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CBO 2002 Família 7734 R$ 2.112 na admissão -102 postos em 12 meses 54 atividades

CBO 7734-05 — Operador de máquina bordatriz

O código 7734-05 identifica a ocupação operador de máquina bordatriz na CBO 2002, dentro da família 7734 — Operadores de máquina de usinar madeira (produção em série). É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um operador de máquina bordatriz

Programam as atividades para fabricação de peças de madeira e preparam madeira, insumos e máquinas para processamento (produção em série). Operam máquinas de usinar madeira e controlam a qualidade do processamento de peças e de produtos de madeira. Realizam manutenção básica de máquinas e equipamentos e elaboram documentação, registrando informações técnicas e operacionais das atividades realizadas. Trabalham seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente.

Descrição oficial da família 7734 — Operadores de máquina de usinar madeira (produção em série), publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam na fabricação de móveis como empregados com carteira assinada. O trabalho é presencial, realizado de forma individual, sob supervisão ocasional, em ambiente fechado e por rodízio de turnos (diurno/noturno). Trabalham em posições desconfortáveis durante longos períodos e permanecem expostos a materiais tóxicos e a ruído intenso.

Recursos de trabalho

Autoclave; Balança; Empilhadeira; Estufa; Fita de aço; Máquina de amarrar embalagem; Martelo; Medidor de umidade; Sensores de umidade; Vagonete.

Quanto ganha um operador de máquina bordatriz

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.63110% ganham atéR$ 2.112medianaR$ 3.13710% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.420

Entrada × quem já está

R$ 2.112 ao ser admitido · R$ 2.420 para quem tem vínculo ativo +14,6%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de operador de máquina bordatriz foi de R$ 2.112 — metade das 366 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.631 e os 10% de maior, acima de R$ 3.137.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.420, ou seja, 14,6% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 30 meses.

Considerando a jornada média de 43.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.112
Por ano (12 salários)R$ 25.344
Por semanaR$ 486
Por hora (43.7h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.12379,8%
  • Mulheres — R$ 1.97520,2%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.42280,6%
  • Mulheres — R$ 2.41519,4%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste1.659
  • Sudeste2.210
  • Sul2.369

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (5 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
PR 105 -33 R$ 2.185
SP 66 -20 R$ 2.238
RS 59 -1 R$ 2.888
PB 47 -7 R$ 1.653
CE 35 -21 R$ 1.634

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

372

Desligamentos

474

Saldo

-102

Rotatividade

46%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+9) saldo negativo · pior: out/25 (-27)

Em 12 meses houve 372 admissões e 474 desligamentos de operador de máquina bordatriz, o que significa que o mercado formal fechou 102 postos de trabalho no período, com rotatividade de 46% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 27% foram a pedido do próprio trabalhador e 62,9% por dispensa sem justa causa, além de 8% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador27%
  • Dispensa sem justa causa62,9%
  • Fim de contrato8%

Sobre 474 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial1,1%
  • Contrato intermitente0,3%
  • Pessoa com deficiência0,5%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro8,9%
  • 1 a 4 empregados9,1%
  • 5 a 9 empregados8,9%
  • 10 a 19 empregados15,6%
  • 20 a 49 empregados18,5%
  • 50 a 99 empregados18%
  • 100 a 249 empregados6,7%
  • 250 a 499 empregados12,6%
  • 500 a 999 empregados1,6%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata operador de máquina bordatriz

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de móveis com predominância de madeira 3101200 · 20,4% das admissões 76 44h R$ 2.500 R$ 2.825 R$ 3.267 3% 3
Fabricação de calçados de materiais não especificados anteriormente 1539400 · 12,4% das admissões 46 44h R$ 1.626 R$ 1.652 R$ 1.678 3% 3
Fabricação de acessórios do vestuário, exceto para segurança e proteção 1414200 · 11% das admissões 41 43.9h R$ 1.931 R$ 2.141 R$ 2.275 3% 2
Confecção de peças de vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida 1412601 · 7,5% das admissões 28 43.7h R$ 2.100 3% 2
Fabricação de artefatos de material plástico para usos industriais 2229302 · 4,6% das admissões 17 44h R$ 1.626 3% 3
Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios 4781400 · 3,8% das admissões 14 43.7h R$ 1.979 2% 1
Fabricação de artefatos têxteis para uso doméstico 1351100 · 3,8% das admissões 14 44h R$ 2.391 3% 3
Outros serviços de acabamento em fios, tecidos, artefatos têxteis e peças do vestuário 1340599 · 3,5% das admissões 13 43.7h R$ 1.793 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como operador de máquina bordatriz

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.031 vínculos

Idade mediana

36 anos

Tempo de casa

30 meses

No setor público

0,3%

Em empresa do Simples

50,6%

Sexo

  • Homem81,1%
  • Mulher18,9%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,6h/sem
  • Pessoas com deficiência0,7%
  • Contrato intermitente0,1%

Sobre os 1.031 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca56,2%
  • Parda35,6%
  • Preta6,5%
  • Amarela1,1%
  • Indígena0,5%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,2%
  • Até o 5º ano incompleto0,9%
  • 5º ano completo1,6%
  • 6º ao 9º ano6,2%
  • Fundamental completo9,4%
  • Médio incompleto10,4%
  • Médio completo68,3%
  • Superior incompleto2,1%
  • Superior completo0,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto0,3%
  • 5º ano completo0,8%
  • 6º a 9º ano3,8%
  • Fundamental completo5,4%
  • Médio incompleto14%
  • Médio completo72,3%
  • Superior incompleto2,4%
  • Superior completo0,8%
  • Pós-graduação0,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados9,9%
  • 5 a 9 empregados9,3%
  • 10 a 19 empregados14,7%
  • 20 a 49 empregados22%
  • 50 a 99 empregados16,9%
  • 100 a 249 empregados9%
  • 250 a 499 empregados14,9%
  • 500 a 999 empregados3,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional de duzentas a quatrocentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7734.

