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CBO 2002 Família 7255 R$ 2.548 na admissão +173 postos em 12 meses 54 atividades

CBO 7255-10 — Operador de time de montagem

O código 7255-10 identifica a ocupação operador de time de montagem na CBO 2002, dentro da família 7255 — Montadores de veículos automotores (linha de montagem). É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um operador de time de montagem

Montam veículos automotores, organizam o ambiente de trabalho e monitoram o funcionamento de equipamentos e ferramentas em linhas de montagem. Controlam processos de montagem e elaboram documentação técnica. As atividades são exercidas em conformidade com as normas e procedimentos técnicos, de qualidade, segurança, saúde e preservação do meio ambiente.

Descrição oficial da família 7255 — Montadores de veículos automotores (linha de montagem), publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam na fabricação e montagem de veículos automotores. São empregados com carteira assinada, trabalham em equipe na linha de montagem, com supervisão ocasional, em ambiente fechado e em horários irregulares. Eventualmente, trabalham sob pressão e são expostos a ruído intenso.

Recursos de trabalho

Alimentador de gás para ar-condicionado; Bancada de teste (dinamômetros); Dispositivos de acionamentos (vidros); Equipamento de vácuo para teste de estanqueidade; Manipuladores de carga; Pantógrafo; Pistolas pneumáticas; Robô; Talha; Transportadores de carga.

Quanto ganha um operador de time de montagem

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.76210% ganham atéR$ 2.548medianaR$ 3.07110% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.039

Entrada × quem já está

R$ 2.548 ao ser admitido · R$ 4.039 para quem tem vínculo ativo +58,5%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de operador de time de montagem foi de R$ 2.548 — metade das 1.346 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.762 e os 10% de maior, acima de R$ 3.071.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.039, ou seja, 58,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 36 meses.

Considerando a jornada média de 43.5 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 14,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.548
Por ano (12 salários)R$ 30.576
Por semanaR$ 586
Por hora (43.5h/sem)R$ 14,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.62577,5%
  • Mulheres — R$ 2.00422,5%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.73677,4%
  • Mulheres — R$ 3.00622,6%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte2.634
  • Nordeste1.588
  • Sudeste2.616
  • Sul2.355

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (8 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 636 +131 R$ 2.607
MG 261 +75 R$ 2.637
PR 116 +0 R$ 1.808
ES 65 +12 R$ 1.890
AM 64 -21 R$ 2.644
BA 55 -3 R$ 1.576
RS 52 -28 R$ 2.683
SC 38 -6 R$ 2.575

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

1.373

Desligamentos

1.200

Saldo

+173

Rotatividade

50,1%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+78) saldo negativo · pior: dez/25 (-41)

Em 12 meses houve 1.373 admissões e 1.200 desligamentos de operador de time de montagem, o que significa que o mercado formal abriu 173 postos de trabalho no período, com rotatividade de 50,1% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 25,8% foram a pedido do próprio trabalhador e 37,6% por dispensa sem justa causa, além de 34,9% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador25,8%
  • Dispensa sem justa causa37,6%
  • Fim de contrato34,9%

Sobre 1.200 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente1,5%
  • Pessoa com deficiência0,1%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro10,8%
  • 1 a 4 empregados4%
  • 5 a 9 empregados3,8%
  • 10 a 19 empregados9,5%
  • 20 a 49 empregados13,6%
  • 50 a 99 empregados6,5%
  • 100 a 249 empregados8,2%
  • 250 a 499 empregados29,1%
  • 500 a 999 empregados7,9%
  • 1.000 ou mais empregados6,6%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata operador de time de montagem

