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CBO 2002 Família 7201 R$ 5.022 na admissão -11 postos em 12 meses 102 atividades

CBO 7201-60 — Supervisor de controle de tratamento térmico

O código 7201-60 identifica a ocupação supervisor de controle de tratamento térmico na CBO 2002, dentro da família 7201 — Supervisores de usinagem, conformação e tratamento de metais. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um supervisor de controle de tratamento térmico

Coordenam, orientam e treinam equipes de trabalho de usinagem, conformação e tratamento de metais, nos métodos, processos produtivos e da qualidade. Organizam equipamentos utilizados nos processos de produção, estruturando arranjos físicos e células de trabalho. Monitoram processos de usinagem, conformação e tratamento dos metais. Garantem a programação da produção, dimensionando disponibilidade dos equipamentos e definindo pessoal em função do tipo, da especificação do serviço, das prioridades e da sequência da produção. Gerenciam recursos materiais, monitoram procedimentos e normas do sistema de qualidade da empresa. Coordenam ações voltadas para o meio ambiente e segurança do trabalho e elaboram documentação técnica.

Descrição oficial da família 7201 — Supervisores de usinagem, conformação e tratamento de metais, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam nas indústrias de fabricação de máquinas, equipamentos e produtos de metal, metalurgia básica, fabricação de máquinas, aparelhos e materiais, fabricação e montagem de veículos automotores. São empregados com carteira assinada, trabalham super-visionando diretamente uma equipe de trabalhadores de chão-de-fábrica, sob supervisão ocasional de engenheiros, em ambiente fechado e em rodízio de turnos diurno/noturno. Eventualmente, trabalham em posições desconfortáveis durante longos períodos, sob pressão, levando à situação de estresse, e em grandes alturas, como é o caso do mestre de caldeiraria. Podem ser expostos a materiais tóxicos, ruído intenso e, particularmente, no caso do mestre de fundição, a radiação e altas temperaturas. CONSULTE 7243 - Trabalhadores de soldagem e corte de ligas metálicas.

Recursos de trabalho

Calandra; Centro de usinagem; Forno à indução; Forno para cementação; Fresadoras e afiadoras; Máquina de solda; Máquina para jatear; Prensas; Revólver para pintura; Tanques de eletrodeposição de zinco.

Quanto ganha um supervisor de controle de tratamento térmico

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.40110% ganham atéR$ 5.022medianaR$ 10.94810% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 7.300

Entrada × quem já está

R$ 5.022 ao ser admitido · R$ 7.300 para quem tem vínculo ativo +45,4%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de supervisor de controle de tratamento térmico foi de R$ 5.022 — metade das 101 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.401 e os 10% de maior, acima de R$ 10.948.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 7.300, ou seja, 45,4% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 57 meses.

Considerando a jornada média de 43.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 26,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 5.022
Por ano (12 salários)R$ 60.264
Por semanaR$ 1.156
Por hora (43.8h/sem)R$ 26,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 5.016100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 7.56994,8%
  • Mulheres — R$ 2.7505,2%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste5.633

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

102

Desligamentos

113

Saldo

-11

Rotatividade

26%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+12) saldo negativo · pior: abr/26 (-19)

Em 12 meses houve 102 admissões e 113 desligamentos de supervisor de controle de tratamento térmico, o que significa que o mercado formal fechou 11 postos de trabalho no período, com rotatividade de 26% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 15% foram a pedido do próprio trabalhador e 67,3% por dispensa sem justa causa, além de 6,2% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador15%
  • Dispensa sem justa causa67,3%
  • Fim de contrato6,2%

Sobre 113 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente8,8%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro7,8%
  • 1 a 4 empregados8,8%
  • 5 a 9 empregados4,9%
  • 10 a 19 empregados12,7%
  • 20 a 49 empregados7,8%
  • 50 a 99 empregados10,8%
  • 100 a 249 empregados6,9%
  • 250 a 499 empregados24,5%
  • 500 a 999 empregados2%
  • 1.000 ou mais empregados13,7%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata supervisor de controle de tratamento térmico

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Serviços de usinagem, tornearia e solda 2539001 · 10,8% das admissões 11 44h R$ 4.339 4
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 7,8% das admissões 8 3% 1
Obras de montagem industrial 4292802 · 7,8% das admissões 8 3% 4
Produção de artefatos estampados de metal 2532201 · 6,9% das admissões 7 3% 4
Tratamentos térmicos, acústicos ou de vibração 4329105 · 5,9% das admissões 6 3% 3
Testes e análises técnicas 7120100 · 5,9% das admissões 6 1% 2
Serviços de engenharia 7112000 · 5,9% das admissões 6 3% 1
Serviços de tratamento e revestimento em metais 2539002 · 4,9% das admissões 5 4

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como supervisor de controle de tratamento térmico

