 250 a 499 empregados0,7%
  • 500 a 999 empregados0,4%
  • 1.000 ou mais empregados0,3%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata balanceador

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Comércio a varejo de pneumáticos e câmaras de ar 4530705 · 34% das admissões 232 44h R$ 1.707 R$ 1.898 R$ 2.207 2% 2
Serviços de alinhamento e balanceamento de veículos automotores 4520004 · 27,3% das admissões 186 44h R$ 1.820 R$ 2.140 R$ 2.219 2% 3
Comércio a varejo de peças e acessórios novos para veículos automotores 4530703 · 11,4% das admissões 78 44.1h R$ 1.662 R$ 1.833 R$ 2.077 2% 2
Serviços de manutenção e reparação mecânica de veículos automotores 4520001 · 7,5% das admissões 51 44.2h R$ 1.698 R$ 1.917 R$ 2.265 3% 3
Serviços de borracharia para veículos automotores 4520006 · 3,2% das admissões 22 44.3h R$ 1.980 3% 3
Comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários novos 4511101 · 2,8% das admissões 19 44h R$ 2.067 2% 2
Reforma de pneumáticos usados 2212900 · 1,6% das admissões 11 44.2h R$ 2.094 3% 3
Comércio por atacado de pneumáticos e câmaras de ar 4530702 · 1,2% das admissões 8 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como balanceador

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.690 vínculos

Idade mediana

31 anos

Tempo de casa

30 meses

No setor público

0,1%

Em empresa do Simples

64%

Sexo

  • Homem98,9%
  • Mulher1,1%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,8h/sem
  • Pessoas com deficiência0,4%
  • Jornada parcial0,2%
  • Contrato intermitente0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,3%

Sobre os 1.690 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca50,4%
  • Parda43,4%
  • Preta5,5%
  • Amarela0,4%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,1%
  • Até o 5º ano incompleto1%
  • 5º ano completo2%
  • 6º ao 9º ano5,7%
  • Fundamental completo10,2%
  • Médio incompleto10,7%
  • Médio completo68,2%
  • Superior incompleto1,2%
  • Superior completo0,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,4%
  • Até 5º ano incompleto0,3%
  • 5º ano completo0,7%
  • 6º a 9º ano4,1%
  • Fundamental completo6,6%
  • Médio incompleto12,5%
  • Médio completo73,2%
  • Superior incompleto1,2%
  • Superior completo1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados22,5%
  • 5 a 9 empregados30,6%
  • 10 a 19 empregados25,8%
  • 20 a 49 empregados14,3%
  • 50 a 99 empregados3,6%
  • 100 a 249 empregados1,4%
  • 250 a 499 empregados0,7%
  • 500 a 999 empregados0,8%
  • 1.000 ou mais empregados0,3%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: comércio e reparação de veículos

Informalidade no setor

33,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

24,1%

Rendimento formal × informal

R$ 3.373 × R$ 1.988

No setor de comércio e reparação de veículos — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 33,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se a quarta série do ensino fundamental e curso básico de qualificação profissional em torno de duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 9921.

Qual especialização paga mais na família 9921

Todas as ocupações de trabalhadores elementares de serviços de manutenção veicular, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
9921-15 Borracheiro R$ 2.063 R$ 2.506 34.142
9921-10 Balanceador (esta página) R$ 1.989 R$ 2.269 1.690
9921-05 Alinhador de pneus R$ 1.890 R$ 2.172 7.284
9921-20 Lavador de peças R$ 1.908 R$ 2.164 3.223

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 9921-10.

D Trocar pneus (4)
  • Posicionar macaco na base do carro
  • Erguer veículos
  • Posicionar cavalete de segurança
  • Retirar cavalete e macaco hidráulico
E Consertar pneus a frio e a quente (1)
  • Calibrar pneu
G Balancear conjunto roda e pneu (10)
  • Verificar ovalação da roda
  • Verificar folga de cubo e manga de eixo
  • Inspecionar pneu
  • Investigar folgas dos pivôs superiores e inferiores
  • Colocar cavalete no eixo do carro
  • Especificar ponto de referência no pneu para execução do balanceamento
  • Acoplar máquina de balanceamento no pneu
  • Acionar máquina para girar pneu
  • Colocar pesos de chumbo na parte superior horizontal da roda
  • Verificar necessidade de mais ou menos peso de chumbo no pneu
H Realizar alinhamento (1)
  • Verificar condições do pneu
Z Demonstrar competências pessoais (16)
  • Utilizar equipamentos de proteção individual
  • Utilizar ferramentas adequadas
  • Demonstrar pontualidade
  • Demonstrar educação
  • Demonstrar paciência
  • Trabalhar com segurança
  • Demonstrar eficiência
  • Demonstrar senso de observação
  • Demonstrar capacidade de organização
  • Demonstrar responsabilidade
  • Demonstrar capacidade de resistência física
  • Demonstrar senso de humor
  • Participar em reuniões da cipa
  • Demonstrar conhecimentos básicos em mecânica de veículos
  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar atenção pelos clientes

Perguntas frequentes

Quanto ganha um balanceador?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.989 por mês, considerando as 671 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.615 (10% menores) a R$ 2.518 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.269 (RAIS 2024), 14.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando balanceador?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 682 admissões contra 719 desligamentos, saldo de -37 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata balanceador?

A atividade econômica que mais contratou foi Comércio a varejo de pneumáticos e câmaras de ar (CNAE 4530705), com 34% das admissões e mediana de R$ 1.898. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de balanceador?

9921-10 (família 9921 — Trabalhadores elementares de serviços de manutenção veicular). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser balanceador?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 9921: Para o exercício dessas ocupações requer-se a quarta série do ensino fundamental e curso básico de qualificação profissional em torno de duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (comércio e reparação de veículos), 33,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 9921-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 9921-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 9921-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4530705), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (13 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 9921:

  • Alpha Serviços
  • Borracharia Panorama
  • Empresa de Transporte Andorinha S.A.
  • Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz (Esalq-uSP)
  • Pneus Luso Brás
  • Rede Zacharias de Pneus e Acessórios S.A.
  • Renovadora de Pneus Ciola Ltda.
  • Renovadora de Pneus Suenp
  • Sistema Metropolitano de Transporte - Metra
  • Universidade de São Paulo (USP)
  • Viação Itapemirim S.A.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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