CBO 8112-15 — Operador de tratamento químico de materiais radioativos
O código 8112-15 identifica a ocupação operador de tratamento químico de materiais radioativos na CBO 2002, dentro da família 8112 — Operadores de calcinação e de tratamentos químicos de materiais radioativos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha12 seções
O que faz um operador de tratamento químico de materiais radioativos
Preparam interfaces de turno de trabalho e monitoram equipamentos e variáveis do processo de produção. Operam etapas do processo produtivo, realizam manobras de alinhamento dos processos e controlam resultados das etapas do processo produtivo e do sistema de qualidade. Produzem em bateladas (celulose, metais, têxtil e produtos químicos), vazam (descarregam) o forno e treinam novos operadores. Trabalham seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e preservação ambiental.
Descrição oficial da família 8112 — Operadores de calcinação e de tratamentos químicos de materiais radioativos, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Atuam na fabricação de produtos químicos, de coque, refino de petróleo, combustíveis nucleares, álcool, pastas, papel e derivados e metalurgia básica. São assalariados com carteira assinada e atuam em equipe (turnos, multifuncional) sob supervisão permanente. O trabalho é presencial, realizado em ambiente fechado ou a céu aberto. Permanecem durante longos períodos em posições desconfortáveis e trabalham sob pressão, o que pode levá-los à situação de estresse constante. Podem, ainda, trabalhar em grandes alturas ou confinados, em algumas atividades, podem ficar expostos a materiais tóxicos, radiação, ruído intenso, altas temperaturas, poeira, gases e umidade.
Recursos de trabalho
Bombas; Compressores; Filtros; Fornos; Reatores; Tanques; Torres; Trocadores de calor; Válvulas; Vasos
Quanto ganha um operador de tratamento químico de materiais radioativos
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 11.356
Entrada × quem já está
R$ 1.850 ao ser admitido · R$ 11.356 para quem tem vínculo ativo +513,8%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de operador de tratamento químico de materiais radioativos foi de R$ 1.850 — metade das 10 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.738 e os 10% de maior, acima de R$ 2.450.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 11.356, ou seja, 513,8% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 148 meses.
Considerando a jornada média de 41.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 1.850 |
| Por ano (12 salários) | R$ 22.200 |
| Por semana | R$ 426 |
| Por hora (41.8h/sem) | R$ 10,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
11
Desligamentos
17
Saldo
-6
Rotatividade
5,9%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 11 admissões e 17 desligamentos de operador de tratamento químico de materiais radioativos, o que significa que o mercado formal fechou 6 postos de trabalho no período, com rotatividade de 5,9% sobre o estoque de vínculos.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata operador de tratamento químico de materiais radioativos
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
| CNAE — atividade econômica | Admissões | Jornada | P25 | Mediana | P75 | RAT | GR |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Fabricação de açúcar em bruto 1071600 · 54,5% das admissões | 6 | — | — | — | — | 3% | 3 |
| Locação de mão de obra temporária 7820500 · 18,2% das admissões | 2 | — | — | — | — | 3% | 1 |
| Testes e análises técnicas 7120100 · 9,1% das admissões | 1 | — | — | — | — | 1% | 2 |
| Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais 7210000 · 9,1% das admissões | 1 | — | — | — | — | 2% | 2 |
| Fabricação de outros produtos químicos inorgânicos não especificados anteriormente 2019399 · 9,1% das admissões | 1 | — | — | — | — | 2% | 3 |
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como operador de tratamento químico de materiais radioativos
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 290 vínculos
Idade mediana
46 anos
Tempo de casa
148 meses
Em empresa do Simples
5,2%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada34,8h/sem
- Pessoas com deficiência3,1%
Sobre os 290 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral
Informalidade no setor
24,3%
Média nacional
37,5%
Conta própria
16,3%
Rendimento formal × informal
R$ 3.887 × R$ 2.141
No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
Para o exercício dessas ocupações requer-se o curso técnico de nível médio em metalurgia, siderurgia, química, petroquímica ou áreas afins oferecido por instituições de formação profissional ou escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 8112.
Qual especialização paga mais na família 8112
Todas as ocupações de operadores de calcinação e de tratamentos químicos de materiais radioativos, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 8112-15 | Operador de tratamento químico de materiais radioativos (esta página) | R$ 1.850 | R$ 11.356 | 290 |
| 8112-05 | Operador de calcinação (tratamento químico e afins) | R$ 2.077 | R$ 4.019 | 1.332 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 8112-15.
A Preparar interfaces de turno de trabalho (7)
- •Consultar ocorrências de turno
- •Ler relatórios e informações operacionais
- •Comunicar ocorrências do turno
- •Conferir estoque de insumos e matérias-primas
- •Requisitar insumos e matérias-primas
- •Selecionar etapas do processo
- •Elaborar relatório de ocorrências de turno
B Monitorar equipamentos e variáveis do processo de produção (17)
- •Inspecionar condições de funcionamento dos equipamentos rotativos
- •Checar o nível de ruído dos equipamentos
- •Inspecionar nível de óleo dos equipamentos
- •Inspecionar visualmente sistema de bica
- •Monitorar combustão de fornos, caldeiras
- •Identificar pontos de super aquecimento nos equipamentos
- •Conferir o sistema de selagem e refrigeração
- •Controlar tempo de funcionamento e campanha do equipamento
- •Registrar leitura dos painéis de controles
- •Registrar leitura de instrumentos de campo
- •Coletar amostras das etapas do processo de produção
- •Identificar tipos de amostras
- •Entregar amostras extras ao laboratório
- •Interpretar resultados das amostras
- •Registrar resultados de análises laboratoriais
- •Medir ph, densidade e condutividade do produto (conforme padrões)
- •Identificar pureza dos produtos analisados
C Operar etapas do processo produtivo (13)
- •Ajustar variáveis do processo
- •Ajustar velocidade (rpm) de equipamentos rotativos
- •Operar equipamentos dentro dos padrões estabalecidos
- •Desobstruir tubulações, conexões, canaletas
- •Revezar equipamentos rotativos
- •Controlar insumos e matérias-primas
- •Elaborar ordem de serviço para manutenção dos equipamentos
- •Liberar através de documento, equipamentos para manutenção
- •Registrar correções executadas nas variáveis do processo
- •Identificar produtos não conformes (com falhas, fora dos padrões)
- •Separar produtos não conformes
- •Reutilizar produtos não conformes no processo produtivo
- •Limpar tanques e vasos
D Realizar manobras de alinhamento dos processos (13)
- •Operar partida e parada de equipamentos
- •Acionar chave para energizar (ou desenergizar) equipamentos de baixa tensão após manutenção
- •Retirar equipamentos de operação
- •Testar equipamentos após manutenção
- •Manobrar equipamentos de transporte
- •Programar instrumentos de medição (defratômetro, raio x)
- •Separar bacias para o processo de lixiviação
- •Tratar água para fins industriais e potável
- •Analisar a alcalinidade da água
- •Realizar ramonagem (limpeza utilizando vapor)
- •Tratar efluentes conforme padrôes especificados
- •Carregar insumos e matérias-primas
- •Expedir resíduos conforme procedimento padrão
E Controlar os resultados das etapas do processo produtivo e do sistema de qualidade (8)
- •Comparar dados do processo com padrões estabelecidos
- •Realizar procedimentos, instruções e padrões do sistema de qualidade
- •Monitorar a qualidade do produto final
- •Preencher gráfico de controle do processo
- •Preencher boletins de análise do processo
- •Emitir relatório de análise de falhas no processo produtivo
- •Emitir solicitação de alterações nos procedimentos e instruções do processo produtivo
- •Analisar relatório de não conformidades
F Produzir em bateladas (celulose, metais, têxtil e produtos químicos) (8)
- •Carregar equipamentos com matérias-primas
- •Adicionar aditivos e reagentes
- •Operar máquina de homogeneização (misturadores)
- •Efetuar pressurização conforme procedimentos
- •Efetuar despressurização do sistema
- •Controlar a temperatura da reação química
- •Monitorar tempo de reação do processo
- •Remover resíduos do processo
G Vazar (descarregar) o forno (1)
- •Remover material contaminado do sistema
H Treinar novos operadores (8)
- •Sinalizar riscos e pontos críticos do ambiente
- •Orientar sobre o funcionamento dos equipamentos
- •Executar rotinas operacionais demonstrando-as
- •Instruir a interpretação do fluxograma do processo de produção
- •Orientar o preenchimento da folha de leitura operacional
- •Executar coleta de amostra, demonstrando procedimentos
- •Monitorar a execução de atividades orientadas
- •Emitir relatório e informações de desempenho dos treinandos
I Trabalhar com segurança (16)
- •Utilizar equipamentos de proteção individual
- •Discutir ações de segurança (dds, pds)
- •Interpretar normas e procedimentos de segurança
- •Identificar o tipo de equipamento para execução das tarefas
- •Emitir permissão de trabalho (documento que orienta a execução dos seviços para evitar riscos inerentes ao trabalho).
- •Monitorar a execução de serviços por terceiros
- •Controlar níveis de contaminação no ambiente industrial
- •Identificar condições inseguras no trabalho
- •Sinalizar áreas de risco
- •Corrigir condições inseguras no processo de produção
- •Registrar incidentes e acidentes
- •Comunicar a ocorrência de acidente e incidente
- •Analisar em equipe a investigação de acidentes
- •Combater princípios de incêndio
- •Acionar brigada de segurança
- •Simular evacuação de área
Z Demonstrar competências pessoais (8)
- •Demonstrar espírito de liderança
- •Demonstrar sociabilidade
- •Demonstrar fluência verbal
- •Demonstrar criatividade
- •Tomar iniciativa
- •Relacionar-se com superiores e subordinados
- •Demonstrar autocontrole
- •Demonstrar persuasão
Perguntas frequentes
Quanto ganha um operador de tratamento químico de materiais radioativos?
A mediana do salário de admissão é R$ 1.850 por mês, considerando as 10 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.738 (10% menores) a R$ 2.450 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 11.356 (RAIS 2024), 513.8% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando operador de tratamento químico de materiais radioativos?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 11 admissões contra 17 desligamentos, saldo de -6 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata operador de tratamento químico de materiais radioativos?
A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de açúcar em bruto (CNAE 1071600), com 54,5% das admissões. A lista completa dos 5 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de operador de tratamento químico de materiais radioativos?
8112-15 (família 8112 — Operadores de calcinação e de tratamentos químicos de materiais radioativos). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser operador de tratamento químico de materiais radioativos?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 8112: Para o exercício dessas ocupações requer-se o curso técnico de nível médio em metalurgia, siderurgia, química, petroquímica ou áreas afins oferecido por instituições de formação profissional ou escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 8112-15?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 8112-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 8112-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1071600), o RAT é 3%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 8112:
- •Bahia Sul Celulose S.A.
- •Caraiba Metais S.A.
- •Companhia Suzano de Papel e Celulose S.A.
- •Gerdau S.A.
- •INB - Indústrias Nucleares do Brasil S.A.
- •Klabin/Bacell S.A.
- •Millenium Inorganics Chemicals do Brasil S.A.
- •Nitrocarbono S.A.
- •Rudolf Soft Indústria Química Ltda.
- •Sibra S.A.
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
- •GLOSSÁRIO
- •DDS: Diálogo Diário de Segurança.
- •PDS: Plano Diário de Segurança.
- •CCM: Central de Comandos de Motores.