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CBO 2002 Família 7650 R$ 1.925 na admissão -1 postos em 12 meses 62 atividades

CBO 7650-10 — Chapeleiro de senhoras

O código 7650-10 identifica a ocupação chapeleiro de senhoras na CBO 2002, dentro da família 7650 — Trabalhadores polivalentes da confecção de artefatos de tecidos e couros. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um chapeleiro de senhoras

Confeccionam moldes (formas, facas) e modelos de artefatos de tecido, couro e similares. Preparam e cortam materiais e peças para confecção. Realizam pintura e adornos em artefatos, atividades de acabamento e serviços de manutenção em máquinas e equipamentos. Montam e embalam artefatos e comercializam produtos.

Descrição oficial da família 7650 — Trabalhadores polivalentes da confecção de artefatos de tecidos e couros, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam na indústria de confecção de artigos do vestuário e acessórios. O boneleiro trabalha com carteira assinada, o confeccionador de artefatos de couro (exceto sapatos) e o chapeleiro de senhoras trabalham como autônomos ou por conta própria. O trabalho do chapeleiro de senhoras é individual, sem supervisão. Os outros profissionais trabalham em equipe por operações, com supervisão permanente. Todos trabalham em ambiente fechado, durante o dia, exceto o chapeleiro de senhoras que tem horários de trabalho irregulares. Em algumas atividades desenvolvidas pelo boneleiro e pelo confeccionador de artefatos de couro (exceto sapatos) pode ocorrer exposição a materiais tóxicos.

Recursos de trabalho

Balancim de corte; Boleadores; Facas (navalhas); Formas de madeira; Máquina de costura; Mesa de corte; Prensas; Tesoura; Vasadores.

Quanto ganha um chapeleiro de senhoras

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.70510% ganham até R$ 1.925mediana R$ 2.82010% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 1.657

Entrada × quem já está

R$ 1.925 ao ser admitido · R$ 1.657 para quem tem vínculo ativo -13,9%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de chapeleiro de senhoras foi de R$ 1.925 — metade das 12 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.705 e os 10% de maior, acima de R$ 2.820.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 1.657, ou seja, 13,9% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 11 meses.

Considerando a jornada média de 44.2 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.925
Por ano (12 salários)R$ 23.100
Por semanaR$ 443
Por hora (44.2h/sem)R$ 10,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

12

Desligamentos

13

Saldo

-1

Rotatividade

44,8%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: ago/26 (+3) saldo negativo · pior: dez/25 (-3)

Em 12 meses houve 12 admissões e 13 desligamentos de chapeleiro de senhoras, o que significa que o mercado formal fechou 1 posto de trabalho no período, com rotatividade de 44,8% sobre o estoque de vínculos.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 11,1%
  • 1 a 4 empregados 11,1%
  • 5 a 9 empregados 11,1%
  • 20 a 49 empregados 66,7%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata chapeleiro de senhoras

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Confecção de peças de vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida 1412601 · 58,3% das admissões 7 — — — — 3% 2
Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios 4781400 · 25% das admissões 3 — — — — 2% 1
Fabricação de acessórios do vestuário, exceto para segurança e proteção 1414200 · 8,3% das admissões 1 — — — — 3% 2
Comércio varejista de calçados 4782201 · 8,3% das admissões 1 — — — — 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como chapeleiro de senhoras

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 29 vínculos

Idade mediana

30 anos

Tempo de casa

11 meses

Em empresa do Simples

96,6%

Sexo

  • Mulher 37,9%
  • Homem 62,1%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,3h/sem
  • Jornada parcial3,4%

Sobre os 29 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda 65,5%
  • Branca 24,1%
  • Preta 6,9%
  • Amarela 3,4%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto 17,2%
  • 6º ao 9º ano 6,9%
  • Fundamental completo 3,4%
  • Médio incompleto 6,9%
  • Médio completo 62,1%
  • Superior completo 3,4%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto 8,3%
  • Médio completo 83,3%
  • Superior incompleto 8,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 10,3%
  • 5 a 9 empregados 17,2%
  • 10 a 19 empregados 17,2%
  • 20 a 49 empregados 48,3%
  • 50 a 99 empregados 6,9%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com formação de até a quarta série do ensino fundamental, mais curso básico de qualificação profissional de até duzentas horas/aula para o boneleiro, de duzentas a quatrocentas horas/aula para o chapeleiro de senhoras e mais de quatrocentas horas/aula para o confeccionador de artefatos de couro (exceto sapatos). O exercício pleno das atividades ocorre com a experiência de um a dois anos para o boneleiro e mais de cinco anos para as outras ocupações. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7650.

Qual especialização paga mais na família 7650

Todas as ocupações de trabalhadores polivalentes da confecção de artefatos de tecidos e couros, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7650-05 Confeccionador de artefatos de couro (exceto sapatos) R$ 1.864 R$ 1.817 1.167
7650-10 Chapeleiro de senhoras (esta página) R$ 1.925 R$ 1.657 29
7650-15 Boneleiro R$ 1.698 R$ 1.550 110

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7650-10.