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 434 vínculos

Idade mediana

42 anos

Tempo de casa

57 meses

No setor público

0,2%

Em empresa do Simples

20,5%

Sexo

  • Homem94,5%
  • Mulher5,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,3h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%
  • Contrato intermitente8,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,5%

Sobre os 434 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca60,9%
  • Parda34%
  • Preta4,2%
  • Amarela1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto0,5%
  • 5º ano completo0,9%
  • 6º ao 9º ano1,8%
  • Fundamental completo5,5%
  • Médio incompleto3,5%
  • Médio completo62,7%
  • Superior incompleto4,1%
  • Superior completo20,7%
  • Mestrado0,2%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto1%
  • 5º ano completo1%
  • Fundamental completo4,9%
  • Médio completo66,7%
  • Superior incompleto2,9%
  • Superior completo16,7%
  • Pós-graduação6,9%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados3,9%
  • 5 a 9 empregados5,3%
  • 10 a 19 empregados11,3%
  • 20 a 49 empregados16,1%
  • 50 a 99 empregados18,9%
  • 100 a 249 empregados15,9%
  • 250 a 499 empregados17,3%
  • 500 a 999 empregados6,7%
  • 1.000 ou mais empregados4,6%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se o curso de formação profissional com equivalência ao ensino médio completo oferecido por instituições de formação profissional ou escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre, em média, com cinco anos de prática profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7201.

Qual especialização paga mais na família 7201

Todas as ocupações de supervisores de usinagem, conformação e tratamento de metais, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7201-15 Mestre de ferramentaria R$ 4.450 R$ 9.125 943
7201-20 Mestre de forjaria R$ 3.019 R$ 7.363 184
7201-60 Supervisor de controle de tratamento térmico (esta página) R$ 5.022 R$ 7.300 434
7201-10 Mestre de caldeiraria R$ 5.281 R$ 7.110 3.379
7201-50 Mestre de usinagem R$ 4.963 R$ 7.025 3.953
7201-45 Mestre de trefilação de metais R$ 5.041 R$ 6.700 912
7201-25 Mestre de fundição R$ 4.325 R$ 6.494 2.197
7201-40 Mestre de soldagem R$ 5.455 R$ 5.780 2.694
7201-05 Mestre (afiador de ferramentas) R$ 4.025 R$ 5.325 358
7201-35 Mestre de pintura (tratamento de superfícies) R$ 4.029 R$ 5.018 3.658
7201-30 Mestre de galvanoplastia R$ 3.238 R$ 4.654 538
7201-55 Mestre serralheiro R$ 3.302 R$ 3.854 1.307

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7201-60.