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 33,1% das admissões 454 43.9h R$ 2.292 R$ 2.619 R$ 2.674 3% 1
Montagem de estruturas metálicas 4292801 · 12,5% das admissões 172 44h R$ 2.614 R$ 2.643 R$ 2.672 3% 4
Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias 2945000 · 6,7% das admissões 92 44h R$ 2.622 R$ 2.649 R$ 2.676 3%
Fabricação de motocicletas 3091101 · 4,5% das admissões 62 44h R$ 2.614 R$ 2.646 R$ 2.678 3
Fabricação de caminhões e ônibus 2920401 · 4,4% das admissões 60 44h R$ 1.940 R$ 1.979 R$ 4.938 3% 3
Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros 7830200 · 4,2% das admissões 57 44h R$ 1.726 R$ 1.752 R$ 1.778 2% 1
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional 4930202 · 3,7% das admissões 51 44h R$ 1.835 R$ 1.871 R$ 1.917 3% 3
Serviços de operação e fornecimento de equipamentos para transporte e elevação de cargas e pessoas para uso em obras 4399104 · 2,8% das admissões 39 44h R$ 1.592 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como operador de time de montagem

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.396 vínculos

Idade mediana

39 anos

Tempo de casa

36 meses

No setor público

0,1%

Em empresa do Simples

12,8%

Sexo

  • Homem77,4%
  • Mulher22,6%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,8h/sem
  • Pessoas com deficiência2,3%
  • Contrato intermitente0,8%

Sobre os 2.396 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca56,7%
  • Parda36,4%
  • Preta6%
  • Amarela0,7%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto0,7%
  • 5º ano completo0,2%
  • 6º ao 9º ano1,3%
  • Fundamental completo4,2%
  • Médio incompleto4,1%
  • Médio completo72,7%
  • Superior incompleto7,1%
  • Superior completo9,6%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto1,2%
  • Até 5º ano incompleto0,1%
  • 5º ano completo0,6%
  • 6º a 9º ano1,8%
  • Fundamental completo2,8%
  • Médio incompleto4,4%
  • Médio completo82,2%
  • Superior incompleto3,4%
  • Superior completo2,8%
  • Pós-graduação0,7%
  • Doutorado0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados3%
  • 5 a 9 empregados2,8%
  • 10 a 19 empregados5,4%
  • 20 a 49 empregados8,1%
  • 50 a 99 empregados5,1%
  • 100 a 249 empregados14,7%
  • 250 a 499 empregados17,4%
  • 500 a 999 empregados7,1%
  • 1.000 ou mais empregados36,3%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de operador de time de montagem

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

26,7

CAT no período

54

Idade média no acidente

35 anos

Foram 54 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo operador de time de montagem nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 26,7 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 75,9% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 16,7% de trajeto (no deslocamento) e 7,4% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Típico75,9%
  • Trajeto16,7%
  • Doença7,4%

Parte do corpo atingida

  • Dedo20,4%
  • Dorso (inclusive músculos dorsais, coluna e medula espinhal)9,3%
  • Antebraço (entre o punho e o cotovelo)7,4%
  • Mão (exceto punho ou dedos)7,4%
  • Pé (exceto artelhos)5,6%

Natureza da lesão

  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)20,4%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)14,8%
  • Fratura13%
  • Distensão, torção11,1%
  • Lesão imediata9,3%

Agente causador

  • Máquina, NIC11,1%
  • Metal - inclui liga11,1%
  • Ferramenta manual sem força motriz, NIC7,4%
  • Motocicleta, motoneta5,6%
  • Agente do acidente, NIC5,6%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 2 3,7% 3.531
S62.6 — Fratura de outros dedos 2 3,7% 24.580
S01.9 — Ferimento na cabeça, parte não especificada 2 3,7% 69
Y28 — Contato com objeto cortante ou penetrante, intenção não determinada 2 3,7% 57
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 2 3,7% 5.476
Y96.6 — Circunstância relativa às condições de trabalho 1 1,9% 29

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Locação de mão de obra temporária) tem RAT 3% e grau de risco 1, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 26,7 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio e curso básico de qualificação profissional em torno de duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre com até um ano de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7255.

Qual especialização paga mais na família 7255

Todas as ocupações de montadores de veículos automotores (linha de montagem), ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7255-10 Operador de time de montagem (esta página) R$ 2.548 R$ 4.039 2.396
7255-05 Montador de veículos (linha de montagem) R$ 2.292 R$ 3.925 42.900

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7255-10.