A Confeccionar moldes (fôrmas, facas) (6)
  • •Dimensionar moldes
  • •Desenhar modelos de facas e navalhas
  • •Remodelar fôrmas
  • •Definir modelos de facas e navalhas
  • •Definir materiais de facas e navalhas
  • •Cortar modelos de facas e navalhas
B Confeccionar modelos de artefatos (6)
  • •Interpretar modelos
  • •Desenhar modelos
  • •Dimensionar tamanho de peças (componentes)
  • •Especificar materiais
  • •Definir cores
  • •Construir protótipos (matriz)
C Preparar materiais para confecção de artefatos (7)
  • •Definir tipos de materiais (feltro, seda, veludo...)
  • •Passar tecidos
  • •Engomar peças
  • •Classificar tipos de couros
  • •Chanfrar materiais (afinar)
  • •Colar materiais chanfrados
  • •Virar bordas de materiais chanfrados
D Cortar peças para confecção de artefatos (7)
  • •Programar encaixe de peças para corte
  • •Preparar enfesto segundo número de peças cortadas
  • •Posicionar navalhas (moldes) em materiais
  • •Posicionar materiais na mesa de corte
  • •Fixar estremidades de materiais na mesa de corte
  • •Riscar tecidos para corte
  • •Operar ferramentas e equipamentos de corte
E Realizar pintura e adornos em artefatos (5)
  • •Selecionar cores de tintas
  • •Dosar aditivos (água, amaciante, álcool...) Em tintas
  • •Pintar peças de artefatos
  • •Fixar fitas, fivelas, laços e flores em chapéus
  • •Trançar tiras de couro
F Montar artefatos (6)
  • •Costurar peças
  • •Costurar viéses nas emendas das peças
  • •Colar peças de couro
  • •Moldar tecidos em formas
  • •Cortar excessos de tecidos das formas
  • •Bolear peças de artefatos
G Realizar atividades de acabamento (4)
  • •Aparar linhas
  • •Queimar pontas de linhas
  • •Costurar viés nas emendas internas de chapéus
  • •Passar abas de chapéus
H Embalar artefatos (4)
  • •Confeccionar embalagens para chapéus
  • •Acondicionar artefatos em embalagens
  • •Montar embalagens
  • •Identificar artefatos nas embalagens
I Comercializar produtos (5)
  • •Calcular custos
  • •Definir preços de artefatos
  • •Divulgar produtos
  • •Negociar condições de vendas
  • •Atender pedidos de clientes
J Realizar serviços de manutenção em máquinas e equipamentos (6)
  • •Afiar ferramentas
  • •Lubrificar ferramentas
  • •Soldar ferramentas
  • •Trocar peças de máquinas
  • •Apertar parafusos
  • •Monitorar funcionamento de máquinas
Z Demonstrar competências pessoais (6)
  • •Demonstrar criatividade
  • •Demonstrar paciência
  • •Demonstrar sensibilidade tátil, auditiva e visual
  • •Demonstrar habilidade manual
  • •Demonstrar comprometimento
  • •Demonstrar credibilidade

Sinônimos oficiais (8)

Chapeleiro - exclusive de palhaChapeleiro de chapéus de luxoConformador de chapéusCortador de chapéusDecatizadorFulistaModelador de chapéusPadronista de chapéus

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7650-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um chapeleiro de senhoras?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.925 por mês, considerando as 12 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.705 (10% menores) a R$ 2.820 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 1.657 (RAIS 2024), 13.9% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando chapeleiro de senhoras?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 12 admissões contra 13 desligamentos, saldo de -1 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata chapeleiro de senhoras?

A atividade econômica que mais contratou foi Confecção de peças de vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida (CNAE 1412601), com 58,3% das admissões. A ficha de chapeleiro de senhoras no Buscador NCM lista os 4 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de chapeleiro de senhoras?

7650-10 (família 7650 — Trabalhadores polivalentes da confecção de artefatos de tecidos e couros). A CBO reconhece também os títulos: Chapeleiro - exclusive de palha, Chapeleiro de chapéus de luxo, Conformador de chapéus, Cortador de chapéus, Decatizador, Fulista, Modelador de chapéus, Padronista de chapéus — todos usam o mesmo código 7650-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser chapeleiro de senhoras?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7650: Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com formação de até a quarta série do ensino fundamental, mais curso básico de qualificação profissional de até duzentas horas/aula para o boneleiro, de duzentas a quatrocentas horas/aula para o chapeleiro de senhoras e mais de quatrocentas horas/aula para o confeccionador de artefatos de couro (exceto sapatos). O exercício pleno das atividades ocorre com a experiência de um a dois anos para o boneleiro e mais de cinco anos para as outras ocupações. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7650-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7650-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7650-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1412601), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (10 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7650:

  • •Bonelaria São Geraldo ME.
  • •Chapéus Marly Laper Ltda.
  • •G. S Junqueira-ME.
  • •Indústria de Calçado Titular
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
  • •GLOSSÁRIO
  • •Chanfrar: dividir ou diminuir materiais.
  • •Dublar: unir materiais.
  • •Navalha: ferramenta de corte (mecânica).
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