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CBO 2002 Família 8331 R$ 1.860 na admissão -264 postos em 12 meses 43 atividades

CBO 8331-10 — Confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina

O código 8331-10 identifica a ocupação confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina na CBO 2002, dentro da família 8331 — Operadores de máquinas na fabricação de produtos de papel e papelão. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina

Preparam e operam máquinas para corte de papel; preparam impressoras, máquinas de corte, de colagem e dobragem e de corte e vinco, trocando ferramentas, ajustando componentes, testando e conferindo amostras. Limpam máquinas, retirando resíduos e excesso de óleo lubrificante. Trabalham em conformidade com as rígidas normas de segurança, meio ambiente e saúde.

Descrição oficial da família 8331 — Operadores de máquinas na fabricação de produtos de papel e papelão, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Os trabalhadores dessa ocupação exercem suas atividades principalmente em empresas de fabricação de pastas, papel e produtos de papel e de madeira. O exercício da profissão se dá na condição de trabalhador assalariado, empregado com carteira assinada. Os profissionais atuam em equipes de trabalho e exercem suas funções sob supervisão permanente. Realizam as atividades em ambientes fechados, em rodízio de turnos que podem ocorrer nos períodos diurno e noturno. Podem, ainda, trabalhar em posições desconfortáveis durante longos períodos e podem estar sujeitos à exposição de materiais tóxicos, ruído intenso e altas temperaturas.

Recursos de trabalho

Amarradeira; Coladeira; Empilhadeira; Grampeadeira; Guilhotina; Impressora; Kit de chaves; Máquina de corte e vinco; Máquina onduladeira; Trena.

Quanto ganha um confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.63110% ganham atéR$ 1.860medianaR$ 2.47710% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.361

Entrada × quem já está

R$ 1.860 ao ser admitido · R$ 2.361 para quem tem vínculo ativo +26,9%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina foi de R$ 1.860 — metade das 1.227 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.631 e os 10% de maior, acima de R$ 2.477.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.361, ou seja, 26,9% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 28 meses.

Considerando a jornada média de 43.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.860
Por ano (12 salários)R$ 22.320
Por semanaR$ 428
Por hora (43.8h/sem)R$ 10,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.98856,7%
  • Mulheres — R$ 1.76943,3%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.76161,5%
  • Mulheres — R$ 2.03438,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste1.636
  • Sudeste2.010
  • Sul2.088
  • Centro-Oeste1.664

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (7 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 253 -33 R$ 2.167
MS 242 -19 R$ 1.662
PR 174 -30 R$ 2.000
RJ 150 +9 R$ 1.660
MG 141 -28 R$ 1.960
RS 108 -102 R$ 1.857
SC 107 -31 R$ 2.300

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

1.238

Desligamentos

1.502

Saldo

-264

Rotatividade

50%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mai/26 (+7) saldo negativo · pior: ago/25 (-55)

Em 12 meses houve 1.238 admissões e 1.502 desligamentos de confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina, o que significa que o mercado formal fechou 264 postos de trabalho no período, com rotatividade de 50% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 37,8% foram a pedido do próprio trabalhador e 44,5% por dispensa sem justa causa, além de 14,4% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador37,8%
  • Dispensa sem justa causa44,5%
  • Fim de contrato14,4%

