CBO 4131-05 — Analista de folha de pagamento
O código 4131-05 identifica a ocupação analista de folha de pagamento na CBO 2002, dentro da família 4131 — Auxiliares de contabilidade. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha14 seções
O que faz um analista de folha de pagamento
Organizam documentos e efetuam sua classificação contábil; geram lançamentos contábeis, auxiliam na apuração dos impostos, conciliam contas e preenchimento de guias de recolhimento e de solicitações, junto a órgãos do governo. Emitem notas de venda e de transferência entre outras; realizam o arquivo de documentos.
Descrição oficial da família 4131 — Auxiliares de contabilidade, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Exercem suas funções em atividades empresariais como empregados formais. Trabalham com supervisão permanente em ambientes fechados e em horário diurno. Podem trabalhar sob pressão, levando à situação de estresse.
Recursos de trabalho
Calculadora financeira; Grampeador; Guilhotina; Leitor de micro; Máquina de escrever; Microcomputador e periféricos; Pastas de arquivo; Planilhas, editores de texto e base de dados; Publicações legais; Softwares de contabilidade.
Quanto ganha um analista de folha de pagamento
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.837
Entrada × quem já está
R$ 3.514 ao ser admitido · R$ 3.837 para quem tem vínculo ativo +9,2%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de analista de folha de pagamento foi de R$ 3.514 — metade das 13.470 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.317 e os 10% de maior, acima de R$ 5.040.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.837, ou seja, 9,2% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 28 meses.
Considerando a jornada média de 43.2 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 18,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 3.514 |
| Por ano (12 salários) | R$ 42.168 |
| Por semana | R$ 809 |
| Por hora (43.2h/sem) | R$ 18,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
| UF | Admissões | Saldo | P25 | Mediana | P75 |
|---|---|---|---|---|---|
| SP | 4.746 | -379 | — | R$ 3.845 | — |
| MG | 1.454 | -105 | — | R$ 3.566 | — |
| RJ | 863 | -78 | — | R$ 3.492 | — |
| SC | 840 | -36 | — | R$ 4.002 | — |
| PR | 812 | -51 | — | R$ 3.555 | — |
| GO | 734 | -15 | — | R$ 3.437 | — |
| RS | 725 | -23 | — | R$ 3.577 | — |
| PE | 561 | +4 | — | R$ 2.941 | — |
| CE | 527 | -22 | — | R$ 3.045 | — |
| MT | 336 | -31 | — | R$ 3.587 | — |
UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
13.694
Desligamentos
14.444
Saldo
-750
Rotatividade
40,6%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 13.694 admissões e 14.444 desligamentos de analista de folha de pagamento, o que significa que o mercado formal fechou 750 postos de trabalho no período, com rotatividade de 40,6% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 39,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 50% por dispensa sem justa causa, além de 7,8% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 14.444 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,2% das admissões são de jornada parcial e 0,1% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata analista de folha de pagamento
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como analista de folha de pagamento
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 35.541 vínculos
Idade mediana
36 anos
Tempo de casa
28 meses
No setor público
1,4%
Em empresa do Simples
42,6%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada43h/sem
- Pessoas com deficiência1,7%
- Jornada parcial0,2%
- Contrato intermitente0,1%
- Em entidade sem fins lucrativos5%
Sobre os 35.541 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Riscos ocupacionais de analista de folha de pagamento
Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências
Taxa por mil/ano
6
CAT no período
172
Idade média no acidente
36 anos
Foram 172 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo analista de folha de pagamento nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 6 por mil vínculos ao ano — abaixo da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.
Do total, 26,2% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 68,6% de trajeto (no deslocamento) e 5,2% doenças ocupacionais — a predominância do trajeto indica que o deslocamento é o principal ponto de exposição nessa ocupação.
