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CBO 2002 Família 7605 R$ 2.888 na admissão -320 postos em 12 meses 46 atividades

CBO 7605-05 — Supervisor da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins

O código 7605-05 identifica a ocupação supervisor da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins na CBO 2002, dentro da família 7605 — Supervisores da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um supervisor da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins

Supervisionam equipes de produção, orientando, treinando e distribuindo atividades. Elaboram documentação técnica, preparando cronogramas, ordens de serviços e relatórios de produção. Controlam recursos e processos de produção, dimensionando equipes e equipamentos, controlando resíduos e desperdícios, determinando métodos e processos e implementando ações preventivas e corretivas nos processos de produção. Administram metas e resultados da produção, analisando pedidos, ordens de serviço, custos e viabilidade de produção.

Descrição oficial da família 7605 — Supervisores da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam nas indústrias de confecção de artigos do vestuário e acessórios, de preparação de couros e fabricação de artefatos de couros, artigos de viagem, calçados. Trabalham como assalariados com registro em carteira e se organizam em células ou linhas de produção, sob supervisão ocasional. Atuam em locais fechados e horário diurno. Eventualmente, estão sujeitos a pressões no trabalho.

Recursos de trabalho

Calculadora; Canetas; Computador; Couros; Ferragens; Prancheta de anotações; Régua; Tecidos; Telefone; Trena.

Quanto ganha um supervisor da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.94310% ganham atéR$ 2.888medianaR$ 6.01210% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.540

Entrada × quem já está

R$ 2.888 ao ser admitido · R$ 3.540 para quem tem vínculo ativo +22,6%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de supervisor da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins foi de R$ 2.888 — metade das 633 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.943 e os 10% de maior, acima de R$ 6.012.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.540, ou seja, 22,6% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 52 meses.

Considerando a jornada média de 43.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 15,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.888
Por ano (12 salários)R$ 34.656
Por semanaR$ 665
Por hora (43.8h/sem)R$ 15,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 3.20355,1%
  • Mulheres — R$ 2.58144,9%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.04549,5%
  • Mulheres — R$ 3.19450,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste2.500
  • Sudeste3.022
  • Sul4.038
  • Centro-Oeste2.800

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (7 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 156 -79 R$ 3.200
CE 109 -56 R$ 2.461
SC 60 -41 R$ 4.225
MG 60 -22 R$ 2.800
RJ 44 -20 R$ 2.100
PR 38 -13 R$ 3.500
RS 35 -34 R$ 3.575

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

641

Desligamentos

961

Saldo

-320

Rotatividade

28,8%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: nov/25 (-4) saldo negativo · pior: dez/25 (-53)

Em 12 meses houve 641 admissões e 961 desligamentos de supervisor da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins, o que significa que o mercado formal fechou 320 postos de trabalho no período, com rotatividade de 28,8% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 22,9% foram a pedido do próprio trabalhador e 69,2% por dispensa sem justa causa, além de 4,9% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador22,9%
  • Dispensa sem justa causa69,2%
  • Fim de contrato4,9%

Sobre 961 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro12,5%
  • 1 a 4 empregados9,4%
  • 5 a 9 empregados9,5%
  • 10 a 19 empregados14%
  • 20 a 49 empregados18,1%
  • 50 a 99 empregados11,2%
  • 100 a 249 empregados10,9%
  • 250 a 499 empregados5%
  • 500 a 999 empregados4,7%
  • 1.000 ou mais empregados4,7%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata supervisor da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Confecção de peças de vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida 1412601 · 25,3% das admissões 162 43.9h R$ 2.293 R$ 3.017 R$ 4.900 3% 2
Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios 4781400 · 5,3% das admissões 34 43.9h R$ 2.500 2% 1
Confecção de roupas íntimas 1411801 · 5,1% das admissões 33 44h R$ 2.450 3% 2
Facção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas 1412603 · 3,4% das admissões 22 43.9h R$ 2.500 3% 2
Curtimento e outras preparações de couro 1510600 · 3,4% das admissões 22 44h R$ 5.140 3% 3
Fabricação de artefatos têxteis para uso doméstico 1351100 · 3,1% das admissões 20 43.9h R$ 2.781 3% 3
Confecção de roupas profissionais, exceto sob medida 1413401 · 2,5% das admissões 16 44.1h R$ 1.800 2% 2
Fabricação de artigos do vestuário, produzidos em malharias e tricotagens, exceto meias 1422300 · 2,3% das admissões 15 43.8h R$ 3.076 3%

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como supervisor da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 3.341 vínculos

Idade mediana

41 anos

Tempo de casa

52 meses

Em empresa do Simples

42,3%

Sexo

  • Homem49,4%
  • Mulher50,6%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,7h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%
  • Jornada parcial0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,6%

