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CBO 2002 Família 4153 R$ 3.558 na admissão +21 postos em 12 meses 77 atividades

CBO 4153-10 — Analista de informação em saúde

O código 4153-10 identifica a ocupação analista de informação em saúde na CBO 2002, dentro da família 4153 — Trabalhadores em registros e informações em saúde. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 11 seções

Quanto ganha um analista de informação em saúde

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.85810% ganham até R$ 3.558mediana R$ 7.53310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.461

Entrada × quem já está

R$ 3.558 ao ser admitido · R$ 4.461 para quem tem vínculo ativo +25,4%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de analista de informação em saúde foi de R$ 3.558 — metade das 524 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.858 e os 10% de maior, acima de R$ 7.533.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.461, ou seja, 25,4% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 27 meses.

Considerando a jornada média de 38.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 16,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 3.558
Por ano (12 salários)R$ 42.696
Por semanaR$ 819
Por hora (38.7h/sem)R$ 16,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 3.375 22,1%
  • Mulheres — R$ 3.600 77,9%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 5.263 19,1%
  • Mulheres — R$ 4.353 80,9%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste 2.433
  • Sudeste 4.045
  • Sul 3.600

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (5 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 330 +28 — R$ 3.600 —
MG 137 +29 — R$ 4.300 —
PR 60 -10 — R$ 3.300 —
PE 47 +1 — R$ 2.272 —
RJ 42 +0 — R$ 6.188 —

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

744

Desligamentos

723

Saldo

+21

Rotatividade

26,6%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+29) saldo negativo · pior: fev/26 (-51)

Em 12 meses houve 744 admissões e 723 desligamentos de analista de informação em saúde, o que significa que o mercado formal abriu 21 postos de trabalho no período, com rotatividade de 26,6% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 45,9% foram a pedido do próprio trabalhador e 46,1% por dispensa sem justa causa, além de 7,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 45,9%
  • Dispensa sem justa causa 46,1%
  • Fim de contrato 7,1%

Sobre 723 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,4% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 11,1%
  • 1 a 4 empregados 2,7%
  • 5 a 9 empregados 5,8%
  • 10 a 19 empregados 5,8%
  • 20 a 49 empregados 11,7%
  • 50 a 99 empregados 9%
  • 100 a 249 empregados 10,6%
  • 250 a 499 empregados 27,9%
  • 500 a 999 empregados 3,4%
  • 1.000 ou mais empregados 12,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata analista de informação em saúde

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Holdings de instituições não financeiras 6462000 · 23,4% das admissões 174 43.3h — R$ 5.854 — 3% 1
Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto socorro e unidades para atendimento a urgências 8610101 · 13,4% das admissões 100 43.7h R$ 1.866 R$ 2.575 R$ 4.758 2% 3
Planos de saúde 6550200 · 7,7% das admissões 57 42.4h R$ 3.100 R$ 4.650 R$ 7.333 2% 1
Atividades de apoio à gestão de saúde 8660700 · 7,7% das admissões 57 41.3h R$ 1.696 R$ 2.350 R$ 3.883 2% 1
Atividades de fornecimento de infraestrutura de apoio e assistência a paciente no domicílio 8712300 · 6,7% das admissões 50 43.9h — R$ 2.878 — 2% 1
Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de exames complementares 8630502 · 4,2% das admissões 31 43.4h — R$ 2.790 — 2% 3
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis 6202300 · 3,9% das admissões 29 40.3h — R$ 3.108 — 2% 2
Corretores e agentes de seguros, de planos de previdência complementar e de saúde 6622300 · 3,1% das admissões 23 40.7h — R$ 4.750 — 1% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como analista de informação em saúde

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.713 vínculos

Idade mediana

37 anos

Tempo de casa

27 meses

No setor público

25,4%

Em empresa do Simples

3,9%

Sexo

  • Homem 18,8%
  • Mulher 81,2%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada36,8h/sem
  • Pessoas com deficiência1,4%
  • Jornada parcial3,6%
  • Contrato intermitente0,3%
  • Em entidade sem fins lucrativos22,2%

Sobre os 2.713 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda 48,1%
  • Branca 45,5%
  • Preta 5,3%
  • Amarela 0,7%
  • Indígena 0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • 6º ao 9º ano 0,1%
  • Fundamental completo 0,3%
  • Médio incompleto 0,4%
  • Médio completo 17,9%
  • Superior incompleto 7,9%
  • Superior completo 69,6%
  • Mestrado 2,9%
  • Doutorado 0,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto 0,4%
  • 6º a 9º ano 0,1%
  • Fundamental completo 0,4%
  • Médio completo 31,3%
  • Superior incompleto 11%
  • Superior completo 45,3%
  • Pós-graduação 9,8%
  • Mestrado 0,8%
  • Doutorado 0,8%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 1,1%
  • 5 a 9 empregados 1,1%
  • 10 a 19 empregados 3,3%
  • 20 a 49 empregados 5,4%
  • 50 a 99 empregados 8,2%
  • 100 a 249 empregados 12%
  • 250 a 499 empregados 21,6%
  • 500 a 999 empregados 7,6%
  • 1.000 ou mais empregados 39,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Qual especialização paga mais na família 4153

Todas as ocupações de trabalhadores em registros e informações em saúde, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
4153-10 Analista de informação em saúde (esta página) R$ 3.558 R$ 4.461 2.713
4153-05 Registrador de câncer — R$ 2.750 14

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 4153-10.

A Coletar dados clínicos dos pacientes e/ou dados do tumor (7)
  • •Selecionar prontuários de paciente
  • •Preencher dados (hospital, tipos de cti, médicos, fontes pagadoras, dados pessoais) na ficha de registro
  • •Consultar no prontuário procedência do paciente
  • •Consultar no prontuário se paciente passou por tratamento prévio em outra instituição
  • •Consultar no prontuário motivo do encontro (internação hospitalar, consulta em consultório ou em ambulatório)
  • •Checar completude dos dados do prontuário
  • •Dirimir dúvidas junto à coordenação/comissão assessora quanto aos dados contidos no prontuário
B Registrar dados clínicos (8)
  • •Registrar caráter do episódio de cuidado em saúde (urgência, emergência, eletiva)
  • •Registrar equipe profissional assistencial para o episódio de cuidado em saúde
  • •Registrar condições clínicas pertinentes à condições adquiridas durante o episódio de cuidado em saúde
  • •Registrar condições clínicas pertinentes à readmissões por recaídas de tratamento prévio em instituições de saúde terciárias
  • •Registrar admissões hospitalares por cuidados sensíveis à atenção primária
  • •Registrar dados do(s) diagnóstico(s) (comorbidades e/ou complicações)
  • •Registrar dados do(s) tratamento(s) realizado(s) pelo paciente na instituição
  • •Compartilhar informações com áreas afins
C Analisar dados clínicos e assistenciais dos pacientes (7)
  • •Ler prontuários de pacientes
  • •Analisar registros de pacientes
  • •Avaliar dados clínicos e assistenciais
  • •Correlacionar laudos laboratoriais e de imagem com dados clínicos
  • •Compilar dados
  • •Informar à coordenação clínica necessidade de completar dados em prontuários com desfecho do caso
  • •Solicitar às instâncias responsáveis esclarecimentos de dados essenciais nos prontuários
D Realizar codificação clínica (9)
  • •Consultar classificações internacionais de doenças (cid)
  • •Aplicar regras de codificação da cid e regras de sequenciamento em codificação
  • •Identificar sistema de classificação utilizado
  • •Atribuir códigos padrão para doenças e agravos de saúde e procedimentos
  • •Codificar laudos laboratoriais e de imagem
  • •Buscar na cid código do diagnóstico principal, secundário(s) e condições adquiridas
  • •Identificar código de procedimentos nas tabelas tuss e sus
  • •Identificar desfecho do encontro em saúde (alta/óbito/transferência)
  • •Inserir dados no sistema de registro de classificação utilizado e/ou em software específico de codificação
E Levantar dados em campo junto às fontes notificadoras (6)
  • •Receber lista de fontes notificadoras
  • •Adequar informações nos registros codificados
  • •Revisar dados oriundos de coleta passiva
  • •Validar informações junto à fonte notificadora scih (serviço de controle de infecção hospitalar) e junto ao núcleo de segurança do paciente
  • •Validar eventos adversos/evento sentinela
  • •Identificar fatores e causas que aumentaram a permanência hospitalar
G Organizar base de dados para validação pela coordenação (7)
  • •Identificar não conformidades na base de dados
  • •Identificar casos em duplicidade
  • •Excluir casos em duplicidade ( mesma pessoa e mesmo diagnóstico)
  • •Corrigir inconsistências identificadas nas fichas pelo sistema
  • •Complementar dados de procedimentos realizados com a tabela tuss ou sus
  • •Identificar codificações potencialmente incorretas
  • •Revisar codificações potencialmente incorretas
H Participar do processo de melhoria contínua (governança clínica) (12)
  • •Auxiliar na gestão do cuidado assistencial realizado na unidade clínica
  • •Estruturar indicadores de saúde
  • •Analisar indicadores de saúde
  • •Gerenciar banco de dados de informações clínicas
  • •Elaborar relatórios
  • •Disponibilizar dados codificados conforme solicitação e/ou para tomada de decisão
  • •Apontar potenciais falhas no processo assistencial e administrativo
  • •Propor intervenções na assistência
  • •Ministrar curso de educação continuada
  • •Participar de curso de aperfeiçoamento em codificação
  • •Participar de pesquisa utilizando banco de dados
  • •Gerar relatórios de desempenho assistencial a partir da base de dados codificados
I Auditar as informações inseridas no banco de dados (9)
  • •Selecionar prontuários de paciente para amostra de auditoria
  • •Analisar prontuários selecionados comparando os dados codificados
  • •Apontar não conformidades observadas na codificação
  • •Justificar não conformidades encontradas
  • •Preencher banco de dados da auditoria com resultados encontrados
  • •Identificar oportunidades de aprimoramento da codificação
  • •Realizar devolutiva dos resultados da auditoria
  • •Analisar dúvidas de codificação
  • •Padronizar condutas
Z Demonstrar competências pessoais (12)
  • •Manter confidencialidade do paciente e segurança da informação
  • •Trabalhar em equipe
  • •Demonstrar capacidade de seguir normas e regras
  • •Demonstrar atenção à detalhes
  • •Demonstrar comprometimento
  • •Demonstrar organização
  • •Demonstrar controle emocional
  • •Demonstrar proatividade
  • •Demonstrar concentração
  • •Demonstrar capacidade de comunicação verbal e escrita
  • •Demonstrar imparcialidade
  • •Pesquisar atualizações e novidades lançadas

Sinônimos oficiais (4)

Codificador de dados clínicosCodificador hospitalarGestor de dados clínicosTécnico em registro e informação em saúde

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 4153-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um analista de informação em saúde?

A mediana do salário de admissão é R$ 3.558 por mês, considerando as 524 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.858 (10% menores) a R$ 7.533 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.461 (RAIS 2024), 25.4% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando analista de informação em saúde?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 744 admissões contra 723 desligamentos, saldo de +21 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata analista de informação em saúde?

A atividade econômica que mais contratou foi Holdings de instituições não financeiras (CNAE 6462000), com 23,4% das admissões e mediana de R$ 5.854. A ficha de analista de informação em saúde no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de analista de informação em saúde?

4153-10 (família 4153 — Trabalhadores em registros e informações em saúde). A CBO reconhece também os títulos: Codificador de dados clínicos, Codificador hospitalar, Gestor de dados clínicos, Técnico em registro e informação em saúde — todos usam o mesmo código 4153-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 4153-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 4153-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 4153-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (6462000), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

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