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CBO 2002 Família 6313 R$ 2.550 na admissão -4 postos em 12 meses 61 atividades

CBO 6313-20 — Criador de ostras

O código 6313-20 identifica a ocupação criador de ostras na CBO 2002, dentro da família 6313 — Criadores de animais aquáticos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um criador de ostras

Manejam e alimentam animais aquáticos. Controlam ambiente aquático, monitoram e constroem instalações aquáticas. Organizam reprodução de animais aquáticos e cuidam de sua sanidade. Planejam criação, beneficiam e comercializam animais aquáticos.

Descrição oficial da família 6313 — Criadores de animais aquáticos, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com carteira assinada, empregados em viveiros. Somente o criador de mexilhões trabalha por conta própria. O trabalho é em equipe, com supervisão permanente. Os criadores de mexilhões e quelônios estão sujeitos à supervisão ocasional. O trabalho é realizado a céu aberto, no período diurno. Os criadores de camarões, jacarés, mexilhões, ostras e peixes estão sujeitos à variação climática. Os criadores de camarões, mexilhões, ostras e peixes permanecem longos períodos na água para desempenharem suas funções. ESTA FAMÍLIA NÃO COMPREENDE 6310 - Pescadores polivalentes. 6311 - Pescadores profissionais artesanais de água doce. 6312 - Pescadores de água costeira e alto-mar. 6314 - Trabalhadores de apoio à pesca.

Recursos de trabalho

Aerador; Caixa térmica; Cerco; Cilindro de oxigênio; Embarcação; Esteira; Filtro; Monoblocos; Rede; Seringas.

Quanto ganha um criador de ostras

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.61110% ganham atéR$ 2.550medianaR$ 2.74910% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.013

Entrada × quem já está

R$ 2.550 ao ser admitido · R$ 2.013 para quem tem vínculo ativo -21,1%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de criador de ostras foi de R$ 2.550 — metade das 26 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.611 e os 10% de maior, acima de R$ 2.749.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.013, ou seja, 21,1% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 16 meses.

Considerando a jornada média de 42.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 14,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.550
Por ano (12 salários)R$ 30.600
Por semanaR$ 587
Por hora (42.8h/sem)R$ 14,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.550100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 1.850100%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

26

Desligamentos

30

Saldo

-4

Rotatividade

65,2%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+6) saldo negativo · pior: nov/25 (-5)

Em 12 meses houve 26 admissões e 30 desligamentos de criador de ostras, o que significa que o mercado formal fechou 4 postos de trabalho no período, com rotatividade de 65,2% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 33,3% foram a pedido do próprio trabalhador e 50% por dispensa sem justa causa, além de 13,3% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador33,3%
  • Dispensa sem justa causa50%
  • Fim de contrato13,3%

Sobre 30 desligamentos com motivo declarado.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro11,5%
  • 1 a 4 empregados15,4%
  • 10 a 19 empregados50%
  • 20 a 49 empregados23,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata criador de ostras

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Peixaria 4722902 · 7,7% das admissões 2 2% 3
Comércio atacadista de defensivos agrícolas, adubos, fertilizantes e corretivos do solo 4683400 · 3,8% das admissões 1 2%
Representantes comerciais e agentes do comércio de mercadorias em geral não especializado 4619200 · 3,8% das admissões 1 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como criador de ostras

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 46 vínculos

Idade mediana

28 anos

Tempo de casa

16 meses

Em empresa do Simples

80,4%

Sexo

  • Homem93,5%
  • Mulher6,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,6h/sem
  • Em entidade sem fins lucrativos4,3%

Sobre os 46 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca47,5%
  • Parda37,5%
  • Preta15%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto2,2%
  • 5º ano completo2,2%
  • 6º ao 9º ano2,2%
  • Fundamental completo13%
  • Médio incompleto32,6%
  • Médio completo41,3%
  • Superior incompleto2,2%
  • Superior completo2,2%
  • Mestrado2,2%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • 5º ano completo3,8%
  • Fundamental completo11,5%
  • Médio incompleto38,5%
  • Médio completo46,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados23,9%
  • 5 a 9 empregados6,5%
  • 10 a 19 empregados37%
  • 20 a 49 empregados30,4%
  • 250 a 499 empregados2,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: comércio e reparação de veículos

Informalidade no setor

33,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

24,1%

Rendimento formal × informal

R$ 3.373 × R$ 1.988

No setor de comércio e reparação de veículos — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 33,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

A escolaridade para todas as ocupações é de nível fundamental. Para os criadores de jacarés, mexilhões e quelônios, o acesso é livre, sem exigências de experiência prévia. Para os criadores de camarões, ostras, peixes e rãs, o exercício pleno das atividades requer um ano de experiência. Não é exigida qualificação profissional, exceto para os criadores de mexilhões e peixes, que cursam até duzentas horas de formação profissional básica. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 6313.

Qual especialização paga mais na família 6313

Todas as ocupações de criadores de animais aquáticos, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
6313-25 Criador de peixes R$ 1.920 R$ 2.151 3.172
6313-10 Criador de jacarés R$ 2.032 R$ 2.085 22
6313-20 Criador de ostras (esta página) R$ 2.550 R$ 2.013 46
6313-05 Criador de camarões R$ 1.608 R$ 1.615 2.054

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 6313-20.