Sobre os 3.341 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca57,1%
  • Parda37,6%
  • Preta4,5%
  • Amarela0,7%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,1%
  • Até o 5º ano incompleto0,7%
  • 5º ano completo1%
  • 6º ao 9º ano4,2%
  • Fundamental completo8,4%
  • Médio incompleto8,6%
  • Médio completo61,3%
  • Superior incompleto4,3%
  • Superior completo11,3%
  • Mestrado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,3%
  • Até 5º ano incompleto0,3%
  • 5º ano completo0,2%
  • 6º a 9º ano2,3%
  • Fundamental completo2%
  • Médio incompleto4,7%
  • Médio completo68%
  • Superior incompleto5,5%
  • Superior completo13,6%
  • Pós-graduação3%
  • Mestrado0,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados5,3%
  • 5 a 9 empregados8,5%
  • 10 a 19 empregados13,2%
  • 20 a 49 empregados20,7%
  • 50 a 99 empregados14,7%
  • 100 a 249 empregados12,9%
  • 250 a 499 empregados7,3%
  • 500 a 999 empregados10,4%
  • 1.000 ou mais empregados6,9%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio concluído. O pleno desempenho das atividades ocorre com a prática de três a quatro anos de atuação como supervisores. Pode-se demandar aprendizagem profissional para a(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7605.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7605-05.

A Supervisionar equipe de produção de artefatos de tecidos, couros e afins (7)
  • Controlar o cumprimento das normas administrativas da empresa
  • Distribuir atividades de produção e artefatos
  • Orientar equipe de produção de artefatos
  • Controlar horas trabalhadas
  • Avaliar candidatos às vagas na produção de artefatos
  • Identificar necessidades de treinamento
  • Programar folga e férias da equipe
B Elaborar documentação técnica (6)
  • Elaborar cronogramas de produção de artefatos
  • Elaborar ficha técnica de produção de artefatos
  • Preparar ordens de serviço
  • Requisitar tecidos, couros e acessórios
  • Emitir pareceres técnicos
  • Elaborar relatórios da produção de artefatos
C Controlar recursos para a produção (8)
  • Organizar arranjo físico em função do programa de produção de artefatos
  • Dimensionar equipamento para a produção de artefatos
  • Dimensionar equipe para a produção de artefatos
  • Programar suprimentos de tecidos, couros e acessórios
  • Testar tecidos couros e acessórios
  • Programar manutenção de máquinas e equipamentos
  • Controlar resíduos e desperdícios de tecidos, couros, acessórios e de tempo
  • Identificar necessidade de contratação de serviços de terceiros
D Controlar processo de produção de artefatos de tecidos, couros e afins (5)
  • Determinar métodos e processos de produção de artefatos
  • Testar a qualidade de artefatos
  • Controlar fluxo e movimentação de artefatos na produção
  • Controlar os processos de preparação, montagem e acabamento de artefatos
  • Implementar ações preventivas e corretivas nos processos de produção de artefatos
E Administrar metas e resultados da produção de artefatos de tecidos, couros e afins (10)
  • Analisar pedidos e ordens de serviço
  • Dimensionar capacidade de produção de artefatos
  • Analisar viabilidade de produção de um novo produto
  • Analisar custo da produção de artefatos
  • Definir itens de controle de processo
  • Interpretar parâmetros da produção
  • Analisar relatórios e registros da produção de artefatos
  • Monitorar o cumprimento de prazos e quantidade de produtos previstos para produção de artefatos
  • Identificar falhas na preparação, montagem e acabamento de artefatos
  • Analisar causas de não-conformidade de produtos e processos de produção de artefatos
Z Demonstrar competências pessoais (10)
  • Liderar equipe
  • Demonstrar capacidade de persuasão
  • Demonstrar fluência verbal
  • Demonstrar rapidez de raciocínio
  • Raciocinar por analogia
  • Demonstrar capacidade de auto-organização
  • Autocontrolar-se
  • Demonstrar dinamismo
  • Estabelecer relacionamento interpessoal
  • Demonstrar senso espacial

Sinônimos oficiais (1)

Supervisor de produção (artefatos de couro)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7605-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um supervisor da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.888 por mês, considerando as 633 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.943 (10% menores) a R$ 6.012 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.540 (RAIS 2024), 22.6% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando supervisor da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 641 admissões contra 961 desligamentos, saldo de -320 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata supervisor da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins?

A atividade econômica que mais contratou foi Confecção de peças de vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida (CNAE 1412601), com 25,3% das admissões e mediana de R$ 3.017. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de supervisor da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins?

7605-05 (família 7605 — Supervisores da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins). A CBO reconhece também os títulos: Supervisor de produção (artefatos de couro) — todos usam o mesmo código 7605-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser supervisor da confecção de artefatos de tecidos, couros e afins?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7605: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio concluído. O pleno desempenho das atividades ocorre com a prática de três a quatro anos de atuação como supervisores. Pode-se demandar aprendizagem profissional para a(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7605-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7605-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7605-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1412601), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (12 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7605:

  • Art Kourus Indústria e Comércio Ltda.
  • CNT - Confederação Nacional dos Trabalhadores
  • Cooperativa dos Artesãos do Rio Grande do Sul (Cooparigs)
  • Curtume Pinheiros S.A.
  • Ecoarte Artefatos de Couro Ltda.
  • Kühn Ciclo Peças e Serviços Ltda.
  • LT Artefatos de Couro Ltda.
  • Oswaldt e Companhia Ltda.
  • Stürmer Indústria de Artefatos de Couro Ltda.
  • Tober Importação e Exportação Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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