Sobre 1.502 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente3,5%
  • Pessoa com deficiência0,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro3,7%
  • 1 a 4 empregados1,3%
  • 5 a 9 empregados9,1%
  • 10 a 19 empregados9%
  • 20 a 49 empregados15,5%
  • 50 a 99 empregados24,4%
  • 100 a 249 empregados11,9%
  • 250 a 499 empregados20,5%
  • 500 a 999 empregados4,4%
  • 1.000 ou mais empregados0,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de embalagens de papel 1731100 · 33,6% das admissões 416 44h R$ 1.836 R$ 2.026 R$ 2.329 3% 2
Fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, papel cartão e papelão ondulado não especificados anteriormente 1749400 · 21,3% das admissões 264 43.8h R$ 1.636 R$ 1.672 R$ 1.730 3% 2
Fabricação de produtos de papel para uso doméstico e higiênico sanitário não especificados anteriormente 1742799 · 12,4% das admissões 153 43.9h R$ 1.622 R$ 1.663 R$ 1.710 3% 2
Fabricação de papel 1721400 · 5% das admissões 62 44h R$ 2.185 R$ 2.421 R$ 2.485 3% 3
Fabricação de embalagens de material plástico 2222600 · 4,7% das admissões 58 44h R$ 1.925 R$ 1.982 R$ 2.335 3% 3
Comércio atacadista de embalagens 4686902 · 3,4% das admissões 42 44h R$ 1.855 R$ 2.088 R$ 2.161 3% 3
Fabricação de produtos de papel, cartolina, papel cartão e papelão ondulado para uso comercial e de escritório 1741902 · 3,2% das admissões 39 44h R$ 2.009 3% 2
Atividades de cobranças e informações cadastrais 8291100 · 1,8% das admissões 22 44h R$ 2.132 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 3.002 vínculos

Idade mediana

35 anos

Tempo de casa

28 meses

No setor público

0,3%

Em empresa do Simples

26,7%

Sexo

  • Homem60,5%
  • Mulher39,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,7h/sem
  • Pessoas com deficiência1,2%
  • Contrato intermitente2,4%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,6%

Sobre os 3.002 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca54,2%
  • Parda37,1%
  • Preta8,1%
  • Amarela0,5%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,2%
  • Até o 5º ano incompleto1,3%
  • 5º ano completo1,4%
  • 6º ao 9º ano4,5%
  • Fundamental completo10,8%
  • Médio incompleto11,1%
  • Médio completo68,5%
  • Superior incompleto1,5%
  • Superior completo0,8%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,2%
  • Até 5º ano incompleto0,7%
  • 5º ano completo0,5%
  • 6º a 9º ano4,1%
  • Fundamental completo6,4%
  • Médio incompleto10,7%
  • Médio completo75%
  • Superior incompleto0,9%
  • Superior completo1,4%
  • Pós-graduação0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados3,5%
  • 5 a 9 empregados4,7%
  • 10 a 19 empregados9,5%
  • 20 a 49 empregados19,1%
  • 50 a 99 empregados21,7%
  • 100 a 249 empregados16,3%
  • 250 a 499 empregados17,5%
  • 500 a 999 empregados7,7%
  • 1.000 ou mais empregados0,3%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

32,9

CAT no período

78

Idade média no acidente

36 anos

Foram 78 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 32,9 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 80,8% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 19,2% de trajeto (no deslocamento) e 0% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Típico80,8%
  • Trajeto19,2%

Parte do corpo atingida

  • Dedo48,7%
  • Mão (exceto punho ou dedos)15,4%
  • Pé (exceto artelhos)14,1%
  • Membros inferiores, NIC5,1%
  • Cabeça, NIC3,8%

Natureza da lesão

  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)25,6%
  • Fratura16,7%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)11,5%
  • Lesão imediata11,5%
  • Distensão, torção11,5%

Agente causador

  • Máquina, NIC29,5%
  • Veículo rodoviário motorizado9%
  • Máquina têxtil7,7%
  • Máquina de imprimir5,1%
  • Faca5,1%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 8 10,3% 3.531
S61 — Ferimento do punho e da mão 7 9% 3.531
S62.6 — Fratura de outros dedos 6 7,7% 24.580
S61.1 — Ferimento de dedo(s) com lesão da unha 5 6,4% 3.531
S60.1 — Contusão de dedo(s) com lesão da unha 4 5,1% 1.634
S60 — Traumatismo superficial do punho e da mão 2 2,6% 1.634

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Fabricação de embalagens de papel) tem RAT 3% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 32,9 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com escolaridade de ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional, com carga horária de, no máximo, duzentas horas/aula. O tempo requerido para o exercício pleno das funções é de um a dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 8331.