Qual especialização paga mais na família 7734

Todas as ocupações de operadores de máquina de usinar madeira (produção em série), ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7734-20 Operador de prensa de alta freqüência na usinagem de madeira R$ 2.315 R$ 3.016 209
7734-15 Operador de máquina de usinagem de madeira (produção em série) R$ 2.213 R$ 2.899 6.884
7734-05 Operador de máquina bordatriz (esta página) R$ 2.112 R$ 2.420 1.031
7734-10 Operador de máquina de cortina d´água (produção de móveis) R$ 2.300 R$ 2.300 165

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7734-05.

A Programar atividades para a fabricação de peças de madeira (5)
  • Interpretar ordens de serviço
  • Identificar códigos de peças e produtos
  • Definir quantidades de peças para o processamento
  • Definir a quantidade de madeira
  • Determinar a ordenação das etapas do processo
B Preparar máquinas para processamento de madeiras (produção em série) (9)
  • Programar máquinas
  • Regular ferramentas de corte
  • Regular pressão de ar das válvulas pneumáticas
  • Fixar acessórios das máquinas
  • Completar nível de óleo das máquinas
  • Controlar parâmetros do processo de fabricação
  • Orientar acomodação das peças usinadas
  • Codificar ferramentas conforme máquinas
  • Conferir medidas das peças
C Preparar madeiras e insumos (4)
  • Selecionar madeiras
  • Identificar qualidade de madeiras
  • Dosar seladores, tintas, vernizes e colas
  • Reaproveitar peças defeituosas
D Operar máquinas de usinar madeira (produção em série) (4)
  • Abastecer máquinas com madeiras
  • Posicionar madeiras na máquina
  • Fixar madeiras nas máquinas
  • Controlar tempo de processamento de madeiras
E Controlar qualidade do processamento de peças e de produtos de madeira (5)
  • Inspecionar, visualmente, cor e formato de peças e produtos de madeira
  • Conferir peças processadas (encaixes, furos, largura, espessura)
  • Comparar peças usinadas, pintadas e prensadas com o padrão
  • Separar peças com defeitos
  • Separar resíduos para reciclagem
F Elaborar documentação técnica (5)
  • Requisitar materiais e ferramentas
  • Registrar etapas do processo de produção
  • Preencher formulário de produtos não conformes
  • Preencher solicitações de manutenção
  • Preencher formulários de controle de produção
G Realizar manutenção básica de máquinas e equipamentos (8)
  • Limpar máquinas, ferramentas e filtros
  • Identificar falhas em máquinas e equipamentos
  • Substituir ferramentas
  • Ajustar máquinas e ferramentas
  • Lubrificar máquinas
  • Testar funcionamento de máquinas e equipamentos
  • Identificar máquinas e equipamentos em manutenção
  • Consultar manuais dos fabricantes
H Trabalhar com segurança (5)
  • Interpretar normas de cipa e procedimentos internos
  • Usar epi e epc
  • Limpar área de trabalho
  • Empilhar peças de madeira conforme limites de segurança
  • Desobstruir acessos e corredores
Z Demonstrar competências pessoais (9)
  • Demonstrar auto-organização
  • Dar provas de coordenação motora
  • Manifestar flexibilidade
  • Promover autodesenvolvimento
  • Demonstrar responsabilidade
  • Evidenciar dinamismo
  • Tomar iniciativa
  • Manter atenção concentrada
  • Relacionar-se com superiores e subordinados

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de máquina bordatriz?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.112 por mês, considerando as 366 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.631 (10% menores) a R$ 3.137 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.420 (RAIS 2024), 14.6% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando operador de máquina bordatriz?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 372 admissões contra 474 desligamentos, saldo de -102 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata operador de máquina bordatriz?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de móveis com predominância de madeira (CNAE 3101200), com 20,4% das admissões e mediana de R$ 2.825. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de operador de máquina bordatriz?

7734-05 (família 7734 — Operadores de máquina de usinar madeira (produção em série)). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser operador de máquina bordatriz?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7734: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional de duzentas a quatrocentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7734-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7734-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7734-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (3101200), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (9 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7734:

  • Araupel S.A.
  • Caemmun Indústria e Comércio de Móveis Ltda.
  • Fábrica e Comércio de Móveis Araúna Ltda.
  • Marinepar Indústria e Comércio de Madeira Ltda.
  • Niciolli Indústria e Comércio de Móveis Ltda.
  • Simbal Sociedade Industrial Móveis Barom Ltda.
  • Sindicato da Indústria do Mobiliário e Marcenaria do Estado do Paraná
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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