Tipo de acidente
Parte do corpo atingida
Natureza da lesão
Agente causador
Diagnósticos mais frequentes (CID-10)
Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país
| CID-10 | Casos | % | Afastamentos no Brasil |
|---|---|---|---|
| S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo | 11 | 6,4% | 5.476 |
| M25.5 — Dor articular | 9 | 5,2% | 1.605 |
| S80.0 — Contusão do joelho | 8 | 4,7% | 1.225 |
| S93 — Luxação, entorse e distensão das articulações e dos ligamentos ao nível do tornozelo e do pé | 5 | 2,9% | 5.476 |
| S42.2 — Fratura da extremidade superior do úmero | 4 | 2,3% | 11.388 |
| V29.9 — Motociclista [qualquer] traumatizado em um acidente de trânsito não especificado | 4 | 2,3% | 313 |
Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.
Risco de tabela × risco observado
A atividade que mais contrata essa ocupação (Atividades de contabilidade) tem RAT 1% e grau de risco 1, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 6 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.
Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas
Informalidade no setor
25,4%
Média nacional
37,5%
Conta própria
23,7%
Rendimento formal × informal
R$ 5.385 × R$ 4.443
No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
Embora não exista exigência legal, requer-se escolaridade de nível médio, preferencialmente com curso técnico ou superior incompleto. Não há exigência de experiência anterior. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 4131.
Qual especialização paga mais na família 4131
Todas as ocupações de auxiliares de contabilidade, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 4131-05 | Analista de folha de pagamento (esta página) | R$ 3.514 | R$ 3.837 | 35.541 |
| 4131-15 | Auxiliar de faturamento | R$ 2.315 | R$ 2.722 | 80.822 |
| 4131-10 | Auxiliar de contabilidade | R$ 2.313 | R$ 2.700 | 203.155 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 4131-05.
D Preparar documentações (1)
- •Elaborar declaração de imposto de renda sobre pessoa física (dirf)
F Executar rotinas de faturamento (1)
- •Atualizar cadastro de clientes
Z Demonstrar competências pessoais (17)
- •Consultar normas e procedimentos internos
- •Acompanhar legislação trabalhista
- •Desenvolver raciocínio lógico
- •Utilizar recursos de informática
- •Demonstrar conhecimentos técnicos específicos
- •Demonstrar empatia
- •Cultivar a ética
- •Manter-se dinâmico
- •Buscar auto desenvolvimento
- •Demonstrar iniciativa
- •Trabalhar em equipe
- •Demonstrar capacidade de participação
- •Demonstrar capacidade de crítica
- •Demonstrar habilidade em cálculos
- •Expressar-se de forma oral e escrita
- •Utilizar telefone e fax
- •Utilizar e-mail e intranet
Sinônimos oficiais (1)
Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 4131-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um analista de folha de pagamento?
A mediana do salário de admissão é R$ 3.514 por mês, considerando as 13.470 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.317 (10% menores) a R$ 5.040 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.837 (RAIS 2024), 9.2% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando analista de folha de pagamento?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 13.694 admissões contra 14.444 desligamentos, saldo de -750 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata analista de folha de pagamento?
A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de contabilidade (CNAE 6920601), com 36,6% das admissões e mediana de R$ 3.395. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de analista de folha de pagamento?
4131-05 (família 4131 — Auxiliares de contabilidade). A CBO reconhece também os títulos: Calculista de folha de pagamento — todos usam o mesmo código 4131-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser analista de folha de pagamento?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 4131: Embora não exista exigência legal, requer-se escolaridade de nível médio, preferencialmente com curso técnico ou superior incompleto. Não há exigência de experiência anterior. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Quais são os riscos e acidentes mais comuns de analista de folha de pagamento?
A taxa é de 6 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é pé (exceto artelhos) (14% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S93.4 — entorse e distensão do tornozelo. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 4131-05?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 4131-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 4131-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (6920601), o RAT é 1%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → CAT — Comunicação de Acidente de Trabalho (INSS)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (11 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 4131:
- •Banco Sudameris Brasil S.A.
- •Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp)
- •Cooperativa de Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo (Coopersucar)
- •Fundação Instituto de Administração (FIA-USP)
- •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe-USP)
- •Lufas Contabilidade Técnica Ltda.
- •Perdigão Agroindustrial S.A.
- •Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Rio de Janeiro
- •Volkswagen do Brasil Ltda.
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP