CBO 7654-05 — Trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros
O código 7654-05 identifica a ocupação trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros na CBO 2002, dentro da família 7654 — Trabalhadores do acabamento de artefatos de tecidos e couros. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha12 seções
O que faz um trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros
Realizam testes e inspeções em artefatos de tecido e couro. Decoram, dão acabamento e preparam os artefatos para a expedição. Embalam produtos acabados. Trabalham em conformidade com as normas e procedimentos técnicos de qualidade, segurança, meio ambiente, higiene e saúde.
Descrição oficial da família 7654 — Trabalhadores do acabamento de artefatos de tecidos e couros, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Atuam na fabricação de artefatos de couro, artigos de viagem e calçados, na situação de empregados com carteira assinada. Trabalham de forma individual, com supervisão permanente, em ambiente fechado, no período diurno. Permanecem em posições desconfortáveis durante longos períodos e, eventualmente, ficam expostos a materiais tóxicos.
Recursos de trabalho
Agulha; Compressor de ar; Couro; Forma para bola; Máquina de costura; Martelo; Tecido; Tesoura; Tinta; Vazador.
Quanto ganha um trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.101
Entrada × quem já está
R$ 1.852 ao ser admitido · R$ 2.101 para quem tem vínculo ativo +13,4%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros foi de R$ 1.852 — metade das 2.563 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.605 e os 10% de maior, acima de R$ 2.227.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.101, ou seja, 13,4% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 21 meses.
Considerando a jornada média de 43.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 1.852 |
| Por ano (12 salários) | R$ 22.224 |
| Por semana | R$ 426 |
| Por hora (43.7h/sem) | R$ 10,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Salário e saldo de vagas por estado (7 UFs com amostra)
| UF | Admissões | Saldo | P25 | Mediana | P75 |
|---|---|---|---|---|---|
| SP | 783 | +55 | — | R$ 1.869 | — |
| PR | 514 | +59 | — | R$ 1.809 | — |
| SC | 470 | -4 | — | R$ 2.173 | — |
| MG | 312 | -32 | — | R$ 1.640 | — |
| RS | 228 | -20 | — | R$ 1.959 | — |
| MS | 154 | -8 | — | R$ 1.621 | — |
| CE | 79 | +7 | — | R$ 1.647 | — |
UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
2.614
Desligamentos
2.568
Saldo
+46
Rotatividade
70,5%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 2.614 admissões e 2.568 desligamentos de trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros, o que significa que o mercado formal abriu 46 postos de trabalho no período, com rotatividade de 70,5% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 44% foram a pedido do próprio trabalhador e 32,2% por dispensa sem justa causa, além de 20,8% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 2.568 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 3.641 vínculos
Idade mediana
33 anos
Tempo de casa
21 meses
No setor público
0,4%
Em empresa do Simples
48,3%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada43,8h/sem
- Pessoas com deficiência1,6%
- Jornada parcial0,1%
Sobre os 3.641 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Riscos ocupacionais de trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros
Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências
Taxa por mil/ano
30,4
CAT no período
87
Óbitos comunicados
1
Idade média no acidente
28 anos
Foram 87 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 30,4 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.
Do total, 70,1% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 28,7% de trajeto (no deslocamento) e 1,1% doenças ocupacionais.
No período foram comunicados 1 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.
Tipo de acidente
Parte do corpo atingida
Natureza da lesão
Agente causador
Diagnósticos mais frequentes (CID-10)
Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país
| CID-10 | Casos | % | Afastamentos no Brasil |
|---|---|---|---|
| S61 — Ferimento do punho e da mão | 5 | 5,7% | 3.531 |
| M79.6 — Dor em membro | 4 | 4,6% | 517 |
| S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha | 4 | 4,6% | 3.531 |
| S62.6 — Fratura de outros dedos | 3 | 3,4% | 24.580 |
| M79.1 — Mialgia | 2 | 2,3% | 517 |
| S50.8 — Outros traumatismos superficiais do antebraço | 2 | 2,3% | 250 |
Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.
Risco de tabela × risco observado
A atividade que mais contrata essa ocupação (Confecção de peças de vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida) tem RAT 3% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 30,4 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.
Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral
Informalidade no setor
24,3%
Média nacional
37,5%
Conta própria
16,3%
Rendimento formal × informal
R$ 3.887 × R$ 2.141
No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
Para o exercício dessas ocupações requer-se entre a quarta e a sétima série do ensino fundamental e curso básico de qualificação profissional de até duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 7654.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7654-05.
A Preparar o local de trabalho (5)
- •Limpar local de trabalho
- •Limpar máquinas e equipamentos
- •Dispor materiais e ferramentas
- •Afiar ferramentas de uso manual
- •Selecionar ferramentas e materiais
B Realizar testes e inspeções em artefatos de tecido e couro (7)
- •Testar a flexibilidade da flor do couro
- •Testar resistência à tração de peças costuradas e coladas
- •Identificar defeitos em artefatos
- •Separar artefatos defeituosos
- •Conferir medidas
- •Conferir peso
- •Comunicar, aos superiores, sobre defeitos de materiais
C Decorar artefatos (6)
- •Gravar inscrições
- •Bordar decorações
- •Pintar gravuras e inscrições
- •Vazar tecidos e couros
- •Prensar rebites, ilhós, botões de pressão e fivelas
- •Aplicar adesivos
D Dar acabamento em artefatos de couro (8)
- •Queimar fios salientes
- •Recortar sobras de tecidos e couros
- •Remover manchas e poeiras
- •Remover excesso de cola
- •Identificar falhas de pintura
- •Retocar pintura
- •Aplicar produtos de proteção e brilho
- •Lustrar produtos
E Preparar artefatos para expedição (7)
- •Revisar artefatos
- •Inflar bolas
- •Etiquetar artefatos
- •Armar artefatos com enchimento
- •Embalar artefatos
- •Quantificar artefatos
- •Registrar dados de lotes, conforme ordem de fabricação
F Embalar produtos acabados (4)
- •Colocar buchas de armação dos produtos
- •Verificar a quantidade de materiais de produtos montados
- •Identificar produtos com etiquetas de papel
- •Acondicionar produtos em embalagens plásticas (plastificação) e em caixas de papelão
Z Demonstrar competências pessoais (7)
- •Demonstrar habilidade manual (coordenação motora)
- •Evidenciar objetividade
- •Demonstrar sociabilidade
- •Comunicar-se
- •Evidenciar responsabilidade
- •Relacionar-se com outras pessoas
- •Evidenciar criatividade
Perguntas frequentes
Quanto ganha um trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros?
A mediana do salário de admissão é R$ 1.852 por mês, considerando as 2.563 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.605 (10% menores) a R$ 2.227 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.101 (RAIS 2024), 13.4% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 2.614 admissões contra 2.568 desligamentos, saldo de +46 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros?
A atividade econômica que mais contratou foi Confecção de peças de vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida (CNAE 1412601), com 18,7% das admissões e mediana de R$ 1.820. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros?
7654-05 (família 7654 — Trabalhadores do acabamento de artefatos de tecidos e couros). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7654: Para o exercício dessas ocupações requer-se entre a quarta e a sétima série do ensino fundamental e curso básico de qualificação profissional de até duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Quais são os riscos e acidentes mais comuns de trabalhador do acabamento de artefatos de tecidos e couros?
A taxa é de 30,4 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (28,7% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61 — ferimento do punho e da mão. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 7654-05?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 7654-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7654-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1412601), o RAT é 3%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → CAT — Comunicação de Acidente de Trabalho (INSS)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (12 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7654:
- •Antonio Amilton da Costa ME.
- •Bolsas Ladita Ltda.
- •C. L. Quadros Bittencourt ME.
- •CNT - Confederação Nacional dos Trabalhadores
- •Cooperativa dos Artesãos do Rio Grande do Sul (Cooparigs)
- •Indústria de Artefatos Bello Couro Ltda.
- •Indústria de Artefatos em Couros Elisabeh Ltda.
- •Oswaldt e Companhia Ltda.
- •Perspectiva Comércio e Representação Ltda.
- •Plakar Artigos Esportivos Ltda.
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai