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CBO 2002 Família 5132 R$ 1.861 na admissão -303 postos em 12 meses 78 atividades

CBO 5132-20 — Cozinheiro de hospital

O código 5132-20 identifica a ocupação cozinheiro de hospital na CBO 2002, dentro da família 5132 — Cozinheiros. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um cozinheiro de hospital

Organizam e supervisionam serviços de cozinha em hotéis, restaurantes, hospitais, residências e outros locais de refeições, planejando cardápios e elaborando o pré-preparo, e a finalização de alimentos, observando métodos de cocção e padrões de qualidade.

Descrição oficial da família 5132 — Cozinheiros, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham predominantemente em restaurantes, empresas de alojamento e alimentação, transporte aquaviário e em residências. Trabalham individualmente ou em equipe, sob supervisão, em ambiente fechado ou embarcado, em horários diurno e noturno. Podem permanecer em posições desconfortáveis por longos períodos. Estão expostos a ruídos intensos e altas temperaturas. Há situações em que trabalham sob pressão, o que pode ocasionar estresse. CONSULTE 5135 - Trabalhadores auxiliares nos serviços de alimentação.

Recursos de trabalho

Assadeiras; Batedor; Colheres; Espátulas; Facas; Frigideira; Liquidificador; Máquina de suco; Panelas; Tábua de carnes.

Quanto ganha um cozinheiro de hospital

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.59510% ganham atéR$ 1.861medianaR$ 2.70210% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.144

Entrada × quem já está

R$ 1.861 ao ser admitido · R$ 2.144 para quem tem vínculo ativo +15,2%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de cozinheiro de hospital foi de R$ 1.861 — metade das 2.076 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.595 e os 10% de maior, acima de R$ 2.702.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.144, ou seja, 15,2% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 49 meses.

Considerando a jornada média de 40.4 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.861
Por ano (12 salários)R$ 22.332
Por semanaR$ 428
Por hora (40.4h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.10317,3%
  • Mulheres — R$ 1.84582,7%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.43814,7%
  • Mulheres — R$ 2.10785,3%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte1.655
  • Nordeste1.637
  • Sudeste1.983
  • Sul1.918
  • Centro-Oeste1.810

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (9 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 840 -59 R$ 2.353
RS 519 -46 R$ 1.870
PR 303 +22 R$ 1.879
MG 266 -89 R$ 1.721
SC 231 -34 R$ 2.095
RN 182 +40 R$ 1.601
RJ 162 -30 R$ 1.809
BA 127 -8 R$ 1.700
GO 93 -30 R$ 1.750

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

3.435

Desligamentos

3.738

Saldo

-303

Rotatividade

32,2%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: ago/25 (+16) saldo negativo · pior: nov/25 (-74)

Em 12 meses houve 3.435 admissões e 3.738 desligamentos de cozinheiro de hospital, o que significa que o mercado formal fechou 303 postos de trabalho no período, com rotatividade de 32,2% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 45,2% foram a pedido do próprio trabalhador e 39,4% por dispensa sem justa causa, além de 10,5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador45,2%
  • Dispensa sem justa causa39,4%
  • Fim de contrato10,5%

Sobre 3.738 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0,6% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro7,2%
  • 1 a 4 empregados1,9%
  • 5 a 9 empregados1,6%
  • 10 a 19 empregados3,6%
  • 20 a 49 empregados8,5%
  • 50 a 99 empregados7,7%
  • 100 a 249 empregados11,3%
  • 250 a 499 empregados15,2%
  • 500 a 999 empregados13,8%
  • 1.000 ou mais empregados29,4%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata cozinheiro de hospital

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto socorro e unidades para atendimento a urgências 8610101 · 53,3% das admissões 1.832 43.3h R$ 1.780 R$ 1.930 R$ 2.328 2% 3
Atividades de atendimento em pronto socorro e unidades hospitalares para atendimento a urgências 8610102 · 12,8% das admissões 440 43.3h R$ 1.650 R$ 1.804 R$ 1.939 2% 3
Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto condomínios prediais 8111700 · 4,3% das admissões 149 44h R$ 1.541 R$ 1.583 R$ 1.646 3% 2
Restaurantes e similares 5611201 · 3,6% das admissões 125 44.1h R$ 1.650 R$ 1.850 R$ 2.050 2% 2
Atividades de apoio à gestão de saúde 8660700 · 3,5% das admissões 120 43.2h R$ 1.650 R$ 1.833 R$ 2.158 2% 1
Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para empresas 5620101 · 3,3% das admissões 112 43.9h R$ 1.717 R$ 1.935 R$ 2.153 3% 2
Instituições de longa permanência para idosos 8711502 · 2,6% das admissões 89 43.5h R$ 1.737 R$ 1.859 R$ 2.042 2% 1
Cantinas - serviços de alimentação privativos 5620103 · 2,2% das admissões 77 44h R$ 1.631 3% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como cozinheiro de hospital

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 11.595 vínculos

Idade mediana

49 anos

Tempo de casa

49 meses

No setor público

10,1%

Em empresa do Simples

4,6%

Sexo

  • Mulher86%
  • Homem14%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada40,3h/sem
  • Pessoas com deficiência1,2%
  • Jornada parcial0,2%
  • Contrato intermitente0,2%
  • Em entidade sem fins lucrativos55%

Sobre os 11.595 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca46,2%
  • Parda41,7%
  • Preta11,2%
  • Amarela0,7%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,6%
  • Até o 5º ano incompleto3,7%
  • 5º ano completo4,3%
  • 6º ao 9º ano9,2%
  • Fundamental completo15%
  • Médio incompleto8,3%
  • Médio completo56,1%
  • Superior incompleto0,9%
  • Superior completo1,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,1%
  • Até 5º ano incompleto2%
  • 5º ano completo1,8%
  • 6º a 9º ano5,6%
  • Fundamental completo11,3%
  • Médio incompleto5,9%
  • Médio completo68,6%
  • Superior incompleto1,4%
  • Superior completo3,1%
  • Pós-graduação0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados1%
  • 5 a 9 empregados1,4%
  • 10 a 19 empregados2,2%
  • 20 a 49 empregados7,1%
  • 50 a 99 empregados9,8%
  • 100 a 249 empregados14,7%
  • 250 a 499 empregados17,5%
  • 500 a 999 empregados16,8%
  • 1.000 ou mais empregados29,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de cozinheiro de hospital

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

86,8

CAT no período

813

Idade média no acidente

46 anos

Foram 813 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo cozinheiro de hospital nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 86,8 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 87,8% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 10,7% de trajeto (no deslocamento) e 1,5% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Típico87,8%
  • Trajeto10,7%
  • Doença1,5%

Parte do corpo atingida

  • Dedo22,8%
  • Mão (exceto punho ou dedos)12,3%
  • Braço (entre o punho e o ombro)7,5%
  • Antebraço (entre o punho e o cotovelo)7,3%
  • Pé (exceto artelhos)5,5%

Natureza da lesão

  • Queimadura ou escaldadura - efeito de temperatura elevada ou efeito do contato com substância quente (inclui queimadura por eletricidade, mas não inclui choque elétrico; não inclui queimadura por substância química, efeito de radiação, queimadura de sol, incapacidade sistêmica como intermação, queimadura por atrito, etc.)33,3%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)19,6%
  • Lesão imediata12,7%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)7,9%
  • Outras lesões, NIC5,9%

Agente causador

  • Faca14,5%
  • Agente do acidente, NIC8,6%
  • Líquido, NIC7,3%
  • Forno, estufa, retorta, aquecedor de ambiente, fogão, etc. (exceto quando a lesão principal for choque elétrico ou eletroplessão) - equipamento de aquecimento7,3%
  • Chão - superfície utilizada para sustentar pessoas6,2%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 73 9% 3.531
T30.2 — Queimadura de segundo grau, parte do corpo não especificada 36 4,4% 639
T30.1 — Queimadura de primeiro grau, parte do corpo não especificada 32 3,9% 639
T23.2 — Queimadura de segundo grau do punho e da mão 24 3% 263
T22.2 — Queimadura de segundo grau do ombro e do membro superior, exceto punho e mão 20 2,5% 98
T23.1 — Queimadura de primeiro grau do punho e da mão 17 2,1% 263

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto socorro e unidades para atendimento a urgências) tem RAT 2% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 86,8 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício dessas ocupações requer ensino fundamental seguido de cursos básicos de profissionalização que variam de duzentas a quatrocentas horas, ou experiência equivalente. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de exercício profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 5132.

Qual especialização paga mais na família 5132

Todas as ocupações de cozinheiros, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
5132-25 Cozinheiro de embarcações R$ 1.719 R$ 5.696 2.848
5132-15 Cozinheiro industrial R$ 2.152 R$ 2.410 16.809
5132-20 Cozinheiro de hospital (esta página) R$ 1.861 R$ 2.144 11.595
5132-05 Cozinheiro geral R$ 1.883 R$ 2.009 596.784
5132-10 Cozinheiro do serviço doméstico R$ 1.892 R$ 1.933 3.286

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5132-20.

A Preparar alimentos (5)
  • Temperar alimentos de acordo com métodos de cocção
  • Controlar tempo e métodos de cocção
  • Aquecer alimentos pré-preparados
  • Avaliar sabor, aroma, cor e textura dos alimentos
  • Finalizar molhos quentes e frios
B Finalizar alimentos (4)
  • Montar alimentos de acordo com apresentação definida
  • Decorar pratos de acordo com apresentação definida
  • Encaminhar alimentos prontos para o local apropriado
  • Coletar amostras de alimentos prontos em conformidade com a legislação
C Pré-preparar alimentos (9)
  • Descongelar alimentos
  • Higienizar alimentos
  • Limpar carnes, aves, pescados e vegetais
  • Desossar carnes, aves e pescados
  • Porcionar alimentos
  • Marinar carnes, aves, pescados e vegetais
  • Elaborar massas
  • Elaborar caldos, fundos e molhos básicos
  • Pré-cozinhar alimentos
D Planejar rotina de trabalho (13)
  • Colaborar na criação do cardápio
  • Planejar cardápios
  • Listar ingredientes de acordo com o plano de produção e capacidade de armazenamento
  • Quantificar ingredientes
  • Requisitar materiais
  • Especificar alimentos
  • Otimizar uso dos equipamentos
  • Solicitar manutenção de equipamentos
  • Identificar necessidade de novos equipamentos
  • Assessorar compras de equipamentos e utensílios
  • Testar receitas
  • Planejar rotina de limpeza
  • Planejar estocagem
E Iniciar atividades na cozinha (8)
  • Usar uniforme
  • Distribuir tarefas entre ajudantes e auxiliares
  • Organizar utensílios de trabalho
  • Higienizar equipamentos, utensílios e bancada
  • Verificar funcionamento dos equipamentos
  • Definir horários de execução e término de tarefas de acordo com prioridades
  • Observar padrão de qualidade dos alimentos
  • Organizar ingredientes conforme a produção
F Fechar cozinha (4)
  • Guardar produtos não utilizados
  • Desligar equipamentos
  • Lavar cozinha
  • Fechar instalações e dependências
G Proceder estocagem e conservação de alimentos (6)
  • Verificar condições de alimentos para reaproveitamento
  • Controlar temperatura de alimentos
  • Etiquetar alimentos
  • Acondicionar alimentos para congelamento
  • Armazenar alimentos de acordo com as normas de higiene
  • Controlar armazenamento de alimentos
Y Comunicar-se (9)
  • Informar necessidades de matérias primas
  • Conhecer linguagem técnica
  • Comunicar-se com o salão (garçom, maitre)
  • Comunicar-se com a equipe
  • Interpretar pedidos e comandas
  • Interpretar manuais de procedimentos
  • Comunicar-se com o superior hierárquico
  • Interpretar receitas
  • Comunicar-se com o cliente
Z Demonstrar competências pessoais (20)
  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar honestidade profissional na preparação dos alimentos
  • Demonstrar capacidade de ser flexível
  • Demonstrar versatilidade
  • Desenvolver paladar e olfato
  • Aguçar visão
  • Demonstrar capacidade de iniciativa
  • Demonstrar criatividade
  • Dominar técnicas de preparação e conservação de alimentos
  • Atualizar-se na profissão
  • Ler livros e revistas especializadas
  • Participar de eventos culinários
  • Freqüentar treinamentos quando oferecidos
  • Demonstrar asseio pessoal
  • Evitar perdas e desperdícios
  • Aprender o manuseio de novos equipamentos
  • Trabalhar com atenção
  • Trabalhar com ética
  • Zelar pelos equipamentos e utensílios
  • Usar epi

Sinônimos oficiais (1)

Cozinheiro hospitalar

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 5132-20 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um cozinheiro de hospital?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.861 por mês, considerando as 2.076 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.595 (10% menores) a R$ 2.702 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.144 (RAIS 2024), 15.2% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando cozinheiro de hospital?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 3.435 admissões contra 3.738 desligamentos, saldo de -303 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata cozinheiro de hospital?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto socorro e unidades para atendimento a urgências (CNAE 8610101), com 53,3% das admissões e mediana de R$ 1.930. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de cozinheiro de hospital?

5132-20 (família 5132 — Cozinheiros). A CBO reconhece também os títulos: Cozinheiro hospitalar — todos usam o mesmo código 5132-20. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser cozinheiro de hospital?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 5132: O exercício dessas ocupações requer ensino fundamental seguido de cursos básicos de profissionalização que variam de duzentas a quatrocentas horas, ou experiência equivalente. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de exercício profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de cozinheiro de hospital?

A taxa é de 86,8 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (22,8% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 5132-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 5132-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5132-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8610101), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 5132:

  • Abelar Prestadora de Serviços, Reforma e Manutenção Ltda.
  • Aliança Empresa de Navegação e Logística Ltda.
  • Autônomo
  • Companhia Bras. Distribuição Grupo Pão de Açúcar
  • Grande Hotel São Pedro - Hotel Escola (Senac-SP)
  • Hospital da Clínicas - Fmusp
  • Hospital Sírio-Libanês
  • Instituto de Recursos Humanos - Pe / Hospital dos Servidores
  • Olhos Barra Clínica Ltda
  • Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro / Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Profissional Autônomo
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-dr-SP)
  • Sociedade Beneficente Hospital Sírio-Libanês
  • Universidade do Vale do Itajaí - S/C - Univali
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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