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CBO 2002 Família 7502 R$ 4.775 na admissão -136 postos em 12 meses 76 atividades

CBO 7502-05 — Supervisor da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão)

O código 7502-05 identifica a ocupação supervisor da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão) na CBO 2002, dentro da família 7502 — Supervisores de vidraria, cerâmica e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um supervisor da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão)

Supervisionam uma equipe de trabalhadores de chão-de-fábrica organizados em linha de produção ou em células para fabricar vidros, produtos cerâmicos, cristais e similares, segundo procedimentos e normas técnicas, de segurança, meio ambiente e de saúde. Dirigem a equipe orientando-a na resolução de problemas e em seu desenvolvimento profissional. Asseguram disponibilidade dos equipamentos e a conformidade da produção aos padrões de qualidade. Otimizam processos produtivos, administram orçamentos e custos de produção. Comunicam-se de forma oral e escrita.

Descrição oficial da família 7502 — Supervisores de vidraria, cerâmica e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em empresas de produtos minerais não-metálicos, principalmente na fabricação de vidros, produtos e cristais. Supervisionam diretamente uma equipe de trabalhadores de uma linha de produção ou célula. Trabalham em ambiente fechado, em horários variados: diurno, noturno ou em sistema de rodízio, sujeitos a pressão e estresse no cumprimento de metas de produção.

Recursos de trabalho

Atomizadores; Calculadoras; Computadores e software; Equipamentos serigráficos; Formas e matrizes; Fornos; Prensas e moinho; Rebolos; Relatórios em geral; TV, vídeo, retroprojetor.

Quanto ganha um supervisor da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.68010% ganham atéR$ 4.775medianaR$ 8.57010% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 5.788

Entrada × quem já está

R$ 4.775 ao ser admitido · R$ 5.788 para quem tem vínculo ativo +21,2%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de supervisor da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão) foi de R$ 4.775 — metade das 112 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.680 e os 10% de maior, acima de R$ 8.570.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 5.788, ou seja, 21,2% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 82 meses.

Considerando a jornada média de 43.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 25,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 4.775
Por ano (12 salários)R$ 57.300
Por semanaR$ 1.099
Por hora (43.8h/sem)R$ 25,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 4.767100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 6.61779,7%
  • Mulheres — R$ 4.35020,3%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste4.538

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

114

Desligamentos

250

Saldo

-136

Rotatividade

21,2%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+1) saldo negativo · pior: ago/25 (-21)

Em 12 meses houve 114 admissões e 250 desligamentos de supervisor da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão), o que significa que o mercado formal fechou 136 postos de trabalho no período, com rotatividade de 21,2% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 14,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 73,6% por dispensa sem justa causa, além de 6,4% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador14,4%
  • Dispensa sem justa causa73,6%
  • Fim de contrato6,4%

Sobre 250 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0,9% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro5,3%
  • 1 a 4 empregados5,3%
  • 5 a 9 empregados5,3%
  • 10 a 19 empregados9,6%
  • 20 a 49 empregados18,4%
  • 50 a 99 empregados6,1%
  • 100 a 249 empregados28,9%
  • 250 a 499 empregados3,5%
  • 500 a 999 empregados16,7%
  • 1.000 ou mais empregados0,9%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata supervisor da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de outros produtos de minerais não metálicos não especificados anteriormente 2399199 · 17,5% das admissões 20 43.5h R$ 6.000 3% 3
Fabricação de embalagens de vidro 2312500 · 12,3% das admissões 14 44h R$ 3.487 3% 3
Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para uso geral não especificados anteriormente 3314710 · 8,8% das admissões 10 44h R$ 5.039 3% 3
Aparelhamento de placas e execução de trabalhos em mármore, granito, ardósia e outras pedras 2391503 · 6,1% das admissões 7 3% 3
Construção de edifícios 4120400 · 4,4% das admissões 5 3% 3
Comércio atacadista de mármores e granitos 4679602 · 3,5% das admissões 4 3% 3
Administração de obras 4399101 · 2,6% das admissões 3 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como supervisor da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.182 vínculos

Idade mediana

43 anos

Tempo de casa

82 meses

No setor público

6,5%

Em empresa do Simples

12,6%

Sexo

  • Homem80,4%
  • Mulher19,6%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,1h/sem
  • Pessoas com deficiência1,4%

Sobre os 1.182 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca58,9%
  • Parda34,5%
  • Preta5,9%
  • Amarela0,7%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto1,7%
  • 5º ano completo1%
  • 6º ao 9º ano3,6%
  • Fundamental completo5,9%
  • Médio incompleto4,2%
  • Médio completo60,7%
  • Superior incompleto4,3%
  • Superior completo18,2%
  • Mestrado0,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto2,6%
  • 6º a 9º ano1,8%
  • Fundamental completo3,5%
  • Médio incompleto5,3%
  • Médio completo50%
  • Superior incompleto8,8%
  • Superior completo21,1%
  • Pós-graduação7%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,2%
  • 5 a 9 empregados3,6%
  • 10 a 19 empregados6,6%
  • 20 a 49 empregados14%
  • 50 a 99 empregados11,3%
  • 100 a 249 empregados14,7%
  • 250 a 499 empregados12%
  • 500 a 999 empregados25,9%
  • 1.000 ou mais empregados9,6%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O acesso à ocupação pode se dar de duas formas. A mais comum é o recrutamento de pessoal com curso de técnico em cerâmica em nível médio e, para o exercício como titular, experiência na área de três a quatro anos. A segunda possibilidade é a ascensão de trabalhadores de chão-de-fábrica que acumularam conhecimentos tácitos ao longo dos anos, tendo como escolaridade mínima o nível médio. Essa ascensão é acompanhada, geralmente, de formação profissional modular e treinamentos. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7502.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7502-05.

A Coordenar a produção (11)
  • Analisar programação de produção
  • Orientar a preparação e ou regulagem de equipamentos
  • Providenciar matéria-prima e insumos
  • Alocar pessoas
  • Distribuir tarefas
  • Organizar fluxo da produção
  • Controlar a qualidade da produção
  • Controlar volume da produção
  • Monitorar a operação de equipamentos
  • Examinar resultados da produção
  • Interagir com o pcp
B Dirigir equipe de trabalho (9)
  • Especificar perfil
  • Participar do processo de seleção de pessoal
  • Levantar necessidades de treinamento
  • Treinar pessoal
  • Avaliar desempenho da equipe de trabalho
  • Acompanhar assiduidade
  • Administrar conflitos
  • Planejar férias
  • Participar da reestruturação do quadro de pessoal
C Resolver problemas técnicos (4)
  • Identificar problemas técnicos
  • Analisar causas dos problemas
  • Implementar ações para solução de problemas
  • Alterar processo produtivo
D Assegurar o funcionamento dos equipamentos (5)
  • Identificar nacessidades de manutenção
  • Programar manutenção
  • Solicitar manutenção
  • Acompanhar manutenção
  • Examinar o resultado da manutenção
E Manter sistema da qualidade (7)
  • Descrever procedimentos e instruções
  • Assegurar o cumprimento de procedimentos e instruções
  • Organizar grupos de trabalho
  • Aplicar ferramentas da qualidade
  • Analisar indicadores de qualidade
  • Identificar possibilidades de melhorias
  • Implementar ações corretivas e preventivas
F Administrar custos/orçamentos (7)
  • Propor orçamentos
  • Requisitar materiais
  • Monitorar orçamentos
  • Implementar ações para redução de custos
  • Solicitar pesquisa de preços
  • Levantar alternativas de insumo
  • Avaliar alternativas de insumos
G Zelar pela saúde e segurança no trabalho (6)
  • Garantir o cumprimento de normas de segurança
  • Identificar condições inseguras
  • Eliminar condições inseguras
  • Supervisionar condições do ambiente de trabalho
  • Analisar dados estatísticos de acidentes
  • Participar de eventos de segurança
H Otimizar o processo produtivo (9)
  • Analisar a produtividade
  • Avaliar processos
  • Melhorar métodos de trabalho
  • Identificar novas tecnologias
  • Adaptar equipamentos
  • Testar novos equipamentos
  • Indicar a aquisição de novos equipamentos
  • Propor alteração no leiaute
  • Participar do desenvolvimento de novos produtos e equipamentos
I Comunicar-se de forma oral e escrita (7)
  • Intaragir com outros setores
  • Registrar ações de melhoria
  • Transmitir ordens
  • Coordenar reuniões
  • Redigir relatórios
  • Ouvir argumentações
  • Utilizar instrumentos de comunicação
Z Demonstrar competências pessoais (11)
  • Liderar equipe de trabalho
  • Demonstrar conhecimento técnico
  • Trabalhar em equipe
  • Motivar equipe de trabalho
  • Agir com ética
  • Demonstar iniciativa
  • Demonstrar capacidade de inovação
  • Manter-se atualizado
  • Demonstrar capacidade de atenção auditiva (saber ouvir)
  • Delegar atribuições
  • Demonstrar empatia

Sinônimos oficiais (1)

Mestre da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7502-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um supervisor da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão)?

A mediana do salário de admissão é R$ 4.775 por mês, considerando as 112 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.680 (10% menores) a R$ 8.570 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 5.788 (RAIS 2024), 21.2% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando supervisor da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 114 admissões contra 250 desligamentos, saldo de -136 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata supervisor da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão)?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de outros produtos de minerais não metálicos não especificados anteriormente (CNAE 2399199), com 17,5% das admissões e mediana de R$ 6.000. A lista completa dos 7 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de supervisor da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão)?

7502-05 (família 7502 — Supervisores de vidraria, cerâmica e afins). A CBO reconhece também os títulos: Mestre da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão) — todos usam o mesmo código 7502-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser supervisor da indústria de minerais não metálicos (exceto os derivados de petróleo e carvão)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7502: O acesso à ocupação pode se dar de duas formas. A mais comum é o recrutamento de pessoal com curso de técnico em cerâmica em nível médio e, para o exercício como titular, experiência na área de três a quatro anos. A segunda possibilidade é a ascensão de trabalhadores de chão-de-fábrica que acumularam conhecimentos tácitos ao longo dos anos, tendo como escolaridade mínima o nível médio. Essa ascensão é acompanhada, geralmente, de formação profissional modular e treinamentos. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7502-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7502-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7502-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (2399199), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7502:

  • Cecrisa Rev. Cerâmicos
  • Cerâmica Portobello S.A.
  • Cerâmica Urussanga S.A. (Ceusa)
  • Companhia de Cimentos do Brasil - Cimpor
  • Cristais Hering Ltda.
  • Cristal Blumenau Ltda.
  • Cristallerie Strauss S.A.
  • Eliane Revestimentos Cerâmicos Ltda.
  • Icisa - Indústria Cerâmica Imbituba S.A.
  • Maximiliano Gaidzinski S.A.
  • Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A.
  • Oxford S.A. Indústria e Comércio
  • Pozolana Indústria Comércio Ltda.
  • Tec-Cer Revestimentos Cerâmicos Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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