Qual especialização paga mais na família 8331

Todas as ocupações de operadores de máquinas na fabricação de produtos de papel e papelão, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
8331-20 Operador de máquina de cortar e dobrar papelão R$ 2.211 R$ 3.180 5.742
8331-05 Cartonageiro, a máquina R$ 2.026 R$ 2.650 3.171
8331-15 Confeccionador de sacos de celofane, a máquina R$ 2.190 R$ 2.635 1.101
8331-10 Confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina (esta página) R$ 1.860 R$ 2.361 3.002
8331-25 Operador de prensa de embutir papelão R$ 2.109 R$ 2.194 1.226

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 8331-10.

A Preparar máquina para corte de papel (6)
  • Programar máquina para o corte
  • Verificar afiação da lâmina
  • Encaixar lâmina na máquina
  • Inspecionar o programa
  • Posionar papel de teste
  • Testar funcionamento
B Operar máquina (7)
  • Posicionar papel
  • Acionar pedal para prensar o papel
  • Apertar botões manuais simultaneamente
  • Realizar primeiro corte
  • Girar papel
  • Repetir o processo
  • Realizar segundo corte
C Preparar máquina de corte, colagem e dobragem (6)
  • Trocar engrenagem e mesa
  • Encher o depósito de cola
  • Ajustar folhas e rolos de papel, celofane etc.
  • Ajustar puxadores
  • Ajustar os mecanismos de corte, colagem e dobragem
  • Preparar cola para lateral
D Preparar impressora (6)
  • Trocar cilindros
  • Colocar tinta
  • Colocar clichê no cilindro
  • Ajustar cores
  • Posicionar impressão
  • Conferir o resultado da impressão
E Preparar máquina para corte e vinco (6)
  • Ajustar clichê metálico (faca)
  • Parafusar clichê
  • Abastecer máquina com material
  • Testar corte e vinco
  • Conferir amostras com as especificações programadas
  • Iniciar produção
F Limpar máquinas (6)
  • Tirar poeira
  • Limpar excesso de óleo
  • Limpar tinteiros
  • Lubrificar superficialmente
  • Retirar resíduos
  • Enviar aparas para reciclagem
Z Demonstrar competências pessoais (6)
  • Preencher relatórios
  • Utilizar aplicativos básicos de informática
  • Liderar grupos
  • Demonstrar higiene
  • Demonstrar capacidade de percepção
  • Utilizar equipamentos de segurança

Sinônimos oficiais (6)

Confeccionador de artigos de papel e papelãoConfeccionador de bolsas de papelConfeccionador de produtos de papel e papelãoConfeccionador de sacolas de papelConfeccionador de sacos de papelOperador de máquina de cortar, colar e dobrar papel

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 8331-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.860 por mês, considerando as 1.227 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.631 (10% menores) a R$ 2.477 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.361 (RAIS 2024), 26.9% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 1.238 admissões contra 1.502 desligamentos, saldo de -264 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de embalagens de papel (CNAE 1731100), com 33,6% das admissões e mediana de R$ 2.026. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina?

8331-10 (família 8331 — Operadores de máquinas na fabricação de produtos de papel e papelão). A CBO reconhece também os títulos: Confeccionador de artigos de papel e papelão, Confeccionador de bolsas de papel, Confeccionador de produtos de papel e papelão, Confeccionador de sacolas de papel, Confeccionador de sacos de papel, Operador de máquina de cortar, colar e dobrar papel — todos usam o mesmo código 8331-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 8331: Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com escolaridade de ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional, com carga horária de, no máximo, duzentas horas/aula. O tempo requerido para o exercício pleno das funções é de um a dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de confeccionador de bolsas, sacos e sacolas e papel, a máquina?

A taxa é de 32,9 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (48,7% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 8331-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 8331-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 8331-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1731100), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (9 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 8331:

  • Kpack Indústria e Comércio de Embalagens Ltda.
  • Kra - Foam Embalagens Ltda.
  • PCE Papel, Caixas e Embalagens S.A.
  • Rigesa da Amazônia S.A.
  • Rymo da Amazônia
  • Sacopel Ltda.
  • Sovel da Amazônia Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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