A Coordenar as atividades técnicas da equipe de produção (1)
  • Orientar a equipe nos métodos, processos produtivos e qualidade dos tratamentos de metais
B Organizar equipamentos utilizados nos processos de produção (6)
  • Planejar a disponibilidade dos equipamentos em função do fluxo de produção
  • Disponibilizar ferramentas e dispositivos
  • Estruturar células de trabalho
  • Estruturar o arranjo físico do setor
  • Elaborar programa de manutenção de equipamentos
  • Avaliar a eficácia dos serviços de manutenção
C Monitorar os processos de usinagem, conformação e tratamento dos metais (7)
  • Acompanhar o processo produtivo
  • Interpretar parâmetros de produção
  • Controlar a conformidade dos parâmetros de produção especificados
  • Controlar a qualidade do processo produtivo
  • Propor melhorias no processo produtivo
  • Redefinir parâmetros utilizados no processo produtivo
  • Implementar medidas corretivas
D Garantir a programação da produção (17)
  • Dimensionar a disponibilidade dos equipamentos
  • Prever recursos humanos em função da carga de trabalho
  • Definir pessoal em função do tipo e especificação do serviço
  • Definir prioridades e seqüência da produção
  • Administrar os pontos críticos do processo produtivo
  • Otimizar o processo produtivo, administrando os gargalos
  • Inteirar-se do processo produtivo
  • Buscar alternativas no setor para a execução do trabalho
  • Implementar novas tecnologias do processo produtivo
  • Orientar os funcionários sobre a responsabilidade pela qualidade
  • Controlar prazos de entrega do produto
  • Prestar informações técnicas no desenvolvimento de novos produtos e processos
  • Prever a execução de ensaios físicos e mecânicos
  • Solicitar contratação de prestadores de serviços de ensaios
  • Prever execução de tratamentos superficiais
  • Atender cliente interno e externo
  • Desenvolver parceria com fornecedores qualificados
E Gerenciar recursos materiais (7)
  • Administrar o consumo e estoque de matéria-prima
  • Controlar o consumo de insumos
  • Providenciar a compra de materiais fora de estoque
  • Orientar sobre o armazenamento, manuseio e transporte de materiais
  • Controlar o desperdício de materiais na produção
  • Fornecer informações no desenvolvimento de novas matérias-prima, ferramentas e dispositivos
  • Classificar resíduos para processos de reciclagem e descarte
F Administrar a equipe de trabalho (11)
  • Identificar as características pessoais dos membros da equipe
  • Administrar a qualificação profissional da equipe de trabalho
  • Delegar atividades e responsabilidades
  • Avaliar desempenho da equipe
  • Identificar necessidades de treinamento
  • Treinar equipe de trabalho
  • Coordenar reuniões
  • Administrar conflitos
  • Entrevistar candidatos no processo de seleção de pessoal
  • Orientar os funcionários nos aspectos legais e sociais
  • Elaborar a programação de férias
G Monitorar procedimentos e normas do sistema de qualidade da empresa (13)
  • Atender às especificações técnicas dos produtos
  • Propor melhorias de qualidade
  • Aplicar ferramentas de gestão da qualidade
  • Controlar a validade de caibração de equipamentos
  • Monitorar exigências de qualificações dos funcionários
  • Participar de auditorias internas e externas
  • Controlar estatisticamente o processo (cep)
  • Inspecionar a calibração dos equipamentos de ensaio
  • Fornecer informações para credenciamento de fornecedores
  • Realizar análise de causas de não-conformidades
  • Eliminar as causas de não-conformidades
  • Implementar ações corretivas e preventivas de não conformidades
  • Avaliar a eficácia de ações preventivas relativas a não-conformidades
H Liderar equipe de trabalho (7)
  • Agir com coerência de ações
  • Identificar o potencial dos componentes da equipe
  • Estimular o comprometimento da equipe com as metas da empresa
  • Manter a equipe informada sobre as metas da empresa
  • Considerar as opiniões da equipe
  • Assumir o papel de interlocutor entre a gerência e a produção
  • Sensibilizar a equipe frente às mudanças organizacionais da empresa
I Documentar a produção (7)
  • Elaborar relatórios
  • Participar na elaboração das fichas de especificação técnica dos produtos
  • Participar na elaboração de procedimentos e instruções de trabalho
  • Atualizar documentação técnica
  • Organizar os registros de controle da qualidade
  • Preencher formulários de requisição de materiais e equipamentos
  • Registrar relatórios de não-conformidade
J Trabalhar com segurança (14)
  • Cumprir a legislação e normas pertinentes
  • Orientar a equipe sobre organização, saúde e segurança na empresa
  • Solicitar apoio da área de segurança industrial para avaliação de condições inseguras
  • Exigir o uso dos equipamentos de proteção individual e coletiva (epi e epc)
  • Identificar áreas de risco
  • Isolar locais que apresentem condições inseguras
  • Orientar a equipe para a realização das atividades profissionais com segurança
  • Avaliar as condições de funcionamento dos equipamentos
  • Cumprir as ações acordadas nas reuniões da cipa
  • Manter os equipamentos em condições operacionais seguras
  • Monitorar a limpeza, conservação e manutenção dos equipamentos
  • Remanejar pessoal da equipe em função das condições físicas
  • Exigir o uso de ferramentas adequadas ao tipo de serviço
  • Cumprir legislação e normas de preservação ambiental
Z Demonstrar competências pessoais (12)
  • Atuar com flexibilidade
  • Manter equilíbrio emocional
  • Buscar o auto-desenvolvimento
  • Liderar com autoridade profissional
  • Manter postura e ética profissional
  • Tratar com sigilo as informações internas da empresa
  • Realizar auto-crítica
  • Comunicar-se de forma oral e escrita
  • Tomar decisões
  • Manter a disciplina
  • Agir de forma exemplar
  • Visualizar de forma sistêmica os processos da empresa

Perguntas frequentes

Quanto ganha um supervisor de controle de tratamento térmico?

A mediana do salário de admissão é R$ 5.022 por mês, considerando as 101 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.401 (10% menores) a R$ 10.948 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 7.300 (RAIS 2024), 45.4% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando supervisor de controle de tratamento térmico?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 102 admissões contra 113 desligamentos, saldo de -11 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata supervisor de controle de tratamento térmico?

A atividade econômica que mais contratou foi Serviços de usinagem, tornearia e solda (CNAE 2539001), com 10,8% das admissões e mediana de R$ 4.339. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de supervisor de controle de tratamento térmico?

7201-60 (família 7201 — Supervisores de usinagem, conformação e tratamento de metais). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser supervisor de controle de tratamento térmico?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7201: Para o exercício dessas ocupações requer-se o curso de formação profissional com equivalência ao ensino médio completo oferecido por instituições de formação profissional ou escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre, em média, com cinco anos de prática profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7201-60?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7201-60 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7201-60 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (8 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7201:

  • Açotécnica S.A. Indústria e Comércio
  • Brasimet Comércio e Indústria S.A.
  • Camaq Caldeiraria e Máquinas Industriais Ltda.
  • Newton S.A. Indústria e Comércio
  • Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Itajaí
  • Tratamentos Térmicos Marwal Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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