A Montar veículos automotores (12)
  • Interpretar instruções de trabalho
  • Interpretar desenhos
  • Conferir especificações de peças, acessórios e componentes
  • Selecionar peças e equipamentos
  • Posicionar peças e componentes
  • Lubrificar componentes do veículo
  • Ajustar peças e componentes
  • Substituir peças e componentes
  • Fixar peças e componentes
  • Utilizar ferramentas manuais
  • Utilizar equipamentos pneumáticos e elétricos no processo de montagem
  • Identificar problemas técnicos e de segurança na linha de montagem
B Monitorar funcionamento de equipamentos e ferramentas na linha de montagem (7)
  • Regular pressão de ar comprimido
  • Selecionar equipamentos, ferramentas, instrumentos e dispositivos
  • Testar equipamentos, ferramentas e instrumentos
  • Ajustar ferramentas, equipamentos e instrumentos
  • Controlar durabilidade de equipamentos, ferramentas e instrumentos
  • Solicitar manutenção de equipamentos, ferramentas e instrumentos
  • Substituir equipamentos e ferramentas
C Organizar ambiente de trabalho (6)
  • Identificar insumos em bancadas e prateleiras
  • Ordenar ferramentas e instrumentos
  • Verificar condições de iluminação e ventilação do ambiente
  • Seguir horários de início e término de expediente
  • Limpar posto de trabalho
  • Separar resíduos para descarte
D Controlar processo de montagem (8)
  • Conferir dimensões dos componentes a serem montados
  • Inspecionar visualmente a soldagem de componentes
  • Observar características técnicas de pintura
  • Verificar encaixes de peças
  • Conferir acabamento de peças e acessórios
  • Separar peças não conformes
  • Testar funcionamento de portas, capôs e acessórios
  • Comparar tempos de cada etapa da montagem
E Trabalhar com segurança (6)
  • Seguir orientações da cipa no ambiente de trabalho
  • Identificar atos e condições inseguras
  • Solicitar epi e epc
  • Usar epi e epc referenciados no procedimento
  • Separar resíduos sólidos, líquidos e gasosos
  • Praticar exercícios para prevenção de doenças ocupacionais
F Elaborar documentação técnica (5)
  • Registrar dados de montagem
  • Preencher documentação técnica para atendimento aos procedimentos da qualidade
  • Preencher requisição de materiais
  • Preencher solicitação de manutenção
  • Preencher documentos de controle
Z Demonstrar competências pessoais (10)
  • Comunicar-se com clareza e precisão
  • Demonstrar raciocínio crítico
  • Demonstrar disciplina
  • Manter-se organizado
  • Demonstrar coordenação motora
  • Respeitar prazos
  • Administrar imprevistos
  • Demonstrar responsabilidade
  • Demonstrar flexibilidade
  • Manter atenção concentrada

Sinônimos oficiais (1)

Operador de equipe de montagem (veiculos automotores)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7255-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de time de montagem?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.548 por mês, considerando as 1.346 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.762 (10% menores) a R$ 3.071 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.039 (RAIS 2024), 58.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando operador de time de montagem?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 1.373 admissões contra 1.200 desligamentos, saldo de +173 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata operador de time de montagem?

A atividade econômica que mais contratou foi Locação de mão de obra temporária (CNAE 7820500), com 33,1% das admissões e mediana de R$ 2.619. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de operador de time de montagem?

7255-10 (família 7255 — Montadores de veículos automotores (linha de montagem)). A CBO reconhece também os títulos: Operador de equipe de montagem (veiculos automotores) — todos usam o mesmo código 7255-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser operador de time de montagem?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7255: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio e curso básico de qualificação profissional em torno de duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre com até um ano de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de operador de time de montagem?

A taxa é de 26,7 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (20,4% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7255-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7255-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7255-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7820500), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (8 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7255:

  • Chrysler do Brasil Ltda. (Mercedes-Benz)
  • Dana Industriais Ltda.
  • Detroit Diesel Motores do Brasil Ltda.
  • Sirvepa-PR
  • Volkswagen Audi do Brasil Ltda.
  • Volvo do Brasil Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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