A Manejar animais aquáticos (6)
  • Transferir animais entre tanques, viveiros e redes
  • Medir animais
  • Pesar animais
  • Classificar animais
  • Contar animais
  • Colher ostras
B Controlar ambiente aquático (7)
  • Controlar ph de água
  • Controlar temperatura de água
  • Controlar nível de oxigênio de água
  • Renovar água de viveiros, tanques e baias
  • Controlar turbidez de água
  • Controlar salinidade de água
  • Ozonizar água
C Alimentar animais aquáticos (1)
  • Examinar comportamento de animais aquáticos
D Organizar reprodução de animais aquáticos (5)
  • Introduzir coletores de larvas de ostras em esteiras
  • Coletar larvas de ostras
  • Selecionar larvas de ostras
  • Povoar viveiros com larvas
  • Retornar ostras em cercos
E Cuidar da sanidade de animais aquáticos (4)
  • Identificar animais doentes
  • Isolar animais para tratamento e quarentena
  • Retirar predadores, competidores e animais mortos
  • Monitorar visitas em instalações aquáticas
F Monitorar instalações aquáticas (3)
  • Limpar tanques, viveiros e baias
  • Limpar cercos, varas e espinhel
  • Reparar redes e telas
G Planejar criação de animais aquáticos (12)
  • Definir espécie aquática
  • Definir local de cultivo
  • Definir sistema de criação
  • Dimensionar área de cultivo
  • Providenciar elaboração de projetos
  • Pesquisar mercado consumidor de animais aquáticos
  • Pesquisar mercado fornecedor de insumos
  • Calcular custo e benefício do projeto
  • Identificar recursos naturais
  • Providenciar estudo de impactos ambientais
  • Definir máquinas e equipamentos
  • Definir equipe de trabalho
H Construir instalações aquáticas (9)
  • Construir tanques
  • Construir viveiros
  • Instalar sistema hidráulico
  • Instalar sistema elétrico
  • Construir esteiras
  • Instalar telas de proteção
  • Instalar sistema de proteção contra roubos
  • Instalar filtros
  • Construir cerco
I Beneficiar animais aquáticos (1)
  • Depurar ostras
J Comercializar animais aquáticos (7)
  • Determinar padrão de produção
  • Divulgar produtos em meios de comunicação
  • Vender produtos em feiras, exposições e estabelecimentos comerciais
  • Contactar produtores para parcerias
  • Embalar ostras
  • Transportar animais aquáticos para comercialização
  • Supervisionar pontos de venda
Z Demonstrar competências pessoais (6)
  • Manifestar sensibilidade com animais aquáticos
  • Possuir força física para reparo de instalações aquáticas
  • Negociar preços
  • Improvisar em situações adversas
  • Possuir destreza manual
  • Trabalhar em equipe

Sinônimos oficiais (2)

OstreicultorTrabalhador da criação de ostras

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 6313-20 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um criador de ostras?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.550 por mês, considerando as 26 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.611 (10% menores) a R$ 2.749 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.013 (RAIS 2024), 21.1% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando criador de ostras?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 26 admissões contra 30 desligamentos, saldo de -4 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata criador de ostras?

A atividade econômica que mais contratou foi Peixaria (CNAE 4722902), com 7,7% das admissões. A lista completa dos 3 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de criador de ostras?

6313-20 (família 6313 — Criadores de animais aquáticos). A CBO reconhece também os títulos: Ostreicultor, Trabalhador da criação de ostras — todos usam o mesmo código 6313-20. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser criador de ostras?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 6313: A escolaridade para todas as ocupações é de nível fundamental. Para os criadores de jacarés, mexilhões e quelônios, o acesso é livre, sem exigências de experiência prévia. Para os criadores de camarões, ostras, peixes e rãs, o exercício pleno das atividades requer um ano de experiência. Não é exigida qualificação profissional, exceto para os criadores de mexilhões e peixes, que cursam até duzentas horas de formação profissional básica. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (comércio e reparação de veículos), 33,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 6313-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 6313-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 6313-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4722902), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (21 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 6313:

  • Agro Turismo Jk
  • Água Doce - Piscicultura
  • Aquatec Industrial Pecuária Ltda.
  • Associação dos Maricultores do Estado de São Paulo
  • Camanor Produto Marinho Ltda.
  • Centro de Lazer Sol Nascente
  • Compescal Carcinicultura
  • Fazenda Gh
  • Fazenda Lusomar
  • Jacostra
  • Piscicultura Esperança
  • Projeto Jacarépan
  • Rãnatal Agroindustrial Ltda.
  • Seafarm Criação e Comércio de Produtos Aquáticos Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar - Fundep - UFMG
  • GLOSSÁRIO
  • Despescar: colher com a rede ou tarrafa (os peixes dos açudes, viveiros ou currais)
  • Dique: regionalmente tem outros nomes, tais como talude (nomenclatura no RN), taipa (RS) e parede (Nordeste).
  • Espinhel: derivado do inglês long line.
  • Forma de criação de mexilhões; constitui-se de poitas, unidas por cabos; neste, são presas boias dando condições para que as cordas mexilhoneiras sejam fixadas.
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